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Roger Silva
Desenvolvimento e Gestão de Equipes

Roger Silva
Palestrante e Consultor em Treinamentos Corporativos Experenciais.
Desenvolvimento Comportamental e Gestão de Equipes.
Professional e Leader Coach pela SLAC.
Certificação Internacional DISC pela Atools.
Educador Social.
Voluntário na Brinquedoteca do GRAACC.

Com o final de ano chegando, é hora de checar se as resoluções programadas no ano passado foram feitas?! por Roger Silva

Por Roger Silva18/12/2023 14h30

O ano vai terminando e parece ser o momento propício para checar as resoluções programadas no ano passado. E quando comparamos as metas e objetivos traçados com as nossas conquistas e metas cumpridas, podemos avaliar o progresso alcançado ou entramos em desespero porque não conseguimos cumprir a maior parte da nossa lista e/ou às vezes sequer tentamos fazer algumas das tarefas pretendidas.

Essa retrospectiva contribui para nosso desenvolvimento pessoal, definição de novos objetivos e, caso necessário, até ajustes dos planos para o próximo ano.

No início de cada ano, muitos de nós abrimos nossas planilhas, às vezes com metas ambiciosas planejadas, definimos objetivos específicos e traçamos estratégias mirabolantes para alcançar o que queremos. No entanto, o espaço de tempo e/ou percurso entre a formulação dessas resoluções e o momento de começarmos a agir, pode ser repleto de desafios não planejados, surpresas, obstáculos e diversas outras “intempéries” inesperadas.

Portanto, é de crucial importância, observarmos não apenas o ponto final que queremos alcançar, mas principalmente, o processo de transformação, adaptação, adequação pessoal que ocorreu ou irá ocorrer durante esse período planejado.

Quando analisamos o progresso em relação às nossas resoluções, conseguimos identificar as áreas em que fomos bem-sucedidos e devemos sim, celebrar as conquistas alcançadas. Essas vitórias não representam apenas nossas conquistas, mas refletem também o nosso desempenho, engajamento, determinação, comprometimento, responsabilidades, perseverança e capacidade de superação. A sensação de realização proveniente desses momentos fortalece nossa autoconfiança, melhora nossa autoestima, mostra que somos capazes de alcançar nossas metas e objetivos e nos motiva para diversos outros desafios.

Mas o que eu quero abordar aqui não é o fato de fazermos uma lista do que devemos e/ou precisamos fazer e muito menos analisar o que não fizemos ou o que deveríamos ter feito; e sim, porque precisamos esperar a virada de um ano para outro para tomarmos alguma atitude, pensarmos fora da caixa ou “sairmos da zona de conforto”? ¹.

É importantíssimo reconhecer que nem sempre as coisas acontecem conforme planejamos. Podemos não alcançar nossos objetivos e metas na sua totalidade, por diferentes motivos e razões, então por que esperar o ano acabar para fazermos um levantamento do que conseguimos e do que não conseguimos realizar?

Os processos de mudança devem acontecer sempre que sentirmos necessidade. E o fundamental nesse processo de mudanças, é entender que mudar requer uma ou mais ações. Muitas pessoas “acham” ou entendem que só o fato de descobrir e/ou reconhecer que precisa mudar algo, já é satisfatório e simplesmente se esquecem realmente de mudar ou fazem de conta que mudaram.

Temos que escolher um caminho. Temos que dar o primeiro passo na direção do que entendemos que é melhor para nós e para o nosso futuro, seja ele pessoal ou profissional.

As revisões das nossas resoluções devem ser constantes. Podem ser mensais, quinzenais, semanais ou até diárias, mas precisam serem feitas.

Isso vai nos gerar insights extremamente valiosos sobre as nossas necessidades e conseguiremos assim, listar nossas metas e objetivos por ordem de prioridade (sempre no singular).

Muitas vezes, percebemos que certas metas, podem perder sua relevância ao longo do caminho que estamos percorrendo e outras surgirão como mais significativas. Então, mais uma vez vem a pergunta, por que esperar o ano acabar para mudarmos a ordem de prioridade das nossas listas?

O entendimento profundo das nossas aspirações contribui para a definição de novos objetivos mais realistas, alinhados sempre com a nossa necessidade e crescimento.

A prática de avaliar as nossas resoluções durante o ano inteiro é mais do que um exercício para acompanhar nossa evolução e cumprimento das metas; é uma oportunidade excepcional para o autodescobrimento e aprimoramento contínuo.

Analisando constantemente o que conseguimos realizar e o que ainda precisamos resolver, fortaleceremos nossa capacidade de moldar com total consciência o rumo de nossas vidas e enfrentarmos os desafios que surgirão o tempo todo na nossa frente.

Não podemos esquecer que a capacidade de mudar e evoluir não está restrita a uma data específica. Esperar pelo fim de um ciclo e início de outro provavelmente vai gerar uma ilusão de procrastinação, adiando ações que podem impulsionar nossos objetivos.

Escrevam um post-it e colem na parede, espelho, tela do computador etc., é sábio agir prontamente, independentemente da data no calendário.

Adotar uma mentalidade de melhoria contínua nos permite crescer de maneira consistente e objetiva. A urgência de mudar rapidamente sempre que identificarmos a necessidade, acelera nosso progresso.

Entre em contato para conversarmos a respeito.

Desejo a todos, um excelente Natal e um ano de 2024 repleto de superações e conquistas!

Até a próxima.

¹ – Escrevi sobre isso na coluna “E A TAL DA ZONA DE CONFORTO?”
publicada em 19/out/22

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As dores que os gestores e líderes enfrentam e como superá-las. Por Roger Silva

Por Roger Silva20/11/2023 15h17

Os gestores e líderes enfrentam pressões significativas ao conduzirem suas equipes, pois não lidam apenas com metas e objetivos, mas também com as complexidades das relações humanas. As dores incluem tomar decisões difíceis, gerenciar conflitos e enfrentar desafios imprevistos. Além disso, carregam a responsabilidade de nutrir um ambiente de trabalho saudável, estimular o desenvolvimento da equipe e inspirar a motivação. Essa carga emocional e cognitiva destaca a natureza multifacetada e exigente da liderança, onde equilibrar resultados e bem-estar dos colaboradores é uma tarefa constante.

Os gestores também enfrentam a pressão de adaptar-se a mudanças rápidas no cenário empresarial, garantindo que suas equipes estejam alinhadas com os objetivos organizacionais. A necessidade de utilizar comunicação assertiva e habilidades interpessoais é crucial, uma vez que os líderes precisam inspirar confiança, fornecer feedback construtivo, criar um ambiente inclusivo e ter a certeza de que também pertence àquele grupo e é bem aceito por todos.

 A responsabilidade de desenvolver e acompanhar o crescimento profissional dos membros da equipe é crucial para que o time trabalhe equilibrado e faça entregas de alta qualidade dentro do prazo. Reconhecer as contribuições, permitindo e incentivando que todos da equipe o façam, adiciona outra camada de desafios.

A capacidade de manter a equidade e a justiça no tratamento dos colaboradores, lidando com situações de estresse, concorrências internas, falta de comprometimento, fofocas e puxadas de tapete, compõe a complexidade do papel do gestor.

Um desafio comum entre a maioria dos líderes e gestores é conseguir manter um equilíbrio entre assertividade e empatia. Lembrando sempre que no papel de líder/gestor, não pode ter preferências e apadrinhamentos.

A gestão eficaz requer uma combinação de habilidades técnicas e emocionais para navegar pelas nuances das relações no ambiente de trabalho.

Além disso, gestores frequentemente enfrentam a difícil tarefa de alocar recursos de maneira eficiente e assertiva, garantindo que as demandas operacionais sejam atendidas e sem favorecimento de alguma área ou departamento. Isso pode envolver a tomada de decisões sobre orçamentos, distribuição de carga de trabalho, implementação de estratégias para otimizar a produtividade e ter sempre uma equipe de alta performance.

A pressão por resultados tangíveis não pode se traduzir em longas horas de trabalho e a necessidade de lidar com a própria pressão emocional. Lembrem-se que trabalhar demais, só vai contribuir para que essas dores, físicas e/ou emocionais, se desenvolvam, podendo chegar ao ponto de não conseguirmos mais acompanhar o ritmo da equipe e consequentemente mostrar que não temos competência e/ou preparo adequado para a função. A habilidade de manter a resiliência, liderar pelo exemplo e manter um equilíbrio saudável entre vida profissional e pessoal torna-se crucial para evitar o esgotamento.

Isso mostra claramente que devemos manter sempre o domínio bem equilibrado entre a responsabilidade do nosso trabalho, da nossa vida pessoal, do nosso desenvolvimento profissional, além do controle emocional, da recuperação física e mental.

Fácil? De maneira alguma isso será fácil de conseguir ou alcançar.

Para enfrentarmos esses conjuntos complexos de desafios que vão além das metas de negócios, demandando uma combinação única de habilidades interpessoais, tomada de decisões sólidas e resiliência para liderar suas equipes de forma eficaz, precisamos alinhar as expectativas do nosso propósito profissional com o propósito do nosso desenvolvimento humano.

É uma linha muito tênue e frágil que separa o esgotamento físico e mental com a nossa essência de sermos sempre a melhor versão, sendo exemplo de qualidade, profissionalismo e competência.

Nesse cenário desafiador, a habilidade de inspirar, comunicar-se efetivamente e manter a resiliência torna-se fundamental. A verdadeira grandeza de um líder ou de um gestor não está apenas em alcançar resultados a quaisquer custos, mas em cultivar um ambiente onde cada membro da equipe se desenvolve positivamente e alcança sua melhor qualidade e competência.

Por isso é fundamental que as empresas entendam que os investimentos em treinamentos para capacitação, desenvolvimento e qualificação de suas equipes, líderes e gestores, são necessários e se forem bem absorvidos e aplicados na rotina diária, farão uma enorme diferença na qualidade de trabalho e nas entregas.

Entre em contato para conversarmos a respeito.

Até a próxima.

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Motivação, inspiração ou incentivo – O que falta em sua equipe? – Por Roger Silva

Por Roger Silva26/10/2023 15h30

A motivação nasce dentro de nós para buscarmos aquilo que desejamos ou necessitamos; a inspiração gera combustível para mantermos nossa chama acesa e termos energia suficiente para seguirmos em frente superando todas as dificuldades que surgirão no nosso caminho.

A motivação é a força interior que nos impulsiona para agirmos e alcançarmos nossos objetivos. Ela desempenha um papel fundamental em nossas vidas, pois estarmos motivados é o que nos mantém perseverantes diante dos nossos desafios. Quando estamos motivados, encontramos a força e a determinação necessárias para superar obstáculos e seguir em frente.

A motivação é intrínseca, ou seja, ela vem de dentro, nasce dos nossos próprios desejos e aspirações. O que vem de fora, de forças externas ou pressões sociais, servem de incentivo para alimentarmos nossas motivações. A verdadeira motivação geralmente surge quando estamos alinhados com nossas missões, visões e valores. Quando os nossos interesses e metas pessoais se tornam questões de honra para alcançarmos.

Não podemos esquecer, entretanto, que a motivação não é constante; ela oscila bastante no decorrer de nossas vidas. Por isso, é fundamental cultivar e manter a motivação, mantê-la sempre acesa e forte.

Mas como fazer isso? Precisamos estabelecer metas claras, celebrar todas as conquistas, mesmo que pequenas, ao longo do nosso caminho e lembrar sempre do motivo pelo qual começamos. Uma forma bastante útil e eficaz, é encontrar inspiração e incentivo em pessoas e/ou fórmulas de sucesso, além de cercar-se de pessoas e ambientes que incentivem e mantenham forte nossa motivação.

A motivação também melhora nossa autoestima e bem-estar emocional. Quando estamos motivados, conseguimos enfrentar desafios e superar obstáculos e dificuldades com confiança e otimismo, transformando nossas metas e sonhos em realidade. Cultivar, manter e fortalecer a motivação é uma habilidade valiosa e imprescindível para uma vida plena e realizada.

A inspiração e o incentivo desempenham papéis importantes em nossas vidas, nos capacitando a alcançar o potencial máximo de nossas competências para superar adversidades. As inspirações surgem de fontes diversas. Atletas de alta performance, artistas, pessoas notáveis e bem-sucedidas, experiências pessoais e até mesmo paisagens da natureza e momentos de meditação e reflexão. É aquela centelha que nos faz sonhar e acreditar que podemos alcançar grandes feitos, que podemos enfrentar tudo e todos.

Quando estamos inspirados nossa criatividade cresce, a nossa visão de possibilidades se amplia.

O incentivo é o apoio externo que nos motiva a agir e persistir em nossos esforços. Pode vir de amigos, familiares, mentores, colegas de trabalho etc. Receber incentivo nos dá confiança e reforça nossa determinação. Muitas vezes, é o encorajamento de alguém que acredita em nós que ajuda a superar momentos difíceis.

A sensação de incentivo e admiração nos impulsiona a superar obstáculos, barreiras, adversários, tristezas, depressões etc. Inspirados, nos esforçamos muito mais para atingir nossos objetivos.

Imaginem um atleta ou equipe esportiva que não tenham motivação e nem inspiração para as competições que participam. Chegariam sempre em último lugar nas competições que disputassem e não teriam nenhuma disposição para saírem dessa zona negativa.

Quantas vezes já vimos equipes mais fracas vencerem partidas difíceis, superarem adversários superiores pelo fato de estarem mais engajadas, determinadas e motivadas. Inspiradas e incentivadas pela torcida inflamada e participativa ou enfrentarem um estádio cheio com a torcida adversária e buscarem energia e motivação para enfrentarem e vencerem adversários?!

Atletas que superam dificuldades de distância, clima, língua, preparação, alimentação, descanso etc. e vencem provas e/ou partidas contrariando todas as expectativas e projeções.

Quando combinamos inspiração e incentivo, criamos um ambiente propício para o crescimento pessoal e profissional. A inspiração nos guia na definição de metas audaciosas, enquanto o incentivo nos dá o apoio necessário para trilhar esse caminho. É uma combinação poderosa que nos capacita a realizar feitos extraordinários e a superar desafios com coragem, engajamento e determinação.

Devemos procurar constantemente fontes de inspiração em nossas vidas e lembrarmos que podemos ser fontes de incentivo para outras pessoas. Juntos, inspiração e incentivo têm o poder de transformar sonhos em realidade e de nos impulsionar em direção a um futuro repleto de realizações.

Desperte sua motivação e use todas as inspirações e incentivos para seu crescimento e desenvolvimento.

Até a próxima.

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A importância da humildade no desenvolvimento pessoal e profissional. Por Roger Silva

Por Roger Silva18/10/2023 15h38

O papel da humildade no crescimento e desenvolvimento pessoal e profissional é primordial. Ela pode transformar indivíduos em líderes/gestores resilientes e colaboradores eficazes e altamente produtivos.

No desenvolvimento profissional, ser humilde envolve admitir erros, receber e aceitar feedbacks positivos e construtivos, além de valorizar as contribuições de colegas, líderes e até de pessoas da sua família. Colaboradores humildes criam ambientes de trabalho positivos e geram atitudes de desenvolvimento em equipe, inovações e criatividade.

No desenvolvimento pessoal, ela permite que as pessoas estejam abertas a novas experiências e ao aprendizado contínuo, gerando melhoria no conhecimento, entregas de alta performance e ampliação da zona de conforto. Ao reconhecermos que sempre temos algo novo a aprender ou aprimorar, sendo humildes, estamos mais propensos a nos capacitar e qualificar.

Humildade e empatia estão intrinsicamente interligadas. Ser humilde nos torna mais compreensíveis e quando conseguimos nos colocar no lugar de outra pessoa, entender as dificuldades e necessidades que elas passam, não apenas fortalecemos nossos relacionamentos, como também nos possibilita criar líderes e gestores que entendem as necessidades de suas equipes.

A humildade nos ajuda a superar obstáculos de maneira mais assertiva. Ao invés de nos deixarmos levar pelo orgulho, vaidade e/ou teimosia, ser humilde mostra que estamos dispostos a buscar e aceitar ajuda, aprender com os erros e fracassos, que estamos preparados para nos adaptar às mudanças e isso nos torna mais resilientes em todos os processos de desenvolvimento.

Quando conseguimos conciliar o desenvolvimento e aprendizado na escalada profissional, mantendo e adquirindo qualidades essenciais, certamente levaremos e continuaremos com essas qualidades em nossa essência, mesmo quando alcançarmos os patamares de coordenação, liderança e gestão.

Líderes humildes são admirados e respeitados, mostram na prática que continuam fazendo parte do time, colocam a mão na massa, “arregaçam as mangas” sempre que for preciso e continuam aprendendo e evoluindo junto com a equipe. Sabem reconhecer os esforços e contribuições de todas as pessoas e estão sempre dispostos e preparados a assumir a responsabilidade quando for necessário. Inspiram confiança e desenvolvem um ambiente positivo onde todos se sentem valorizados e querem pertencer.

Humildade é uma qualidade poderosa que nos ajuda a impulsionar nosso desenvolvimento pessoal e profissional. Cultivando a humildade, melhoramos nossas habilidades de percepção, assimilação e comunicação. Construímos relacionamentos significativos, participativos e duradouros dentro de um time profissional. Por isso, é importantíssimo reconhecer e incorporar o valor da humildade integrando-a como um componente fundamental e peça chave para trilharmos nosso caminho para o sucesso pessoal e profissional.

Desperte e use a humildade em todos os momentos de aprendizado e crescimento.

Até a próxima.

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