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Ligado no Sul
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Casa usada para venda de drogas é alvo de ação policial em Orleans

Por Ligado no Sul07/03/2026 08h00
Foto/PMSC

A Polícia Militar atendeu, na noite desta sexta-feira (6), uma ocorrência de tráfico de drogas no bairro São Jerônimo, em Orleans. A ação resultou na abordagem de quatro pessoas e na apreensão de drogas, dinheiro e materiais usados para a venda de entorpecentes.

De acordo com a Polícia Militar, a guarnição passou a monitorar uma residência após receber diversas denúncias de comércio de drogas no local. Durante a vigilância, os policiais perceberam que várias pessoas chegavam até a casa, conversavam por uma pequena janela, pegavam algo e saíam rapidamente.

Em determinado momento, um homem foi visto saindo da residência e acabou abordado. Durante a revista, os policiais encontraram 0,7 grama de cocaína com ele. Questionado, o homem disse que havia comprado a droga na casa que estava sendo monitorada.

Com a confirmação da venda de drogas, os policiais cercaram o imóvel. Dentro da residência foram abordados um jovem de 18 anos e um adolescente de 17 anos, que tentou fugir pela janela dos fundos.

Durante as buscas, os policiais encontraram 16,6 gramas de cocaína divididas em 19 porções prontas para venda, além de 23,7 gramas de maconha. Também foram apreendidas duas balanças de precisão, um rolo de sacos plásticos utilizados para embalar as drogas, R$ 2.103 em dinheiro, três celulares e uma máscara.

Enquanto a ocorrência estava em andamento, outro homem chegou ao local e disse aos policiais que pretendia comprar cocaína na residência. Com ele foram encontrados 15,2 gramas de maconha, um celular e R$ 227 em dinheiro.

Segundo a Polícia Militar, a casa fica a cerca de 100 metros de uma escola de educação infantil. Uma equipe com cão farejador também foi acionada para fazer novas buscas, mas nenhum outro entorpecente foi localizado.

Todos os envolvidos foram encaminhados à delegacia.

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Prefeitura de Lauro Müller divulga locais e horários das provas do Processo Seletivo 2026

Por Ligado no Sul06/03/2026 13h00
Foto/Secom

O Governo de Lauro Müller divulgou nesta quinta-feira (5) a homologação das inscrições do Processo Seletivo nº 01/2026, além dos locais e horários das provas para os candidatos que participam da seleção.

A prova objetiva será realizada no domingo, dia 8 de março, no período da manhã, na Escola de Educação Básica Walter Holthausen.

Os portões da escola serão abertos às 8h30 e fechados impreterivelmente às 9h. O início da prova está previsto para 9h15, com término às 11h15.

A organização orienta que os candidatos compareçam com documento oficial de identificação e caneta esferográfica azul ou preta, sendo proibido o acesso ao local após o fechamento dos portões.

Para alguns cargos, haverá também prova prática no mesmo dia, no período da tarde. As avaliações ocorrerão a partir das 13h30, com abertura dos portões às 13h e fechamento às 13h20.

As provas práticas para os cargos de motorista e tratorista serão realizadas na Garagem Municipal, junto à Secretaria de Obras e Agricultura. Já para o cargo de Instrutor de Trabalhos Manuais, a avaliação acontecerá no Centro de Múltiplo Uso Maria da Glória Pickler Fernandes, no Bairro Cairú.

O edital também confirma a homologação das inscrições dos candidatos, contemplando cargos em diversas áreas da administração pública, como saúde, assistência social, serviços gerais, educação e área jurídica.

A lista completa de candidatos homologados está disponível no edital publicado no site oficial da organizadora do processo, SC Treinamentos.

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Prefeitura e sindicato se reúnem hoje para discutir reajuste dos servidores de Orleans

Por Ligado no Sul06/03/2026 12h00
Presidente do Sintramor, Janes Aparecida de Oliveira

Na última sessão da Câmara de Vereadores de Orleans, o Executivo municipal encaminhou o ofício nº 31/2026 solicitando a retirada do Projeto de Lei nº 002/2026, que tratava da revisão geral anual dos servidores públicos do município.

A proposta previa a recomposição salarial para servidores ativos, inativos e pensionistas da administração pública direta, além de funcionários da autarquia Serviço Autônomo Municipal de Água e Esgoto de Orleans (Samae) e das fundações municipais, como a Fundação Educacional Barriga Verde (Famor).

Segundo o presidente do Legislativo, Murilo Hoffmann (NOVO), a retirada ocorreu para a correção de um erro um erro na redação do texto  quanto ao período considerado para a alíquota que seria aplicada.

Apesar da justificativa técnica, o tema também gerou reação entre os servidores municipais. Em entrevista ao Jornal da Guarujá nesta sexta-feira (6), a presidente do Sindicato dos Trabalhadores no Serviço Público Municipal de Orleans (Sintramor), Janes de Lorenzi, afirmou que o sindicato não foi consultado antes do envio do projeto ao Legislativo.

Segundo ela, a pauta de reivindicações da categoria foi entregue à prefeitura ainda em dezembro do ano passado, mas até agora não houve reunião para tratar das demandas.

“Na verdade, a gente entregou a pauta no dia 9 de dezembro e não foi feita reunião nenhuma com o sindicato. Aí o prefeito mandou dois projetos de lei para a Câmara sem o conhecimento do sindicato”, afirmou.

Janes explicou que o sindicato tem uma pauta com 19 itens a serem discutidos com o Executivo municipal, entre eles a negociação salarial, o vale-alimentação, auxílio-transporte e questões relacionadas à insalubridade.

“São 19 itens que nós temos na pauta que precisam ser conversados. Eles precisam entender como está funcionando o trabalho do servidor e as melhorias que precisam ser feitas”, disse.

Entre os pontos considerados prioritários pelo sindicato está o reajuste do vale-alimentação. De acordo com a presidente da entidade, o projeto encaminhado pelo Executivo previa apenas a reposição pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) e um aumento de R$ 12 no benefício.

“Esse projeto que ele mandou para a Câmara veio com aumento apenas do INPC e o vale-alimentação aumentou R$ 12. O nosso estava em R$ 300 e foi para R$ 312”, explicou.

Segundo ela, o valor ficou abaixo do praticado por municípios da região.

“As prefeituras aqui da redondeza estão pagando de R$ 600 a R$ 1 mil de vale-alimentação. Então os servidores ficaram bastante indignados com esse aumento”, afirmou.

Uma reunião entre representantes do sindicato e o prefeito de Orleans, Fernando Cruzetta, está marcada para esta sexta-feira (6), às 17h, no gabinete do Executivo. A presidente do Sintramor explicou que o encontro contará com a participação da comissão eleita pela categoria, da assessoria jurídica e da presidência do sindicato.

“A gente sempre vai com a comissão do sindicato. A presidente não vai sozinha conversar com o prefeito sobre essas coisas. Então nós teremos a comissão que foi eleita na assembleia, a assessora jurídica e a presidente”, disse.

Apesar da insatisfação inicial dos servidores, Janes afirmou que mantém expectativa positiva em relação ao encontro.

“Estou bastante otimista. O prefeito é uma pessoa inteligente, tem consciência das coisas, e creio que vamos ter uma boa conversa e encontrar caminhos que não desagradem os servidores e também não desagradem a prefeitura”, concluiu.

A expectativa é que a reunião desta sexta-feira traga encaminhamentos sobre o reajuste e sobre as demais reivindicações da categoria. Novos desdobramentos devem ocorrer nos próximos dias.

Confira entrevista completa

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SUS começa a usar novo tratamento contra a malária em crianças

Por Ligado no Sul06/03/2026 11h30
Foto/Reprodução TV Brasil

O Ministério da Saúde iniciou um novo tratamento contra a malária em crianças menores de 16 anos no Sistema Único de Saúde (SUS), utilizando a tafenoquina na formulação pediátrica de 50 mg, indicada para pesos entre 10 kg e 35 kg.

O público infantil concentra cerca de 50% dos casos da doença no país. Até então, o medicamento era ofertado apenas a jovens e adultos a partir de 16 anos.

A entrega do medicamento está sendo feita de forma gradual, com foco em áreas prioritárias da região Amazônica.

O Brasil tornou-se o primeiro país do mundo a disponibilizar esse tipo de tratamento para crianças.

Inicialmente, serão distribuídos 126.120 comprimidos da tafenoquina pediátrica, com o objetivo de ampliar o controle da doença em todo o território nacional.

O ministério esclareceu que o medicamento passou a ser indicado para pessoas com malária vivax (Plasmodium vivax), com peso acima de 10 kg, que não estejam grávidas ou em período de amamentação.

O uso do fármaco tem se mostrado eficaz, reduzindo as recaídas e a transmissão da doença.

Até então, o esquema terapêutico disponível exigia tratamento por até 14 dias, o que dificultava a adesão, especialmente entre crianças.

De acordo com o Ministério da Saúde, “a nova apresentação do fármaco será administrada em dose única, o que proporciona mais conforto e praticidade para as famílias e profissionais de saúde, maior adesão à terapia, eliminação completa do parasita e prevenção de recaídas.”

Ainda segundo o ministério, o medicamento “contribui para a interrupção da transmissão da doença, possibilita o ajuste da dose conforme o peso da criança, garantindo maior eficácia do tratamento.”

O ministério investiu R$ 970 mil na compra do medicamento e já recebeu 64.800 doses, que serão distribuídas em áreas de maior incidência, como os Distritos Sanitários Especiais Indígenas (DSEI) Yanomami, Alto Rio Negro, Rio Tapajós, Manaus, Vale do Javari e Médio Rio Solimões e Afluentes.

Esses territórios concentram cerca de 50% dos casos de malária em crianças e jovens de até 15 anos.

O primeiro a ser contemplado foi o DSEI Yanomami, com 14.550 comprimidos. Essa região foi a primeira do país a receber a tafenoquina de 150 mg, indicada para pacientes com mais de 16 anos, em 2024.

“A malária é um dos principais desafios de saúde pública na região Amazônica, especialmente em áreas de difícil acesso e territórios indígenas, onde fatores geográficos e sociais ampliam a vulnerabilidade à doença”, reconhece o ministério.

O Ministério da Saúde informou que segue intensificando o monitoramento, reforçando ações de controle vetorial, realizando busca ativa e disponibilizando testes rápidos, entre outras estratégias de combate à doença na região.

Entre 2023 e 2025, somente no território Yanomami, houve aumento de 103,7% na realização de testes, crescimento de 116,6% no número de diagnósticos e redução de 70% nos óbitos pela doença.

Em relação a todo o país, em 2025 foi registrado o menor número de casos (120.659) desde 1979, com redução de 15% em relação a 2024.

No mesmo período, também houve queda de 16% em áreas indígenas de todo o país.

A Amazônia concentra 99% dos casos do país. No ano passado, foram registrados 117.879 casos na região.

*Informações Agência Brasil

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