Deputado Ivan Naatz protocola pedido de CPI para investigar cartórios em Santa Catarina
Uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar o sistema cartorário em Santa Catarina foi protocolada nesta semana na Assembleia...
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Os acadêmicos da primeira fase de Pedagogia, do Centro Universitário Barriga Verde (Unibave), participaram de um seminário dentro da disciplina de Língua Brasileira de Sinais (Libras). A proposta, conforme a professora Ana Marques, que leciona a disciplina, era a apresentação de jogos adaptados para crianças surdas.
Foram escolhidos temas como cores, animais e alfabeto, buscando a educação bilíngue, conforme o modelo de educação de surdos usado no Brasil. “A proposta de um jogo foi trabalhar de forma lúdica um conteúdo para crianças até 8 anos de idade, utilizando material reciclado”, explica a professora.
Segundo Ana, o resultado foram atividades com um bom acabamento estético, com propostas claras, resultando em jogos da memória, uno em Libras e outras atividades que fazem uso da palavra em língua portuguesa escrita e de sinais em Libras.
Acadêmicos de pedagogia apresentam teatro em libras
Os acadêmicos da 1ª fase do curso de Pedagogia do Centro Universitário Barriga Verde (Unibave) realizaram uma atividade de teatro na Língua Brasileira de Sinais (Libras). A turma foi dividida em quatro equipes, realizando a pesquisa, interpretando e traduzindo as histórias.
Conforme a professora da disciplina, Ana Marques, os alunos precisaram trabalhar a compreensão para, verdadeiramente, aprender um idioma que lida com a visual-espacial, o que é diferente do inglês, que é oral. “Elas pesquisaram sinais que elas não conheciam, criaram um enredo de uma história para contar. O português era proibido”, explicou a professora.
Ainda segundo a professora, a atividade teve um resultado bem significativo, pelo esforço desempenhado pelas equipes, que trabalharam temas como o Sítio do Picapau Amarelo, festa junina, atendimento médico e simulação de apresentação em sala de aula. “Elas ficaram encantadas umas com as outras e perceberam a importância da inclusão do surdo na cultura”, avaliou a Ana.
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