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Ligado no Sul
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Candidatos do Sul assumem compromissos com pautas apresentadas pelo Voz Única

Por Ligado no Sul31/08/2026 11h30

O encontro do Voz Única, realizado na sede da Associação Empresarial de Criciúma (Acic), colocou frente a frente representantes do setor produtivo e candidatos a deputado estadual e federal do Sul de Santa Catarina. Mais do que apresentar uma lista de reivindicações, a proposta foi abrir espaço para que os candidatos conhecessem as prioridades definidas pelas entidades empresariais e assumissem compromissos com a região.

Presidente da Federação das Associações Empresariais de Santa Catarina (Facisc), Elson Otto destacou que o Voz Única chega à quinta edição como um instrumento de aproximação entre o setor produtivo e a classe política.

Segundo ele, a iniciativa busca organizar as principais demandas levantadas pelas associações empresariais e transformá-las em uma pauta comum para o Estado.

“O Voz Única foi criado no ano de 2010. Ele está na quinta edição e procura propagar e difundir as necessidades e pleitos do setor produtivo catarinense, além também do interesse comunitário. A gente fala em infraestrutura, educação, segurança pública. São os pleitos que os empresários e empreendedores catarinenses escolheram”, explicou.

Para Otto, a iniciativa também contribui para aproximar empresários e representantes políticos por meio do diálogo.

“O Voz Única é a formação de um diálogo. Nós precisamos nos conectar mais com a classe política, precisamos entender melhor o sistema político do país e estamos levando as demandas não como uma cobrança, mas como uma necessidade de maior diálogo do setor político, tanto do Estado como em nível federal”, afirmou.

O presidente da Facisc também ressaltou que as pautas construídas pelas entidades empresariais não ficam restritas a uma única região. Segundo ele, o movimento reúne demandas que refletem necessidades de diferentes áreas de Santa Catarina e também já levou reivindicações aos candidatos à Presidência da República.

Jorge Koch fala em transformar pautas em ações

Entre os candidatos que participaram do encontro estava o ex-prefeito de Orleans, Jorge Koch (MDB), candidato a deputado estadual. Para ele, o documento entregue pelas entidades reúne uma espécie de retrato das prioridades do empresariado catarinense.

“Eles entregaram uma cartilha para nós e aqui está a voz do empresariado catarinense. Tudo aquilo que o empresariado pensa, principalmente em Santa Catarina e na região Sul, está aqui compilado nesse documento”, afirmou.

Koch disse que, caso seja eleito, pretende utilizar as pautas apresentadas como referência para sua atuação parlamentar.

“Estamos firmes, comprometidos nessa pauta da Facisc, com a pauta da Acic, com os empresários que geram emprego, que geram renda e que colocam toda a economia a girar no nosso Sul. Enquanto candidato a deputado estadual, estaremos lá a partir de novembro, e eu serei parceiro dessa associação, da Facisc, levando tudo aquilo que está nesse documento e transformando em ações”, declarou.

O candidato também defendeu o fortalecimento dos municípios e citou áreas como segurança pública entre as prioridades.

“Sempre gritando menos Brasília, menos Florianópolis e mais municípios. Dessa maneira, como deputado, eu também estarei defendendo o municipalismo, defendendo a segurança pública e, acima de tudo, a Voz Única, que é a voz dos empresários”, disse.

Ulisses Gabriel destaca compromisso com o Sul

O ex-delegado-geral da Polícia Civil de Santa Catarina e candidato a deputado estadual Ulisses Gabriel (PL) também participou do encontro. Ele avaliou positivamente a iniciativa e afirmou que a representação política precisa estar conectada às necessidades da região.

“A gente que vive no Sul, que quer o desenvolvimento do Sul, tem que ouvir os representantes do Sul de Santa Catarina, que têm como objetivo melhorar a nossa região”, afirmou.

Ulisses destacou que pretende direcionar recursos e emendas parlamentares para projetos considerados estratégicos para o desenvolvimento regional.

“Meu compromisso com recursos, emendas parlamentares, vai ser com o Sul de Santa Catarina, para que nós possamos melhorar cada vez mais essa nossa região”, declarou.

Na avaliação do candidato, a participação das entidades empresariais fortalece a construção de projetos comuns.

“As entidades empresariais representam todos os empresários. Quando há uma reunião de entidades associativistas visando um projeto único em prol da sociedade, a gente fica feliz”, afirmou.

Ao falar sobre sua relação com a região, Ulisses resumiu a intenção de manter as demandas do Sul como uma prioridade em um eventual mandato.

“O Sul é o meu país, o Sul é minha região, onde a minha família vive, onde meus pais vivem. Eu acredito que o compromisso com o Sul deve ser uma missão do nosso mandato.”

Uma agenda para acompanhar depois da eleição

Com a participação dos candidatos, as entidades empresariais passam a ter não apenas um documento com as prioridades do Sul, mas também o registro dos compromissos assumidos durante o período eleitoral.

A ideia é que as pautas possam continuar sendo acompanhadas depois da eleição, permitindo comparar os compromissos apresentados pelos candidatos com as ações efetivamente desenvolvidas por aqueles que conquistarem uma vaga no Legislativo.

Confira

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Famílias de Morro da Fumaça têm até esta segunda-feira para utilizar auxílio de uniforme escolar

Por Ligado no Sul31/08/2026 11h00
Foto/Assessoria de Comunicação

As famílias dos mais de 3 mil estudantes da Rede Municipal de Ensino de Morro da Fumaça têm até esta segunda-feira (31) para utilizar o crédito destinado à compra de uniformes escolares. Após a data, os valores que não forem utilizados perderão a validade.

O benefício foi disponibilizado pela Prefeitura no início deste ano e pode ser utilizado nos estabelecimentos comerciais credenciados no município para a aquisição das peças que compõem o uniforme escolar.

O crédito é individual e vinculado ao CPF do estudante. Para realizar a compra, os responsáveis devem apresentar no estabelecimento um documento com o CPF e a data de nascimento do aluno. A loja realiza a consulta no sistema e verifica o saldo disponível para utilização.

A iniciativa busca auxiliar as famílias com os custos relacionados à compra dos uniformes e, ao mesmo tempo, contribuir para a padronização dos estudantes da rede municipal.

O prefeito em exercício, Davi Pellegrin, reforçou a importância de que as famílias utilizem o benefício dentro do prazo. Segundo ele, além de representar um apoio financeiro, o programa também contribui para movimentar o comércio do próprio município.

Com o encerramento do prazo nesta segunda-feira, as famílias que ainda possuem saldo disponível devem procurar um dos estabelecimentos credenciados para realizar a compra antes do vencimento do crédito.

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De DJ a empresário: a virada de André Eleutério entre negócios, fé e propósito

Por Ligado no Sul31/08/2026 10h30
Fotos/Redação

Quem olha hoje para André Eleutério à frente da Exclusivo Consórcios talvez não imagine que boa parte de sua história foi construída entre música, festas e noites viradas. Antes dos negócios, vieram os eventos. Antes da empresa, o DJ. E antes de entender com mais clareza o caminho que queria seguir, houve um período em que André simplesmente sentia que alguma coisa ainda não estava no lugar.

Foi essa história que ele levou ao Fora do Ar com a Guarujá, em uma conversa que passou por dinheiro, empreendedorismo, Estados Unidos, família, fé e escolhas — mas que, no fundo, voltou várias vezes à mesma pergunta: o que faz uma vida ter sentido?

André nunca escondeu que a noite fazia parte do trabalho, mas não necessariamente combinava com quem ele era.

“Eu nunca escolhi trabalhar na noite”, contou.

No começo, acompanhar colegas e aprender o ofício fazia parte do caminho. Vieram as casas noturnas, as festas e a construção do nome como DJ. Mas havia outras possibilidades que faziam mais sentido para ele: aniversários, casamentos, eventos empresariais.

“Aquilo não conversava comigo”, resumiu.

A mudança de cenário veio quando decidiu ir para os Estados Unidos. A viagem acabou representando muito mais do que uma experiência profissional. Foi longe do ambiente que conhecia que André começou a rever escolhas e a perceber que talvez existisse outro caminho.

Hoje, ele admite que poderia ter mudado sem necessariamente deixar o país. Naquele momento, porém, não conseguia enxergar isso.

Foi na fé que André encontrou uma maneira de explicar parte dessa trajetória.

Durante a conversa, ele lembrou a história de Abraão e o chamado para sair da tenda e seguir para uma terra que ainda seria mostrada. Para ele, a imagem representa aqueles momentos em que a pessoa permanece presa ao que conhece e, por isso, não consegue enxergar o que existe além.

A metáfora cabe na própria história de André. Ele saiu do lugar conhecido, atravessou uma fronteira e, no processo, acabou encontrando novas possibilidades.

“Nem sempre Deus vai te mostrar como vai ser”, afirmou. “A direção é importante, mas saber quem vai contigo é muito mais importante.”

A fé, para André, não aparece separada do trabalho. Ela está presente na maneira como ele interpreta decisões, relacionamentos e até o conceito de sucesso.

Quando crescer não é suficiente

Nos negócios, André encontrou no consórcio uma nova frente profissional. Hoje, está à frente da Exclusivo Consórcios, com atuação em Criciúma, Araranguá e Cocal do Sul, além de clientes brasileiros que vivem em diferentes países.

O trabalho também mudou de perfil ao longo do tempo. Segundo ele, muitos dos clientes já possuem patrimônio e procuram o consórcio como uma ferramenta de planejamento e construção patrimonial, e não necessariamente porque precisam comprar um carro ou uma casa imediatamente.

É aí que entra uma palavra que André repete bastante: planejamento.

Para ele, o consórcio não deve ser tratado como dinheiro fácil ou fórmula mágica. “Não existe almoço grátis”, disse durante a entrevista, lembrando que a modalidade também possui custos e taxas.

A diferença, na visão dele, está justamente em conseguir pensar antes de comprar.

“Se tu pode planejar, programar”, defende, o cenário muda.

André também leva esse assunto para empresas, por meio de palestras de educação financeira. A linguagem é propositalmente simples. Segundo ele, muita gente só consegue guardar dinheiro quando existe uma obrigação para pagar.

“Se tu tens boleto, tu paga. Se tu não tem, não guarda dinheiro.”

A frase resume uma das ideias que ele tenta transmitir: organizar a vida financeira antes que as dívidas ocupem todo o espaço disponível.

A conversa, porém, deixou de lado os números por alguns momentos e entrou em um terreno mais pessoal.

André foi questionado sobre como seria sua vida se a história tivesse seguido outro caminho. A resposta o levou diretamente ao conceito de sucesso.

Para ele, ter dinheiro ou ocupar o topo de uma profissão não é suficiente.

“Sucesso não é medido pelo valor.”

A partir daí, ele trouxe uma comparação que resume sua maneira de pensar sobre crescimento. Uma empresa pode crescer muito, mas a questão é saber se está crescendo de maneira saudável.

“Tu pode ter uma empresa que vai crescer, mas ela vai crescer saudável.”

O mesmo vale para a vida profissional. André questiona o que pode ter sido perdido no caminho de quem chega ao topo a qualquer custo.

“Será que tu não deixou ninguém para trás? Será que tu não teve que pisar em alguém para chegar naquele lugar?”

A resposta que ele encontrou para essa equação é simples: crescer, mas sem abrir mão dos princípios.

“Cresça, mas cresça saudavelmente.”

 

O vazio depois da festa

Talvez uma das partes mais pessoais da conversa tenha aparecido quando André voltou à época em que vivia intensamente a noite.

Boates, festas, música e uma rotina que, por fora, poderia parecer movimentada e divertida. Mas, quando chegava em casa, havia outra sensação.

“Chegava em casa, sempre tinha um vazio.”

Segundo ele, essa sensação permaneceu por um período até que sua relação com a fé se aprofundasse.

Foi também nesse processo que começou a pensar de outra maneira sobre aquilo que queria construir. Não apenas uma carreira ou uma empresa, mas uma vida que tivesse coerência com seus princípios.

A pergunta deixou de ser apenas quanto era possível ganhar e passou a incluir o que estava sendo construído no caminho.

O que fica para os filhos

Família também entrou na conversa quando André falou sobre educação financeira.

Ele defende que esse aprendizado precisa começar cedo e contou que já encontrou famílias pensando em criar hábitos financeiros nos filhos desde a adolescência.

Para ele, ensinar a administrar dinheiro é uma forma de evitar que os filhos repitam comportamentos que os pais aprenderam apenas depois de adultos.

A lógica é começar pequeno, criando o hábito de guardar, planejar e entender o valor das escolhas.

“Se a gente não conseguir passar isso pros nossos filhos, vai ser muito difícil.”

É uma preocupação que vai além dos negócios. Afinal, o patrimônio que André fala não é apenas aquele que pode ser medido em reais.

 

 

O DJ que ainda está ali

Apesar da mudança profissional, a música não desapareceu. André continua trabalhando com festas, casamentos e eventos. A diferença é que hoje ele enxerga o trabalho de outra maneira.

Ele conta que não bebe durante os eventos porque está trabalhando e precisa estar atento ao que acontece ao seu redor.

Mais do que tocar música, porém, passou a enxergar a atividade como uma forma de conexão.

No fim da entrevista, Marc resumiu essa transformação em uma frase: “Tu não tá tocando música, tu tá tocando vidas.”

A ideia também vale para o rádio. Uma conversa, uma música ou uma palavra podem alcançar alguém que está ouvindo do outro lado. E talvez seja justamente aí que as duas partes da história de André — a música e os negócios — se encontram.

O conselho para o menino da fotografia

No encerramento, André recebeu uma pergunta que tirou a conversa do presente e o colocou diante de uma fotografia antiga: o que ele diria para aquele menino?

A resposta veio rápida: “Arrisque mais.”

Não se trata, segundo ele, de agir sem pensar, mas de não ignorar aquilo que acredita ser uma direção.

Para explicar, André recorreu novamente a uma história bíblica. Falou sobre José do Egito, que passou por diferentes situações,  de escravo a prisioneiro, até chegar ao lugar que a história reservava para ele.

A leitura de André é que José continuou exercendo seus dons independentemente das circunstâncias.

O conselho, então, ganhou outras palavras:

“Escute mais a voz de Deus, busque realmente o que é certo. Fique na luz, fique na claridade.”

Ao olhar para trás, André não romantiza todos os caminhos que percorreu. Reconhece que poderia ter escolhido outras rotas, mas acredita que cada experiência ajudou a construir quem se tornou.

Hoje, entre o empresário, o DJ, o marido, o pai e o homem de fé, existe uma história que não cabe apenas em um cartão de visitas.

E talvez essa seja a principal ideia que ficou do encontro no Fora do Ar: dinheiro pode ajudar a construir patrimônio, uma carreira pode trazer reconhecimento e uma empresa pode crescer. Mas, para André Eleutério, a pergunta que permanece é outra — o que está sendo construído enquanto tudo isso acontece?

Confira o episódio completo

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BR-101 e gargalo do Morro dos Cavalos lideram pauta das regionais Sul e Extremo Sul no Voz Única

Por Ligado no Sul31/08/2026 10h00
Fotos/Acic

A duplicação da BR-101 e a solução definitiva para o gargalo do Morro dos Cavalos aparecem como prioridade máxima tanto na regional Sul quanto na Extremo Sul de Santa Catarina. Não por acaso, é o problema mais citado pelos empresários das duas regiões no Voz Única 2026, documento que a Federação das Associações Empresariais de Santa Catarina (Facisc) apresentou a candidatos a deputado federal e estadual na sexta-feira, 28, na sede da Associação Empresarial de Criciúma (Acic).

Ao todo, as duas regionais reúnem 176 pleitos — 109 da Extremo Sul e 67 da Sul —resultado de uma consulta que somou 2.434 votos de empresários. Entre esse conjunto, cada regional elegeu seis prioridades que concentram a cobrança feita aos futuros parlamentares.

As seis prioridades da Regional Extremo Sul

1. Conclusão das obras estruturantes para ampliação da capacidade da BR-101, no trecho Sul de Santa Catarina, e de seus acessos, com solução definitiva para o Morro dos Cavalos (infraestrutura rodoviária, aeroviária, portuária e ferroviária — federal)

2. Aquisição de equipamento que permita a operação de voos em condições de neblina no aeroporto de Jaguaruna (infraestrutura rodoviária, aeroviária, portuária e ferroviária — federal)

3. Conclusão das obras de pavimentação asfáltica da SC-108, no trecho entre Anitápolis e Santa Rosa de Lima, até o acesso à BR-282, para consolidar uma rota alternativa ao Morro dos Cavalos (infraestrutura rodoviária, aeroviária, portuária e ferroviária — estadual)

4. Ampliação dos efetivos das polícias Civil e Militar nos pequenos municípios e implantação de cercamento eletrônico (segurança pública — estadual)

5. Ampliação da oferta de cursos técnicos profissionalizantes alinhada às demandas de mão de obra do setor produtivo (educação — estadual).

6. Ampliação do repasse de recursos para custeio dos hospitais da Regional Extremo Sul, para manutenção e ampliação dos serviços (saúde — estadual)

As seis prioridades da Regional Sul

1. Solução definitiva para o gargalo do Morro dos Cavalos na BR-101 (infraestrutura rodoviária, aeroviária, portuária e ferroviária — federal)

2. Implantação de um programa de gestão do Complexo Lagunar e da Bacia do Rio Tubarão, com ações contínuas de desassoreamento e prevenção de cheias (sustentabilidade — estadual)

3. Criação de um sistema regional integrado de segurança pública, com ampliação do efetivo policial e implantação de cercamento eletrônico (segurança pública — estadual)

4. Ampliação do sistema regional integrado de drenagem e saneamento nas áreas urbanas e turísticas da região Sul (infraestrutura de base e serviços essenciais — estadual)

5. Construção de terceiras faixas ao longo da SC-370, nos municípios da Regional Sul (infraestrutura rodoviária, aeroviária, portuária e ferroviária — estadual)

6. Expansão dos serviços de saúde de média e alta complexidade na Regional Sul, com estruturação dos pequenos hospitais (saúde — estadual)

 Comprometimento

“São demandas que vão além do setor empresarial e impactam diretamente o desenvolvimento e a qualidade de vida de toda a região. O Morro dos Cavalos é um exemplo muito claro: há anos convivemos com um gargalo que compromete a mobilidade, a logística e a competitividade do Sul de Santa Catarina”, destaca o presidente da Acic, Franke Hobold.

“Precisamos transformar essas prioridades em compromissos e, principalmente, em ações concretas. A união das entidades e o diálogo com os futuros representantes são fundamentais para avançarmos nessas pautas”, completa o presidente.

A escolha das seis prioridades de cada regional não retira o compromisso com o conjunto completo de pleitos. “Definimos seis pleitos como prioritários, mas o trabalho segue voltado para os 109 pleitos da Extremo Sul. Por isso, precisamos do comprometimento de todos os candidatos”, afirma o vice-presidente da Facisc, César Smielevski, que ressalta o acompanhamento das demandas pela plataforma digital do Voz Única.

O vice-presidente regional Sul da Facisc, Pedro Kuzniecow, salienta que as regionais Sul e Extremo Sul têm muitas demandas iguais e têm as suas particularidades, mas que atuarem juntas faz diferença pelo Sul de Santa Catarina como um todo. “A seriedade na definição dos pleitos garante o alinhamento entre as regionais. Tenho certeza de que os candidatos eleitos que usarem o Voz Única como referência vão ter um ótimo mandato”, considera.

O presidente da Facisc, Elson Otto, explica que o Voz Única é um instrumento democrático que unifica e propaga a voz dos empresários, promove o diálogo, une esforços em prol do desenvolvimento das cidades catarinenses. “Essa não é uma lista de queixas, é uma lista de oportunidades. Não pedimos favor, oferecemos parceria, cooperação e união entre poder público e setor produtivo para que Santa Catarina cresça”, afirma.  Ele também parabenizou os candidatos pela coragem e pela determinação de disputar as eleições deste ano.

Plataforma Voz Única

Através da plataforma Voz Única, os pleitos levantados de forma participativa e colaborativa em todas as regiões serão monitorados. Isso garante que o Voz Única seja um instrumento vivo e contínuo. “O Voz Única não se encerra com a entrega do documento aos candidatos. A Facisc vai acompanhar o cumprimento desses compromissos ao longo do mandato dos eleitos”, reitera o presidente do Conselho Superior da Facisc, Sérgio Rodrigues Alves.

O diretor do Voz Única, Milvo Zancanaro, também destacou a importância do acompanhamento. “A plataforma digital do Voz Única permite que cada empresário acompanhe em tempo real o andamento dos pleitos da sua região. Essa transparência dá força ao documento diante dos candidatos e mantém a cobrança viva depois da eleição”, pontua o diretor.

O roadshow segue por mais sete regiões catarinenses até 17 de setembro, quando o Sistema Facisc apresenta os pleitos estaduais aos candidatos ao Governo do Estado e ao Senado.

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