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Ligado no Sul
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Criciúma recebe o STU National e será palco do melhor skate do país em abril

Por Ligado no Sul11/03/2026 10h30
Foto/Arquivo Decom – Prefeitura de Criciúma

Criciúma voltará a ser palco do STU National, circuito brasileiro de skate, pelo sexto ano consecutivo. A etapa ocorrerá de 10 a 12 de abril, no Parque da Prefeitura, reforçando a cidade como uma das principais paradas do skate no país. O evento movimenta a economia, o turismo e a agenda esportiva na região.

Ao longo das últimas edições, a cidade recebeu grandes nomes do esporte, como atletas olímpicos e skatistas de renome mundial. A realização consecutiva do evento consolida Criciúma no calendário nacional da modalidade e aproxima o público de ídolos que inspiram crianças e jovens.

Para o prefeito Vagner Espindola, a continuidade do STU em Criciúma é resultado do planejamento e investimento em esporte, lazer e eventos que projetam a cidade para todo o Brasil. “O STU coloca Criciúma em evidência nacional, movimenta a cidade e fortalece o esporte. A gente trabalha para manter esse evento aqui e, ao mesmo tempo, seguir avançando na estrutura. Depois dessa etapa, vamos fazer uma nova atualização da pista para Criciúma continuar sendo referência”, projeta.

A pista de skate de Criciúma tornou-se referência nacional desde a construção e segue com esse papel. Antes do evento, a organização do STU realiza a manutenção das pistas street e park, a fim de garantir as melhores condições aos atletas e ao público. Após essa edição, a Prefeitura de Criciúma promoverá uma nova reforma para que a cidade continue entre as referências nacionais em estrutura para a prática de skate.

Além das competições, o STU National transforma o Parque da Prefeitura em um ponto de encontro para famílias, jovens e apaixonados pelo esporte, com programação intensa ao longo dos três dias e a presença dos principais skatistas do país.

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Unidades de Saúde de Morro da Fumaça terão atendimento suspenso no período da tarde na sexta-feira (13)

Por Ligado no Sul11/03/2026 10h00
Foto/Romualdo Costa

A Secretaria de Saúde de Morro da Fumaça informa que todas as Unidades Básicas de Saúde do município estarão temporariamente fechadas nesta sexta-feira (13), das 13h às 17h.

A suspensão do atendimento no período da tarde ocorre em razão da implantação de mudanças no sistema e da capacitação das equipes de saúde, com o objetivo de aprimorar os processos internos e qualificar ainda mais o atendimento prestado à população fumacense.

Durante o período da manhã, as unidades funcionarão normalmente, retomando o atendimento regular na segunda-feira (16). Em casos de urgência ou emergência durante o período de fechamento, a orientação da Secretaria de Saúde é que os moradores procurem atendimento no Hospital de Caridade São Roque.

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Oposição critica votação de reforma administrativa em Orleans e aponta falhas no projeto

Por Ligado no Sul11/03/2026 09h30
Foto/Redação

O Projeto de Lei Complementar nº 0001, de 2 de março de 2026, de autoria do Poder Executivo, que trata da estrutura, organização e funcionamento da Prefeitura de Orleans, foi aprovado em primeira votação na Câmara de Vereadores por 6 votos favoráveis e 5 contrários.

A proposta prevê mudanças na estrutura administrativa do município, permitindo novas contratações e a criação das secretarias de Esporte, Cultura e Turismo. O projeto já havia sido apresentado no ano passado, mas acabou sendo reprovado na época por falta de previsão orçamentária.

Com a aprovação em primeira votação, o projeto ainda deverá retornar à pauta na próxima sessão legislativa para segunda e última votação.

Todos os vereadores da oposição votaram contra a proposta. Sobre o tema, o Jornal da Guarujá conversou na manhã desta quarta-feira (11) com o vereador Dovagner Baschirotto (MDB), líder da oposição na Câmara, que explicou os motivos de manter o voto contrário.

Segundo o parlamentar, a análise da bancada levou em consideração tanto o projeto apresentado no ano passado quanto a nova versão encaminhada pelo Executivo. Ele relembrou que, na discussão anterior, uma das críticas foi o fato de diferentes temas estarem reunidos em um único texto.

“Na votação do ano passado a gente analisou o projeto e lembro que a vereadora Mirele (PSDB) se manifestou com relação ao projeto da Famor, que estava todo ele agregado no mesmo projeto. A gente pediu que, quando voltasse para a Casa, fosse desmembrado para a gente analisar e provavelmente votar a favor”, afirmou.

Baschirotto explicou que, nesta nova versão, houve mudanças como a retirada de pontos ligados à Famor, além da exclusão de alguns cargos e redução no valor de gratificações. Mesmo assim, ele afirma que o impacto financeiro ainda preocupa.

“Dessa vez até veio o impacto financeiro nas contas que fizemos, através da retirada da Famor do projeto e também da retirada de alguns cargos que estavam ali e da redução no valor da gratificação. Houve uma redução no impacto financeiro, mas essa redução não é tudo aquilo que se esperava”, disse.

Outro ponto citado pelo vereador foi a identificação de erros de redação no projeto durante a análise.

“Durante a leitura do projeto foram identificados vários erros de redação, inclusive artigos repetidos. Houve um trecho que chamou a atenção, e até o próprio procurador do município, ficou sem entender como aquela redação acabou sendo incluída no texto”, relatou.

Segundo o vereador, a oposição chegou a solicitar que o projeto fosse retirado da pauta para correções. Ele relatou que, na ocasião, foi pedido ao líder do governo, o vereador Osvaldo Cruzetta (PP) que a proposta fosse retirada e reapresentada posteriormente com uma nova redação, para que pudesse ser analisada novamente pelos parlamentares. No entanto, afirmou que houve imposição para que o texto fosse mantido na pauta e levado à votação, mesmo diante dos apontamentos feitos durante a análise.

O vereador também criticou a possibilidade de ampliação da estrutura administrativa, especialmente com a criação de novas secretarias.

“Com relação à criação dos cargos, as secretarias continuam todas de novo. De seis vai passar para nove secretarias. O que era departamento vai virar secretaria e automaticamente vai onerar a folha. Uma coisa é você ser diretor de departamento, outra é secretário”, argumentou.

Além disso, Baschirotto demonstrou preocupação com o que considera ampliação de poderes do Executivo.

“O projeto dá plenos poderes para o Executivo, inclusive em relação ao valor de cargos comissionados através de decreto. Então quer dizer, a Câmara está dando plenos poderes ao prefeito”, afirmou.

Durante a entrevista, o vereador também comentou a mudança de posicionamento do presidente da Câmara, Murilo Hoffmann (Novo), que no ano passado havia votado contra o projeto e agora se manifestou favoravelmente. Segundo Baschirotto, na legislatura anterior Murilo chegou a apresentar um parecer, por meio de seu partido, apontando diversos pontos do projeto, especialmente relacionados ao impacto financeiro, o que resultou em voto contrário. Neste ano, no entanto, ele afirmou que o presidente votou a favor da proposta e teria mencionado, durante reunião das comissões, que não havia lido o projeto, situação que, na avaliação do vereador, gera questionamentos sobre a mudança de posicionamento.

A votação da proposta foi definida justamente pelo voto de desempate do presidente da Casa. Mesmo assim, Baschirotto acredita que o cenário dificilmente deve mudar na próxima sessão.

“Provavelmente o resultado deve se repetir. Eu até tinha uma viagem marcada para Brasília, mas por enquanto ela está adiada. Vou permanecer no município, manter meu voto contrário e espero que até lá os vereadores analisem melhor o projeto”, concluiu.

Caso seja aprovado também em segunda votação, o projeto seguirá para sanção do prefeito e poderá entrar em vigor nos próximos meses.

Confira entrevista completa

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Debate sobre escala 6×1 gera embate entre deputada Júlia Zanatta e ministro Luiz Marinho na CCJC

Por Ligado no Sul11/03/2026 09h00
Foto/Divulgação

Durante audiência realizada nesta terça-feira (10) na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania da Câmara dos Deputados, a discussão sobre a Proposta de Emenda à Constituição que trata da escala de trabalho 6×1 provocou um intenso embate entre a deputada federal Júlia Zanatta (PL-SC) e o ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho.

A reunião teve como objetivo ouvir o ministro sobre os impactos da proposta que busca alterar a jornada semanal de trabalho no Brasil. Durante a rodada de perguntas aos convidados, Zanatta questionou os fundamentos econômicos da proposta e apresentou dados sobre carga tributária, custo do trabalho e produtividade no país.

Em sua fala, a deputada afirmou que o debate sobre qualidade de vida do trabalhador brasileiro precisa considerar o peso da carga tributária e dos encargos trabalhistas. Segundo ela, o principal problema enfrentado pelos trabalhadores não é apenas a jornada de trabalho, mas o baixo poder de compra do salário.

“Aqueles que defendem aumentar a carga tributária são os mesmos que dizem que vão resolver o problema do trabalhador. Isso é um contrassenso”, afirmou a parlamentar.

Zanatta também citou pesquisas públicas que indicam que o valor do salário e as oportunidades de crescimento profissional aparecem entre as maiores preocupações dos trabalhadores brasileiros. A deputada questionou ainda como o governo pretende aplicar políticas semelhantes às adotadas em países com maior produtividade, sem comprometer a geração de empregos no Brasil.

Entre os questionamentos feitos ao ministro estavam:
– se existem estudos técnicos que demonstrem que a redução da jornada de trabalho não resultará em demissões ou substituição por automação;
– como o governo pretende evitar aumento no custo do trabalho por unidade produzida;
– quais medidas estão sendo adotadas para reduzir encargos e aumentar o dinheiro efetivamente recebido pelos trabalhadores.

Durante a resposta, o ministro Luiz Marinho contestou os dados apresentados pela deputada e afirmou desconhecer estudos que apontem aumento da carga tributária no atual governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

“Eu desconheço qualquer estudo de aumento de tributos nesse país. O que fizemos foi diminuir a carga tributária”, declarou o ministro.

A fala gerou reação entre parlamentares da oposição presentes na comissão.

Após a resposta do ministro, Zanatta tentou retomar a palavra para rebater as afirmações, afirmando que os dados mencionados são públicos e podem ser verificados. No entanto, o presidente da comissão, deputado Leur Lomanto Júnior (União-BA), encerrou a intervenção da parlamentar e cortou seu microfone, alegando necessidade de avançar na lista de inscritos.

O episódio provocou protestos de deputados presentes na sessão, incluindo Bia Kicis (PL-DF) e Mauricio Marcon (Podemos-RS), que criticaram a condução da reunião e a impossibilidade de réplica à deputada.

Mesmo com o microfone desligado, Zanatta protestou contra a decisão e afirmou que havia sido constrangida após ter seus dados questionados sem direito de resposta.

Dados sobre carga tributária

Após a sessão, levantamentos jornalísticos e análises econômicas voltaram a ser citados no debate. Estudos e compilações de dados publicados por veículos de imprensa e institutos independentes apontam que, desde o início do atual mandato presidencial, foram anunciadas diversas medidas de criação ou elevação de tributos no país.

Levantamentos indicam que o governo federal anunciou 30 medidas de criação ou aumento de tributos desde 2023, o que representa uma média aproximada de uma nova medida tributária a cada 37 dias.

Entre as medidas mencionadas nos estudos estão mudanças em impostos sobre combustíveis, operações financeiras, importações, fundos exclusivos, apostas eletrônicas e compras internacionais.

A discussão sobre a proposta deve continuar nas próximas semanas na Câmara dos Deputados.

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