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Ligado no Sul
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Homem é preso após ameaçar idoso com arma falsa e manter som alto no Centro de Orleans

Por Ligado no Sul18/02/2026 09h00
Foto/Reprodução

Um homem de 50 anos foi preso na tarde desta segunda-feira (17) após ameaçar um idoso com uma arma falsa e manter som alto por vários dias, no Centro de Orleans.

A ocorrência foi registrada por volta das 12h41, na Travessa Ângelo Alberton, e atendida pela Polícia Militar de Santa Catarina, após denúncia de perturbação do sossego.

No local, as vítimas, um homem de 85 anos e uma mulher de 75, relataram que o sobrinho da idosa estaria com o volume do som alto há dias. Ao pedirem para que ele diminuísse o barulho, o homem teria ameaçado o idoso usando uma arma, que depois foi identificada como um simulacro (arma falsa).

Durante a abordagem, o suspeito apresentou resistência inicial, mas acabou colaborando com os policiais. Dentro da casa, foram apreendidos o simulacro de arma de fogo, um aparelho de som e uma pequena porção de cocaína (0,01 grama). Segundo a PM, o homem admitiu ter consumido drogas e bebida alcoólica antes da chegada da guarnição.

Diante da situação, ele recebeu voz de prisão e foi encaminhado à Delegacia de Polícia Civil para os procedimentos legais.

Os idosos permaneceram na residência. Conforme a polícia, ambos apresentavam forte abalo emocional em razão das ameaças.

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Defesa Civil monitora pontos de alagamento após chuva intensa em Cocal do Sul

Por Ligado no Sul18/02/2026 08h30
Foto/ Assessoria de Imprensa – Prefeitura de Cocal do Sul

A forte chuva registrada na tarde desta terça-feira (17) provocou pontos de alagamento em diferentes regiões de Cocal do Sul. A Defesa Civil do município atuou durante todo o período, prestando assistência às famílias e monitorando as áreas mais afetadas.

Os bairros com maior registro de ocorrências foram Jardim Elizabeth, Jardim Itália, Linha Vicentina, Área Industrial 1 e parte da região central. Também houve água sobre a pista no Jardim das Palmeiras e na região do Guanabara. Na Rua Criciúma e nas proximidades da Câmara de Vereadores, a água chegou a invadir algumas residências.

Em três casas localizadas na área central, próximas à Casa do Pão, moradores precisaram deixar temporariamente os imóveis. A Defesa Civil organizou a possibilidade de encaminhamento para abrigo, mas as famílias optaram por permanecer em casas de parentes. Situação semelhante ocorreu no Jardim Itália e no Jardim Elizabeth, onde os moradores decidiram permanecer após a água baixar rapidamente.

Segundo o coordenador da Defesa Civil, Luciano Brolesi, o volume de chuva em curto período foi o principal fator para os alagamentos.

“Tivemos vários pontos afetados. A água desceu com muita força das encostas, aumentando rapidamente o volume nos rios e nas ruas. Em um dos locais, a força da água chegou a derrubar um muro para facilitar o escoamento”, explicou.

A administração municipal reforça que os rios do município passaram por limpeza recente, o que contribuiu para dar maior vazão à água e evitar danos ainda maiores.

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Vídeo: Carro é arrastado por correnteza e fica submerso em córrego em Criciúma; três pessoas são resgatadas

Por Ligado no Sul18/02/2026 08h00
Foto/Reprodução Instagram

Um carro com três pessoas ficou submerso depois de ser arrastado pela correnteza de um córrego na noite desta terça-feira (17), em Criciúma. O caso aconteceu por volta das 20h41, na Rua Celeste Ronchi, no bairro Laranjinha.

Segundo o Corpo de Bombeiros Militar de Santa Catarina, o motorista tentou atravessar o córrego, mas a força da água acabou levando o veículo. O carro foi arrastado, ficou preso entre duas árvores, virou de lado e acabou ficando parcialmente submerso.

Quando as equipes chegaram, encontraram um homem em cima da lateral do carro, já dentro da água, tentando se manter seguro. Já uma mulher estava a cerca de seis metros de distância, agarrada a uma árvore perto da margem.

Os bombeiros entraram em uma área de mata fechada e avançaram pelo terreno irregular até conseguir chegar ao homem e retirá-lo com segurança. Ao mesmo tempo, outra equipe acessou a margem oposta do córrego e conseguiu resgatar a mulher.

A Polícia Militar de Santa Catarina também deu apoio durante a ocorrência, ajudando a manter a segurança no local.

Depois do resgate, as vítimas foram avaliadas e estavam conscientes, orientadas e sem ferimentos aparentes. Nenhuma precisou ser levada ao hospital. Os bombeiros ainda confirmaram que uma terceira pessoa que estava no carro conseguiu sair sozinha e chegar a um local seguro antes da chegada das equipes.

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Santa Catarina tem focos de Aedes aegypti em 75% dos municípios e já soma mais de 1,4 mil casos prováveis de dengue em 2026

Por Ligado no Sul17/02/2026 11h00
Foto/Banco de imagens freepik.

A Diretoria de Vigilância Epidemiológica de Santa Catarina (Dive) identificou focos do mosquito Aedes aegypti em três de cada quatro municípios catarinenses neste ano. O Mapa Epidemiológico Estadual aponta 185 cidades em situação de infestação e outras 42 com presença de criadouros, somando mais de 9,3 mil pontos de reprodução do inseto.

A condição atinge todo o Grande Oeste, Litoral Norte e Vale do Itajaí, além de parte da Grande Florianópolis, Litoral Sul e Planalto Norte. Somente em 2026, mais de 1,4 mil casos prováveis de dengue já foram registrados em Santa Catarina.

O diretor da Dive, João Fuck, avalia que o cenário confirma as projeções feitas para o ano e alerta para a necessidade de reforço nas ações de combate ao mosquito, especialmente durante o verão.

“Nós estamos em um período muito favorável para a reprodução do mosquito, com temperaturas elevadas, as chuvas também marcadas e constantes. É momento de reforçar as ações, até porque o que a gente está vendo está concretizando o que a gente tinha de previsão”, afirmou.

Segundo ele, a expectativa era de aumento na transmissão em relação a 2025, embora sem repetir a magnitude observada em 2024. “Para este ano aqui no estado, a previsão era que a gente tivesse uma transmissão maior do que aconteceu em 2025, mas não na mesma magnitude do que aconteceu em 2024. Então a gente deve ter um impacto maior dessas doenças acontecendo. Os dados começam a mostrar isso, mostrando que essa previsão está se concretizando”, explicou.

O diretor reforça que o enfrentamento depende da participação da população. “Acho que as pessoas precisam entender que o mosquito Aedes aegypti não vem de fora, ele está aqui. Certamente, se cada um fizer sua parte, eliminando os locais do mosquito, a gente consegue prevenir três doenças, que são a dengue e a chikungunya, que estão mais presentes, mas também o zika vírus”, destacou.

Vacinação ampliada

Desde janeiro, a vacinação contra a dengue foi ampliada para os 295 municípios catarinenses, seguindo orientação do Ministério da Saúde.

“O Ministério ampliou para todo o país, orientando que todos sigam essa estratégia nacional, que é vacinar de 10 a 14 anos. Nós fizemos um ajuste na estratégia estadual — estávamos vacinando de 10 a 16 anos em 100 municípios — e voltamos à orientação nacional, vacinando de 10 a 14 anos, ampliando para todos os municípios catarinenses”, explicou João Fuck.

Ele orienta que pais e responsáveis busquem informações junto às secretarias municipais de saúde sobre cronograma e locais de vacinação. “É importante as pessoas ficarem atentas, buscar informação no município sobre quando a vacina vai estar disponível e quais são as unidades que estarão vacinando. Essa é mais uma ação importante. Não vamos proteger a população como um todo, porque a vacinação é restrita aos adolescentes, mas certamente, se a gente conseguir avançar nesse público, protegemos uma parcela da população, evitando especialmente formas graves da doença”, afirmou.

Além da vacinação, a Dive reforça a importância das medidas preventivas para evitar a proliferação do mosquito transmissor da dengue, chikungunya e zika vírus. Entre as recomendações estão eliminar recipientes que acumulem água parada, manter piscinas e caixas d’água devidamente vedadas, guardar pneus em locais cobertos e evitar o acúmulo de lixo e entulho em terrenos baldios.

A orientação é que a população redobre os cuidados durante os meses mais quentes e chuvosos, período considerado crítico para a reprodução do mosquito em Santa Catarina.

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