Para uma melhor experiência neste site, utilize um navegador mais moderno. Clique nas opções abaixo para ir à página de download Indicamos essas 4 opções:
Ok, estou ciente e quero continuar usando um navegador inferior.
BLOG
Ligado no Sul BLOG
Prefeitura apresenta identidade visual oficial da OrleFest 2026, escolhida pela comunidade
Por Ligado no Sul22/07/2026 10h00
Imagem/Prefeitura de Orleans
A Prefeitura de Orleans apresentou oficialmente a identidade visual da OrleFest 2026, marca que representará a festa em comemoração aos 113 anos de emancipação político-administrativa do município.
A escolha da identidade foi feita com a participação da comunidade, por meio de uma votação realizada nas redes sociais da administração municipal. Segundo a Prefeitura, a iniciativa buscou envolver os moradores na construção de um dos principais eventos do calendário festivo da cidade.
Em publicação nas redes oficiais, o Executivo agradeceu a participação da população e destacou a importância do envolvimento dos orleanenses na definição da marca da festa.
“Uma festa que celebra os 113 anos de Orleans também é feita com a participação da nossa gente”, destacou a administração municipal.
A apresentação da identidade visual marca o início da divulgação da OrleFest 2026. A Prefeitura informou ainda que a programação oficial do evento será anunciada nos próximos dias, reunindo atrações culturais, shows musicais e atividades voltadas para toda a família.
A expectativa é que a OrleFest 2026 reúna moradores e visitantes para celebrar o aniversário de Orleans com uma programação diversificada, valorizando a cultura, o entretenimento e as tradições do município.
0
0
Após perder parte da perna por uma infecção rara, moradora de Criciúma busca apoio para recomeçar
Por Ligado no Sul22/07/2026 09h30
Foto/Divulgação
Aline Araújo de Oliveira, de 36 anos, moradora de Criciúma, vive uma batalha para reconstruir a própria vida após enfrentar uma infecção rara que resultou na amputação de parte da perna. O que começou com uma simples torção no pé evoluiu para uma grave infecção, nove cirurgias e um longo período de internação. Agora, ela realiza uma campanha solidária para custear uma prótese e dar continuidade ao tratamento.
Segundo Aline, tudo começou em uma quinta-feira, no dia 17 de abril de 2026, quando pisou em falso ao descer uma escada no trabalho. Inicialmente, acreditava se tratar apenas de uma torção. No sábado, 19 de abril, sem conseguir apoiar o pé no chão devido à forte dor, procurou atendimento médico. Após realizar um raio-X, recebeu um gesso, medicação para aliviar a dor e foi liberada.
Nos dias seguintes, o quadro piorou. A dor se intensificou e o pé começou a apresentar bolhas. Na segunda-feira, ela retornou ao hospital, teve o gesso retirado, mas um novo foi colocado, já que havia uma consulta com um ortopedista agendada para a sexta-feira.
Na quarta-feira, diante da dor insuportável, Aline retirou o gesso em casa. O pé estava muito inchado, quente e com grandes bolhas escuras na região do tornozelo. Ela voltou ao hospital, realizou uma tomografia e, mesmo após a tentativa de contato com um ortopedista, recebeu alta novamente.
Naquela mesma noite, seu estado de saúde se agravou. Aline passou a apresentar delírios, alucinações e confusão mental. Dois dias depois, ao ser avaliada por um ortopedista, foi internada imediatamente.
UTI e diagnóstico de sepse
Os exames confirmaram que Aline estava em choque séptico. A infecção já comprometia os rins, e as alterações neurológicas eram consequência da sepse. Ela foi encaminhada para a Unidade de Terapia Intensiva (UTI), onde permaneceu em estado grave.
Durante a internação, os médicos identificaram uma bactéria rara e extremamente agressiva, conhecida popularmente como “bactéria comedora de carne”. Em apenas três semanas, ela passou por nove cirurgias para retirada dos tecidos atingidos pela necrose. Além disso, contraiu outras duas bactérias hospitalares resistentes aos antibióticos, tornando o tratamento ainda mais complexo.
Para preservar sua vida, foi necessária a amputação de parte da perna, realizada em 18 de maio.
Campanha busca ajudar na recuperação
Ainda em processo de recuperação, Aline afirma que tenta entender como uma simples torção resultou em uma mudança tão profunda em sua vida. Agora, ela precisa reaprender a viver e voltar a caminhar.
Para isso, familiares e amigos criaram uma campanha solidária para arrecadar recursos destinados aos custos da recuperação, medicamentos e, principalmente, à compra de uma prótese.
Segundo Aline, uma prótese de boa qualidade custa cerca de R$ 39 mil. Como o equipamento será adquirido em Porto Alegre, também haverá despesas com deslocamento, hospedagem e demais custos relacionados ao tratamento, por isso a meta da campanha foi estabelecida em R$ 40 mil. Até o momento, aproximadamente R$ 10 mil foram arrecadados. Ela explica que o pedido de auxílio-doença junto ao Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) ainda está em análise e que parte das doações recebidas precisa ser utilizada para a compra de medicamentos e outras despesas essenciais durante a recuperação.
Quem desejar contribuir pode fazer uma doação por meio do Pix Solidário, pela chave (48) 99953-4045, ou colaborar pela Vakinha online.
0
0
Dia Estadual de Combate ao Feminicídio: dados revelam perfil das vítimas e reforçam alerta em Santa Catarina
Por Ligado no Sul22/07/2026 09h00
Foto/Ilustrativa
Nesta quarta-feira, 22 de julho, Santa Catarina lembra o Dia Estadual de Combate ao Feminicídio, uma data criada para conscientizar a sociedade sobre a violência contra a mulher e fortalecer as políticas públicas de prevenção e enfrentamento a esse tipo de crime.
Mais do que uma data simbólica, o dia convida à reflexão sobre uma realidade que ainda preocupa. Embora o Estado tenha ampliado a rede de proteção às mulheres nos últimos anos, os números mostram que o feminicídio continua fazendo vítimas e, na maioria das vezes, ocorre dentro do ambiente familiar, cometido por pessoas próximas.
Dados do Observatório da Violência contra a Mulher de Santa Catarina (OVM-SC) apontam que 52 mulheres foram vítimas de feminicídio em 2025. Já no primeiro semestre de 2026, o Estado registrou 28 casos, segundo informações da Secretaria de Estado da Segurança Pública (SSP-SC).
Outro indicador que evidencia a dimensão da violência de gênero é o número de medidas protetivas. Em 2025, foram solicitadas 31.655 medidas protetivas em Santa Catarina. Apenas entre janeiro e junho deste ano, outras 17.058 solicitações já haviam sido registradas junto ao Tribunal de Justiça de Santa Catarina (TJSC).
Mapa do Feminicídio traça perfil das vítimas
Lançado pelo Ministério Público de Santa Catarina (MPSC), o Mapa do Feminicídio reúne informações detalhadas sobre os casos registrados no Estado e busca subsidiar ações de prevenção e enfrentamento à violência contra a mulher.
O estudo analisou os feminicídios ocorridos entre 2020 e 2024, identificando padrões relacionados ao perfil das vítimas, dos autores, às circunstâncias dos crimes e aos fatores de risco.
Os dados mostram que a maioria dos feminicídios ocorre dentro da residência da vítima e é praticada por companheiros ou ex-companheiros, evidenciando que o crime, na maior parte das vezes, representa o desfecho de um ciclo de violência doméstica.
O levantamento também revela que 68,9% das vítimas já haviam sofrido algum tipo de violência antes do feminicídio, mas 80% delas nunca haviam solicitado medida protetiva de urgência, indicando a importância da denúncia e do acesso à rede de proteção ainda nos primeiros sinais de agressão.
Outro dado que chama a atenção é que 65% das mulheres assassinadas eram mães, demonstrando que o feminicídio deixa consequências que atingem diretamente crianças, adolescentes e toda a estrutura familiar.
O painel desenvolvido pelo MPSC também reúne informações sobre faixa etária, escolaridade, estado civil, ocupação, raça, existência de filhos, vínculo entre vítima e autor e local do crime. O objetivo é transformar esses dados em instrumentos para orientar políticas públicas e aprimorar a atuação dos órgãos de segurança, do sistema de Justiça e da rede de atendimento às mulheres.
Violência pode ser evitada
Especialistas destacam que o feminicídio raramente acontece de forma repentina. Em muitos casos, ele é precedido por ameaças, violência psicológica, controle excessivo, agressões físicas e outros comportamentos abusivos que se intensificam ao longo do tempo.
Por isso, denunciar os primeiros episódios de violência e buscar apoio junto aos serviços especializados pode ser decisivo para interromper esse ciclo e preservar vidas.
Em Santa Catarina, mulheres em situação de violência podem buscar ajuda por meio da Polícia Militar (190), da Central de Atendimento à Mulher (180), das Delegacias de Proteção à Criança, Adolescente, Mulher e Idoso (DPCAMIs), da Delegacia Virtual, quando disponível para o tipo de ocorrência, além da rede de assistência social existente nos municípios.
0
0
Motorista fica preso às ferragens após grave acidente em Criciúma
Por Ligado no Sul22/07/2026 08h30
Fotos/CBMSC
Um grave acidente de trânsito entre um Chevrolet Astra e um Renault Sandero deixou dois jovens feridos na noite de terça-feira (21), na Rodovia João Cirimbelli, no bairro Sangão, em Criciúma. Uma motocicleta Honda Biz, que passava pelo local no momento do acidente, também foi atingida.
Segundo o Corpo de Bombeiros, o acidente aconteceu por volta das 18h40. O Astra era conduzido por um jovem de 18 anos e o Sandero por um homem de 20 anos. Ambos estavam sozinhos nos veículos.
O motorista do Sandero sofreu os ferimentos mais graves. Ele ficou preso às ferragens, inconsciente e com hemorragia. Para retirá-lo do veículo, os bombeiros utilizaram ferramentas hidráulicas para abrir a parte traseira do carro e cortar os pedais que prendiam seus pés.
Após o resgate, a vítima foi imobilizada e encaminhada pela Unidade de Suporte Avançado do SAMU ao Hospital São José, em Criciúma.
O condutor do Astra também foi socorrido pelo SAMU e levado ao mesmo hospital.
Já o motociclista, de 24 anos, não sofreu ferimentos, apesar de a Honda Biz ter sido atingida após a colisão entre os automóveis.
Além do resgate das vítimas, os bombeiros realizaram o desligamento da bateria do Sandero e a limpeza da pista para garantir a segurança no local. A ocorrência contou com o apoio de Forquilhinha.
Após o atendimento, os veículos ficaram sob responsabilidade da Polícia Militar, que deu sequência aos procedimentos da ocorrência.