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Incêndio atinge cozinha de apartamento em Criciúma
Por Ligado no Sul13/02/2026 09h30
Foto/CBMSC
Um incêndio mobilizou equipes do Corpo de Bombeiros Militar de Santa Catarina no início da noite desta quinta-feira (12), por volta das 18h57, na Rua das Orquídeas, no Residencial Turin, bairro Argentina, em Criciúma.
As chamas atingiram a cozinha de um apartamento localizado no terceiro andar de um prédio residencial multifamiliar de quatro pavimentos. Quando a guarnição chegou ao local, o fogo já havia sido controlado por moradores do edifício.
De acordo com as informações repassadas, populares utilizaram um extintor de pó químico seco do próprio sistema de proteção do prédio para conter as chamas. No entanto, o fogo só foi totalmente cessado após o desligamento da válvula de gás, que fica no primeiro andar do residencial.
O incêndio teve início atrás do fogão, onde a mangueira de gás estava rompida. As chamas atingiram móveis e alguns eletrodomésticos da cozinha, causando danos materiais.
Após a vistoria e a verificação de segurança do local, a equipe deixou o apartamento sob os cuidados da proprietária e retornou ao quartel. Não houve registro de feridos.
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FETIESC firma acordo inédito em SC e reduz jornada para 30 horas semanais sem corte salarial
Por Ligado no Sul13/02/2026 09h00
Foto/Divulgação FETIESC
A Federação dos Trabalhadores nas Indústrias de Santa Catarina (FETIESC) assinou nesta terça-feira, 10 de fevereiro, um Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) pioneiro e, ao que se tem conhecimento, inédito no Estado catarinense. Pela primeira vez, a Federação negociou com os trabalhadores e trabalhadoras a redução da jornada semanal de 44 para 30 horas, sem qualquer impacto salarial.
Após mediação realizada pela FETIESC junto aos trabalhadores, em dezembro do ano passado, a indústria têxtil Techprene, de Garopaba, formalizou o acordo como experiência inicial de seis meses, com possibilidade de prorrogação conforme os resultados alcançados.
A assinatura do ACT ocorreu na sede da FETIESC, em Itapema. Além do presidente Idemar Antonio Martini, participaram o secretário-geral, Ednaldo Pedro Antônio, e o assessor jurídico, Jairo Leandro Rodrigues. Representando a empresa, estiveram presentes a coordenadora de Recursos Humanos, Suely da Silva, e a gerente de produção, Simone Cardoso.
Atualmente, a Techprene emprega 104 trabalhadores e trabalhadoras que já estão sendo beneficiados pela nova jornada. De acordo com Suely, após o primeiro mês de implementação, a empresa realizou ajustes operacionais junto às equipes e já observa resultados positivos.
“Percebemos que, com a carga horária de 44 horas em cinco dias, eles não conseguiam manter o mesmo ritmo de produção. A partir do momento em que reduzimos a jornada, passaram a produzir mais, com mais qualidade. Além disso, garantimos mais qualidade de vida, pois agora eles têm tempo para viver”, destacou.
Segundo ela, a satisfação dos trabalhadores é evidente. Com mais tempo livre, muitos conseguem dedicar-se à família, ao descanso e até realizar pequenos trabalhos informais para complementar a renda.
Durante a assinatura, o presidente da FETIESC, Idemar Antonio Martini, manifestou satisfação e alegria com a iniciativa da empresa. Para ele, trata-se de uma visão ainda rara no Estado, mas que precisa ser amplamente divulgada.
“Essa experiência demonstra que é possível garantir produtividade e sustentabilidade empresarial com uma jornada menor, assegurando mais qualidade de vida e felicidade à classe trabalhadora. Esperamos que esse exemplo inspire outros empresários catarinenses”, afirmou Martini.
O ACT firmado entre a FETIESC e a Techprene representa um marco nas relações de trabalho em Santa Catarina, abrindo caminho para novos modelos que conciliem eficiência produtiva, diálogo social e valorização humana.
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Idoso é detido após matar cachorro a marretadas em Içara
Por Ligado no Sul13/02/2026 08h00
Foto/Reprodução PMSC
A Polícia Militar de Santa Catarina atendeu uma ocorrência grave no fim da tarde desta quinta-feira (12), às 18h15, na Rua Antônio Colonetti, no bairro Jardim Elizabeth, em Içara.
A polícia foi chamada após denúncia de que um homem teria matado o próprio cachorro a golpes de marreta e estaria sendo contido por vizinhos.
No local, testemunhas relataram que o idoso, de 76 anos, teria atacado um pastor alemão de grande porte, depois de ser mordido no braço e nas costas. Após o ocorrido, ele tentou sair de carro, mas foi impedido por um vizinho. Durante a tentativa de contê-lo, o morador também acabou ferido.
O suspeito foi localizado pela guarnição do Tático nos fundos do pátio da casa da filha. Ele apresentava ferimentos compatíveis com mordidas e queda.
O Samu foi acionado e encaminhou o idoso ao Hospital São Donato para atendimento médico. Depois, ele foi levado à Central de Plantão Policial para os procedimentos cabíveis.
A Polícia Científica de Santa Catarina realizou a perícia e fez a remoção do corpo do animal.
O carro utilizado pelo homem foi autuado por estar com o licenciamento atrasado e removido da via.
O caso foi registrado em boletim de ocorrência e segue para investigação.
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Do conhecimento à prática: Quando educação, tecnologia e gestão viram resultado real
Por Ligado no Sul12/02/2026 16h25
Foto/Redação
O programa Papo Empreendedor desta semana reuniu três convidados com trajetórias distintas, mas conectadas por um ponto em comum: a transformação do conhecimento em resultado concreto. Participaram do debate o desenvolvedor e empreendedor Gabriel Castelan, de 20 anos; o pró-reitor de Ensino e Extensão da Unisatc, Jovani Castelan; e o empresário e secretário de Indústria, Comércio e Serviços de Tubarão, Samuel Gonçalves da Silva.
A conversa transitou entre experiências pessoais, formação acadêmica, desafios da liderança e os caminhos para transformar teoria em prática no ambiente empresarial e público.
Tecnologia como negócio escalável
Gabriel Castelan começou a programar ainda adolescente, durante a pandemia. O que surgiu como curiosidade se transformou em carreira e, posteriormente, em negócio. “Comecei a aprender a programar quando meu computador não rodava os jogos que meus amigos jogavam. Em vez de estudar, eu ficava tentando fazer alguma coisinha ali”, relatou.
O primeiro estágio veio na área de programação pela Satc. A partir daí, cursos, faculdade e uma percepção decisiva: a escalabilidade da tecnologia. “Foi ali que eu vi a escalabilidade. Desenvolver um negócio de base tecnológica não tem limitação de estoque, limitação física. Você pode distribuir o teu software para o mundo inteiro”, afirmou.
Hoje à frente da Synapse Soluções Digitais, Gabriel atua com consultoria e desenvolvimento de software, inclusive para clientes dos Estados Unidos e de Portugal. Segundo ele, o diferencial está na organização de dados e na gestão estratégica. “A gente ajuda outras empresas principalmente a organizar dados e informação”, explicou, comparando o serviço a organizar milhares de brinquedos para uma criança entender onde cada um está.
Um dos casos citados foi o de uma oficina mecânica que não tinha controle eficiente de ordens de serviço e estoque. “Organizamos a entrada das ordens de serviço e ele passou a ter visão e relatório das manutenções feitas ao longo do mês”, contou. Para o empreendedor, muitos negócios enfrentam a mesma dor: “O único relatório que têm é a DRE da contabilidade. Mas precisam de dados estratégicos. Existem muitas métricas vaidosas. O desafio é priorizar o que realmente traz eficiência e rentabilidade”.
Sobre o início da trajetória, Gabriel foi direto: “Como eu começo? Simplesmente comece. Você não precisa fazer um documento de três mil páginas. Fatura os teus primeiros ‘pila’ que dali para frente tu vai encontrar o caminho”.
Educação além da formação técnica
Com uma carreira consolidada na educação superior, Jovani Castelan trouxe ao debate uma reflexão sobre lacunas na formação acadêmica. Pró-reitor de Ensino e Extensão da UNISATC, doutor em Engenharia de Minas, Materiais e Metalurgia e com pós-doutorado, ele reconheceu que sua graduação não o preparou para o mundo real. “Faltava despertar o espírito empreendedor. A graduação não me preparou para o mundo do trabalho”, afirmou.
Essa percepção orienta sua atuação na gestão acadêmica. “A gente tenta construir oportunidades para desenvolver a criatividade. Mas criatividade sozinha não resolve. É preciso método, ferramenta, tecnologia e estímulo”, destacou.
Para ele, incentivar o espírito empreendedor não significa formar apenas empresários. “Não queremos formar empresários necessariamente. Queremos formar pessoas que, dentro das empresas, consigam gerar novos negócios, novas oportunidades”.
Ao comentar sua trajetória acadêmica — que passou por design, automação industrial, mestrado e doutorado em engenharia e pós-doutorado em engenharia biomédica — Jovani ressaltou que o caminho não foi linear. “Antigamente o perfil do profissional teria que seguir uma linha. Hoje, essa formação em zigue-zague é valorizada porque precisamos interrelacionar áreas diferentes para construir soluções inovadoras”.
Ele também defendeu a importância do ensino técnico. “O curso técnico é a base para todo profissional. Ele te dá disciplina, responsabilidade. É um legado para a vida”, afirmou, acrescentando que as empresas da região demandam cada vez mais esse perfil.
Gestão, prática e propósito
Samuel Gonçalves da Silva compartilhou a experiência de quem cresceu dentro de uma empresa familiar do setor de moda e, posteriormente, ingressou na vida pública. Formado em Administração e pós-graduado em Gestão Empresarial, ele reconhece o papel da academia, mas com ressalvas. “A faculdade me deu uma base. Mas eu aprendi muito depois que saí dela. Foi 30% do meu conhecimento. Os outros 60% vieram experimentando”, avaliou.
Segundo Samuel, nem tudo o que é aprendido na teoria funciona na prática. “Muita coisa que vi na faculdade, na prática não funcionou. Tive que fazer diferente”, disse. Para ele, a iniciativa é determinante no empreendedorismo. “Às vezes a pessoa tem uma boa ideia, mas não tem iniciativa. E já vi gente com menos estudo pegar uma ideia e fazer acontecer”.
O secretário também destacou que muitos empreendedores surgem em momentos de dificuldade. “Quando a pessoa está bem posicionada, não se arrisca. Mas quando fica desempregada ou enfrenta uma dificuldade, pensa: o que eu tenho a perder? E arrisca”.
Na vida pública, Samuel relatou que o ingresso na política ocorreu de forma orgânica, motivado por propósito. “É questão de valores, de fazer algo diferente”, afirmou. Hoje à frente da Secretaria de Indústria, Comércio e Serviços que também abrange inovação, turismo, Procon e Sala do Empreendedor, ele define a experiência como desafiadora. “O propósito de tudo isso é ajudar o próximo. Quando conseguimos resolver uma situação para um empresário, mesmo que seja algo pequeno, isso traz satisfação”.
Liderança e gestão de pessoas
Encerrando o debate, Jovani refletiu sobre os desafios da liderança. Para ele, o maior deles é a gestão de diferentes visões dentro de uma equipe. “Talvez o maior desafio seja gerenciar os egos. Cada líder da tua equipe tem uma visão de mundo diferente, e a gente precisa congregar isso”, afirmou.
Ele defende o planejamento estratégico como ferramenta de alinhamento, mas reconhece que o trabalho é contínuo. “É diariamente um esforço para fazer as pessoas saírem das suas verdades absolutas e buscar um senso comum”.
Entre as frases que mais escuta e que considera um obstáculo, está a resistência à mudança. “Sempre deu certo assim. Mas o líder precisa olhar diferente e buscar outras experiências para contribuir com a equipe”, concluiu.
Embora os caminhos sejam distintos, tecnologia, educação ou gestão pública, o ponto de convergência está na capacidade de transformar conhecimento em ação concreta, com impacto real nos negócios e na sociedade.
Conheça um pouco mais obre cada um dos entrevistados
Samuel Gonçalves da Silva
Livro que mudou sua vida? Como investir em bolsa de valores – Um guia prático
Um sonho ainda não realizado? Ser vereador
Maior conquista que te enche de orgulho? Ver a minha filha formada em medicina e agora fazendo uma especialização
Medo que te impulsiona a melhorar? O desconhecido
Qual hábito diário mais impacta positivamente sua vida? Café da manhã com minha família
Filme ou série que te inspira a empreender? O Mentalista
Qual conselho você daria ao seu eu mais jovem? Ter separado um pouco mais de tempo para ter visto a minha filha crescer
Qual marca você quer deixar para o mundo? Da honestidade, seriedade e respeito
Música pop ou rock que te dá energia? Titãs
Onde você se vê daqui a 5 anos? Em uma casa bem grande, com muitos cachorros e já com um neto
Jovani Castelan
Livro que mudou sua vida? O Poder do Hábito
Um sonho ainda não realizado? Conhecer a Transiberiana na Rússia
Maior conquista que te enche de orgulho? Está ao meu lado, o meu filho
Qual hábito diário mais impacta positivamente sua vida? Chegar em casa
Filme ou série que te inspira a empreender? À procura da felicidade
Qual conselho você daria ao seu eu mais jovem? Oxigênio e Matemática: Respirar e contar até dez
Música pop ou rock que te dá energia? Comfortably Numb – Pink FLoyd
Onde você se vê daqui a 5 anos? Ainda jogando futebol. Esporte é vida.
Gabriel Castelan
Livro que mudou sua vida? Ansiedade – Como enfrentar o mal do século
Um sonho ainda não realizado? Um grande empreendimento, ter um prédio com o meu nome
Maior conquista que te enche de orgulho? Ter começado o meu próprio negócio
Qual hábito diário mais impacta positivamente sua vida? Atividade física
Filme ou série que te inspira a empreender? Fome do poder
Música pop ou rock que te dá energia? Paralamas do Sucesso
O que seria seu “luxo” essencial? O meu setup de trabalho
Onde você se vê daqui a 5 anos? Quero estar morando na minha própria casa