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Ligado no Sul
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Descarte correto: Mutirão recolhe 6,5 toneladas de itens volumosos em Morro da Fumaça

Por Ligado no Sul10/02/2026 10h30
Fotos: Romualdo Costa

O Governo de Morro da Fumaça, por meio da Fundação Municipal do Meio Ambiente (Fumaf), em parceria com a Secretaria de Infraestrutura, recolheu 6,5 toneladas de resíduos volumosos na última semana. Entre os materiais descartados estavam sofás, camas, colchões, guarda-roupas, mesas e outros móveis sem utilidade. Durante 12 horas de mutirão, 35 famílias fumacenses foram atendidas, destinando corretamente móveis e objetos de grande porte por meio do convênio do município com o Consórcio Intermunicipal de Resíduos Sólidos Urbanos da Região Sul (Cirsures). O volume recolhido representa um aumento de quase 190% em relação ao primeiro mutirão realizado em novembro de 2025, quando foram coletadas 2,26 toneladas de resíduos, evidenciando a adesão da comunidade e a importância da iniciativa para o meio ambiente.

A expressiva participação dos cidadãos motivou a Fumaf a estruturar um calendário anual de coleta de volumosos, garantindo que a ação passe a ocorrer de forma contínua ao longo do ano. As próximas datas já estão definidas para 5 de março, 2 de abril, 7 de maio, 2 de julho, 6 de agosto, 3 de setembro, 1º de outubro, 5 de novembro e 3 de dezembro, ampliando o acesso da população ao serviço e fortalecendo as práticas de descarte responsável no município.

O prefeito de Morro da Fumaça, Eduardo Sartor Guollo, destacou a importância da iniciativa para a qualidade de vida urbana e a preservação ambiental. “Esse resultado mostra que a população fumacense entende o seu papel e quer colaborar. Quando o poder público oferece alternativas corretas, o cidadão responde. O mutirão evita o descarte irregular, melhora a qualidade de vida e saúde nos bairros e reforça nosso compromisso com a sustentabilidade”, afirmou.

Para participar das próximas edições, os moradores interessados devem realizar o agendamento prévio pelo WhatsApp (48) 99610-3267, informando nome completo, telefone, endereço e enviando fotos dos itens a serem recolhidos. A Fumaf reforça que não são contemplados na ação resíduos da construção civil, restos de poda e galhos, lixo doméstico, eletroeletrônicos ou materiais classificados como perigosos.

Outro ponto que marcou novamente o mutirão foi o estímulo ao reaproveitamento de itens. A triagem antecipada, feita a partir das imagens enviadas pelos moradores no momento da inscrição, possibilitou identificar móveis e objetos em boas condições, que foram destinados à doação. “Essa etapa é fundamental para evitar desperdícios. O que ainda pode ser utilizado ganha uma nova função, e apenas o que realmente não tem mais aproveitamento segue para o descarte correto”, explicou a diretora da Fumaf, Silvia Sartor Roseng.

Os demais materiais, incluindo recicláveis e eletrodomésticos foram encaminhados à Associação de Catadores Por um Amanhã Melhor. No local, os itens passam por desmontagem e são comercializados como sucata, gerando renda aos associados e reduzindo impactos ao meio ambiente. Já lâmpadas e resíduos específicos receberam destinação adequada nos pontos de coleta mantidos pela Fumaf em Morro da Fumaça.

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Governador Jorginho Mello libera mais de R$ 14 milhões para prevenção e recuperação na AMREC

Por Ligado no Sul10/02/2026 10h00
Foto: Leo Munhoz / Secom GOVSC

O Governo de Santa Catarina liberou, nesta segunda-feira (9), mais de R$ 14 milhões em recursos para o fortalecimento de estruturas e de ações de prevenção de desastres em municípios da Associação dos Municípios da Região Carbonífera (AMREC). As assinaturas ocorreram em Içara, no Sul do estado, durante agenda do governador Jorginho Mello e do secretário de Estado da Proteção e Defesa Civil (SPDC/SC), Mário Hildebrandt.

Do total anunciado, aproximadamente R$ 12 milhões foram destinados à instalação de kits de pontes e cabeceiras, beneficiando os municípios de Içara, Lauro Müller, Nova Veneza, Orleans, Treviso e Urussanga. Os recursos viabilizam a implantação de 35 kits de pontes, no valor de R$ 10,4 milhões, e 11 cabeceiras, com investimento de R$ 1,4 milhão.

Durante o evento, também foi assinado convênio para a liberação de R$ 1,5 milhão destinado à aquisição de Kits Defesa Civil para os municípios de Criciúma, Içara, Orleans, Forquilhinha, Urussanga e Morro da Fumaça. Os outros seis municípios da AMREC já estão em processo de compra direta dos equipamentos pela Secretaria de Estado da Proteção e Defesa Civil, garantindo que todos os 12 municípios da região sejam contemplados.

Na área de desassoreamento, foi autorizada a liberação de R$ 250 mil para Treviso, destinados às obras no Rio Mãe Luzia. O município também será contemplado com R$ 500 mil para aquisição de um caminhão-pipa, com convênio assinado durante o evento.

Para o governador Jorginho Mello, os investimentos destinados à região reforçam o compromisso do Estado com a proteção e a segurança da população. “Estamos investindo de forma consistente na AMREC para garantir que os municípios tenham estrutura, mantenham a mobilidade e consigam responder com rapidez diante de situações adversas. Esses recursos são fundamentais para prevenir riscos, proteger as pessoas e reconstruir com agilidade quando necessário”, destacou o governador.

Outros investimentos na região da AMREC

Além dos recursos anunciados em Içara, o Governo do Estado, por meio da Proteção e Defesa Civil de Santa Catarina, vem ampliando de forma contínua os investimentos na região da AMREC. Já foram liberados R$ 5,5 milhões para kits de pontes, beneficiando os municípios de Cocal do Sul, Criciúma, Forquilhinha, Nova Veneza e Siderópolis.

A região também foi contemplada com a instalação de nove estações hidrometeorológicas, com investimento de R$ 805 mil, fortalecendo o monitoramento das condições climáticas e a emissão de alertas. Na área de desassoreamento, Urussanga recebeu R$ 226 mil para melhorias no fluxo do Rio Urussanga, e Lauro Müller foi contemplado com R$ 2 milhões para obras nos rios Salme e Palmeiras.

Outros municípios receberam recursos estratégicos, como Içara e Balneário Rincão, com R$ 675 mil cada para manutenção e limpeza com máquina anfíbia, além de Criciúma, que recebeu R$ 2 milhões para a construção da sede da Defesa Civil municipal.

“Esses recursos fortalecem a capacidade de resposta dos municípios e ampliam as ações de prevenção, seguindo a diretriz do governador Jorginho Mello”, ressaltou o secretário de Estado da Proteção e Defesa Civil, Mário Hildebrandt. “Quando investimos em pontes, desassoreamento, equipamentos e monitoramento, estamos preservando a mobilidade, salvando vidas e reduzindo prejuízos futuros”, completou.

Somados, os investimentos do Governo do Estado na região da AMREC ultrapassam R$ 27 milhões, reforçando a política estadual de prevenção, mitigação e resposta a desastres naturais.

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Unesc realiza monitoramento ambiental em praias do Sul catarinense

Por Ligado no Sul10/02/2026 09h30
Fotos/Unesc

A Universidade do Extremo Sul Catarinense (Unesc) está realizando o monitoramento das praias no trecho entre Balneário Rincão e Jaguaruna, no Sul de Santa Catarina. A ação abrange cerca de 58 quilômetros de litoral e integra o Projeto de Monitoramento de Praias da Bacia de Pelotas (PMP-BP).

O projeto é uma exigência do licenciamento ambiental federal conduzido pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e está relacionado às atividades de pesquisa e aquisição de dados geológicos realizadas pela empresa TGS na Bacia de Pelotas.

Sobre o tema, o Jornal da Guarujá conversou, na manhã desta terça-feira (10), com a professora e pesquisadora da Unesc, Morgana Cirimbelli Gaidzinski. Segundo ela, o PMP é uma condicionante ambiental para que a empresa possa realizar estudos de prospecção sísmica na região.

“Esse projeto se chama Projeto de Monitoramento de Praias da Bacia de Pelotas. Ele é uma condicionante do Ibama para que uma empresa chamada TGS, que trabalha com prospecção sísmica, possa realizar estudos geológicos na Bacia de Pelotas”, explicou.

A pesquisadora destacou que diversas instituições participam da iniciativa, incluindo universidades de Santa Catarina e do Rio Grande do Sul, com o objetivo de acompanhar diariamente a fauna marinha ao longo do litoral sul do Brasil.

“Algumas instituições, como a Unesc, a Univali, a Udesc, a Educamar e a UFRGS, estão envolvidas nesse projeto, que tem como objetivo monitorar a orla e analisar animais que possam encalhar, vivos ou mortos, principalmente mamíferos marinhos, aves e tartarugas marinhas”, afirmou.

De acordo com Morgana, as equipes estão em campo desde o dia 24 de novembro. No caso da Unesc, o trabalho é realizado diariamente em um trecho que vai da barra do Rio Araranguá até a barra do Camacho.

“A nossa equipe é responsável por monitorar em torno de 58 quilômetros de praias todos os dias. No verão, como ainda há muitos turistas e pessoas em veraneio, a gente se desloca mais cedo. Todos os dias a equipe percorre a orla”, relatou.

Sobre os registros feitos até o momento, a pesquisadora ressaltou que os dados estão dentro da normalidade esperada para esta época do ano.

“Ainda é um período inicial do projeto e o número de animais encontrados corresponde ao esperado para essa época. Geralmente, o maior número de ocorrências acontece no inverno, quando aves marinhas, como pinguins, e mamíferos, como lobos e leões-marinhos, saem da Patagônia e vêm para o litoral sul do Brasil”, explicou.

Segundo Morgana, a presença desses animais na região é considerada natural e está relacionada à migração em busca de alimento e condições climáticas mais favoráveis.

“Essa migração é trófica e reprodutiva. No inverno, a oferta de alimento na Patagônia diminui e as temperaturas são muito baixas. Então, eles vêm para áreas onde encontram mais alimento e uma temperatura mais adequada”, disse.

Ela acrescenta que, em muitos casos, os animais utilizam o litoral catarinense apenas como área de descanso temporário.

“Às vezes eles se afastam da área principal de alimentação e acabam parando na nossa orla para descansar. As pessoas podem achar que o animal está ferido, mas muitas vezes ele só está descansando”, esclareceu.

Quando são identificados animais feridos, a equipe aciona os protocolos de resgate.

“Se a gente encontra um animal vivo e ferido, ele é encaminhado para o Centro de Estabilização da Udesc”, completou.

O projeto tem previsão inicial de duração de dois anos, mas o prazo pode variar conforme o andamento das pesquisas realizadas pela empresa.

“A princípio, o projeto foi pensado para dois anos. Mas isso depende dos resultados dos estudos. Se a empresa concluir antes, o projeto pode encerrar antes. Caso contrário, ele pode se estender”, finalizou.

Confira entrevista completa

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FICCO/SC deflagra operação contra envolvidos na maior apreensão de cocaína da história de SC

Por Ligado no Sul10/02/2026 09h00
Fotos/PRF

A Força Integrada de Combate ao Crime Organizado em Santa Catarina (FICCO/SC) deflagrou, na manhã desta terça-feira (10), uma operação para responsabilizar os envolvidos na logística da maior apreensão de cocaína já registrada no estado. A investigação mira integrantes apontados como organizadores, financiadores e facilitadores do transporte da carga.

A apreensão ocorreu no dia 6 de novembro de 2024, na BR-101, em Itajaí, quando a Polícia Rodoviária Federal encontrou 1,3 tonelada de cocaína escondida no baú de um caminhão. Na ocasião, a droga foi apreendida e o caminhoneiro preso em flagrante.

Com o avanço das apurações, a FICCO/SC identificou novos suspeitos ligados ao tráfico internacional de drogas, especialmente responsáveis pelos elos financeiros e logísticos da operação criminosa. Esses desdobramentos motivaram a nova fase da investigação.

A ação desta terça-feira cumpriu quatro mandados de prisão preventiva e dez mandados de busca e apreensão nos estados de Santa Catarina e do Paraná. Os trabalhos têm como objetivo aprofundar a coleta de provas e identificar outros possíveis integrantes da rede criminosa.

A FICCO/SC é uma força-tarefa formada pela Polícia Civil, Polícia Federal, Polícia Militar de Santa Catarina, Polícia Penal de Santa Catarina e pela Secretaria Nacional de Políticas Penais, atuando de forma integrada no combate ao crime organizado no estado.

 

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