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Ligado no Sul
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Polícia Militar flagra tráfico de drogas durante rondas em Siderópolis

Por Ligado no Sul11/01/2026 08h00
Foto/Reprodução

A Polícia Militar atendeu uma ocorrência de tráfico de drogas na tarde deste sábado (10), por volta das 16h, no bairro Rio Fiorita, em Siderópolis.

Durante rondas pela região, os policiais flagraram dois homens, conhecidos no meio policial como usuários de drogas, comprando entorpecentes em uma residência que já possuía denúncias relacionadas ao tráfico.

Com um dos abordados, a guarnição encontrou cerca de um grama de cocaína, que teria sido adquirida no local. Diante da situação, os policiais realizaram diligências na residência indicada.

Na casa de um homem de 30 anos, apontado como responsável pelo comércio ilegal, foram apreendidos R$ 3.546,50 em dinheiro, cinco aparelhos celulares, porções de cocaína e maconha, além de uma balança de precisão e materiais utilizados para o fracionamento e embalagem de drogas.

Ainda conforme a Polícia Militar, o suspeito resistiu à prisão, sendo necessário contê-lo. Todos os envolvidos, juntamente com o material apreendido, foram encaminhados à Delegacia de Polícia Civil de Criciúma.

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Saúde SC reforça cuidados para evitar acidentes com animais peçonhentos no período de chuvas

Por Ligado no Sul10/01/2026 12h00
Foto/CBMSC

A Secretaria de Estado da Saúde (SES) alerta para os cuidados com acidentes envolvendo animais peçonhentos — como aranhas, lagartas, serpentes, escorpiões —, principalmente no período que compreende antes e após as chuvas prolongadas. Segundo dados do Centro de Informação e Assistência Toxicológica de Santa Catarina (CIATox/SC), vinculado à SES, foram registrados 6.186 atendimentos referentes a animais peçonhentos em 2025. Em 2024, foram 6.031 atendimentos.

Períodos mais quentes do ano, como primavera e verão, favorecem a maior atividade desses animais, uma vez que eles possuem mais oferta de alimento, aumentam seu metabolismo e se deslocam com maior frequência, saindo de seus abrigos em busca de parceiros para reprodução. Essa época é marcada pelo período reprodutivo de diversas espécies de animais peçonhentos, aumentando o risco de encontros com humanos.

“Animais peçonhentos possuem estruturas corporais adaptadas para inocular seu veneno, como os dentes das serpentes e as quelíceras das aranhas. Eles utilizam seu veneno principalmente para caçar suas presas e, em alguns casos, para se defender de predadores”, explica a bióloga do Ciatox/SC, Taciana Mara da Silva Seemann.

Recomendações de Prevenção

Para minimizar o risco de acidentes, a SES recomenda algumas medidas de precaução:

  • Manter gramados sempre aparados e evitar o acúmulo de entulho, lixo ou materiais inservíveis, que podem oferecer abrigo e fonte de alimento para animais peçonhentos, como roedores, baratas e outros insetos;
  • Cobrir frestas de paredes, forros, muros e instalar telas em saídas de água nos terrenos;
  • Limpar regularmente cantos de paredes, espaços atrás e dentro de armários e guarda-roupas;
  • Verificar calçados, roupas e objetos antes de utilizá-los, especialmente se estiverem armazenados em locais de risco;
  • Utilizar equipamentos de proteção individual (EPIs), como sapatos fechados, botas e luvas resistentes, ao realizar atividades em áreas de risco ou ao manusear materiais suspeitos.

De modo geral, as orientações de prevenção visam evitar o acesso desses animais às áreas residenciais e proteger as pessoas em ambientes considerados de risco.

Atendimento e Orientação

Em caso de acidente, qualquer pessoa pode entrar em contato com o CIATox/SC para obter orientações, diagnóstico e indicação do tratamento adequado. O serviço funciona 24 horas por dia, atendendo profissionais de saúde e a população em geral, com informações educativas e preventivas. O atendimento é gratuito pelo telefone 0800-643-5252.

Principais Espécies

Em Santa Catarina, os principais animais peçonhentos de relevância são serpentes (jararacas, corais verdadeiras e cascavel), aranhas (marrom e armadeira), escorpiões (amarelo e marrom), lagartas (Lonomia obliqua ou taturana hemorrágica) e algumas espécies aquáticas (arraias, bagres e águas-vivas).

A distribuição ocorre em todo o estado, com destaque para a lagarta Lonomia obliqua no Meio-Oeste e Oeste e para o escorpião-amarelo na Grande Florianópolis, Vale do Itajaí e Norte. Acidentes com esses animais exigem avaliação médica imediata, sendo fundamental a identificação correta da espécie para o tratamento adequado.

Para mais informações e orientações sobre identificação das espécies, acesse a página do CIATox/SC: ciatox.saude.sc.gov.br/

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Santa Catarina celebra a primeira safra de vinhos com Denominação de Origem durante a Vindima Goethe

Por Ligado no Sul10/01/2026 11h00
Fotos: Fabiano Limas

Santa Catarina vive um momento histórico com a realização da XVIII Vindima Goethe, nos Vales da Uva Goethe, no Sul do estado. A programação celebra a colheita da uva Goethe, variedade rara e profundamente ligada à imigração italiana, e marca a primeira safra de vinhos com Denominação de Origem (DO) no estado, um reconhecimento inédito para a vitivinicultura catarinense.

Realizada entre os dias 8 e 26 de janeiro, a Vindima Goethe reúne uma programação voltada à valorização da cultura, das tradições e da produção vitivinícola local. “A Denominação de Origem reconhece décadas de dedicação dos produtores e consolida a uva Goethe como um patrimônio vitivinícola brasileiro. A Vindima é uma celebração coletiva, que envolve comunidade, produtores e vinicultores, e agora ganha ainda mais significado com essa conquista histórica”, afirma Patrícia Mazon, presidente da Associação dos Produtores da Uva e do Vinho Goethe (ProGoethe).

A edição de 2026 entra para a história ao marcar a primeira safra de vinhos Goethe com a Denominação de Origem Vales da Uva Goethe, selo que atesta procedência, tipicidade e qualidade, sendo a primeira DO de vinhos em Santa Catarina.

O governador Jorginho Mello foi homenageado pela organização do evento. Na ocasião, o Governo do Estado anunciou apoio à Associação dos Produtores da Uva e do Vinho Goethe (ProGoethe), que completa 20 anos de atuação, com a destinação de R$ 50 mil, por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur).

“Somos um estado rico em diversidade cultural, de festas e tradições em todas as regiões. Aqui no Sul, a colheita da uva e a produção de vinhos de excelência chamam visitantes para conhecer e provar do nosso vinho. Hoje, na Vindima, a gente consegue ver o quanto essa atividade é importante para movimentar a economia das nossas cidades. Eu sou um apoiador desses produtores e fiz questão de estar aqui”, destacou o governador Jorginho Mello.

A prefeita de Urussanga, Stella Talamini, ressaltou o significado da Vindima para o município e para a região. “A Vindima é a celebração da colheita, do trabalho dos nossos produtores e da história construída por muitas mãos ao longo das gerações. Os investimentos do Governo do Estado em infraestrutura e no turismo certamente vão impulsionar ainda mais o desenvolvimento do Sul catarinense, fortalecendo nossa economia e valorizando o território”, afirmou.

Enoturismo, gastronomia e cultura italiana

Mais do que uma festa da colheita, a Vindima Goethe é uma imersão cultural que conecta vinho, território, história, gastronomia e turismo de experiência. A programação da Vindima Goethe valoriza o enoturismo de experiência, com atividades que vão além das degustações. Os visitantes podem participar de colheita e pisa das uvas, jantares harmonizados, noites temáticas, sunsets entre vinhedos, exposições culturais, celebrações religiosas e eventos gastronômicos que resgatam receitas e costumes da imigração italiana.

A edição de 2026 ganha relevância nacional ao apresentar ao público os primeiros rótulos elaborados com a Denominação de Origem Vales da Uva Goethe, selo que certifica procedência, tipicidade e vínculo direto entre o vinho e o território onde é produzido.

Sete vinícolas participam da edição de 2026, distribuídas em quatro municípios do Sul catarinense: Urussanga, Orleans, Nova Veneza e Içara. Integram a programação as vinícolas Damian, Vigna Mazon, Trevisol e De Nonni (Urussanga), Bianco (Orleans), Borgo (Nova Veneza) e Quarezemin (Içara).

A agenda cultural reforça o caráter simbólico da Vindima, com destaque para a Missa para abençoar as mãos que colhem a Vindima do Parque, aberta ao público, e eventos comunitários que celebram o ciclo da colheita e a herança italiana preservada na região.

Um vinho brasileiro único no mundo

Os Vales da Uva Goethe formam um território singular no cenário vitivinícola brasileiro. A região é a única no mundo a produzir vinhos elaborados com a uva Goethe sob Indicação Geográfica e, desde 2025, ostenta a primeira Denominação de Origem de vinhos de Santa Catarina.

Com forte influência da colonização vêneto-italiana, especialmente a partir do final do século XIX, o território reúne paisagens rurais, pequenas propriedades familiares e um modo de produção que alia tradição, inovação e identidade cultural.

A XVIII Vindima Goethe consolida Santa Catarina como um destino emergente do enoturismo nacional e apresenta ao Brasil um vinho autêntico, de origem certificada e profundamente ligado ao seu lugar de nascimento.

A XVIII Vindima Goethe conta com o patrocínio da SETUR, Prefeitura de Urussanga, BRDE, Prefeituras de Nova Veneza e Orleans. Apoio Prefeitura de Içara, SEBRAE/SUL e Epagri, e parceria da UNESC e Eflul.

A programação completa está disponível em www.vindimagoethe.com.br.

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Em apenas 9 horas, Hospital São José de Criciúma realiza três transplantes renais

Por Ligado no Sul10/01/2026 10h00
Foto: Leo Munhoz/Secom

A madrugada da quinta-feira, 8, entrou para a história do Hospital São José, de Criciúma. Em poucas horas, a instituição, que integra a rede estadual de saúde catarinense, realizou três transplantes renais. Um feito pouco comum e que evidencia o alto nível de organização, estrutura e capacidade técnica do serviço do hospital.

Os procedimentos foram realizados a partir de doadores falecidos e envolveram toda a equipe especializada da instituição, consolidando o Hospital São José como referência regional em procedimentos de alta complexidade. Os órgãos foram transplantados em pacientes de Criciúma e de outros municípios da região.

“Não é uma situação frequente, mas quando acontece, mostra o tamanho que o serviço alcançou. Demonstra que o serviço de transplante renal no Hospital São José está consolidado, em pleno crescimento e contamos com uma grande capacidade técnica para atender demandas complexas como essa”, destacou a diretora técnica e coordenadora do serviço de transplantes renais do Hospital São José, Dra. Cassiana Mazon Fraga.

Preparo, agilidade e precisão

A realização de transplantes renais envolve uma complexa engrenagem que funciona de forma precisa e sincronizada. Desde a captação dos órgãos, passando pela logística, avaliação clínica dos receptores, preparo das salas cirúrgicas e atuação das equipes médicas e assistenciais. Cada etapa exige agilidade, conhecimento técnico e tomada de decisão assertiva.

Um trabalho integrado entre a família que autorizou a doação do órgão, a atuação cuidadosa e segura da SC Transplantes e o preparo dos colaboradores envolvidos. Uma união de esforços que tem permitido a construção de novas histórias e marca a saúde do Sul catarinense.

Referência regional desde 2019

Habilitado desde 2019 para a realização de transplantes, o Hospital São José  vem ampliando de forma consistente sua atuação na área. Atualmente, a entidade já soma 131 transplantes renais realizados desde a autorização para o procedimento. O serviço atende a população de Criciúma e de diversos municípios de Santa Catarina.

“Esta é a confirmação de que estamos preparados para crescer ainda mais, fortalecendo nosso papel como referência no Sul de Santa Catarina e ampliando o acesso a um tratamento essencial para pacientes com doença renal crônica. Representa um impacto direto para pacientes e famílias de toda a região Sul de Santa Catarina. A possibilidade de realizar o procedimento mais próximo de casa reduz deslocamentos longos, diminui o desgaste físico e emocional dos pacientes e fortalece a rede de atenção à saúde regional”, salientou a Dra. Cassiana.

Com texto da Assessoria da Comunicação do HSJ

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