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Ligado no Sul
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Urussanga recebe palestra gratuita sobre a contribuição de artistas negros na música brasileira

Por Ligado no Sul12/01/2026 11h30
Foto/Divulgação

 A cidade de Urussanga vai receber, no dia 15 de janeiro, às 18h30, na Casa Amarela do Parque Municipal Ado Cassetari Vieira, a palestra gratuita “A formação da música popular brasileira através de seus artistas negros”, com o pesquisador e doutor em Música Clairton Rosado. O encontro convida o público a refletir sobre o papel fundamental da cultura afro-brasileira na construção da identidade musical do país.

“A proposta é ampliar o olhar sobre a nossa história musical e valorizar a contribuição fundamental de artistas negros na formação da música popular brasileira, um patrimônio cultural que merece cada vez mais reconhecimento”, afirma Clairton Rosado.

Durante a palestra, o pesquisador percorre a trajetória de gêneros que marcaram o repertório nacional, como a modinha, o choro e o samba, destacando personagens essenciais dessa história, entre eles Pixinguinha, Chiquinha Gonzaga, Tia Ciata, Donga, Ismael Silva, Milton Nascimento e Gilberto Gil. A abordagem reúne contexto histórico e análise cultural, evidenciando como os processos sociais influenciaram diretamente a música produzida no Brasil.

O evento integra um projeto cultural viabilizado pelo Prêmio Elisabete Anderle de Estímulo à Cultura – Edição 2024, uma iniciativa do Governo do Estado de Santa Catarina, por meio da Fundação Catarinense de Cultura (FCC), com apoio da Melancia Produções Culturais e Secretaria de Cultura, Turismo e Esporte de Urussanga.

Sobre o palestrante

Clairton Rosado é doutor em Música pela UFRGS e mestre em Artes/Música pela USP. Atua como pesquisador e crítico musical, com estudos voltados à história e à estética da música popular brasileira. Fez a direção artística da I Mostra de Música Erudita Vindima Goethe (2021) e da II Mostra de Música Vindima Goethe (2023), em Urussanga/SC. Já foi diretor de Cultura da Fundação Cultural de Criciúma e desenvolve projetos na área de formação cultural e difusão musical.

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Consórcio imobiliário cresce e se consolida como alternativa ao financiamento tradicional

Por Ligado no Sul12/01/2026 11h00
Foto/Redação

Com a taxa Selic em patamares elevados e sem previsão de queda no curto prazo, o consórcio tem ganhado espaço como alternativa para aquisição de bens e planejamento financeiro no Brasil, especialmente no setor imobiliário. A projeção do mercado indica que, em 2026, o volume de créditos imobiliários comercializados por meio de consórcios deve crescer cerca de 25% em relação a 2025.

De acordo com André Eleutério, CEO da Exclusivo Consórcios, o crescimento do setor nos últimos anos é expressivo. “Em um período de seis anos, o consórcio imobiliário cresceu aproximadamente 300%. Esse avanço não se limita ao setor imobiliário, mas também aparece nos segmentos de automóveis, serviços e produtos”, afirma.

Segundo o executivo, a principal razão para esse movimento é o alto custo do financiamento tradicional. “Com a Selic elevada, os juros ficam muito altos. Em financiamentos de 30 ou 35 anos, o consumidor acaba pagando, no mínimo, o equivalente a três imóveis”, explica.

Esse cenário tem levado os brasileiros a repensarem suas decisões financeiras. Dados do setor mostram que o país possui atualmente cerca de 12 milhões de cotas ativas de consórcio. Há pouco mais de uma década, a cada nove imóveis vendidos no Brasil, apenas um era adquirido via consórcio. Hoje, essa proporção é de um consórcio para cada quatro imóveis comercializados.

Para André, o aumento da adesão está diretamente ligado à mudança de comportamento do consumidor. “As pessoas estão mais conscientes, estão fazendo conta e dando mais valor ao próprio dinheiro. O consórcio surge como uma ferramenta de planejamento, sem juros, apenas com taxa administrativa”, destaca.

Além da aquisição da casa própria, o consórcio tem sido utilizado como instrumento de investimento e organização financeira de longo prazo. Segundo o CEO da Exclusivo Consórcios, há clientes que utilizam cartas de crédito para comprar terrenos, construir imóveis para locação ou formar uma reserva para os filhos iniciarem a vida adulta sem dívidas.

A expectativa para 2026, ano marcado por Copa do Mundo e eleições, é de crescimento contínuo. “São períodos em que o consumo impulsivo aumenta, mas quem prospera é quem planeja e erra menos”, avalia Eleutério.

Os interessados podem entrar em contato com André Eleutério pelo telefone (48) 99636-8820 ou buscar mais informações no site exclusivoconsorcios.com.br ou  nas redes sociais da Exclusivo Consórcios, onde há vídeos e conteúdos sobre planejamento e investimentos.

Confira

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Nova tabela do Imposto de Renda 2026 amplia isenção e reduz imposto para quem ganha até R$ 7.350

Por Ligado no Sul12/01/2026 10h30
Foto/Reprodução Investidor Sardinha

Em vigor desde 1º de janeiro de 2026, a nova tabela do Imposto de Renda (IR) trouxe mudanças importantes que impactam milhões de brasileiros. A principal novidade é a isenção total do imposto para quem recebe até R$ 5 mil por mês, além de uma redução gradual do valor a pagar para rendas de até R$ 7.350.

Apesar das alterações, a tabela tradicional do Imposto de Renda permanece a mesma utilizada em 2025. A diferença está na criação de redutores adicionais, estabelecidos pela reforma do IR, que funcionam como descontos extras aplicados ao cálculo do imposto.

Essas mudanças já valem para os salários pagos a partir de janeiro, com efeito prático nos pagamentos realizados desde fevereiro. O impacto completo será sentido na Declaração do Imposto de Renda Pessoa Física de 2027, que leva em conta os rendimentos de 2026.

Quem fica isento do Imposto de Renda em 2026

Com a nova regra, ficam totalmente isentos do pagamento do IR:

  • trabalhadores com carteira assinada;
  • servidores públicos;
  • aposentados e pensionistas do INSS ou de regimes próprios;

desde que a renda mensal total não ultrapasse R$ 5 mil.

No entanto, quem possui mais de uma fonte de renda deve ficar atento: mesmo que cada rendimento isolado seja inferior a R$ 5 mil, poderá haver imposto a pagar na declaração anual.

Redução do imposto para quem ganha até R$ 7.350

Para quem recebe entre R$ 5.000,01 e R$ 7.350, a nova regra prevê um desconto parcial no imposto:

  • quanto mais próxima a renda estiver de R$ 5 mil, maior será a redução;
  • conforme o valor se aproxima de R$ 7.350, o benefício diminui;
  • acima desse limite, não há desconto adicional.

Essa regra também vale para o 13º salário.

Isenção e redução no cálculo anual

Além da mudança mensal, a Receita Federal também aplicará os redutores no cálculo anual do imposto. Em 2026:

  • quem ganhar até R$ 60 mil no ano ficará isento;
  • rendas entre R$ 60.000,01 e R$ 88.200 terão redução gradual;
  • acima desse valor, não há desconto adicional.

O redutor anual é limitado ao imposto devido, ou seja, não gera restituição extra nem imposto negativo.

Imposto mínimo para alta renda

Para compensar a perda de arrecadação, o governo criou o Imposto de Renda da Pessoa Física Mínimo (IRPFM), que atinge contribuintes de alta renda.

Entram nessa regra pessoas com:

  • renda anual acima de R$ 600 mil (R$ 50 mil por mês);
  • alíquota progressiva de até 10%;
  • rendimentos acima de R$ 1,2 milhão por ano, com alíquota mínima efetiva de 10%.

Segundo o governo federal, cerca de 141 mil contribuintes devem ser afetados.

No cálculo do imposto mínimo entram salários, lucros, dividendos e rendimentos financeiros tributáveis. Já aplicações incentivadas, como poupança, LCI, LCA, fundos imobiliários, heranças, doações e indenizações continuam fora da base de cálculo.

Tributação de dividendos

Outra mudança relevante é a tributação de dividendos, que passa a ter retenção de 10% na fonte, quando o valor recebido ultrapassar R$ 50 mil por mês, pagos por uma única empresa à pessoa física.

A medida não atinge a maioria dos investidores e tem como foco empresários e sócios que recebiam altos valores em dividendos, antes isentos. O imposto retido poderá ser compensado na declaração anual.

Especialistas alertam, no entanto, para possíveis questionamentos judiciais, especialmente em relação a dividendos referentes a lucros apurados até 2025.

O que não muda

As principais deduções continuam valendo, como:

  • dependentes;
  • despesas com educação;
  • desconto simplificado mensal e anual.

De acordo com o governo federal, cerca de 16 milhões de contribuintes serão beneficiados pelas mudanças. O custo estimado da medida é de R$ 31,2 bilhões, valor que deve ser compensado pela tributação da alta renda e dos dividendos elevados.

 

*Com informações da Agência Brasil e Receita Federal

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Senadores pedem prisão domiciliar humanitária para Bolsonaro; Jorge Seif aponta perseguição política e agravamento da saúde

Por Ligado no Sul12/01/2026 10h00
Foto/Agência Senado

Um grupo de cerca de 24 senadores encaminhou, na semana passada, um abaixo-assinado ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), solicitando a concessão de prisão domiciliar humanitária ao ex-presidente Jair Bolsonaro. O pedido tem como base o estado de saúde do ex-presidente e é assinado por parlamentares de diferentes estados, entre eles o senador Jorge Seif (PL-SC).

Em entrevista ao Jornal da Guarujá, Seif afirmou que Bolsonaro reúne uma série de condições que justificariam a medida. Segundo o senador, o ex-presidente é idoso, passou por diversas cirurgias e apresenta um quadro de saúde que vem se agravando nos últimos meses.

“O presidente Bolsonaro é uma pessoa idosa, sofreu uma tentativa de assassinato em 2018, já passou por mais de oito cirurgias, e nós temos visto a saúde dele se degradando. A última cirurgia, inclusive, já aconteceu com ele preso”, afirmou.

O senador também questionou as acusações que levaram à prisão do ex-presidente, especialmente a investigação relacionada à tentativa de golpe de Estado. Para Seif, não há elementos que sustentem a tese.

“Como falar em golpe de Estado de uma pessoa que estava nos Estados Unidos? Um golpe sem arma, sem tanque, sem sangue, num domingo em que todas as autoridades estavam de recesso. É um golpe que nós sabemos que é fake”, declarou.

De forma indireta, Seif avaliou que Bolsonaro não oferece risco à ordem pública nem possibilidade de fuga, o que, em sua visão, reforça a viabilidade da prisão domiciliar. Ele destacou que o pedido encaminhado ao STF já conta com cerca de 24 assinaturas.

“Qual é a possibilidade de ele fugir? Ele não tem condição física para isso. O que estamos pedindo é que ele fique em casa, com a família, com acompanhamento médico e de enfermeiros”, disse.

Durante a entrevista, o senador relatou preocupação com episódios recentes envolvendo a saúde de Bolsonaro dentro da unidade onde está preso. Segundo ele, houve demora no acionamento de atendimento médico após uma queda sofrida pelo ex-presidente.

“Depois desse acidente dentro da cela, demorou demais para chamar a equipe médica. Isso mostra uma leniência (lentidão) do Estado com a saúde dele. Ele bateu com a cabeça, está tossindo muito, vomitando muito, está num estado de saúde gravíssimo”, afirmou.

Seif comparou a situação de Bolsonaro com a de outros ex-presidentes que, segundo ele, receberam tratamento mais flexível da Justiça. Citou o caso de Fernando Collor de Mello, que teve prisão domiciliar concedida por questões de saúde.

“O Collor foi condenado por corrupção, tinha um quadro de saúde bem mais leve do que o do Bolsonaro, e mesmo assim teve a prisão domiciliar concedida. Então, o que estamos pedindo não é nada absurdo”, argumentou.

Questionado sobre a possibilidade de o ministro Alexandre de Moraes atender ao pedido, Seif disse que, apesar das divergências, ainda há expectativa de uma decisão favorável.

“Nós precisamos acreditar. Mesmo sabendo da animosidade e da perseguição visível contra o presidente Bolsonaro, é importante que esse pedido esteja na mesa do ministro”, afirmou.

O senador também citou publicações recentes da família Bolsonaro que mostram o ex-presidente passando mal, com dificuldades para se alimentar, o que, segundo ele, evidencia o impacto físico e psicológico da prisão.

“A injustiça mexe com o emocional de qualquer pessoa e isso acaba refletindo na saúde. Nós tememos, sinceramente, pela vida do presidente se ele continuar preso nessas condições”, disse.

Ao final da entrevista, Jorge Seif reforçou que os senadores estão limitados às vias institucionais e que a decisão cabe exclusivamente ao Judiciário, embora considere o tratamento dado ao ex-presidente inadequado.

“Não dá para compreender como demora quase duas horas para acionar uma equipe médica após a queda de um ex-presidente dentro da Polícia Federal, em Brasília, cercado de hospitais. Isso me parece abandono e descaso do Estado brasileiro”, concluiu.

Confira entrevista completa

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