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Vanesa Bagio Mente em Foco
Psicóloga, empreendedora e especialista em saúde mental.
Vanesa Bagio é uma psicóloga apaixonada por desenvolvimento humano, dedicando sua carreira através de orientações para o autodesenvolvimento, auxiliando pessoas a descobrirem seu potencial e encontrar o equilíbrio emocional, com ampla experiência em atendimentos individualizado, familiares e casais, presencial e online, vêm transformado a vida de pessoas no Brasil e também no exterior.
Com formação em psicologia e especialização em diversas áreas, suas abordagens psicoterapêuticas combinam com técnicas, métodos criativos e dinâmicas psicológicas inovadoras, promovendo principalmente o controle da ansiedade.
Além de seu trabalho clínico, Vanesa possui mais de 10 anos de vivência na área de Recursos Humanos, o que lhe confere conhecimento sobre diversos aspectos relacionados ao mundo corporativo, atuando nas empresas em Recrutamento e Seleção, palestras, workshops e conteúdo educacional. Seu objetivo é capacitar as pessoas para superar desafios emocionais, promover a inteligência emocional, relacionamentos saudáveis e alcançar uma vida significativa.
Muito ativa na sociedade, além das especialidades, também é Practitioner em Programação Neurolinguística – PNL
2026 começa pela mente: prevenção, consciência e inteligência emocional como prioridade. Por Vanesa Bagio
Por Vanesa Bagio07/01/2026 15h00
Foto/Divulgação
O ano de 2026 inicia com um chamado claro: não é mais possível adiar o cuidado com a saúde mental. Janeiro Branco chega, mais uma vez, como um convite simbólico à reflexão, mas agora em um cenário diferente: mais consciente, mais exigente e, ao mesmo tempo, mais vulnerável. Entramos neste novo ciclo carregando os efeitos emocionais acumulados de anos intensos, e a prevenção passa a ocupar um lugar central nas discussões individuais e organizacionais.
Na prática clínica, o início de 2026 revela um padrão já conhecido, porém mais nítido: pessoas que ‘funcionam’, mas não estão bem. A inteligência emocional surge como uma competência essencial para lidar com ansiedade, tomada de decisão, frustrações e relações interpessoais. Não se trata de “controlar emoções”, mas de compreendê-las, regulá-las e utilizá-las de forma estratégica na vida pessoal e profissional.
No contexto organizacional, a saúde mental deixa definitivamente o campo do discurso e avança para a gestão. Empresas que desejam sustentabilidade precisam investir em prevenção emocional, comunicação assertiva, liderança consciente e ambientes psicologicamente seguros. O adoecimento emocional impacta diretamente a produtividade, o clima organizacional e a retenção de talentos e 2026 exige respostas mais técnicas, éticas e baseadas em evidências.
Janeiro Branco, neste ano, ganha um significado ampliado: não é apenas sobre falar de sentimentos, mas sobre estruturar ações contínuas de cuidado. Programas de inteligência emocional, treinamentos preventivos, acompanhamento psicológico e desenvolvimento de líderes emocionalmente preparados tornam-se estratégias de proteção, não de correção tardia (NR1).
A prevenção, por sua vez, é o eixo mais urgente. Prevenir não é evitar desafios, mas fortalecer recursos internos e coletivos para atravessá-los com mais equilíbrio. É ensinar pessoas a reconhecer sinais precoces de estresse, burnout, ansiedade e sofrimento psíquico antes que se tornem crises. É transformar o cuidado emocional em cultura, e não em intervenção emergencial.
Começar 2026 falando de saúde mental é, acima de tudo, um posicionamento. Um compromisso com escolhas mais conscientes, relações mais saudáveis e modelos de trabalho mais humanos. Que este novo ano seja menos sobre sobrevivência emocional e mais sobre construção de bem-estar, clareza e sentido individualmente e nas organizações.
Seja no âmbito pessoal ou organizacional, o momento é agora: olhar para a mente com responsabilidade, investir em desenvolvimento emocional e transformar cuidado em prática contínua. Janeiro Branco não é um mês simbólico é um ponto de partida para um ano inteiro de escolhas mais saudáveis, relações mais conscientes e ambientes emocionalmente sustentáveis.
Fique bem!
Siga @vanesabagio.psi para buscar mais informações e lembre-se: “Sua saúde mental importa tanto quanto qualquer outra área da sua vida.”
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Fechar 2025 com consciência: Um ano que reposicionou a saúde mental no centro da vida. Por Vanesa Bagio
Por Vanesa Bagio26/12/2025 14h00
O ano de 2025 se despede deixando marcas profundas, acredite, não apenas nos indicadores econômicos ou tecnológicos, mas, principalmente, na forma como lidamos com nossas emoções, relações e escolhas. Foi um ano que escancarou limites, acelerou reflexões e consolidou uma verdade que já não pode mais ser ignorada: saúde mental não é acessório, é estrutura.
Na clínica, o que mais apareceu foi o cansaço emocional crônico. Pessoas produtivas, competentes e comprometidas, mas profundamente exaustas. A ansiedade deixou de ser episódica e passou a ser contínua. A procrastinação, muitas vezes julgada como falta de disciplina, revelou-se um sintoma de sobrecarga psíquica. Em 2025, ficou evidente que não estamos apenas lidando com indivíduos ansiosos, mas com sistemas adoecidos: famílias, empresas e modelos de vida que exigem mais do que o humano consegue sustentar.
No campo profissional, especialmente na consultoria e na atuação organizacional, observei um movimento importante: líderes começaram a entender que resultados sustentáveis dependem de inteligência emocional aplicada, não apenas de metas e indicadores. Empresas passaram a buscar intervenções mais profundas, focadas em comunicação, gestão de conflitos, segurança psicológica e desenvolvimento emocional das equipes. Ainda há muito a avançar, mas 2025 marcou uma virada de consciência.
A mentoria em inteligência emocional ganhou espaço como ferramenta estratégica. Não mais como algo “comportamental” ou secundário, mas como base para decisões, gestão de pessoas e enfrentamento de cenários complexos. Aprendemos, na prática, que não existe performance sem regulação emocional, nem liderança sem autoconhecimento.
No âmbito pessoal, 2025 também foi um ano de aprendizado. Aprendi que não é possível cuidar do outro sem revisar constantemente os próprios limites. Que dizer “não” continua sendo um dos atos mais difíceis e mais necessários para preservar a saúde mental. E que maturidade emocional não é ausência de dor, mas a capacidade de atravessá-la com consciência, responsabilidade e apoio.
Encerrar 2025 é mais do que virar o calendário. É assumir responsabilidade emocional sobre a própria história. Não se trata apenas do que foi vivido, mas do que foi aprendido e, principalmente, do que será feito com esses aprendizados.
Se este ano deixou sinais de esgotamento, conflitos recorrentes, ansiedade constante ou dificuldades nas relações pessoais e profissionais, ignorá-los não é mais uma opção. A saúde mental pede atitude, não adiamento. Autoconhecimento, inteligência emocional e suporte especializado não são luxo: são ferramentas de sustentação para uma vida mais equilibrada e produtiva.
Que 2026 comece não com promessas vazias, mas com decisões mais conscientes. Porque cuidar da mente deixou de ser tendência. Tornou-se urgência, compromisso e, acima de tudo, um ato de responsabilidade com a própria vida.
Que o próximo ciclo comece com decisões conscientes: cuidar da mente, fortalecer relações, desenvolver competências emocionais e construir ambientes, pessoais e organizacionais, mais saudáveis.
O convite está feito. Olhe para si, revise seus limites, alinhe propósito e ação. A mudança começa quando você escolhe não normalizar o adoecimento e passa a investir, de forma intencional, na sua saúde emocional.
Fique bem!
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Entre o medo e a esperança: A jornada emocional após o diagnóstico de câncer. Por Vanesa Bagio
Por Vanesa Bagio14/10/2025 15h00
Foto/Divulgação
Ninguém está preparado emocionalmente para ouvir a palavra “câncer”. Ela chega como um desafio, adia planos, reorganiza rotinas e silencia até o que antes parecia urgente. Há quem reaja com coragem, há quem paralise e ambos estão certos, pois somos seres humanos. O corpo adoece, mas é a mente quem precisa aprender a respirar de novo.
O diagnóstico de câncer não é apenas uma notícia médica; é um abalo emocional profundo. Ele toca o medo da perda, a sensação de que tudo acabou e, muitas vezes, desperta feridas antigas: o controle sobre o que não se pode mudar, a culpa pelo que se acha que “poderia ter feito diferente”, ou o medo de ser um peso para quem se ama.
Nessas horas, cuidar da saúde mental é sobrevivência emocional. É o que permite que o paciente atravesse o tratamento com dignidade, que chore sem vergonha, que aceite ajuda sem se sentir fraco. A psicologia mostra que a mente humana busca sentido mesmo no caos. E quando o corpo pede pausa, a alma pede escuta.
Por isso, estar com alguém que saiba ouvir, compreender e não julgar faz diferença. Um psicólogo, um grupo de apoio, ou até uma boa conversa em silêncio, tudo o que oferece presença é cura. Cuidar da mente durante o tratamento é um ato de resistência. É o que transforma o medo em cuidado, o cansaço em pausa e a dor em aprendizado.
Porque o câncer pode alterar trajetórias, mas não apaga a essência de quem se é. O tratamento médico cuida do corpo. Mas é o cuidado emocional que sustenta a esperança quando bem nutrida, tem força de cura.
Fique bem!
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Top 10 habilidades do futuro: por que a Inteligência Emocional lidera a lista? Por Vanesa Bagio
Por Vanesa Bagio10/07/2025 14h30
Foto/Ilustrativa
Vivemos uma era marcada por transformações velozes, exigências complexas e relações humanas cada vez mais desafiadoras. Analisando esse contexto, torna-se evidente que habilidades técnicas, por si só, já não sustentam carreiras sólidas. A verdadeira competência que diferencia, sustenta e projeta o profissional do presente e do futuro é, sem dúvida, a Inteligência Emocional.
A partir da minha experiência clínica e organizacional, observo diariamente os impactos da precocidade emocional nos ambientes de trabalho. Profissionais brilhantes, com vasto conhecimento técnico, mas que sucumbem diante de frustrações, conflitos interpessoais ou mudanças inesperadas. O resultado é um ambiente adoecido, lideranças frágeis e sem gestão e equipes com baixa resiliência.
Saber nomear emoções, conter impulsos, comunicar com sensibilidade e manter o equilíbrio diante do caos não é mais um diferencial: é um requisito.
Inteligência Emocional não é dom, é construção. E esse processo exige consciência de si, escuta ativa e disponibilidade para rever crenças, padrões e atitudes. Quem se dedica a esse desenvolvimento, amplia sua capacidade de liderar, de influenciar positivamente e de se adaptar com sabedoria às complexidades do mundo contemporâneo.
Em um mercado cada vez mais automatizado, a humanidade se torna o diferencial. E, nesse contexto, a inteligência emocional não é apenas uma habilidade, é um pilar.
Fique bem!
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