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Ligado no Sul
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Quando a “barriga inchada” vira sinal de alerta: médico explica causas e exames

Por Ligado no Sul10/04/2026 10h30
Foto/ Marina Kremer

A sensação de “barriga inchada” é tão frequente que muitas pessoas acabam normalizando o desconforto. No entanto, a distensão abdominal persistente pode ser um sinal de alerta. O gastroenterologista Nelson Cathcart Jr. explica que o sintoma, quando contínuo, não deve ser ignorado. “Sentir-se estufado todos os dias não é normal. Quando a distensão ultrapassa um mês ou vem acompanhada de perda de peso, sangue nas fezes, anemia ou alterações persistentes das fezes, a investigação deve ser imediata”, ressalta.

Segundo o especialista em doenças do estômago e intestino, a distensão abdominal pode ter diversas causas. Entre as mais comuns estão intolerâncias alimentares, que incluem não apenas lactose, mas também frutose e frutanos, que são carboidratos encontrados em diversos vegetais e cereais. Doenças funcionais, como síndrome do intestino irritável e constipação, também estão entre os motivos frequentes. Disbioses intestinais, como SIBO (Supercrescimento Bacteriano no Intestino Delgado) e IMO (Supercrescimento de Micro-organismos Metanogênicos), doenças relacionadas ao glúten, doenças inflamatórias intestinais e condições ginecológicas, como endometriose e tumores de ovário, completam a lista.

“Uma simples infecção pode alterar a microbiota e gerar distensão, mas também podemos estar diante de doenças como câncer de intestino, reto, fígado ou peritônio. Por isso, o contexto clínico é fundamental”, salienta.

Para auxiliar no diagnóstico, o médico destaca o uso dos testes respiratórios, exames modernos e não invasivos capazes de identificar intolerâncias alimentares e disbioses. Os aparelhos detectam gases produzidos no intestino e exalados pelos pulmões, permitindo avaliar fermentação e absorção de substâncias como lactose, frutose e frutanos. “Os testes respiratórios são ferramentas seguras e precisas. Eles ajudam a diferenciar intolerâncias de supercrescimento bacteriano, condições que muitas vezes se confundem”, explica.

Além dos respiratórios, o médico destaca que outros exames podem ser necessários dependendo do caso, como endoscopia, colonoscopia, ultrassonografia, tomografia ou ressonância, especialmente quando há suspeita de doenças estruturais, inflamatórias ou tumorais.

Prevenção e cuidados

A alimentação e os hábitos diários também influenciam o quadro. A distensão pode ocorrer por fermentação excessiva, retenção de água no intestino ou digestão lenta. No entanto, o especialista reforça que não se deve cortar alimentos por conta própria.

“Antes de suspender alimentos por conta própria, o que pode inclusive atrasar o diagnóstico de condições importantes, é fundamental ter uma avaliação adequada. O ideal é buscar acompanhamento médico”, orienta o especialista.

De acordo com o gastroenterologista, entre as medidas que ajudam a reduzir episódios de distensão estão: comer devagar, evitar grandes volumes de comida de uma só vez, reduzir bebidas gaseificadas, praticar atividade física, dormir bem, controlar o estresse e evitar hábitos que aumentam ar no intestino como mascar chiclete e fumar.

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Saiba quais são as novas leis que ampliam a proteção às mulheres

Por Ligado no Sul10/04/2026 10h00
Foto: © Joédson Alves/Agência Brasil

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou, nesta quinta-feira (9), três projetos de lei que fortalecem o combate à violência contra a mulher. Conheça mais detalhes das novas legislações.

Monitoramento eletrônico de agressores

O PL 2.942/2024 altera a Lei Maria da Penha para estabelecer a monitoração eletrônica de agressores como medida protetiva autônoma em casos de violência doméstica.

Atualmente, a Lei Maria da Penha autoriza o monitoramento apenas como opção. Além disso, a vítima poderá usar um dispositivo de segurança que alerta sobre a aproximação do agressor.

Segundo o Palácio do Planalto, os objetivos da nova lei são:

  • aumento da capacidade de controle do cumprimento das medidas protetivas;
  • redução do tempo de resposta em situações de risco;
  • possibilidade de atuação preventiva com base em geolocalização.

Tipificação do crime de vicaricídio

O PL 3.880/2024 inclui a violência vicária entre as formas de violência doméstica previstas na Lei Maria da Penha. Essa modalidade é caracterizada pela prática de atos contra terceiros — especialmente filhos, dependentes ou pessoas próximas — com o objetivo de atingir psicologicamente a mulher.

A proposta também tipifica o homicídio vicário no Código Penal, estabelecendo pena de 20 a 40 anos de reclusão quando o crime for cometido contra:

  • descendente;
  • ascendente;
  • dependente;
  • enteado;
  • pessoa sob guarda ou responsabilidade da mulher.

A pena pode ser ampliada caso o crime seja praticado na presença da mulher, contra criança, adolescente, idoso ou pessoa com deficiência, ou ainda em descumprimento de medida protetiva de urgência.

Combate à violência contra mulheres indígenas

O PL 1.020/2023 institui o Dia Nacional de Proteção e Combate à Violência contra as Mulheres Indígenas. A data será celebrada anualmente em 5 de setembro.

“Embora tenha caráter simbólico, a iniciativa cumpre papel estratégico ao dar visibilidade a uma realidade ainda pouco considerada nas políticas públicas e ao evidenciar a necessidade de abordagens específicas”, informou o Palácio do Planalto.

*Via Agência Brasil

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Inadimplência em SC recua pelo quinto mês consecutivo e segue abaixo da média nacional

Por Ligado no Sul10/04/2026 09h30
Imagem/Reprodução

A inadimplência das famílias catarinenses voltou a cair em março de 2026, marcando o quinto mês consecutivo de redução no indicador. O percentual de famílias com contas em atraso recuou de 28,1% em fevereiro para 26,8%, uma queda de 1,3 ponto percentual, segundo a Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (PEIC), elaborada pelo Núcleo de Inteligência Estratégica da Fecomércio SC em parceria com a Confederação Nacional do Comércio (CNC).

Com o resultado, Santa Catarina mantém o nível de inadimplência abaixo da média nacional, que ficou em 29,6% no mesmo período. Apesar da melhora recente, o índice ainda está acima do registrado em março de 2025.

O presidente da Fecomércio SC, Hélio Dagnoni, destaca que a inadimplência deu um salto entre o primeiro e o segundo semestre do ano passado, atingindo um pico de 33,1% em outubro. Desde então, o indicador vem em queda, embora ainda permaneça acima dos patamares observados no fim de 2024 e no início de 2025.

“A queda da inadimplência é uma boa notícia. Ainda estamos acima da nossa média histórica, que é de aproximadamente 22%, mas o viés é de redução. Seguiremos acompanhando nos próximos meses. Uma queda mais acentuada da inadimplência pode impulsionar o consumo, contribuindo para o aquecimento da economia”, afirma Dagnoni.

Ao mesmo tempo, o nível de endividamento das famílias apresentou leve alta, passando de 72,8% para 73,5% em março. O dado indica maior utilização de crédito e compras parceladas, com compromissos financeiros projetados para os próximos meses.

Já o percentual de famílias que afirmam não ter condições de pagar suas dívidas em atraso permaneceu praticamente estável, passando de 10,4% para 10,3%.

Entre as principais modalidades de endividamento, o cartão de crédito segue liderando, presente em 86,3% das famílias catarinenses. Na sequência, aparecem os carnês (25,7%) e o crédito pessoal (17,4%).

Segundo a Fecomércio SC, o cenário aponta para uma melhora gradual da inadimplência, ao mesmo tempo em que o endividamento segue elevado, refletindo um ambiente de maior consumo financiado e exigindo atenção das famílias na gestão do orçamento.

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Homem é encontrado amarrado em matagal próximo à linha férrea em Criciúma

Por Ligado no Sul10/04/2026 09h00
Foto/PMSC

Um homem de 29 anos foi encontrado amarrado na manhã desta quinta-feira (9), em Criciúma. A Polícia Militar  foi acionada por volta das 7h53 para atender o caso na Rua Lídio Dassoler, no bairro Paraíso. A informação inicial era de que havia uma pessoa amarrada próxima à linha férrea.

No local, os policiais encontraram o homem em um barranco, em meio ao mato, pedindo socorro. Ele estava com os pés amarrados com uma jaqueta e as mãos presas por uma corda. A vítima foi desamarrada pela guarnição.

Aos policiais, o homem relatou que teria sido amarrado por pessoas ligadas a uma facção criminosa, após cometer um erro, e que os envolvidos poderiam retornar ao local.

Apesar do relato, ele não quis informar a identidade dos autores nem dar mais detalhes sobre o ocorrido, alegando medo de represálias.

A Polícia Militar registrou a ocorrência e prestou orientações ao homem.

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