Para uma melhor experiência neste site, utilize um navegador mais moderno. Clique nas opções abaixo para ir à página de download Indicamos essas 4 opções:
Ok, estou ciente e quero continuar usando um navegador inferior.
BLOG
Ligado no Sul BLOG
Famílias de Morro da Fumaça têm até esta segunda-feira para utilizar auxílio de uniforme escolar
Por Ligado no Sul31/08/2026 11h00
Foto/Assessoria de Comunicação
As famílias dos mais de 3 mil estudantes da Rede Municipal de Ensino de Morro da Fumaça têm até esta segunda-feira (31) para utilizar o crédito destinado à compra de uniformes escolares. Após a data, os valores que não forem utilizados perderão a validade.
O benefício foi disponibilizado pela Prefeitura no início deste ano e pode ser utilizado nos estabelecimentos comerciais credenciados no município para a aquisição das peças que compõem o uniforme escolar.
O crédito é individual e vinculado ao CPF do estudante. Para realizar a compra, os responsáveis devem apresentar no estabelecimento um documento com o CPF e a data de nascimento do aluno. A loja realiza a consulta no sistema e verifica o saldo disponível para utilização.
A iniciativa busca auxiliar as famílias com os custos relacionados à compra dos uniformes e, ao mesmo tempo, contribuir para a padronização dos estudantes da rede municipal.
O prefeito em exercício, Davi Pellegrin, reforçou a importância de que as famílias utilizem o benefício dentro do prazo. Segundo ele, além de representar um apoio financeiro, o programa também contribui para movimentar o comércio do próprio município.
Com o encerramento do prazo nesta segunda-feira, as famílias que ainda possuem saldo disponível devem procurar um dos estabelecimentos credenciados para realizar a compra antes do vencimento do crédito.
0
0
De DJ a empresário: a virada de André Eleutério entre negócios, fé e propósito
Por Ligado no Sul31/08/2026 10h30
Fotos/Redação
Quem olha hoje para André Eleutério à frente da Exclusivo Consórcios talvez não imagine que boa parte de sua história foi construída entre música, festas e noites viradas. Antes dos negócios, vieram os eventos. Antes da empresa, o DJ. E antes de entender com mais clareza o caminho que queria seguir, houve um período em que André simplesmente sentia que alguma coisa ainda não estava no lugar.
Foi essa história que ele levou ao Fora do Ar com a Guarujá, em uma conversa que passou por dinheiro, empreendedorismo, Estados Unidos, família, fé e escolhas — mas que, no fundo, voltou várias vezes à mesma pergunta: o que faz uma vida ter sentido?
André nunca escondeu que a noite fazia parte do trabalho, mas não necessariamente combinava com quem ele era.
“Eu nunca escolhi trabalhar na noite”, contou.
No começo, acompanhar colegas e aprender o ofício fazia parte do caminho. Vieram as casas noturnas, as festas e a construção do nome como DJ. Mas havia outras possibilidades que faziam mais sentido para ele: aniversários, casamentos, eventos empresariais.
“Aquilo não conversava comigo”, resumiu.
A mudança de cenário veio quando decidiu ir para os Estados Unidos. A viagem acabou representando muito mais do que uma experiência profissional. Foi longe do ambiente que conhecia que André começou a rever escolhas e a perceber que talvez existisse outro caminho.
Hoje, ele admite que poderia ter mudado sem necessariamente deixar o país. Naquele momento, porém, não conseguia enxergar isso.
Foi na fé que André encontrou uma maneira de explicar parte dessa trajetória.
Durante a conversa, ele lembrou a história de Abraão e o chamado para sair da tenda e seguir para uma terra que ainda seria mostrada. Para ele, a imagem representa aqueles momentos em que a pessoa permanece presa ao que conhece e, por isso, não consegue enxergar o que existe além.
A metáfora cabe na própria história de André. Ele saiu do lugar conhecido, atravessou uma fronteira e, no processo, acabou encontrando novas possibilidades.
“Nem sempre Deus vai te mostrar como vai ser”, afirmou. “A direção é importante, mas saber quem vai contigo é muito mais importante.”
A fé, para André, não aparece separada do trabalho. Ela está presente na maneira como ele interpreta decisões, relacionamentos e até o conceito de sucesso.
Quando crescer não é suficiente
Nos negócios, André encontrou no consórcio uma nova frente profissional. Hoje, está à frente da Exclusivo Consórcios, com atuação em Criciúma, Araranguá e Cocal do Sul, além de clientes brasileiros que vivem em diferentes países.
O trabalho também mudou de perfil ao longo do tempo. Segundo ele, muitos dos clientes já possuem patrimônio e procuram o consórcio como uma ferramenta de planejamento e construção patrimonial, e não necessariamente porque precisam comprar um carro ou uma casa imediatamente.
É aí que entra uma palavra que André repete bastante: planejamento.
Para ele, o consórcio não deve ser tratado como dinheiro fácil ou fórmula mágica. “Não existe almoço grátis”, disse durante a entrevista, lembrando que a modalidade também possui custos e taxas.
A diferença, na visão dele, está justamente em conseguir pensar antes de comprar.
“Se tu pode planejar, programar”, defende, o cenário muda.
André também leva esse assunto para empresas, por meio de palestras de educação financeira. A linguagem é propositalmente simples. Segundo ele, muita gente só consegue guardar dinheiro quando existe uma obrigação para pagar.
“Se tu tens boleto, tu paga. Se tu não tem, não guarda dinheiro.”
A frase resume uma das ideias que ele tenta transmitir: organizar a vida financeira antes que as dívidas ocupem todo o espaço disponível.
A conversa, porém, deixou de lado os números por alguns momentos e entrou em um terreno mais pessoal.
André foi questionado sobre como seria sua vida se a história tivesse seguido outro caminho. A resposta o levou diretamente ao conceito de sucesso.
Para ele, ter dinheiro ou ocupar o topo de uma profissão não é suficiente.
“Sucesso não é medido pelo valor.”
A partir daí, ele trouxe uma comparação que resume sua maneira de pensar sobre crescimento. Uma empresa pode crescer muito, mas a questão é saber se está crescendo de maneira saudável.
“Tu pode ter uma empresa que vai crescer, mas ela vai crescer saudável.”
O mesmo vale para a vida profissional. André questiona o que pode ter sido perdido no caminho de quem chega ao topo a qualquer custo.
“Será que tu não deixou ninguém para trás? Será que tu não teve que pisar em alguém para chegar naquele lugar?”
A resposta que ele encontrou para essa equação é simples: crescer, mas sem abrir mão dos princípios.
“Cresça, mas cresça saudavelmente.”
O vazio depois da festa
Talvez uma das partes mais pessoais da conversa tenha aparecido quando André voltou à época em que vivia intensamente a noite.
Boates, festas, música e uma rotina que, por fora, poderia parecer movimentada e divertida. Mas, quando chegava em casa, havia outra sensação.
“Chegava em casa, sempre tinha um vazio.”
Segundo ele, essa sensação permaneceu por um período até que sua relação com a fé se aprofundasse.
Foi também nesse processo que começou a pensar de outra maneira sobre aquilo que queria construir. Não apenas uma carreira ou uma empresa, mas uma vida que tivesse coerência com seus princípios.
A pergunta deixou de ser apenas quanto era possível ganhar e passou a incluir o que estava sendo construído no caminho.
O que fica para os filhos
Família também entrou na conversa quando André falou sobre educação financeira.
Ele defende que esse aprendizado precisa começar cedo e contou que já encontrou famílias pensando em criar hábitos financeiros nos filhos desde a adolescência.
Para ele, ensinar a administrar dinheiro é uma forma de evitar que os filhos repitam comportamentos que os pais aprenderam apenas depois de adultos.
A lógica é começar pequeno, criando o hábito de guardar, planejar e entender o valor das escolhas.
“Se a gente não conseguir passar isso pros nossos filhos, vai ser muito difícil.”
É uma preocupação que vai além dos negócios. Afinal, o patrimônio que André fala não é apenas aquele que pode ser medido em reais.
O DJ que ainda está ali
Apesar da mudança profissional, a música não desapareceu. André continua trabalhando com festas, casamentos e eventos. A diferença é que hoje ele enxerga o trabalho de outra maneira.
Ele conta que não bebe durante os eventos porque está trabalhando e precisa estar atento ao que acontece ao seu redor.
Mais do que tocar música, porém, passou a enxergar a atividade como uma forma de conexão.
No fim da entrevista, Marc resumiu essa transformação em uma frase: “Tu não tá tocando música, tu tá tocando vidas.”
A ideia também vale para o rádio. Uma conversa, uma música ou uma palavra podem alcançar alguém que está ouvindo do outro lado. E talvez seja justamente aí que as duas partes da história de André — a música e os negócios — se encontram.
O conselho para o menino da fotografia
No encerramento, André recebeu uma pergunta que tirou a conversa do presente e o colocou diante de uma fotografia antiga: o que ele diria para aquele menino?
A resposta veio rápida: “Arrisque mais.”
Não se trata, segundo ele, de agir sem pensar, mas de não ignorar aquilo que acredita ser uma direção.
Para explicar, André recorreu novamente a uma história bíblica. Falou sobre José do Egito, que passou por diferentes situações, de escravo a prisioneiro, até chegar ao lugar que a história reservava para ele.
A leitura de André é que José continuou exercendo seus dons independentemente das circunstâncias.
O conselho, então, ganhou outras palavras:
“Escute mais a voz de Deus, busque realmente o que é certo. Fique na luz, fique na claridade.”
Ao olhar para trás, André não romantiza todos os caminhos que percorreu. Reconhece que poderia ter escolhido outras rotas, mas acredita que cada experiência ajudou a construir quem se tornou.
Hoje, entre o empresário, o DJ, o marido, o pai e o homem de fé, existe uma história que não cabe apenas em um cartão de visitas.
E talvez essa seja a principal ideia que ficou do encontro no Fora do Ar: dinheiro pode ajudar a construir patrimônio, uma carreira pode trazer reconhecimento e uma empresa pode crescer. Mas, para André Eleutério, a pergunta que permanece é outra — o que está sendo construído enquanto tudo isso acontece?
Confira o episódio completo
0
0
BR-101 e gargalo do Morro dos Cavalos lideram pauta das regionais Sul e Extremo Sul no Voz Única
Por Ligado no Sul31/08/2026 10h00
Fotos/Acic
A duplicação da BR-101 e a solução definitiva para o gargalo do Morro dos Cavalos aparecem como prioridade máxima tanto na regional Sul quanto na Extremo Sul de Santa Catarina. Não por acaso, é o problema mais citado pelos empresários das duas regiões no Voz Única 2026, documento que a Federação das Associações Empresariais de Santa Catarina (Facisc) apresentou a candidatos a deputado federal e estadual na sexta-feira, 28, na sede da Associação Empresarial de Criciúma (Acic).
Ao todo, as duas regionais reúnem 176 pleitos — 109 da Extremo Sul e 67 da Sul —resultado de uma consulta que somou 2.434 votos de empresários. Entre esse conjunto, cada regional elegeu seis prioridades que concentram a cobrança feita aos futuros parlamentares.
As seis prioridades da Regional Extremo Sul
1. Conclusão das obras estruturantes para ampliação da capacidade da BR-101, no trecho Sul de Santa Catarina, e de seus acessos, com solução definitiva para o Morro dos Cavalos (infraestrutura rodoviária, aeroviária, portuária e ferroviária — federal)
2. Aquisição de equipamento que permita a operação de voos em condições de neblina no aeroporto de Jaguaruna (infraestrutura rodoviária, aeroviária, portuária e ferroviária — federal)
3. Conclusão das obras de pavimentação asfáltica da SC-108, no trecho entre Anitápolis e Santa Rosa de Lima, até o acesso à BR-282, para consolidar uma rota alternativa ao Morro dos Cavalos (infraestrutura rodoviária, aeroviária, portuária e ferroviária — estadual)
4. Ampliação dos efetivos das polícias Civil e Militar nos pequenos municípios e implantação de cercamento eletrônico (segurança pública — estadual)
5. Ampliação da oferta de cursos técnicos profissionalizantes alinhada às demandas de mão de obra do setor produtivo (educação — estadual).
6. Ampliação do repasse de recursos para custeio dos hospitais da Regional Extremo Sul, para manutenção e ampliação dos serviços (saúde — estadual)
As seis prioridades da Regional Sul
1. Solução definitiva para o gargalo do Morro dos Cavalos na BR-101 (infraestrutura rodoviária, aeroviária, portuária e ferroviária — federal)
2. Implantação de um programa de gestão do Complexo Lagunar e da Bacia do Rio Tubarão, com ações contínuas de desassoreamento e prevenção de cheias (sustentabilidade — estadual)
3. Criação de um sistema regional integrado de segurança pública, com ampliação do efetivo policial e implantação de cercamento eletrônico (segurança pública — estadual)
4. Ampliação do sistema regional integrado de drenagem e saneamento nas áreas urbanas e turísticas da região Sul (infraestrutura de base e serviços essenciais — estadual)
5. Construção de terceiras faixas ao longo da SC-370, nos municípios da Regional Sul (infraestrutura rodoviária, aeroviária, portuária e ferroviária — estadual)
6. Expansão dos serviços de saúde de média e alta complexidade na Regional Sul, com estruturação dos pequenos hospitais (saúde — estadual)
Comprometimento
“São demandas que vão além do setor empresarial e impactam diretamente o desenvolvimento e a qualidade de vida de toda a região. O Morro dos Cavalos é um exemplo muito claro: há anos convivemos com um gargalo que compromete a mobilidade, a logística e a competitividade do Sul de Santa Catarina”, destaca o presidente da Acic, Franke Hobold.
“Precisamos transformar essas prioridades em compromissos e, principalmente, em ações concretas. A união das entidades e o diálogo com os futuros representantes são fundamentais para avançarmos nessas pautas”, completa o presidente.
A escolha das seis prioridades de cada regional não retira o compromisso com o conjunto completo de pleitos. “Definimos seis pleitos como prioritários, mas o trabalho segue voltado para os 109 pleitos da Extremo Sul. Por isso, precisamos do comprometimento de todos os candidatos”, afirma o vice-presidente da Facisc, César Smielevski, que ressalta o acompanhamento das demandas pela plataforma digital do Voz Única.
O vice-presidente regional Sul da Facisc, Pedro Kuzniecow, salienta que as regionais Sul e Extremo Sul têm muitas demandas iguais e têm as suas particularidades, mas que atuarem juntas faz diferença pelo Sul de Santa Catarina como um todo. “A seriedade na definição dos pleitos garante o alinhamento entre as regionais. Tenho certeza de que os candidatos eleitos que usarem o Voz Única como referência vão ter um ótimo mandato”, considera.
O presidente da Facisc, Elson Otto, explica que o Voz Única é um instrumento democrático que unifica e propaga a voz dos empresários, promove o diálogo, une esforços em prol do desenvolvimento das cidades catarinenses. “Essa não é uma lista de queixas, é uma lista de oportunidades. Não pedimos favor, oferecemos parceria, cooperação e união entre poder público e setor produtivo para que Santa Catarina cresça”, afirma. Ele também parabenizou os candidatos pela coragem e pela determinação de disputar as eleições deste ano.
Plataforma Voz Única
Através da plataforma Voz Única, os pleitos levantados de forma participativa e colaborativa em todas as regiões serão monitorados. Isso garante que o Voz Única seja um instrumento vivo e contínuo. “O Voz Única não se encerra com a entrega do documento aos candidatos. A Facisc vai acompanhar o cumprimento desses compromissos ao longo do mandato dos eleitos”, reitera o presidente do Conselho Superior da Facisc, Sérgio Rodrigues Alves.
O diretor do Voz Única, Milvo Zancanaro, também destacou a importância do acompanhamento. “A plataforma digital do Voz Única permite que cada empresário acompanhe em tempo real o andamento dos pleitos da sua região. Essa transparência dá força ao documento diante dos candidatos e mantém a cobrança viva depois da eleição”, pontua o diretor.
O roadshow segue por mais sete regiões catarinenses até 17 de setembro, quando o Sistema Facisc apresenta os pleitos estaduais aos candidatos ao Governo do Estado e ao Senado.
0
0
Chuva intensa com granizo causa danos em 23 municípios de Santa Catarina e cinco decretam situação de emergência
Por Ligado no Sul31/08/2026 09h30
Divulgação / SDC
Chuvas fortes acompanhadas de queda de granizo atingiram Santa Catarina entre a noite de sexta-feira, 28, e domingo, 30, causando danos em ao menos 23 municípios de diferentes regiões do estado. Bom Jesus, Quilombo, Ipuaçu, Biguaçu e Florianópolis decretaram situação de emergência em razão da extensão dos prejuízos, que somam mais de mil residências afetadas, segundo levantamento da Defesa Civil de Santa Catarina.
A Defesa Civil estadual acompanha a situação nos municípios atingidos e já iniciou a entrega de itens de assistência humanitária (IAH), como telhas, peças de cumeeira, colchões e kits de acomodação, para famílias que tiveram suas casas danificadas pelo temporal.
Na capital do estado, a queda de granizo associada à chuva forte causou danos em veículos e nos telhados de aproximadamente 600 residências. A Defesa Civil já entregou 86 rolos de lona ao município para atender a população afetada, e o levantamento de danos continua em andamento.
Em Biguaçu, na Grande Florianópolis, a chuva com granizo também deixou danos em veículos e atingiu cerca de 250 residências. O município já recebeu 58 rolos de lona da Defesa Civil, e a entrega das telhas solicitadas está em andamento.
No Grande Oeste do estado, três municípios registraram chuva intensa com queda de granizo e decretaram situação de emergência. Em Quilombo, o levantamento preliminar aponta 32 residências afetadas, e a Defesa Civil já entregou ao município 14 colchões de casal e 14 kits de acomodação. Bom Jesus contabilizou 81 residências atingidas, e Ipuaçu registrou 210. A Defesa Civil já está providenciando o envio de telhas para os dois municípios.
Entrega de itens de assistência humanitária em Quilombo – Imagem: Coordenadoria Regional de Defesa Civil de São Lourenço do Oeste
Outras ocorrências no estado
Além dos municípios em situação de emergência, outras regiões de Santa Catarina também enfrentaram ocorrências ligadas ao temporal. Na região de Xanxerê, Entre Rios registrou 80 residências afetadas pela queda de granizo, Ouro Verde contabilizou 23 residências atingidas, Passos Maia teve danos em uma residência e em uma estrebaria, e Abelardo Luz sofreu destelhamentos e avarias em estrutura rural.
Na Serra catarinense, Bocaina do Sul relatou ruas alagadas após o período de chuva intensa, enquanto Bom Retiro e Lages tiveram queda de granizo sem danos reportados. No Sul do estado, Meleiro segue em levantamento de danos e Jacinto Machado contabilizou três residências atingidas. Em Irani, no Meio-Oeste, a Defesa Civil também apura os prejuízos causados pelo granizo.
Em Zortéa, na região de Campos Novos, um vendaval derrubou árvores e danificou uma residência. Em Anchieta, no Extremo-Oeste, o vento forte destelhou galpões e residências e obstruiu vias rurais com quedas de árvores. Na Grande Florianópolis, Palhoça registrou a queda de um muro de contenção em via pública. Nenhuma das ocorrências deixou vítimas. Na região de Joaçaba, os municípios de Joaçaba, Ouro, Luzerna e Lacerdópolis registraram queda de granizo e seguem levantando os danos, enquanto em Porto Belo, no Litoral Norte, chuva intensa com ventos fortes provocou alagamentos pontuais em vias públicas.
A Defesa Civil de Santa Catarina permanece em monitoramento e em contato permanente com as coordenadorias municipais para atualização das ocorrências e adoção das medidas necessárias de resposta.
CBMSC auxiliam retiradas de árvores que caíram com o vendaval em Anchieta
Aviso de temporais segue até terça-feira
A Defesa Civil de Santa Catarina emitiu, desde a última quarta-feira, 26, aviso de temporais com rajadas de vento e queda de granizo entre a sexta-feira, 28, e o sábado, 29. O alerta segue válido até a madrugada de terça-feira, 1º, quando a chuva deve perder força.
Neste domingo, 30, o estado ainda enfrenta condições para tempestades severas, com granizo e rajadas de vento, quadro que deve se manter até a tarde de segunda-feira, 31. A chuva intensa também continua, com acumulados previstos entre 100 mm e 150 mm no Vale do Itajaí e no Extremo Oeste, entre 150 mm e 200 mm no Oeste, Meio-Oeste, Planalto Sul, Litoral Sul e Grande Florianópolis, e entre 50 mm e 90 mm nas regiões entre o Planalto Norte e o Litoral Norte. Nessas áreas, o risco é maior para alagamentos, enxurradas e deslizamentos.
Diante do elevado volume de chuva registrado na região e da elevação do nível dos rios nos municípios monitorados, a Defesa Civil realizou, na manhã deste domingo, 30, o fechamento total das comportas das barragens de contenção de cheias Sul, em Ituporanga, e Oeste, em Taió. A situação segue sendo acompanhada pela Defesa Civil, com avisos constantes nos canais oficiais.
Defesa Civil recomenda
Durante os temporais, a orientação é procurar um local seguro e permanecer longe de árvores, placas, postes e estruturas que possam ser atingidas ou derrubadas pelo vento. Em caso de granizo, a recomendação é permanecer em local protegido e evitar áreas externas.
Em situações de chuva intensa, não atravesse ruas alagadas, seja a pé ou de veículo. A força da água pode arrastar pessoas e automóveis, além de esconder buracos e outros obstáculos.
Também é importante retirar objetos que possam ser levados pelo vento de áreas externas, manter calhas e sistemas de drenagem limpos e, em caso de falta de energia, não se aproximar de fios ou cabos que tenham caído.
A Defesa Civil de Santa Catarina também orienta o acompanhamento diário dos boletins e avisos meteorológicos pelos canais oficiais da instituição. Além do site e das redes sociais, o órgão envia avisos por SMS, pelo canal oficial no WhatsApp e pelo sistema Defesa Civil Alerta (Cell Broadcast). Para recebê-los, basta enviar o CEP para o número 40199 por SMS ou para o número (61) 2034-4611 pelo WhatsApp. Clique aqui e acesse o canal oficial.