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Ligado no Sul
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Criciúma: Pedágio Solidário da Nossa Casa será realizado neste sábado

Por Ligado no Sul06/10/2026 11h30
Foto/Assessoria de Imprensa

A edição do segundo semestre do tradicional Pedágio Solidário da Nossa Casa já tem data e hora marcadas. Será neste sábado, dia 10, das 8h até 12h. Durante este período, os voluntários – identificados por coletes – estarão nos principais semáforos da área central e da Avenida Centenário de Criciúma realizando a coleta de donativos. Os valores arrecadados serão destinados a manutenção da instituição e cuidados com os acolhidos.

Quem não passar pelos semáforos ou não tiver dinheiro físico também pode ajudar. É possível fazer doações através da chave pix, que é o CNPJ: 03.181.755/0001-28. O pix estará disponível nos panfletos de divulgação da instituição que serão entregues na abordagem durante o pedágio.

Dentre as demandas atendidas através dos recursos conquistados no Pedágio, englobam alimentação, produtos de higiene e limpeza, além de demandas específicas de suporte aos acolhidos e melhorias no espaço da casa de acolhimento.

“Nós temos muitas demandas contínuas, de itens que possuem muito uso, como proteínas, sabão líquido ou fermento por exemplo. E isso justamente por acolhermos até 20 crianças e adolescentes, sendo esse o nosso quadro atual. 20 acolhidos”, Pontua Ariana Colombo Fortuna, coordenadora da instituição.

A associação recruta pessoas interessadas em atuar como voluntárias nas demandas do evento, principalmente para a coleta nos semáforos. Estudantes universitários que participarem da ação poderão ganhar certificado de participação. A instituição prestará todo o suporte necessário às equipes envolvidas, ofertando café da manhã e almoço no abrigo e reposições de água e material para entrega nas abordagens.

Cabe destacar que o voluntário que participa durante a manhã do Pedágio ganha 12 horas complementares, e quem permanece para a contagem dos valores ganha 15 horas complementares.

Confira os semáforos que serão pontos de coleta do pedágio solidário.
• Av. Centenário: “Praça da Chaminé ”
• Av. Centenário: Próximo ao Posto Barp, Bairro Pinheirinho.
• Av. Centenário: Próximo à Praça da igreja do relógio: “Assembleia de Deus”.
• Entre as Ruas Henrique Lage e Álvaro Catão. Próximo ao Nosso Posto.
• Entre Avenida Centenário e Rua Joaquim Nabuco. Em frente ao Tri Hotel.

Ações como essa fazem parte do calendário anual de eventos da Nossa Casa, sempre com o intuito de angariar recursos para auxiliar no bem-estar dos acolhidos. A meta de arrecadação em doações para esta edição do pedágio é de R$ 12 mil.

Nossa Casa
A Associação Beneficente Nossa Casa é um serviço de acolhimento localizado em Criciúma que há 27 anos atua no cuidado de crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade social. Elas são encaminhadas para a entidade pela Vara da Infância ou pelo Conselho Tutelar e ficam na Nossa Casa tendo seus direitos integrais garantidos até que seja decidido sobre a tutela do acolhido.

A abordagem nos semáforos é permitida pela Secretaria de Assistência Social de Criciúma, conforme a data agendada anualmente e todos os grupos por semáforo tem um ofício que comprova a permissão.

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Orleans chega a 36 focos do mosquito Aedes aegypti em 2026

Por Ligado no Sul06/10/2026 11h00
Foto/Ilustrativa

Orleans chegou a 36 focos do mosquito Aedes aegypti identificados neste ano. O número aumentou após a confirmação de mais um foco nesta segunda-feira (5), no bairro Samuel Sandrini.

Diante dos registros, a Prefeitura de Orleans reforça que a prevenção depende da participação de toda a população. A principal orientação é eliminar qualquer ponto que possa acumular água, já que esses locais podem servir para a reprodução do mosquito transmissor da dengue, zika e chikungunya.

Na última semana, a Secretaria Municipal de Saúde, por meio do setor de Zoonoses, também instalou placas de orientação nos cemitérios de Orleans. Esses espaços exigem atenção especial por concentrarem vasos, recipientes e outros objetos que podem acumular água e favorecer a proliferação do mosquito.

O alerta ganha ainda mais importância no período que antecede o Dia de Finados, em 2 de novembro, quando aumenta a movimentação nos cemitérios e também a quantidade de flores e vasos deixados nos túmulos.

A orientação do setor de Zoonoses é para que a população utilize areia nos vasos de flores e evite qualquer recipiente que possa acumular água. Objetos que não estiverem sendo utilizados devem permanecer virados para baixo, enquanto embalagens e demais materiais precisam ser descartados corretamente.

Além dos cemitérios, os cuidados devem ser mantidos dentro de casa e nos quintais. Pratos de plantas, garrafas, pneus, calhas, baldes e outros recipientes devem ser verificados regularmente para impedir o acúmulo de água.

A Prefeitura reforça que o combate ao Aedes aegypti depende de ações simples e frequentes. A eliminação dos possíveis criadouros continua sendo uma das principais formas de evitar a reprodução do mosquito e reduzir o risco de transmissão das doenças.

Foto/Assessoria de Imprensa – PMO

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Fora do Ar: dos bancos à consultoria de imagem, Tati Gedor conta trajetória de recomeços

Por Ligado no Sul06/10/2026 10h30
Foto/Redação

Uma trajetória iniciada aos 16 anos dentro de uma agência bancária, que passou pelo empreendedorismo, pelo varejo de moda e por uma mudança de estado até chegar a uma nova profissão. A consultora de imagem Tati Gedor foi a convidada do novo episódio do podcast Fora do Ar com a Guarujá e contou como diferentes fases da vida ajudaram a construir o trabalho que desenvolve atualmente.

Paulistana, Tati começou a trabalhar ainda adolescente, como menor aprendiz no Banco do Brasil. Naquele momento, o objetivo era construir uma carreira no setor bancário e conseguir pagar a própria faculdade. O incentivo para estudar vinha principalmente do pai.

“Meu pai sempre me incentivou muito a estudar e trabalhar. Ele dizia: ‘Tu tens que trabalhar e estudar porque eu não tive essa oportunidade. Eu quero muito que uma filha minha consiga se formar na faculdade’. E eu coloquei aquilo dentro de mim. O desejo do meu pai se tornou o meu desejo também”, contou.

Formada inicialmente em Administração, encontrou no marketing uma área que combinava mais com seu perfil. Depois, ingressou no Unibanco e construiu uma trajetória de aproximadamente dez anos no setor bancário. A mudança de São Paulo para o interior, porém, abriu uma oportunidade que ela ainda não enxergava como carreira.

Ao perceber que colegas de trabalho se interessavam pelas roupas diferentes que trazia da capital, Tati começou a comprar peças para vender. “Eu fui a minha primeira cliente e foi aí que o empreendedorismo veio para mim”, relembrou.

O movimento cresceu até a abertura de uma loja. Paralelamente, Tati decidiu estudar Design de Moda. Vieram trabalhos com confecções, produção de catálogos e uma experiência profissional no comércio eletrônico de moda, período em que teve contato com modelos, fotógrafos, produção, vendas, tecnologia e eventos.

 

Um novo começo em Santa Catarina

Anos depois, uma nova mudança alteraria novamente os rumos da carreira. Tati conheceu o atual marido, catarinense, e, após dois anos de relacionamento à distância, decidiu deixar São Paulo e começar uma nova vida no Sul do estado.

“Eu deixei tudo e vim para Santa Catarina começar tudo de novo”, resumiu.

Pouco tempo depois veio a pandemia e, durante esse período, nasceu Helena. Foi justamente após a maternidade que Tati enfrentou uma situação que até então não fazia parte de sua história: a baixa autoestima.

“Depois que Helena nasceu, meu corpo não era o mesmo, eu não me sentia mais a mesma pessoa, minha rotina não era a mesma, eu não me sentia mais bonita”, contou. Durante cerca de três meses, segundo ela, o desconforto foi mantido em silêncio. “Eu não olhava no espelho, eu não me sentia bem.”

A reação veio quando percebeu que poderia utilizar nela mesma o conhecimento acumulado durante anos de trabalho e estudo.

“Eu decidi colocar tudo que eu havia aprendido na minha vida e aplicar em mim. E eu comecei a me sentir melhor, comecei a me ver melhor, comecei a colocar a consultoria de imagem na minha vida”, relatou.

A experiência pessoal acabou se transformando em um novo caminho profissional. Tati buscou especialização, começou a atender as primeiras clientes e encontrou no associativismo feminino uma forma de criar conexões em uma região onde ainda conhecia poucas pessoas.

“Não é só roupa”

Durante a conversa, Tati também procurou desconstruir a ideia de que consultoria de imagem significa simplesmente montar looks, acompanhar tendências ou incentivar a compra de roupas.

Para ela, o processo começa antes do guarda-roupa.

“A consultoria vem trabalhar primeiro o eu, o autoconhecimento. Ensinar essa mulher a se conhecer, quem ela é, o que gosta, o que não gosta e, principalmente, o que comunica quem ela é”, explicou.

Segundo a consultora, mudanças profissionais, maternidade, idade, rotina ou mesmo uma mudança de cidade podem exigir uma nova maneira de se apresentar sem que a pessoa precise abandonar a própria identidade.

“A consultoria é mais profunda do que só montagem de look. Ela é comunicar a história da pessoa por meio da imagem”, afirmou.

Tati também defendeu que conhecer o próprio estilo pode levar a um consumo mais consciente. Em vez de comprar apenas porque determinada peça está na moda, a pessoa passa a selecionar aquilo que realmente combina com sua rotina e identidade.

“Quando você consegue entender o que faz sentido para você ou não, você seleciona melhor, gasta menos e, quando compra, compra mais assertivamente”, destacou.

Associativismo e propósito

A participação em grupos de mulheres empreendedoras também ganhou espaço na entrevista. Quando chegou à região, Tati buscou grupos de networking e passou a integrar o Núcleo da Mulher Empreendedora ligado à associação comercial. O movimento ajudou a construir relações profissionais e também fortaleceu a ideia de compartilhar conhecimento.

“Além de conhecer pessoas, me promover, fazer conexões, foi principalmente para poder compartilhar conhecimento e também aprender, que eu acho que é a parte mais importante quando a gente empreende”, afirmou.

No encerramento do Fora do Ar, Tati foi convidada a imaginar o que diria à menina que foi um dia, ainda na Zona Leste de São Paulo. Em vez de um conselho, preferiu uma confirmação de que aquela trajetória valeria a pena.

“Eu talvez não daria um conselho. Talvez afirmaria para ela continuar, que a gente conseguiu estudar, conseguiu trabalhar e ser feliz, formar uma linda família. E, com tudo isso, a gente conseguiu ajudar outras pessoas, que é o meu maior propósito: com o meu conhecimento, conseguir auxiliar outras pessoas para o seu crescimento também”, disse.

Confira aqui o  episódio completo.

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Orleans: Câmara debate saúde, segurança nas escolas e ações após chuvas durante sessão

Por Ligado no Sul06/10/2026 10h05
Fotos/Redação

A Câmara de Vereadores de Orleans realizou, na noite desta segunda-feira (5), a 38ª Sessão Ordinária de 2026. A pauta reuniu projetos relacionados à saúde, segurança nas escolas, proteção animal e demandas de infraestrutura, além de uma homenagem pelos 45 anos da Academia Orleanense de Letras (ACOL).

Entre as matérias da Ordem do Dia esteve o Projeto de Lei Legislativo nº 18/2026, de autoria da vereadora Marlise Maria Salvador Zomer. A proposta institui a Política Municipal de Educação, Prevenção e Acompanhamento da Dor Crônica e cria a Semana Municipal de Conscientização da Dor Crônica em Orleans.

Outro projeto discutido foi o nº 20/2026, apresentado pelo vereador Joel Cavanholi, que institui o programa municipal “Vivian – Escola que Salva”. A iniciativa é destinada à orientação, prevenção e resposta inicial a situações de emergência e acidentes no ambiente escolar e no transporte de estudantes do município.

Também esteve na pauta um requerimento do vereador Murilo Hoffmann relacionado às fortes chuvas registradas recentemente em Orleans. O documento solicita informações à Defesa Civil sobre danos, medidas e providências adotadas e requer a convocação do diretor da Defesa Civil Municipal, Sr. Alan Andrade Firmiano, para prestar esclarecimentos aos vereadores e à população.

Na área de infraestrutura, uma indicação da vereadora Marlise  Zomer solicita que a Secretaria de Infraestrutura verifique um vazamento de água a céu aberto na Rua José Del Castanhel, no Loteamento João Rabelo, bairro Rio Belo. Segundo o documento, o problema estaria provocando danos na calçada e no loteamento.

A sessão ainda teve a leitura do Projeto de Lei Legislativo nº 21/2026, assinado por vereadores da Casa, que propõe a criação do programa municipal “Adote Mais um Amigo”, voltado à promoção da adoção responsável, proteção e bem-estar animal, com ações de cooperação entre poder público, instituições e sociedade civil.

ACOL celebra 45 anos

A Tribuna recebeu a presidente da Academia Orleanense de Letras, Luiza Liene Bressan da Costa, em razão dos 45 anos de fundação da entidade. Criada em 7 de setembro de 1981, a Academia mantém atualmente nove acadêmicos ativos, de um total de 15 cadeiras, e possui sede junto ao Centro de Eventos Galliano Zomer.

“Me sinto muito feliz e muito à vontade em falar sobre os 45 anos da ACOL. Tenho 20 anos que faço parte do grupo, mas a conheço desde a sua fundação, porque nasci e me criei em Orleans”, destacou Luiza.

Segundo a presidente, a instituição nasceu da iniciativa de pessoas que buscavam preservar e incentivar a produção literária no município.

“Em 1981, no dia 7 de setembro, a ACOL foi fundada por um grupo de pessoas que queriam muito eternizar os fazeres literários de Orleans. Ela é uma instituição quase cinquentenária e a gente sempre esteve junto, próximo à comunidade orleanense”, afirmou.

Luiza também chamou a atenção para o desafio de estimular a leitura entre crianças e adolescentes em um período marcado pelo consumo rápido de conteúdos digitais.

“Hoje nós temos todo um projeto nas universidades de uma alfabetização que se chama alfabetização literária, que é trazer os jovens, adolescentes e crianças, que estão muito digitais, para o mundo da palavra escrita”, explicou.

Para a presidente, a literatura também desempenha um papel importante na maneira como as pessoas compreendem e enfrentam diferentes momentos da vida.

“O escritor nada mais é do que uma pessoa da sociedade que consegue ter um sentimento de mundo”, afirmou.

A participação na Câmara marcou uma das ações alusivas aos 45 anos da Academia Orleanense de Letras e reforçou a trajetória da instituição na preservação e no incentivo à produção literária de Orleans.

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