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Patrimônio cultural de Siderópolis passa por processo de mapeamento, identificação e registro

Por Cristian Veronez08/03/2023 13h32
Foto: Divulgação

Um trabalho de mapeamento, identificação e registro do patrimônio cultural de Siderópolis está sendo realizado por meio da elaboração de um “inventário participativo” digital. Conforme a arquiteta e urbanista, Angela Paula Ribeiro, neste projeto que está em fase de desenvolvimento constará a pesquisa, registro e difusão dos bens materiais e imateriais do município.

A iniciativa se dá por meio do  edital do Prêmio Elisabete Anderle de Estímulo à Cultura – Edição 2022, o qual a profissional juntamente com a museóloga Franciele Maziero foram contempladas pela segunda vez no ano de 2022. O trabalho inicial já foi apresentado para a Administração Municipal e para o Departamento de Cultura durante uma reunião no gabinete. O andamento dos trabalhos também deve ser apresentado nos próximos meses para a comunidade.

“Novamente contempladas pelo edital Elisabete Anderle de Estímulo à Cultura, isso apenas nós diz que estamos caminhando em direção a valorização da cultura em nossa região, com este novo projeto podemos dar continuidade aos trabalhos que viemos executando nos últimos anos, com a parceria da prefeitura e do Departamento de Cultura”, disse a arquiteta e urbanista.

Como o trabalho está sendo executado?

O trabalho está sendo executado por meio de um levantamento dos bens culturais da cidade de Siderópolis. Através disso será realizada a pesquisa histórica desses bens em fontes bibliográficas e junto da comunidade, depois disso será feito a escolha dos bens que constarão no inventário, e posteriormente serão fotografados e farão parte do inventário, em forma de um livro digital. Neste livro constarão informações sobre os bens históricos.

“O inventário participativo é um processo novo para os municípios do sul de SC, especialmente para Siderópolis. Quando falamos de algo participativo, estamos falando de algo que é dialógico, que é feito na acolhida com as pessoas e, é exatamente isso que o projeto da arquiteta Angela tem por objetivo”, complementou a museóloga.

Ao final do projeto como contrapartida social, será ministrada uma oficina sobre patrimônio cultural com os professores das escolas públicas, para que eles possam levar isso para as salas de aula e demonstrar aos alunos a importância da preservação do patrimônio histórico cultural do município.

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