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Criança de 13 anos presencia prisão da mãe com 41 kg de maconha em Criciúma
Por Ligado no Sul06/03/2026 10h00
Foto/PMSC
A Polícia Militar de Criciúma prendeu uma mulher de 49 anos por tráfico de drogas, corrupção de menor e associação ao tráfico, após a abordagem de um veículo na Via Rápida, na manhã desta quinta-feira, às 7h52.
No carro, um Peugeot 308, foram encontrados 40,990 kg de substância análoga à maconha. Também estava no veículo a filha da condutora, uma adolescente de 13 anos.
A mulher foi presa em flagrante e a menor conduzida à Delegacia especializada. O Conselho Tutelar também foi acionado devido à presença da adolescente no local do crime. Três celulares e o veículo utilizado no transporte da droga foram apreendidos.
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Presença do mosquito da dengue preocupa autoridades de saúde em Orleans
Por Ligado no Sul06/03/2026 09h30
Foto/Banco de imagens freepik.
A Vigilância em Saúde de Orleans divulgou o boletim de zoonoses referente ao mês de fevereiro de 2026, com dados do monitoramento realizado no município no combate ao mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, zika e chikungunya.
De acordo com o relatório, durante o mês foram inspecionadas 393 armadilhas e 10 pontos estratégicos considerados de maior risco para a proliferação do mosquito. Ao todo, 2.079 larvas foram enviadas para análise, sendo 66 identificadas como do mosquito Aedes aegypti. O levantamento também apontou 12 focos do mosquito e cinco denúncias registradas pela Vigilância Sanitária.
Mesmo com as ações de monitoramento e prevenção em andamento, a Secretaria de Saúde alerta que novos focos do mosquito já foram identificados em março. As áreas que exigem maior atenção neste momento são os bairros Centro, Conde D’Eu, Samuel Sandrini e São Gerônimo.
Segundo a Vigilância em Saúde, o combate ao mosquito também depende da participação da população. A orientação é que os moradores reservem alguns minutos da rotina para verificar manter caixas d’água, pátios, calhas, vasos de plantas, garrafas e qualquer outro local que possa acumular água parada. A colaboração de todos é considerada essencial para evitar a proliferação do mosquito e reduzir o risco de casos de dengue no município.
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Big Jack repete conquista histórica e é eleita a melhor cervejaria do Brasil
Por Ligado no Sul06/03/2026 09h00
Foto: Daniel Zimmermann
A cervejaria Big Jack, de Orleans, foi eleita a melhor do Brasil na 14ª edição do Concurso Brasileiro de Cervejas, realizada em Blumenau. A conquista marca o segundo ano consecutivo em que a empresa alcança o principal título da competição, considerada a maior do setor no país.
Ao todo, a Big Jack conquistou 27 medalhas, sendo 12 de ouro, em uma disputa que reuniu cerca de 2,7 mil rótulos inscritos. As avaliações ocorreram ao longo de quatro dias, entre 28 de fevereiro e 3 de março, período em que aproximadamente 70 jurados brasileiros e estrangeiros analisaram as amostras participantes. No total, 175 estilos diferentes de cerveja estiveram na disputa.
Para o empresário Marcelo Dalazen, repetir o título nacional tem um significado ainda maior do que a primeira conquista.
“Ser eleito pelo segundo ano seguido foi ainda mais importante para nós do que o primeiro, porque mostra que não foi sorte ou acaso. Fomos a primeira cervejaria de Santa Catarina a conquistar esse troféu e agora repetimos o feito, o que prova que a Big Jack está consolidada e fazendo um trabalho consistente”, afirmou.
Entre os rótulos premiados, Dalazen destaca especialmente a diversidade de estilos produzidos pela cervejaria, que tem obtido reconhecimento em diferentes escolas cervejeiras tradicionais.
“A Big Jack tem 27 cervejas premiadas e damos bastante destaque para a nossa IPA e também para cervejas de diferentes escolas cervejeiras. Tivemos rótulos premiados das grandes escolas alemã, inglesa, belga e americana. Isso mostra que a Big Jack consegue executar bem vários estilos diferentes de cerveja”, explicou.
Outro destaque citado pelo empresário é a medalha de ouro conquistada com a cerveja Munich Helles, que ficou em primeiro lugar em sua categoria.
“Também destacamos o ouro da nossa Munich Helles, que ficou em primeiro lugar na categoria. A Spaten, por exemplo, é uma cervejaria que existe desde 1397, mais de 100 anos antes do Brasil ser descoberto. Então conquistar ouro nesse estilo é algo muito significativo para nós”, ressaltou.
Segundo Dalazen, o número de medalhas reforça que a cervejaria consegue manter qualidade em diferentes estilos.
“As 27 medalhas mostram que a Big Jack não tem apenas um estilo de cerveja bom. Produzimos vários estilos diferentes. Nosso pub tem 30 torneiras e conseguimos trabalhar bem todas as grandes escolas cervejeiras”, destacou.
O empresário também explicou que o desenvolvimento das cervejas envolve um trabalho coletivo dentro da empresa, reunindo equipe técnica e setor comercial.
“O processo de desenvolvimento das cervejas é discutido em equipe. Participam o mestre cervejeiro, a área comercial e a diretoria. Primeiro definimos o estilo e depois seguimos os parâmetros de cada escola cervejeira. Buscamos até reproduzir as características da água do país de origem. Para uma cerveja alemã, por exemplo, tentamos seguir os parâmetros da água da Alemanha; para uma americana, fazemos o mesmo”, explicou.
Além do reconhecimento nacional, Dalazen afirma que a premiação também tem impacto direto na economia local, ao atrair visitantes de várias regiões do país.
“A visibilidade é enorme. Toda semana recebemos turistas de pelo menos cinco estados do Brasil aqui na cervejaria. Eles vêm conhecer a Big Jack, se hospedam em pousadas e hotéis da região, visitam cafés, restaurantes, farmácias, postos de gasolina. Ou seja, acabam movimentando a economia local”, comentou.
Ele também reforçou a ligação da cervejaria com Orleans, cidade onde a empresa foi criada e se desenvolveu.
“Orleans é a nossa terra natal. É a cidade que nos acolheu, a cidade onde estamos e que a gente ama. A cidade também nos abraça muito. Praticamente todos os estabelecimentos têm cerveja da Big Jack para vender, então somos muito gratos e tentamos devolver um pouco desse carinho”, afirmou.
Após a nova conquista, a empresa já planeja os próximos passos para ampliar sua presença no mercado nacional.
“Os planos para o futuro incluem novos pontos de venda próprios e a possibilidade de uma fábrica no Ceará, algo que estamos estudando e tentando viabilizar. Já temos distribuição na região e talvez o próximo passo seja ter uma unidade de produção no Norte do país”, revelou.
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Trabalhadores decidem manter greve no Hospital Materno-Infantil Santa Catarina, em Criciúma
Por Ligado no Sul06/03/2026 08h29
Fotos/SindiSaúde
Após assembleia realizada na manhã desta sexta-feira (6), trabalhadores da enfermagem decidiram manter a greve no Hospital Materno-Infantil Santa Catarina, em Criciúma. A unidade é administrada pelo Instituto de Desenvolvimento, Ensino e Assistência à Saúde (Ideas).
A paralisação continua mesmo após o pagamento das diferenças do complemento do piso da enfermagem, efetuado na quinta-feira (5). A assembleia, iniciada por volta das 6h30, reuniu os profissionais para avaliar a situação e definir os próximos passos do movimento.
De acordo com o presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Estabelecimentos de Saúde de Criciúma e Região (Sindisaúde), Cleber Cândido, ainda existem pendências que motivaram a decisão pela continuidade da paralisação.
“Hoje pela manhã, em assembleia com os trabalhadores, foi definida a manutenção da greve. Mesmo com algumas situações parcialmente resolvidas, ainda existem pendências que os trabalhadores entendem que só serão solucionadas com a continuidade da paralisação. Por isso, o setor de enfermagem mantém a greve por tempo indeterminado, até que a situação seja resolvida”, afirmou.
Entre os problemas que seguem sem solução estão dívidas relacionadas ao empréstimo consignado de trabalhadores e inconsistências na folha de pagamento, especialmente ligadas ao repasse das diferenças referentes ao complemento do piso da enfermagem.
Segundo Cléber, os trabalhadores decidiram manter o movimento após meses aguardando a regularização completa das pendências.
“Os trabalhadores cansaram de esperar a resolução total dessas questões e decidiram paralisar até que efetivamente essas pendências sejam solucionadas”, afirmou.
Mesmo com a greve, os serviços essenciais seguem mantidos. Os atendimentos na UTI e no Pronto-Socorro funcionam normalmente, enquanto os demais setores do hospital operam com 50% do quadro de trabalhadores, conforme determina a legislação.
Atualmente, o Hospital Materno Infantil Santa Catarina conta com cerca de 320 trabalhadores.