PM localiza homem procurado pela Justiça e cumpre mandado de prisão em Orleans
A Polícia Militar cumpriu um mandado de prisão contra um homem de 25 anos na manhã deste sábado (8), na Rua São Paulo, no bairro Alto Paraná,...
Para uma melhor experiência neste site, utilize um navegador mais moderno. Clique nas opções abaixo para ir à página de download
Indicamos essas 4 opções:

Foto: Divulgação
Impedir o uso da linguagem neutra nas escolas públicas e privadas de todo o Brasil. Foi com este objetivo que a deputada Geovania de Sá (PSDB/SC) acaba de protocolar o Projeto de Lei 2650/21 na Câmara Federal.
A deputada lembra que a língua portuguesa determina que os substantivos são flexionados, em relação ao gênero, em masculino e feminino; epiceno; comum de dois gêneros; sobrecomum. Já os artigos, adjetivos, numerais e pronomes flexionam-se, simplesmente, em masculino e feminino. “Faz parte da riqueza e exatidão de nossa língua que a flexão de gênero se estruture dessa forma, expressando perfeitamente os dois gêneros biológicos”, acrescenta.
Entretanto, alguns grupos da sociedade tentam instituir a chamada linguagem neutra em algumas escolas. “Os adeptos de tal linguagem querem destruir palavras simples e consagradas para promover um contrassenso linguístico histórico. Pretendem substituir “ela” e “ele” por “elu”; “todas” e “todos” por “todes”, entre outras mudanças”, exemplifica a deputada.
Para ela, se o emprego deste linguajar já causa estranheza e desconforto, seu ensino nas escolas, então, é completamente irracional e insensato. “Estamos falando de termos que atacam a língua portuguesa, afrontam nossos valores tradicionais e, o que é ainda mais grave, impactam negativamente em nossas crianças e jovens”, alerta a parlamentar.
Geovania também destaca que os brasileiros querem viver em um país que, em vez de se ocupar do ensino de uma linguagem errada, informal e embaralhada, preocupe-se em superar o analfabetismo, em solucionar a evasão escolar e em construir cidadãos preparados para o desafiador mundo do trabalho na era digital. “Estas, sim, são questões centrais para a educação brasileira”, aponta.
“As escolas não devem despertar nas crianças curiosidade por temas inapropriados, como sexualidade, ideologia de gênero e diversidade sexual”, complementa a deputada, questionando quantas vezes ainda serão necessárias repetir que crianças não podem ser expostas a debates para os quais não têm maturidade.
Para concluir, Geovania afirma que de neutra esta linguagem não tem nada. “É errada e profundamente confusa”, finaliza. E para falar sobre o assunto a Rádio Guarujá entrevistou a deputada nesta quinta-feira, dia 5. Confira!
Colaboração: Assessora de Imprensa Haudrey Mafiolete

A Polícia Militar cumpriu um mandado de prisão contra um homem de 25 anos na manhã deste sábado (8), na Rua São Paulo, no bairro Alto Paraná,...
A 15ª Feira AgroPonte será palco de um encontro inédito entre dois dos produtos com Denominação de Origem (DO) de Santa Catarina. Os visitantes...
O Centro de Hematologia e Hemoterapia de Santa Catarina (HEMOSC), passa a adotar novos critérios para a doação de sangue, conforme atualização...
Depois do sucesso da primeira edição, a Coopercocal está com inscrições abertas para a 2ª Copa Feminina de Bocha, que será realizada na Sede...
A Polícia Militar recapturou um homem de 23 anos que estava foragido do sistema prisional na tarde desta sexta-feira (7), no bairro São Francisco...
A Serra do Rio do Rastro terá o trânsito totalmente interditado neste sábado (8) para a realização da Serpente Negra – Night Run, corrida de...
Uma vítima perdeu R$ 51,1 mil após cair em um golpe aplicado por criminosos que se passaram por advogado e representante do Tribunal de Justiça,...
A Rádio Guarujá FM 92.9 apresenta mais uma novidade aos ouvintes neste sábado (8), às 12h. A emissora estreia o “Fora do Ar com a Guarujá”,...