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Ligado no Sul
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Papo Empreendedor: com tanta tecnologia, o que faz um profissional continuar necessário?

Por Ligado no Sul09/10/2026 11h00
Fotos/Redação

Uma ferramenta capaz de executar em segundos uma tarefa que antes ocupava horas de trabalho pode representar ganho de tempo e produtividade. Mas, junto com as novas possibilidades, surge uma dúvida cada vez mais presente entre profissionais e empresários: se a tecnologia consegue fazer parte do meu trabalho, o que continuará dependendo de mim?

Foi a partir dessa provocação que o Papo Empreendedor desta semana discutiu os impactos da inteligência artificial na carreira, nos negócios e na gestão. A pergunta que conduziu a conversa foi direta: com tanta tecnologia, o que faz um profissional continuar necessário?

Ao lado da apresentadora Anna, quem dividiu a bancada nesta edição foi André Eleutério, convidado como coapresentador do episódio. Empreendedor, palestrante e especialista em consórcio de investimento há quase 14 anos, André viveu sete anos nos Estados Unidos, é bacharel em Teologia e criador do método Propósito Ativado.

O entrevistado foi Jean Carlos de Abreu, administrador, conselheiro do Conselho Regional de Administração de Santa Catarina (CRA-SC), doutor e mestre em Ciências Empresariais. Com experiência em planejamento estratégico, consultoria e projetos de tecnologia para organizações públicas e privadas, ele é autor do livro Mentes, Máquinas e Algoritmos — O novo código da administração no século da inteligência artificial.

Tecnologia deixou de ser apenas um diferencial

A relação de Jean com a tecnologia começou antes mesmo da Administração. Ele contou que iniciou os estudos na área de computação, mas, durante a graduação, percebeu que não queria apenas desenvolver sistemas. Queria liderar profissionais e ampliar o alcance daquilo que poderia construir.

A decisão o levou para a Administração com habilitação em Sistemas de Informação. Desde então, segundo Jean, o aprendizado tornou-se permanente.

“Eu nunca parei de estudar. Nunca. E o estudo não é só Administração e tecnologia, são áreas correlatas também. Qualquer profissão hoje, a tecnologia não é mais um diferencial competitivo”, afirmou.

Atualmente, Jean lidera cerca de 200 profissionais e estima que aproximadamente 85% da equipe trabalhe de forma remota. Para ele, a própria maneira de administrar pessoas mudou e exige métodos capazes de avaliar entregas, organizar tarefas e manter equipes conectadas mesmo à distância.

Na avaliação do administrador, quem ainda mantém resistência às novas ferramentas precisa rever essa relação.

“Você que tem uma certa dificuldade com tecnologia, que às vezes tem uma aversão à tecnologia, vamos revisitar essa página, porque você necessariamente tem que estar próximo à tecnologia”, defendeu.

Um dos exemplos apresentados por Jean durante o programa mostrou, na prática, a velocidade dessa transformação. Ele contou que uma plataforma de gestão de pessoas desenvolvida por seu grupo empresarial levou cerca de três anos e meio para ficar pronta e exigiu aproximadamente R$ 25 milhões em investimento. Mais tarde, com conhecimento técnico e auxílio da inteligência artificial, Jean afirma ter refeito a plataforma, mantido as funcionalidades e acrescentado novos recursos em apenas 22 dias.

“Eu hoje sou um homem de negócio, sou um administrador, não estou mais codando, escrevendo código. Mas, só para a gente ver, estou falando de três anos e meio para 22 dias. Isso não é um conto de fadas, não é alguém querendo aterrorizar a vida de ninguém. Isso é fato”, destacou.

A experiência levou a conversa para uma das principais preocupações provocadas pela inteligência artificial: o medo de perder espaço profissional. André trouxe para o debate justamente a necessidade de enxergar a tecnologia como apoio e destacou o tempo que essas ferramentas podem devolver às pessoas.

“Hoje a IA vem realmente para essa questão de auxiliar as pessoas. Não é uma pessoa que vai concorrer comigo. Ela vai me auxiliar”, avaliou o coapresentador.

Para Jean, a experiência acumulada por quem está há décadas no mercado continua importante, mas não pode servir como justificativa para ignorar as mudanças.

“Nós, empresários, temos que entender que nada é para sempre, que a todo momento precisamos nos reinventar”, afirmou.

Ele também rejeitou a ideia de que a inteligência artificial seja apenas mais uma tendência passageira.

“Não tem outra alternativa senão acompanhar o que está acontecendo. Não é modinha, não é uma onda. É algo que não volta”, disse.

A mudança, segundo Jean, não significa apenas o desaparecimento de determinadas funções, mas uma transformação nas competências exigidas dos profissionais. Nesse processo, aprender a utilizar as novas ferramentas passa a fazer parte do trabalho.

“Não podemos nos acomodar. Nós temos que buscar de uma forma incessante. Dedica dez minutinhos só para experimentar e tu vais ver que é fácil, não tem mistério e facilita a tua vida”, aconselhou.

Da China ao pequeno empresário: como transformar tecnologia em prática

As experiências internacionais de Jean também ganharam espaço no programa. O administrador relatou passagens por diferentes polos de inovação e destacou uma visita à Huawei, na China, como uma das situações que mais o fizeram refletir.

Durante uma apresentação para empresários brasileiros, representantes da companhia lançaram um questionamento sobre a busca por talentos do Brasil.

“Onde estão os gênios brasileiros? Em que região estão os gênios brasileiros? Como nós podemos ter acesso aos gênios brasileiros? Porque nós precisamos dessas pessoas aqui na empresa”, recordou Jean.

A pergunta, segundo ele, provocou uma reflexão sobre a capacidade das empresas e do próprio país de identificar, desenvolver e manter profissionais qualificados.

“Nós empresários, nós empreendedores: onde estão os nossos cérebros? Onde estão nossas mentes brilhantes? E o que eu faço para ter essa mente brilhante?”, questionou.

Jean também defendeu que inovação não depende apenas de grandes estruturas e que mudanças podem começar dentro das próprias empresas e na maneira como cada profissional encara os desafios.

“A mudança de ambiente começa dentro de casa. Faz a tua parte. Começa hoje”, resumiu.

Essa lógica também vale para o pequeno empresário. Durante o programa, Jean procurou afastar a ideia de que inteligência artificial seja uma ferramenta restrita às grandes companhias ou a negócios com equipes especializadas em tecnologia.

Entre as possibilidades citadas estão estruturar um plano de negócio, testar diferentes cenários antes de investir dinheiro, organizar o tempo e avaliar alternativas para alcançar determinado objetivo.

“Usa a IA para fazer um bom plano de negócio, pelo menos para testar um plano de negócio. Monta cenários: e se eu não vender? Eu tenho R$ 6 mil que posso investir? Posso investir meu tempo? Como posso planejar o meu dia para fazer as entregas e conseguir o meu objetivo?”, exemplificou.

Para quem nunca utilizou uma ferramenta de inteligência artificial, a recomendação foi começar pelo básico e experimentar.

“É hoje, não é amanhã. ‘Ah, mas eu estou começando tarde.’ Não. Antes tarde do que nunca. A nossa vida é feita do hoje e agora”, afirmou Jean.

Como coapresentador, André também compartilhou experiências próprias. Ele contou que começou a utilizar inteligência artificial em atividades simples e, com o tempo, passou a incorporar a ferramenta à administração da empresa e ao apoio nas tomadas de decisão.

Ao mesmo tempo, alertou para a necessidade de conferir as informações apresentadas pela tecnologia. André relatou que, em determinada ocasião, pediu à IA frases retiradas de um livro de sua autoria e recebeu conteúdos apresentados como se fizessem parte da obra, embora não tivessem sido escritos por ele.

“Eu perguntei: ‘Essas frases estão no meu livro?’. Não estavam. Então a gente tem que tomar cuidado com isso também”, contou.

A experiência reforçou um dos pontos centrais do episódio: a inteligência artificial pode organizar informações, acelerar tarefas e ampliar possibilidades, mas conhecimento, análise e responsabilidade humana continuam necessários.

“No final do dia, somos nós, humanos”

Ao longo do programa, Jean também falou sobre Mentes, Máquinas e Algoritmos. A obra reúne parte das experiências acumuladas em viagens, empresas e projetos ligados à Administração e à tecnologia.

Foi ao falar sobre a relação entre pessoas e máquinas que o entrevistado resumiu uma das principais mensagens do episódio.

“No centro de tudo estamos nós, pessoas. Pode vir a máquina e querer fazer tudo, mas lá no final do livro, na última página, a gente fala que, no final do dia, somos nós, humanos”.

A resposta à pergunta que abriu o Papo Empreendedor, portanto, passa menos por disputar espaço com a tecnologia e mais pela capacidade de aprender, adaptar-se, questionar e tomar decisões. As ferramentas mudam, algumas tarefas deixam de existir e outras surgem. Mas conhecimento, senso crítico e capacidade de compreender pessoas continuam no centro dessa transformação.

Confira o episódio completo

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Praia do Mar Grosso, em Laguna, é a única do Sul de SC com Bandeira Azul

Por Ligado no Sul09/10/2026 10h30
Foto/Assessoria de Imprensa

A Praia do Mar Grosso, em Laguna, será a única do litoral Sul de Santa Catarina a ostentar a Bandeira Azul na temporada 2026/2027. A certificação internacional reconhece praias e marinas que atendem a critérios relacionados à qualidade ambiental, segurança, infraestrutura, gestão e educação ambiental.

A conquista coloca um dos principais pontos turísticos de Laguna entre os destinos brasileiros aprovados pelo programa para a próxima temporada. Para receber a Bandeira Azul, a praia precisa cumprir uma série de exigências e manter os critérios estabelecidos durante todo o período da certificação.

Entre os itens avaliados estão a qualidade da água, condições de segurança para os frequentadores, gestão adequada do espaço, infraestrutura disponível e desenvolvimento de ações de educação ambiental.

O processo para incluir Laguna no programa começou em 2022. A partir da análise do histórico de balneabilidade das praias do município, cinco locais apresentaram condições para avançar no processo, e o Mar Grosso foi escolhido para participar da fase piloto.

Nos últimos anos, o município passou a desenvolver ações para atender às exigências da certificação. O trabalho envolveu monitoramento periódico da qualidade da água do mar, análises laboratoriais, atividades de educação ambiental, organização de um grupo gestor e adequações na estrutura e sinalização da praia.

As ações tiveram participação da Secretaria Municipal de Turismo e Lazer, Fundação Lagunense do Meio Ambiente (Flama), Secretaria de Obras e demais instituições envolvidas no processo.

Para a secretária municipal de Turismo e Lazer, Barbara Andreadis, a conquista também representa um avanço na promoção turística do município.

“A Bandeira Azul é um marco para o turismo de Laguna e reconhece internacionalmente a qualidade ambiental, a segurança e o compromisso do município com a sustentabilidade. É resultado de planejamento, trabalho conjunto e dedicação de muitas equipes. Mais do que uma certificação, representa um avanço na qualificação de Laguna como destino turístico”, destacou.

Santa Catarina lidera número de destinos certificados

Na temporada 2026/2027, Santa Catarina terá 38 destinos reconhecidos pelo Programa Bandeira Azul, entre praias e marinas, mantendo a liderança nacional em número de certificações.

Em todo o Brasil, foram aprovados 75 destinos em sete estados, sendo 63 praias e 12 marinas.

A cerimônia nacional de entrega da Bandeira Azul está prevista para 6 de novembro, em Florianópolis. A partir da certificação, o Mar Grosso passa a representar o Sul catarinense entre as praias reconhecidas pelo programa na temporada 2026/2027.

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Ulisses Gabriel projeta primeiros 100 dias na Alesc e diz que PL quer estar na majoritária em Orleans em 2028

Por Ligado no Sul09/10/2026 10h00
Foto/Arquivo -Redação

Eleito deputado estadual por Santa Catarina, Ulisses Gabriel (PL) já trabalha na preparação dos primeiros meses de mandato na Assembleia Legislativa. Em entrevista ao Jornal da Guarujá, na manhã desta sexta-feira (9), ele afirmou que pretende iniciar a legislatura com 12 proposições, falou sobre as articulações para a futura Mesa Diretora da Alesc e detalhou projetos voltados ao terceiro setor e à segurança pública.

A política de Orleans também ocupou parte importante da entrevista. Ulisses afirmou que o PL pretende ampliar o número de filiados, fortalecer sua estrutura municipal e chegar às eleições de 2028 disputando uma das vagas da chapa majoritária, seja para prefeito ou vice-prefeito.

“Nós já estamos trabalhando e também com os nossos projetos para os primeiros 100 dias de mandato. Nós temos 12 proposições que serão apresentadas com o intuito de gerar impacto na sociedade catarinense”, afirmou.

Segundo o deputado eleito, uma reunião com o governador Jorginho Mello está prevista para a próxima terça-feira. Entre os assuntos estarão o futuro de Santa Catarina e as articulações envolvendo a presidência e a Mesa Diretora da Assembleia Legislativa.

Questionado sobre quem deverá comandar a Alesc, Ulisses evitou antecipar apoio a um nome e disse que seguirá a orientação do governador, que também preside o PL em Santa Catarina.

“Eu vou seguir o meu líder maior, que é o Jorginho. O governador é quem vai decidir. É ele que é o presidente do nosso partido e eu vou seguir a orientação dele com relação à presidência”, declarou.

Terceiro setor entre as prioridades

Entre os projetos que pretende apresentar está uma proposta voltada às entidades do terceiro setor que atuam em áreas como saúde e educação. Ulisses citou instituições como APAEs, APAS, AMAs, Abadeus, Casa Guido e Bairro da Juventude.

A intenção, segundo ele, é criar mecanismos que permitam o repasse de recursos para ajudar no custeio das atividades desenvolvidas por essas instituições.

“São entidades que fazem um serviço que seria do Estado. Então, a gente precisa criar uma legislação para poder apoiar essas entidades que prestam um serviço altamente qualificado”, explicou.

Outro projeto pretende evitar que vítimas de furto ou roubo de veículos precisem arcar com despesas de guincho e permanência em pátio quando o automóvel é recuperado. A proposta é buscar uma forma de custear esses valores sem transferir o prejuízo ao proprietário do pátio.

Na segurança pública, Ulisses também pretende propor critérios técnicos para a distribuição dos efetivos policiais em Santa Catarina, levando em consideração fatores como população, número de crimes e quantidade e tipos de ocorrências de cada região.

Outra ideia apresentada durante a entrevista prevê incentivar investimentos locais em segurança e saúde por meio de recursos relacionados ao ICMS. Pela proposta apresentada por Ulisses, empresários poderiam direcionar parte do imposto para projetos locais, juntamente com uma contrapartida própria, permitindo investimentos em equipamentos e estruturas.

Ex-delegado-geral da Polícia Civil e ex-delegado em Orleans, Ulisses também falou sobre a situação da Delegacia de Polícia do município. A antiga estrutura foi atingida por um vendaval e, desde então, existe a expectativa pela construção de uma nova sede.

Segundo ele, o projeto prevê reunir Polícia Civil e Polícia Militar no mesmo terreno, em estruturas independentes e adequadas às necessidades das duas corporações.

“Vai ser acelerado isso a partir de agora. Nós estamos na conclusão do projeto. A ideia é fazer uma sede da Polícia Civil junto com a Polícia Militar, duas estruturas no mesmo terreno”, afirmou.

O terreno possui aproximadamente 2,8 mil metros quadrados. Enquanto a obra definitiva não avança, a Polícia Civil deverá passar a atender provisoriamente em um imóvel alugado em frente ao Fórum de Orleans, que está sendo preparado para receber a delegacia.

Ulisses também citou investimentos em estruturas de segurança em outros municípios do Sul catarinense, como Urussanga, Cocal do Sul, Morro da Fumaça e Forquilhinha, além da estrutura do Saer, em Criciúma.

PL quer crescer e disputar a majoritária em Orleans

Ao falar das eleições municipais de 2028, o deputado eleito deixou claro que o PL pretende ampliar sua presença política em Orleans. O trabalho, segundo ele, será desenvolvido juntamente com o presidente municipal da sigla, Gelson Padilha, os vereadores Jana Coan e Joel Cavanholi, suplentes e demais lideranças.

“Nosso grande objetivo em Orleans, junto com o governador Jorginho, é fortalecer o nosso partido. Nós vamos agora começar a fazer uma série de convites para que pessoas se filiem ao PL”, disse.

Ulisses afirmou ainda que o objetivo é chegar a 2028 em condições de disputar diretamente a eleição municipal.

“A gente quer fortalecer o partido, fazer com que ele caminhe a passos largos, em amplo crescimento, para chegar forte em 2028”, acrescentou.

Ulisses fala em composição com Fernando Cruzetta

Questionado sobre uma possível composição com o prefeito Fernando Cruzetta, Ulisses afirmou que existe interesse em construir uma aproximação, destacando a relação do prefeito com o governador Jorginho Mello durante a eleição estadual.

Ao mesmo tempo, fez críticas ao PSD, partido que atualmente ocupa a vice-prefeitura, e afirmou que a legenda não está nos planos do grupo do PL neste momento.

“A gente vai buscar uma composição com o prefeito Fernando, se for possível e sendo um desejo do governador Jorginho, que é o nosso líder maior, mas buscando que nós estejamos na majoritária, seja com candidato a prefeito ou a vice”, afirmou.

Segundo Ulisses, o posicionamento em relação ao PSD está ligado às divergências ocorridas durante o período eleitoral e à falta de apoio ao projeto político do PL.

“Nós gostaríamos de estar com o Fernando, a pedido do governador Jorginho. Mas isso é o que a gente vai construir. Hoje o PSD é vice, e o governador e nós não gostaríamos de estar com o PSD”, declarou.

O deputado eleito ressaltou, no entanto, que as conversas para 2028 ainda estão em estágio inicial. Segundo ele, o PL possui nomes para ampliar sua estrutura no município e novas lideranças estão sendo convidadas a ingressar na sigla.

Cenário nacional

No encerramento da entrevista, Ulisses também comentou a disputa pela Presidência da República. Ao ser informado, durante o programa, sobre os números da última pesquisa AtlasIntel, o deputado eleito afirmou acreditar na vitória de Flávio Bolsonaro, embora projete uma disputa acirrada.

“A gente acredita que o Flávio vai ganhar. Vai ser uma eleição dura, mas de cinco a sete por cento. Não vai ser uma eleição como a de Jair Bolsonaro em 2018, quando venceu com uma diferença maior, e também não vai ser uma pequena diferença como foi entre Lula e Jair Bolsonaro em 2022. Creio que o Flávio vai ganhar com uma margem de cinco a sete por cento”, afirmou.

Confira entrevista completa

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Homem com mandado de prisão é localizado e preso em Orleans

Por Ligado no Sul09/10/2026 09h30
Foto/Reprodução

Por volta das 10h40 desta quinta-feira (8), a Polícia Militar cumpriu um mandado de prisão na Estrada Geral Oratório, no bairro Oratório, em Orleans.

Durante diligências na localidade, os policiais localizaram um homem e realizaram consulta aos sistemas de segurança. A verificação confirmou a existência de um mandado de prisão expedido pela 2ª Vara da Comarca de Orleans, em razão de regressão de regime.

A ordem judicial está relacionada a uma condenação pelo crime de furto qualificado. Conforme as informações repassadas pela Polícia Militar, o homem possuía dois anos de pena remanescente, com determinação de cumprimento em regime semiaberto.

Após a confirmação do mandado, ele recebeu voz de prisão e foi conduzido sem necessidade do uso de algemas.

O homem foi encaminhado ao Presídio Santa Augusta, em Criciúma, onde ficou à disposição da Justiça.

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