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Epagri abre concurso com vagas no Sul de SC e salários de até R$ 16,9 mil
Por Ligado no Sul27/08/2026 11h30
Foto/Reprodução
Quem busca uma oportunidade de emprego público em Santa Catarina tem uma nova seleção aberta. A Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina (Epagri) publicou edital de concurso público com 40 vagas em cargos de níveis médio, técnico e superior. Entre os municípios contemplados estão cidades do Sul catarinense, com salários que chegam a R$ 16.990,33.
Na região, há oportunidades para Extensionista em Pesca e Aquicultura Marinha, cargo que exige bacharelado em Engenharia de Pesca ou Engenharia de Aquicultura e tem salário inicial de R$ 10.587,80.
Em Armazém, o edital prevê uma vaga imediata, além de cadastro de reserva. Já Imaruí, Laguna, Passo de Torres e Balneário Rincão integram outro grupo de lotação, que reúne quatro vagas mais cadastro de reserva, além de uma vaga destinada a pessoa com deficiência e cadastro de reserva.
Ao todo, o concurso oferece 40 vagas em diferentes cidades de Santa Catarina, além de cadastro de reserva. Os salários iniciais variam de R$ 4.362,02 a R$ 16.990,33, conforme o cargo e a formação exigida. Entre os benefícios estão vale-alimentação de R$ 1.200,10, vale-transporte, auxílio-creche ou babá, plano de saúde, plano odontológico e previdência complementar.
As inscrições começaram na terça-feira (25) e seguem até as 23h59 do dia 24 de setembro de 2026. O procedimento deve ser realizado pela internet, por meio do Instituto Avalia, responsável pela organização do concurso. As taxas variam de R$ 100 a R$ 200, conforme o cargo e a formação exigida.
A prova objetiva está prevista para o dia 18 de outubro, com aplicação em Florianópolis, Chapecó, Lages, Criciúma, Canoinhas e Joinville. A avaliação terá 80 questões e duração de cinco horas.
Os aprovados serão contratados pelo regime da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). O concurso terá validade de dois anos após a homologação, podendo ser prorrogado uma vez pelo mesmo período.
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Descumprimento de medidas protetivas cresce e acende alerta para violência contra a mulher em Orleans
Por Ligado no Sul27/08/2026 11h00
Foto/redação
A violência contra a mulher continua entre as ocorrências mais atendidas pela Polícia Militar em Orleans. No primeiro semestre de 2026, os registros de descumprimento de medidas protetivas no município e na região de atuação da soldado Patrícia Ribeiro Santos quase alcançaram todo o volume contabilizado durante 2025. Para a integrante da Rede Catarina de Proteção à Mulher, o aumento dos registros também está relacionado à maior informação e à segurança das vítimas para denunciar.
A Rede Catarina é um programa institucional da Polícia Militar criado para oferecer um atendimento diferenciado às ocorrências de violência doméstica. O trabalho é voltado principalmente ao acompanhamento de mulheres que possuem medidas protetivas determinadas pela Justiça e tem caráter preventivo.
Segundo Patrícia, o acompanhamento começa depois que uma ocorrência de violência é registrada pela Polícia Militar ou pela Polícia Civil e o caso é encaminhado ao Poder Judiciário. A partir da comunicação processual, a equipe da Rede Catarina inicia o contato com a vítima, presta orientações e passa a realizar o acompanhamento preventivo.
“Uma mulher que vem para a Rede é uma mulher que já sofreu a violência. E essa violência acabou demandando registro de uma ocorrência, seja pela Polícia Civil ou pela Polícia Militar”, explica.
O acompanhamento pode ocorrer presencialmente ou por telefone e WhatsApp, conforme a situação. Nos casos considerados mais graves, Patrícia também conta com o apoio das guarnições de rádio patrulha, inclusive em situações em que é necessário auxiliar a vítima na retirada de seus pertences.
Medo ainda é um dos principais obstáculos
Um dos desafios apontados pela policial é o medo das vítimas. Segundo Patrícia, muitas mulheres vivem situações graves de violência, mas recuam diante da possibilidade de uma reação do agressor, principalmente quando existe o risco de prisão.
“Muitas delas vivem em um contexto muito grave de violência e, quando sabem que existe o risco de uma prisão preventiva para o agressor, o medo delas é: ‘Patrícia, quando ele sair? O que vai acontecer?’”, relata.
De acordo com ela, ameaças de vingança podem fazer com que a vítima peça a revogação da medida protetiva. A reincidência também dificulta o combate à violência doméstica, já que, em alguns casos, o agressor continua praticando novos atos mesmo após a primeira intervenção policial.
Patrícia reforça ainda que a Rede Catarina não atua sozinha. Em Orleans, o trabalho envolve a Polícia Militar, a Polícia Civil e outros órgãos e instituições. Segundo ela, já foram realizadas prisões decorrentes de descumprimento de medidas protetivas em ações conjuntas entre as forças de segurança.
Mais denúncias também revelam mais informação
O aumento dos registros não significa necessariamente que todos os casos de violência estejam aumentando na mesma proporção. Para Patrícia, a maior divulgação de informações pode fazer com que mais mulheres reconheçam situações de violência e procurem ajuda.
“Eu preciso que o problema venha à luz para que nós consigamos desenvolver uma estratégia adequada para reduzir esse índice com efetividade, com planejamento e com estratégia”, afirma.
Segundo a policial, conhecer a dimensão real do problema permite que as forças de segurança desenvolvam ações preventivas mais eficientes. Ela destaca que a ausência de denúncias não significa necessariamente ausência de violência.
Em Orleans, a Rede Catarina também participa de ações de orientação e conscientização. Nesta semana, o programa esteve na Câmara de Vereadores durante uma palestra relacionada à criação da Procuradoria da Mulher e ao enfrentamento e prevenção da violência contra a mulher. O encontro reuniu mulheres que possuem medidas protetivas, além de representantes de iniciativas voltadas ao enfrentamento da violência.
Durante a atividade, Patrícia ouviu o relato de uma mulher de 70 anos que contou ter voltado a estudar. Para a policial, histórias como essa mostram que, além da proteção, o acompanhamento pode ajudar mulheres a retomarem projetos e sonhos que ficaram interrompidos durante períodos de violência.
“Eu voltei a estudar. Estou muito feliz porque hoje estou concretizando um sonho”, contou a mulher durante o encontro, segundo a soldado Patrícia.
Confira entrevista completa
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Papo Empreendedor: quando o negócio muda de tamanho, o que sustenta o crescimento?
Por Ligado no Sul27/08/2026 10h30
Fotos/redação
Uma oportunidade de negócio raramente aparece com uma placa indicando que pode mudar o rumo de uma empresa. Na maioria das vezes, ela surge disfarçada de comportamento novo, reclamação de cliente ou percepção de que determinado produto ainda não existe. O desafio está em reconhecer o movimento antes que ele se torne óbvio para todo mundo.
Foi olhando para essas mudanças que a empresária e estilista Daiane de Moliner Nazario, à frente do Grupo Signora, decidiu ir além da moda e apostar em um mercado que começava a ganhar força: o de produtos para casa.
A história foi o ponto de partida de uma conversa sobre empreendedorismo, inovação, comportamento e crescimento no segundo episódio da sexta temporada do Papo Empreendedor. A nova temporada chega com formato diferente. Anna como entrevistadora fixa nos oito programas e, a cada episódio, divide a bancada com uma nova coapresentadora, trazendo diferentes experiências e perspectivas para as entrevistas. Na estreia, a convidada foi Vanilsa Silvano, empresária, especialista em consultoria organizacional, mentora e palestrante, com atuação ligada à liderança, gestão e desenvolvimento de pessoas e negócios.
Antes do crescimento, veio a percepção
Daiane começou a empreender em 2016, depois de anos trabalhando com moda e desenvolvimento de estampas. A ideia inicial não era criar uma grande operação. Ela queria aproveitar sua experiência para entrar em um segmento que começava a mudar.
Viagens à Europa ajudaram a ampliar esse olhar. Por lá, ela observava um comportamento que ainda começava a se consolidar no Brasil: a aproximação entre moda, decoração e estilo de vida. O crescimento de plataformas como o Airbnb, a valorização de receber pessoas em casa e o movimento do “faça você mesmo” eram sinais de que a relação dos consumidores com os próprios espaços estava mudando.
“Eu sou da área da moda, estilista, e quem trabalha com moda trabalha sempre olhando para o futuro”, explicou. Para ela, porém, olhar para o futuro não significa apenas acompanhar tendências de roupas, mas entender como o consumidor está mudando.
A primeira oportunidade apareceu justamente dessa combinação entre experiência profissional e observação de mercado. Um arquiteto conheceu o trabalho de Daiane com estampas e mostrou uma demanda que ainda não estava sendo atendida: arquitetos queriam desenvolver peças personalizadas para seus projetos, mas nem sempre encontravam quem pudesse produzir os tecidos e objetos com aquela proposta.
A empresária percebeu ali um espaço.
A ideia inicial era desenvolver estampas e tecidos para projetos de arquitetura. Mas a estratégia foi se ampliando. Em uma feira, decidiu levar também uma bolsa. O que começou como uma extensão da experiência acumulada na moda acabou se transformando em um novo negócio.
Esse movimento ajuda a explicar uma diferença importante entre ter uma ideia e identificar uma oportunidade. A ideia pode nascer dentro da empresa. A oportunidade, quase sempre, está do lado de fora — no comportamento do consumidor, nas necessidades do mercado ou em algo que as pessoas ainda não conseguem comprar da maneira que gostariam.
Quando uma pequena empresa entra no radar nacional
O salto seguinte veio com uma parceria que colocou o trabalho desenvolvido no Sul de Santa Catarina diante de milhões de brasileiros: o Big Brother Brasil.
Mas a parte mais interessante dessa história talvez esteja menos na exposição nacional e mais no que aconteceu dentro da empresa depois dela.
Quando a parceria surgiu, a empresa ainda funcionava em uma estrutura pequena. Daiane lembra que, naquele momento, a primeira providência foi procurar um advogado. “Primeiramente eu precisei de um advogado porque o contrato era desse tamanho”, contou. A empresa nacional estava fazendo uma parceria com um negócio que, até pouco tempo antes, funcionava em uma garagem.
É aí que uma oportunidade deixa de ser apenas uma boa notícia e passa a ser também um teste de gestão.
Uma empresa pode estar preparada para produzir algumas centenas de unidades e, de repente, receber uma demanda que exige novos processos, contratos, fornecedores, prazos e controles. O crescimento, nesse cenário, não acontece apenas no faturamento. Ele exige estrutura.
A parceria com o programa se consolidou e já dura seis anos. Atualmente, o Grupo Signora desenvolve diferentes produtos para a casa do reality, a partir de briefings enviados pela produção. O processo envolve desenvolvimento, amostras digitais, reuniões e aprovação até a produção final.
Daiane também conta que a relação com o cliente passou a orientar parte importante da cultura da empresa. Em produtos personalizados, por exemplo, ela opta por não colocar a própria marca. A identidade que deve aparecer é a do cliente.
A lógica é simples: se o produto foi criado para resolver uma necessidade específica, o protagonismo deve ser de quem o contratou.
O crescimento também expõe o que falta
Há uma romantização frequente em torno das grandes oportunidades. A história costuma ser contada a partir do momento em que o negócio “deu certo”. O que aparece menos é a quantidade de problemas que uma oportunidade pode revelar.
No caso de Daiane, o crescimento obrigou a empresa a amadurecer. Vieram novos contratos, novas demandas e a necessidade de dividir responsabilidades.
Ela atribui parte dessa capacidade à equipe. “Eu tenho pessoas muito boas comigo”, afirmou. A empresária diz ter construído dentro da organização uma rede de profissionais que atuam como “intraempreendedores”, assumindo responsabilidades em áreas nas quais ela não é especialista.
A mudança também altera a própria função do empreendedor. À medida que a empresa cresce, não é mais possível centralizar todas as decisões. O fundador precisa aprender a escolher onde sua presença realmente faz diferença e confiar em pessoas capazes de executar o restante.
No discurso de Daiane, isso aparece associado a uma ideia recorrente: velocidade não pode significar descuido.
Ela defende que a equipe precisa entender que trabalha para o cliente — e não simplesmente para a dona da empresa. “Vocês não trabalham para a Daiane, vocês trabalham para o cliente”, resume.
Entre o medo e os 1% de chance
Vanilsa levou a conversa para outro ponto comum à trajetória de quem empreende: o medo.
Uma grande oportunidade pode produzir exatamente o efeito contrário ao esperado. Em vez de entusiasmo, pode provocar a pergunta: “Será que eu vou conseguir?”
Daiane reconhece que esse sentimento esteve presente quando recebeu a oportunidade ligada ao Big Brother Brasil. A decisão, porém, foi seguir mesmo sem ter todas as garantias.
“Se der medo, vá com medo mesmo”, afirmou, recorrendo a uma frase que sintetiza a forma como enxerga decisões empresariais. Em outra passagem, resume sua lógica: “O não a gente já tem”.
A frase funciona como uma espécie de síntese da conversa, mas também merece uma ressalva. Nem toda oportunidade deve ser aceita apenas porque existe. Coragem empresarial não elimina a necessidade de avaliar custos, riscos e capacidade de execução. No caso de Daiane, a oportunidade foi acompanhada de uma transformação estrutural da empresa — justamente o que permitiu que a exposição se convertesse em uma relação de longo prazo.
Ao longo da entrevista, a trajetória do Grupo Signora revela uma constante: a tentativa de entender o que o cliente quer antes de simplesmente oferecer aquilo que a empresa sabe produzir.
Essa lógica aparece desde a criação do negócio e continua na relação com grandes marcas. No trabalho desenvolvido para o Big Brother Brasil, por exemplo, a equipe recebe briefings e transforma demandas em produtos, passando por etapas de criação, ajustes e aprovação.
O movimento também está presente na criação das próprias marcas. A Taormina, carinhosamente chamada de Tao, foi pensada para uma proposta mais jovem e voltada para movimento e viagens, enquanto a SNR Speciale nasceu da ideia de personalização para empresas. Os nomes dos produtos seguem ainda uma referência italiana, ligada à origem familiar de Daiane.
No fim, a história não é apenas sobre chegar ao Big Brother Brasil. É sobre perceber uma mudança antes que ela se torne tendência, testar uma possibilidade, aceitar que a empresa precisará mudar junto e construir uma equipe capaz de acompanhar esse movimento.
É também o tipo de trajetória que ajuda a responder à pergunta que abre a sexta temporada do Papo Empreendedor: o que prepara alguém para o futuro do trabalho?
A tecnologia pode acelerar processos, ampliar mercados e mudar a forma como produtos são desenvolvidos. Mas, na experiência contada por Daiane, a capacidade de observar pessoas, compreender necessidades, tomar decisões e trabalhar em equipe continua sendo um dos ativos mais difíceis de substituir.
Conheça um pouco mais sobre Daiane
Criar ou gerir? Criar
Uma palavra para definir liderança? Exemplo
O maior aprendizado de empreender? Persistência
Uma decisão corajosa? Seguir em frente
Algo que você aprendeu a dizer “não”? Para as pessoas
Algo que você nunca terceirizaria? A responsabilidade
Um produto do Grupo Signora que tem um significado especial para você? A primeira necessaire que eu fiz
Sua maior escola no empreendedorismo? A persistência
Uma marca que você admira? Zara
Um conselho que gostaria de ter ouvido quando começou? Tenha paciência, não será fácil, mas você vai conseguir
Uma coisa que empreender deu a você? Crescimento pessoal
Fé, força ou coragem? Fé
O que significa sucesso hoje? É chegar até aqui
Onde você se imagina daqui a cinco anos? Sendo reconhecida nacionalmente com produtos feitos no Brasil
Confira aqui o episódio completo
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Projeto na Câmara de Orleans quer preparar empresas locais para participar de licitações
Por Ligado no Sul27/08/2026 10h00
Foto/Redação -arquivo
Um projeto em tramitação na Câmara de Vereadores de Orleans pretende aproximar empresas locais das compras realizadas pelo poder público. A proposta, apresentada pelo presidente da Casa, vereador Murilo Hoffmann (NOVO), prevê a criação de uma política municipal de desenvolvimento de fornecedores locais, com medidas para preparar empreendedores para participar de processos licitatórios.
O projeto foi protocolado na sessão da última segunda-feira e agora está sendo analisado pelas comissões da Câmara. Ao Jornal da Guarujá nesta quinta-feira (27), Hoffmann explicou que a iniciativa está alinhada às bandeiras que defende no mandato, especialmente em relação à transparência, à desburocratização e ao desenvolvimento dos empreendedores do município.
Segundo o vereador, a proposta vai além de simplesmente divulgar uma licitação depois que o processo já foi aberto. A ideia é utilizar o plano anual de contratações e um calendário estimado de licitações para que os fornecedores possam se antecipar e se preparar para as oportunidades.
“Não adianta a prefeitura fazer aquela licitação, toda aquela parte burocrática, demorada, e muitas vezes o empreendedor está apto a entregar o serviço ou produto, poderia estar participando, se quer ficar sabendo que aquela oportunidade existe”, explicou.
A proposta também prevê capacitações para os fornecedores, com orientações sobre documentação, certidões, legislação e plataformas eletrônicas utilizadas nas compras públicas. Essas ações poderiam ser realizadas pela prefeitura em parceria com entidades como a Associação Empresarial de Orleans (ACIO), a CDL e instituições de ensino.
Para Hoffmann, preparar um número maior de empresas para participar das licitações pode aumentar a concorrência e, consequentemente, contribuir para melhores preços e qualidade nos serviços e produtos contratados pelo município. A medida também busca reduzir a ocorrência de licitações desertas, quando não há empresas interessadas ou habilitadas a participar.
“Com mais fornecedores preparados para participar dessas licitações, a gente também tem mais concorrência e, no fim, todo mundo se beneficia, porque com mais concorrência temos preços melhores, mais qualidade na entrega de serviços e produtos também”, afirmou.
O vereador também destacou que uma licitação deserta pode atrasar obras e outros projetos públicos, já que o processo precisa ser iniciado novamente, respeitando os prazos previstos na legislação. Ao mesmo tempo, ele ressaltou que a proposta não pretende criar privilégios para empresas de Orleans. Segundo Hoffmann, o tratamento deve permanecer isonômico, conforme determina a legislação de licitações.
Após a análise das comissões, o projeto deverá ser levado à votação em plenário. Se aprovado pelos vereadores, seguirá para sanção do prefeito. Hoffmann afirmou acreditar que a proposta não deverá enfrentar dificuldades para ser aprovada na Câmara.