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Motociclista fica ferido após acidente com caminhonete em Orleans
Por Ligado no Sul31/10/2026 09h00
Foto/CBMSC
Na noite desta sexta-feira, dia 30, um motociclista de 19 anos ficou ferido após um acidente de trânsito entre uma motocicleta Honda CG 160 e uma caminhonete Toyota Hilux. A batida ocorreu por volta das 18h46, na Rua Expedicionário Venceslau Spancerski, no bairro Barro Vermelho, em Orleans.
Quando os bombeiros chegaram ao local, encontraram o jovem caído de lado na calçada. Ele estava consciente e orientado, mas apresentava batimentos cardíacos acelerados, escoriações e suspeita de fratura na perna direita.
Os socorristas prestaram os primeiros atendimentos, imobilizaram a perna ferida e utilizaram equipamentos para proteger a coluna durante o transporte. Em seguida, o motociclista foi encaminhado ao Hospital Santa Otília para avaliação médica.
O motorista da caminhonete não sofreu ferimentos. As circunstâncias do acidente não foram informadas.
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Museu ao Ar Livre de Orleans tem peça histórica furtada e pede ajuda da população
Por Ligado no Sul31/10/2026 08h00
Fotos/Divulgação
Um tacho de cobre com mais de 100 anos foi furtado do Museu ao Ar Livre Princesa Isabel, em Orleans. A peça, utilizada antigamente na produção de melado e açúcar, teve sua falta percebida pelos colaboradores na sexta-feira, dia 30, durante uma visita guiada. A suspeita é de que o furto tenha ocorrido na madrugada de quinta para sexta-feira.
O objeto tem formato de bacia, mede 1,50 metro de diâmetro e 20 centímetros de altura. Conforme o inventário do museu, o tacho foi adquirido em 1978, dois anos antes da inauguração do espaço, em 1980. Um documento elaborado em julho de 1987 já estimava que a peça tinha aproximadamente 70 anos.
O utensílio era utilizado nos antigos engenhos de açúcar. Ele ficava sobre uma fornalha, onde o caldo da cana-de-açúcar, conhecido como garapa, era fervido até se transformar em melado ou açúcar grosso.
A peça integra o acervo histórico do museu que é tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) e ajuda a contar como era realizada a produção de açúcar na região. Além da perda material, o furto representa a retirada de um objeto que preserva parte da história e das tradições locais.
A direção pede a colaboração da comunidade para recuperar o tacho. Quem tiver informações sobre o paradeiro da peça pode entrar em contato pelo WhatsApp (48) 99904-2739.
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Hospital São José inicia semana comemorativa pelos 90 anos de uma história entre vidas
Por Ligado no Sul30/10/2026 14h00
Fotos/Divulgação
Na próxima semana, o Hospital São José celebra um marco que faz parte da história de Criciúma e de toda a região Sul de Santa Catarina. No dia 8 de novembro, a instituição completa 90 anos de uma trajetória que nasceu da fé e da dedicação das Irmãs Escolares de Nossa Senhora e que, ao longo das décadas, se transformou em uma referência no cuidado à saúde, acompanhando o crescimento da cidade e a vida de milhares de famílias.
Fundado em 1936, o Hospital São José tem sua história ligada à missão das Irmãs, que aceitaram o desafio de assumir o cuidado com a saúde da população e deram início a uma caminhada identificada pelo serviço ao próximo. Com raízes na missão da congregação, a instituição cresceu, acompanhou os avanços da medicina e ampliou sua estrutura e seus serviços, mantendo vivos os valores que orientam sua atuação desde a origem.
Ao longo de nove décadas, gerações de Irmãs, profissionais da saúde, colaboradores, médicos, voluntários, estudantes e benfeitores contribuíram para construir o hospital que existe hoje. Uma trajetória feita de trabalho, dedicação e escolhas que permitiram à instituição ampliar sua atuação e oferecer atendimento de média e alta complexidade com excelência a pacientes de Criciúma e de dezenas de municípios catarinenses.
Somente em 2025, foram realizados mais de 260 mil atendimentos, sendo mais de 80% pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Por trás desses números, estão pessoas, famílias e histórias que se encontram diariamente nos corredores do hospital. É essa dimensão humana que dá sentido à celebração dos 90 anos e mantém a missão institucional presente em cada etapa do cuidado. A data também convida a reconhecer quem tornou essa história possível. As Irmãs Escolares de Nossa Senhora permanecem como parte fundamental da identidade do Hospital São José, preservando uma missão que atravessou gerações e segue orientando o trabalho da instituição.
“Celebrar os 90 anos do Hospital São José é olhar para uma história construída com fé, dedicação e muito amor ao próximo. As Irmãs Escolares de Nossa Senhora receberam essa missão e, ao longo de todas essas décadas, muitas pessoas se uniram a nós para fazê-la crescer. Cada vida acolhida, cada profissional que dedicou seu trabalho e cada família que confiou em nosso hospital fazem parte dessa história. Celebramos com gratidão tudo o que foi construído e com esperança os caminhos que ainda vamos percorrer, sempre fiéis à missão de cuidar da vida”, enaltece a diretora institucional do HSJosé, Irmã Terezinha Buss.
A celebração também representa um momento de reconhecimento ao trabalho de todos que contribuem diariamente para o funcionamento da instituição e de reflexão sobre os próximos capítulos dessa trajetória. A evolução da estrutura hospitalar, a incorporação de novas tecnologias e a ampliação dos serviços demonstram a capacidade de acompanhar as necessidades da população sem perder de vista o compromisso com a assistência humanizada.
Para o diretor executivo do Hospital São José, Juliano Petters, a data simboliza a responsabilidade de dar continuidade a um legado que pertence a toda a comunidade.
“Chegar aos 90 anos é motivo de muito orgulho e, ao mesmo tempo, uma grande responsabilidade. Temos uma história sólida, construída pelas Irmãs Escolares de Nossa Senhora, por gerações de profissionais e pela confiança da comunidade. Nosso compromisso é honrar esse legado, preparando o Hospital São José para os desafios do futuro, investindo na qualificação da assistência, na inovação e em uma estrutura cada vez mais preparada para atender às necessidades da população. Queremos que os próximos anos continuem sendo marcados pelo cuidado, pela excelência e pelo respeito à vida”, aponta Juliano.
Para celebrar a data, o hospital preparou uma semana de atividades que reúne momentos de espiritualidade, reconhecimento institucional e aproximação com a comunidade. A programação começa no dia 3 de novembro, com missas diárias no Centro Madre Teresa de Jesus Gerhardinger, e segue até o domingo, dia 8, quando será realizada a celebração especial pelos 90 anos, na Catedral São José.
A proposta é reunir pessoas que fazem parte dessa caminhada e celebrar uma história que continua sendo escrita todos os dias. Uma história que começou com a missão das Irmãs Escolares de Nossa Senhora, cresceu com a dedicação de milhares de profissionais e permanece viva em cada pessoa acolhida pelo Hospital São José.
Programação especial celebra os 90 anos do Hospital São José
A semana comemorativa terá atividades abertas à participação da comunidade e momentos especiais dedicados à história da instituição. Entre os destaques está uma edição comemorativa do Hospital na Praça, no sábado, dia 7 de novembro, na Praça Nereu Ramos, no Centro de Criciúma, das 9h às 13h.
Confira a programação:
3 de novembro, terça-feira, às 11h
Santa Missa no Centro Madre Teresa de Jesus Gerhardinger, celebrada pelo padre Guilherme Menegazzi Barbosa.
4 de novembro, quarta-feira, às 11h
Santa Missa no Centro Madre Teresa de Jesus Gerhardinger, celebrada pelo padre Eduardo Felizardo de Andrade.
4 de novembro, quarta-feira, às 19h
Sessão especial em homenagem aos 90 anos do Hospital São José, promovida pela Câmara Municipal de Criciúma, por proposição do vereador Marcos Soares Machado. A solenidade será realizada no hospital, com acesso pela recepção do Centro Madre Teresa de Jesus Gerhardinger, e terá transmissão pelo canal da Câmara no YouTube.
5 de novembro, quinta-feira, às 11h
Santa Missa no Centro Madre Teresa de Jesus Gerhardinger, celebrada pelo padre Vânio Margutti Pereira.
6 de novembro, sexta-feira, às 11h
Santa Missa no Centro Madre Teresa de Jesus Gerhardinger, celebrada pelo padre Wilson Buss.
7 de novembro, sábado, das 9h às 13h
Edição comemorativa do Hospital na Praça, na Praça Nereu Ramos, no Centro de Criciúma. A ação levará serviços e atividades à comunidade, em uma oportunidade de celebrar os 90 anos da instituição junto à população.
7 de novembro, sábado, às 17h
Santa Missa na Capela do Hospital São José, celebrada pelo padre Alexandre Borges.
8 de novembro, domingo, às 10h
Celebração especial pelos 90 anos do Hospital São José, com o bispo Dom Jacinto, na Catedral São José, em Criciúma.
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Sua empresa evoluiu. Mas sua forma de pensar acompanhou essa mudança?
Por Ligado no Sul30/10/2026 13h00
Fotos/Redação
Mudar um sistema, adotar a inteligência artificial ou investir em novas ferramentas nem sempre significa que uma empresa está, de fato, inovando. Muitas vezes, o maior desafio não está na tecnologia, mas nos hábitos de quem faz o negócio acontecer. São processos antigos, decisões tomadas sem informações confiáveis e aquela resistência que aparece sempre que alguém propõe fazer diferente.
Foi sobre esses desafios que o Papo Empreendedor, abriu espaço para uma conversa sobre tecnologia, inovação e comportamento humano. Apresentado por Thayni Librelato, o episódio recebeu Allan Meurer, fundador e CEO da InnSpire, empresa de desenvolvimento de software de Criciúma, e Zaahy Denyze Reggio, Edeuta Mor e reitora da Universidade de Estudos Avançados Independente (UEAI).
Dois convidados com experiências diferentes, mas uma questão em comum: o quanto estamos realmente dispostos a mudar?
Antes de construir uma empresa que hoje atende clientes em cinco países, Allan precisou enfrentar uma decisão que muitos profissionais conhecem: abrir mão da estabilidade para apostar em um negócio próprio.
Foram dez anos de trabalho na TOTVS, onde atuava diretamente com clientes. Aos poucos, percebeu que sua maneira de atender e resolver problemas poderia se transformar em uma empresa.
A decisão, no entanto, não veio acompanhada de certezas.
“Eu arrisquei e vou ser bem sincero, arrisquei com medo, muito medo”, contou.
Dez anos depois, a InnSpire reúne cerca de 40 profissionais e atende empresas no Brasil, Estados Unidos, México, Reino Unido e Portugal.
O crescimento não eliminou os desafios. Allan relembrou a pandemia como um dos períodos mais difíceis, quando precisou adaptar a operação ao trabalho remoto e enfrentar a suspensão de projetos de clientes.
A experiência também mudou sua percepção sobre o que significa ser empresário. Para ele, quem decide empreender acreditando que terá menos trabalho provavelmente encontrará uma realidade bem diferente.
Além de atender clientes e desenvolver soluções, o empreendedor precisa compreender finanças, impostos, gestão de pessoas e uma série de responsabilidades que antes não faziam parte de sua rotina.
Quando a tecnologia encontra a resistência humana
Com a popularização da inteligência artificial, muitas empresas passaram a buscar ferramentas capazes de acelerar tarefas e melhorar resultados. Mas Allan chama a atenção para uma etapa que costuma ser esquecida: a qualidade das informações.
“Eu vejo que muitos empresários ainda trabalham com feeling, eles não trabalham com dados”, afirmou.
Na prática, isso significa que decisões importantes podem ser tomadas apenas com base na experiência ou na percepção do gestor, sem uma análise consistente do que acontece dentro da empresa.
E quando os dados estão errados ou desorganizados, a tecnologia também encontra limites.
O empresário citou a implantação de sistemas de relacionamento com clientes, os chamados CRMs, como exemplo. A ferramenta permite acompanhar contatos, negociações, vendas e compromissos. Mas, se a equipe não registra corretamente as informações, perde boa parte de sua utilidade.
O problema, muitas vezes, não está no sistema. Está na dificuldade de mudar a rotina.
Allan explicou que a chegada de uma nova ferramenta pode provocar resistência, especialmente entre profissionais acostumados a trabalhar da mesma maneira durante anos. Por isso, considera essencial preparar as equipes e explicar os motivos das mudanças.
Existe ainda uma etapa que nem sempre aparece nos discursos sobre inovação: o período em que o trabalho pode ficar mais complicado antes de se tornar mais simples.
Enquanto Allan apresentou os desafios da transformação tecnológica, Zaahy levou a conversa para o comportamento humano.
A partir da provocação “O Perigo de Acreditar em Tudo”, ela questionou a facilidade com que repetimos ideias e hábitos sem investigar se ainda fazem sentido.
“Não acredita em tudo. Estude, pesquise”, afirmou.
Para Zaahy, o desenvolvimento pessoal começa quando alguém se dispõe a questionar as próprias certezas. Isso também vale para o empreendedor, que precisa reconhecer suas limitações e compreender que não pode dominar todas as áreas de uma empresa.
Ela defendeu a importância do autoconhecimento e de contar com profissionais que complementem as habilidades do empresário.
A reflexão se conecta à experiência de Allan. No início da InnSpire, ele precisava assumir diferentes tarefas. Com o crescimento do negócio, percebeu a necessidade de reconhecer aquilo que fazia melhor e delegar outras responsabilidades.
É uma mudança que parece simples, mas exige abandonar a ideia de que o fundador precisa resolver tudo sozinho.
Ao longo da conversa, os convidados apresentaram diferentes perspectivas sobre um mesmo desafio: como acompanhar as transformações do mundo sem permanecer preso a práticas que já não atendem às necessidades atuais.
A tecnologia pode transformar processos. Mas reconhecer erros, ouvir outras pessoas, organizar informações e aceitar novas formas de trabalhar são decisões que continuam dependendo de quem está à frente do negócio.
E talvez seja justamente essa a pergunta que todo empreendedor precise fazer de tempos em tempos: minha empresa está mudando, mas eu também estou?
Conheça um pouco mais sobre Allan Meurer
Sua maior ambição? Estar sempre crescendo
Seu maior medo? Não dar a devida segurança para minha família
Poder ou paz? Paz
Dinheiro ou legado? Legado
Maior conquista? A minha família
Um livro que marcou você? A guerra e paz,
Um sonho? Ter uma unidade nos Estados Unidos
Um risco que valeu a pena? Empreender
Uma decisão que repensaria? O crescimento acelerado que tivemos, mas que não estávamos organizados para isso
Um hábito indispensável? Jiu-Jitsu
Algo que ainda quer aprender? A ser um líder melhor
Uma certeza que deixou para trás? Que eu era o resolvedor dos problemas de toda a minha companhia
Qual conselho daria ao seu eu mais jovem? Não seja tão imediatista
Uma música que te dá energia? Eu gosto de sertanejo
O que mais valoriza nas pessoas? Lealdade
O que te irrita? A demora, a lentidão
Onde se vê daqui a cinco anos? Com uma unidade nos Estados Unidos.
Conheça um pouco mais sobre Zaahy Denyze Reggio
Sua maior ambição? A iluminação
Seu maior medo? Que não dê tempo de eu ver essa luz espalhada pelo universo
Poder ou paz? Paz
Dinheiro ou legado? Os dois, o dinheiro é bom, sabendo gastar
Maior conquista? Ter conquistado a mim mesma
Um livro que marcou você? Sacou, Bicho?!
Um sonho? Eu penso que eu já realizei todos os sonhos que eu gostaria de realizar neste planeta
Um risco que valeu a pena? Ter largado o meu lado profissional e levantar a Universidade de estudos avançados
Uma decisão que repensaria? Eu diria casar e ter filhos, pelo tamanho da responsabilidade, Mas sou profundamente agradecida
Um hábito indispensável? Estar presente
O que mais valoriza nas pessoas? Honestidade
Uma mania? De puxar a blusa, eu não consigo deixar o pescoço de fora por causa do meridiano no pescoço (é considerado um ponto energético crucial)