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Ligado no Sul
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Santa Catarina participa de campanha nacional de arrecadação de material escolar para estudantes gaúchos

Por Ligado no Sul14/06/2024 10h01
Foto/Divulgação

O Governo de Santa Catarina, por meio da Secretaria de Estado da Educação, aderiu à nova fase da campanha Educação com o Rio Grande do Sul, do Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed). Lançada nessa quarta-feira, 12, a nova etapa visa a arrecadação de materiais escolares para apoiar crianças e jovens afetados pela crise climática e ambiental no estado gaúcho.

“Nós sabemos da necessidade que têm aquelas crianças e jovens de retomarem os seus estudos. Por isso, precisamos ser solidários e ajudá-los a recuperar aquilo que é um direito seu. Então, convoco a todos aqueles que são solidários e que quiserem nos ajudar a mandar esses donativos para as atividades escolares, sejam cadernos ou outros materiais, tudo aquilo que os estudantes possam utilizar para seus estudos”, disse o secretário de Estado da Educação, Aristides Cimadon.

Entre os materiais sugeridos para doação estão cadernos, conjuntos de lápis, apontadores, giz de cera, canetas, lapiseiras, estojos, calculadoras e réguas. Também são aceitos livros de literatura infanto-juvenil. Em Santa Catarina, os pontos de coleta estão localizados nas escolas estaduais e nas Coordenadorias Regionais de Educação.

O que doar?

  • Mochilas
  • Cadernos
  • Calculadora
  • Canetas azul/preta e vermelha
  • Caixas de grafite
  • Lapiseiras
  • Réguas
  • Kit de lápis de cor
  • Kit de Caneta hidrocor
  • Lápis preto
  • Apontadores
  • Estojos
  • Squeezes
  • Livros de literatura
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Secretário Valdir Colatto detalha medidas do Programa Leite Bom para apoiar produtores de leite no estado

Por Ligado no Sul14/06/2024 09h29
Foto: divulgação/Epagri

Nesta sexta-feira, 14, o Jornal da Guarujá conversou com o Secretário de Estado da Agricultura, Valdir Colatto, sobre o Programa Leite Bom, uma iniciativa do governo de Santa Catarina destinada a apoiar os produtores de leite locais frente à concorrência da importação de leite em pó. O programa é uma resposta direta à crise gerada pela entrada massiva de leite importado, especialmente da Argentina e do Uruguai, que impactou negativamente a produção nacional devido a subsídios de juros e isenções de ICMS que esses produtos estrangeiros recebem.

A importação de leite em pó, liberada sem restrições pelo atual governo federal, tem causado sérios problemas para os produtores de leite brasileiros. Os produtos importados chegam ao mercado a preços mais baixos, prejudicando a competitividade dos produtores locais. O Secretário explicou que o leite em pó importado é muitas vezes utilizado para fabricar outros produtos lácteos, competindo de forma desleal com o leite produzido no Brasil.

“Santa Catarina produz cerca de 3,2 bilhões de litros de leite por ano, isso quer dizer que são em torno de 7 bilhões na economia de Santa Catarina, que irriga todos os estados, principalmente os pequenos municípios, os pequenos agricultores”, afirmou Colatto. “O custo de produção aqui no Brasil ficou maior do que o preço que os agricultores recebem.”

Para enfrentar essa situação, o governo estadual implementou o Programa Leite Bom, que envolve um investimento de cerca de 300 milhões de reais, divididos igualmente entre subsídios para a indústria e financiamentos para os produtores. Entre as iniciativas do programa estão o  Pronampe Leite SC e Financia SC Leite.

Pronampe Leite SC permite que produtores obtenham financiamentos a juros subsidiados. “O produtor vai ao banco, busca lá os recursos através de financiamentos projetados pelo I-Park, faz um projeto em torno de dois subjuntos que o governo paga,” explico.

Financia SC Leite oferece empréstimos de até R$ 40 mil, onde o produtor paga apenas 70% do valor sem juros. “O produtor busca R$ 10 mil, volta a pagar R$ 7 mil só. Então, 30% ele não devolve e sem juros,” detalhou o secretário. “O programa é uma tentativa de manter os produtores, que são vitais para nossa economia,” acrescentou.

Apesar das iniciativas estaduais, Colatto ressalta que o montante investido é pequeno diante da dimensão do problema. “Os nossos 300 milhões  é um grão de areia no oceano, só o valor da venda da produção anual desse leite, são mais de 7 bilhões,” disse ele. A produção de leite em Santa Catarina e no Brasil enfrenta desafios como a falta de sucessores nas propriedades rurais e a dificuldade de encontrar mão de obra qualificada disposta a lidar com a exigente rotina da produção leiteira.

“Apenas 5% das propriedades têm sucessores preparados para continuar a atividade. Além disso, os agricultores enfrentam uma rotina árdua, com longas jornadas de trabalho e pouca folga, o que dificulta a contratação de novos trabalhadores. Tem que levantar às 4 da manhã, trabalhar de domingo a domingo, não tem festa, não tem feriado e você não encontra um trabalhador que se enquadre nesse processo.”

Ainda durante a entrevista, o secretário fez um apelo para que o governo federal adote medidas de proteção à produção nacional, ressaltando a importância de manter a segurança alimentar e a viabilidade econômica dos pequenos agricultores. “Se nós não mantermos a nossa segurança alimentar e nossa produção aqui, nós vamos ter problema ali na frente, o governo tem que olhar essas questões e nós temos que proteger esse agricultor,” alertou.

Confira entrevista completa

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Derrota para o Athletico Paranaense complica situação do Criciúma

Por Ligado no Sul14/06/2024 08h57
Foto/Assessoria de Imprensa CEC

Na noite dessa quinta-feira, 14, o Criciúma enfrentou o Athletico Paranaense pela 8ª rodada da Série A do Campeonato Brasileiro e sofreu uma derrota por 3 a 1 na Ligga Arena. O gol do Tigre foi marcado por Barreto no primeiro tempo.

Com a derrota, o Criciúma permanece com apenas 5 pontos e na 17º posição na competição. O próximo desafio será contra o Bahia no estádio Heriberto Hülse, neste domingo, 16, às 18h30

Nas seis partidas disputadas no Brasileirão até agora, o Criciúma venceu o Vasco da Gama, empatou com Juventude e Atlético Mineiro, e perdeu para Palmeiras, Cuiabá e Athletico Paranaense. A equipe precisa de uma vitória no próximo confronto para melhorar sua posição na tabela.

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Campanha de Vacinação contra a Poliomielite encerra nesta sexta-feira em Siderópolis

Por Ligado no Sul14/06/2024 08h29
Foto/Assessoria de Imprensa

O Governo de Siderópolis, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, continua com a Campanha de Vacinação contra a Poliomielite até esta sexta-feira, 14. Crianças menores de 5 anos devem ser vacinadas para contribuir com a erradicação da doença. A campanha tem como objetivo imunizar no mínimo 95% das crianças. Até o momento, Siderópolis atingiu 50,7% da meta.

Além da vacinação nas UBSs, a Secretaria de Saúde realizou no último sábado, 8, o Dia D da campanha, durante o qual foram vacinadas 68 crianças, tanto na Piazza Nova Belluno quanto em todas as Unidades em funcionamento. A secretaria também realizou a vacinação nas creches Olírio Cesa e Pequeno Príncipe, imunizando um total de 79 crianças. Além disso, foram aplicadas 38 doses nas escolas Criança Cidadã e Colégio Dom Orione.

Todas as Unidades Básicas de Saúde (UBSs) estão oferecendo a vacina. Para se vacinar, é necessário levar a carteirinha de vacinação, o CPF ou o cartão do SUS. “Este ano, a campanha iniciou em 27 de maio, sendo três semanas de vacinação. A vacina é a única forma de prevenção eficaz, e a adesão da população é fundamental para manter a doença erradicada”, mencionou a secretária de Saúde de Siderópolis, Fernanda Frelo Venturini.

A poliomielite, também conhecida como paralisia infantil, é uma doença viral altamente contagiosa que pode levar à paralisia permanente. O último caso no Brasil ocorreu em 1989. “Pais, levem seus filhos para realizar a vacina. Vacinar é um ato de amor e ainda garante o direito à saúde das nossas crianças”, pontuou o prefeito de Siderópolis, Franqui Salvaro.

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