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Ligado no Sul
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CasaPronta Tubarão 2025 abre as portas com 80 expositores e programação gratuita no Farol Shopping

Por Ligado no Sul04/06/2025 11h30
Foto/Arquivo -Divulgação

Começa nesta quarta-feira (4), a 13ª edição da CasaPronta Tubarão, feira consolidada como o maior evento do setor de casa, construção e decoração do Sul de Santa Catarina. Realizada no Farol Shopping, a mostra segue até o domingo (8) e traz uma estrutura montada especialmente para receber cerca de 80 empresas expositoras dos mais variados segmentos do setor, além de oferecer uma programação paralela de palestras e rodadas de negócios — tudo com entrada totalmente gratuita.

Segundo a organização, a expectativa é de receber milhares de visitantes ao longo dos cinco dias. A feira ocupa uma área de aproximadamente 4.500 metros quadrados, montada no estacionamento do shopping, com fácil acesso, estacionamento coberto e toda a comodidade da estrutura comercial do local. “A CasaPronta Tubarão é um evento que cresce a cada ano e que se tornou essencial para o setor na região. Estamos reunindo aqui empresas que trazem o que há de mais atual em tecnologia, inovação e design, seja em revestimentos, mobiliário, iluminação, automação ou materiais para construção”, destaca a organizadora da feira, Jaqueline Backes, diretora comercial da NossaCasa Feiras e Eventos.

Ela ressalta que a feira é pensada para todos os públicos, não apenas profissionais da área. “Temos aqui desde arquitetos, engenheiros, lojistas e construtores até o consumidor final, famílias que estão construindo ou reformando e querem conhecer novas soluções e tendências. Todos são bem-vindos, e o evento é totalmente gratuito. Essa é uma oportunidade única para comparar produtos, conversar diretamente com fornecedores e, claro, fechar bons negócios”, completa.

Feira gratuita, ambiente seguro e oportunidades reais de negócio

Além da área expositiva, a CasaPronta conta com rodadas de negócios e uma programação de palestras técnicas e institucionais, voltadas à atualização profissional e ao estímulo ao networking entre empresas, fornecedores e clientes. “Criamos uma programação paralela que valoriza a capacitação e o relacionamento profissional. A feira é um grande ponto de encontro para o setor, mas também um espaço de conhecimento”, explica Jaqueline.

A localização dentro do Farol Shopping também é um diferencial estratégico. “É um casamento que deu certo. O visitante pode aproveitar toda a estrutura do shopping, com praça de alimentação, lojas, banheiros, segurança. E quem vem ao shopping acaba entrando na feira também. É uma forma de democratizar o acesso a um evento de alto nível técnico, mas com clima leve e familiar”, afirma.

Criada em 2011, a CasaPronta Tubarão chega à sua 13ª edição como uma das principais vitrines de negócios do interior de Santa Catarina, fomentando a economia regional ao aproximar empresas locais, estaduais e nacionais dos consumidores do Sul do estado. “É uma grande oportunidade para os expositores mostrarem seus produtos e ampliarem sua rede de contatos. Para quem visita, é uma chance de encontrar tudo o que precisa para sua casa ou obra em um só lugar, com atendimento especializado e possibilidade de negociar diretamente com fabricantes e representantes”, reforça Jaqueline.

A feira também movimenta a rede hoteleira, restaurantes e o comércio da cidade, com impacto direto no turismo de negócios.

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Polícia Militar, Corpo de Bombeiros e Conselho de Segurança promovem roda de conversa sobre segurança no Loteamento Orlando Bussolo, em Orleans

Por Ligado no Sul04/06/2025 11h00
Foto/Reprodução

Nesta quarta-feira (4), a Polícia Militar de Orleans, em parceria com o Corpo de Bombeiros, o Conselho Municipal de Segurança e a Polícia Civil, realiza uma roda de conversa para debater os principais problemas de segurança pública no Loteamento Orlando Bussolo, antigo Cohab João de Barro. O encontro busca estreitar o diálogo entre as forças de segurança e a comunidade local para identificar demandas e buscar soluções conjuntas.

Em entrevista ao Jornal da Guarujá na manhã desta quarta-feira, 4, o subcomandante da Polícia Militar de Orleans, sargento Helder Oliveira, explicou a motivação para a realização da roda de conversa: “A gente tem mantido contato com lideranças do bairro e a comunidade para entender quais são as principais demandas e problemas relacionados à segurança que eles enfrentam. Muitas vezes, as pessoas sentem que determinadas situações acontecem no dia a dia e nem sempre têm um canal para comunicar ou para receber respostas. Por isso, decidimos promover esse momento para ouvir, entender e planejar ações”.

O sargento destacou que a iniciativa surgiu também a partir da mobilização do Conselho Comunitário que reúne moradores e representantes de entidades para atuar em parceria com os órgãos públicos. “O Conselho tem um papel fundamental na articulação entre a comunidade e as instituições, como a Polícia Militar, a Polícia Civil e o Corpo de Bombeiros. É ele que recebe as demandas, organiza as reuniões e encaminha as informações para que possamos atuar de forma mais efetiva”, explicou Helder.

Segundo ele, durante o encontro, a comunidade terá a oportunidade de apresentar denúncias e relatos diretamente às autoridades presentes, que por sua vez vão expor as ações já realizadas e as políticas públicas disponíveis no município para segurança, prevenção e combate à criminalidade. “A ideia é que a comunidade traga os problemas do cotidiano, para que possamos trabalhar juntos, ajustando estratégias e buscando soluções que atendam às necessidades reais do bairro”, afirmou o subcomandante.

O sargento também ressaltou a importância do envolvimento de outros órgãos, como o Corpo de Bombeiros e a Polícia Civil, para que o diálogo seja amplo e as respostas às demandas sejam integradas. “Não é só a Polícia Militar que atua na segurança. O Corpo de Bombeiros, por exemplo, é parceiro em situações de emergência e prevenção, e a Polícia Civil trabalha na investigação. Com todos juntos, conseguimos dar um atendimento mais completo à comunidade”, destacou.

Sobre a participação, Helder convidou todos os moradores a comparecerem à roda de conversa, que será realizada a partir das 19 horas no Centro Comunitário do bairro. “É um momento aberto para que a população possa se manifestar, apresentar suas preocupações e colaborar para que as ações de segurança pública sejam cada vez mais eficazes. A comunidade é parte essencial dessa construção”, concluiu.

Confira entrevista completa

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GAECO deflagra a 5ª fase da Operação Sodalitas Finis no combate às organizações criminosas

Por Ligado no Sul04/06/2025 10h30
Foto/MPSC

Na manhã desta quarta-feira (4), o Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas (GAECO), em apoio à 3ª Promotoria de Justiça da Comarca de Xanxerê deflagrou a 5ª Fase da Operação “Sodalitas Finis”. Estão sendo cumpridos 43 mandados de prisão preventiva e 51 mandados de busca e apreensão contra suspeitos de integrarem uma organização criminosa expedidos pela Vara Criminal da Comarca de Xanxerê.

As ordens judiciais estão sendo cumpridas de forma simultânea nas cidades de Chapecó, Xanxerê, Lages, Mafra, Ponte Serrada, Abelardo Luz e Faxinal dos Guedes. O objetivo principal desta operação é desarticular as atividades de uma organização criminosa que atua tanto na cidade de Xanxerê quanto nessas outras cidades do Estado.

Na operação o GAECO conta com o apoio externo das Polícias Militar e Civil, que designaram para a missão operadores do Batalhão de Operações Policiais Especiais (BOPE) e da Coordenadoria de Operações e Recursos Especiais da Polícia Civil (CORE), além dos núcleos de operações com cães dessas instituições, apoio aéreo do SAERFRON, Polícia Penal, Corpo de Bombeiros Militar e da Guarda Municipal.

O efetivo mobilizado para essa fase da operação é de 5 membros do MPSC, 84 integrantes do GAECO, 117 Policiais Penais, 58 Policiais Militares, 40 da Policiais Civis, 4 Bombeiros Militares, 5 Policiais Científicos e 2 Guardas Municipais de Chapecó, totalizando 315 agentes que estão nas ruas e em unidades prisionais cumprindo as ordens judiciais.

Resultados da Operação   

Nas quatro primeiras fases da operação “Sodalitas Finis” foram deflagradas, respectivamente, em 22 de agosto de 2023, 09 de fevereiro de 2024, 10 de abril de 2024 e 06 de fevereiro de 2025, e seus subsequentes desdobramentos, resultaram na prisão de 173 pessoas.

Com o cumprimento dessas 43 prisões preventivas, determinadas contra investigados de integrarem uma organização criminosa, foi alcançado um total de prisões para 216, o que representa um importante avanço da Operação “Sodalitas Finis”.

Nas outras quatro fases da operação as ações resultaram na apreensão de diversas armas de fogo, munições, mais de 600 mil reais em dinheiro, além de uma grande quantidade de entorpecentes, incluindo cocaína, maconha e crack.

A Operação “Sodalitas Finis” é resultado de meses de uma complexa investigação, que conta com a colaboração e união de esforços de diversas forças de segurança pública do Estado, representando uma resposta direta e efetiva contra as atividades do crime organizado no Estado de Santa Catarina.

Operação “Sodalitas Finis” 

O nome “Sodalitas Finis”, ou “o fim do grupo” em tradução livre, foi escolhido em alusão à meta principal desta operação: desarticular as atividades desta organização criminosa, inicialmente, na cidade de Xaxim e região próxima a Chapecó, cujos criminosos são responsáveis por uma ampla variedade de crimes graves, incluindo tráfico de drogas em larga escala, homicídios, roubos, entre outros.

A Polícia Científica de Santa Catarina também presta apoio com vistas a preservação da cadeia de custódia no tocante as evidências arrecadadas de interesse investigativo.

A investigação tramita em sigilo e, assim que houver a publicidade dos autos, novas informações poderão ser divulgadas.

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Governo assina primeira PPP de SC e aposta na aviação para impulsionar a região Sul

Por Ligado no Sul04/06/2025 10h00
Foto/Eduardo Valente-GOVSC

Na manhã de terça-feira, 3, o governador Jorginho Mello assinou o contrato de concessão do Aeroporto de Jaguaruna à iniciativa privada, consolidando a primeira parceria público-privada (PPP) da história do Governo de Santa Catarina no setor. A gestão do aeroporto passará a ser feita pelo Consórcio Regional Sul Airport, vencedor do leilão realizado na B3, com um contrato válido por 30 anos.

A nova concessionária será responsável pela exploração, manutenção e expansão do terminal. Ao longo do período, o investimento total poderá ultrapassar os R$ 70 milhões, incluindo reformas no terminal de passageiros e eventual alargamento da pista de pouso. A expectativa é de que o aeroporto se torne um polo regional mais moderno e eficiente, fortalecendo a malha aérea do Sul catarinense.

Em entrevista concedida ao Jornal da Guarujá nesta quarta-feira, 4, o secretário de Estado de Portos, Aeroportos e Ferrovias, Beto Martins, comemorou o avanço. “Ontem foi um dia de apresentar um resultado efetivo para Jaguaruna, que durante muito tempo viveu na lenga-lenga. Um dia a companhia aérea vinha, outro dia saía. Agora, com essa concessão, damos um passo importante para consolidar o aeroporto como referência regional”, afirmou.

O terminal vinha sendo alvo constante de críticas por parte de usuários devido à infraestrutura limitada. “O principal gargalo do aeroporto hoje é o terminal de passageiros, pequeno e incompatível com a demanda da região. Essa será a primeira prioridade do plano de investimentos”, garantiu Beto Martins.

Mais voos e preços competitivos

Atualmente, a Latam realiza um voo diário entre Jaguaruna e São Paulo (Guarulhos). Com a nova gestão, a malha aérea será ampliada gradualmente. “A partir de junho teremos mais três voos semanais, e em outubro, cinco. Ou seja, de segunda a sexta, haverá dois voos diários. Isso representa um aumento de 70% na oferta em relação ao que tínhamos antes”, destacou o secretário.

Outro ponto que costumava desestimular os usuários era o preço das passagens. Martins refutou essa crítica, reforçando que, com antecedência, é possível encontrar tarifas acessíveis. “Se você buscar uma passagem com três ou quatro meses de antecedência, encontrará valores a partir de R$ 350 ida e volta. Hoje não há mais desculpas para não usar Jaguaruna.”

A expectativa é que a movimentação salte dos atuais 135 mil passageiros por ano para uma média de 188 mil. “Estamos em campanha forte para que a população do Sul abrace o aeroporto como sua principal alternativa aérea”, disse.

Investimento e autossustentabilidade

Segundo o secretário, a concessão prevê investimentos obrigatórios de R$ 38 milhões por parte da concessionária, com possibilidade de aumento conforme as necessidades operacionais. O Estado, por sua vez, poderá aportar até R$ 2,02 milhões conforme as entregas forem sendo executadas, além de uma contraprestação anual de até R$ 158 mil. “Nosso grande objetivo é tornar o aeroporto autossustentável. Para isso, é fundamental que os catarinenses passem a usar Jaguaruna como primeira opção. Florianópolis está lotado, tem incertezas de acesso. Já Jaguaruna é próxima, segura e com boa malha aérea. Agora é uma questão de cultura”, pontuou.

A pista de 2.499 metros – a maior do estado em comprimento – poderá ser alargada futuramente, caso haja necessidade de receber aeronaves maiores. Hoje, ela já comporta voos com aviões Airbus e Boeing 737.

Modelo de gestão portuária também foi pauta

Durante a entrevista ao Jornal da Guarujá, o secretário também falou sobre o cenário portuário catarinense, especialmente a recente mudança na administração do Porto de Itajaí, que passou da gestão municipal para o controle direto do governo federal, agora sob responsabilidade da Companhia Docas de Santos.

Com mais de 37 anos de experiência no setor logístico, o secretário preferiu uma análise técnica, evitando a politização do tema. “O papel que desempenho no governo é técnico. O governador Jorginho me chamou justamente pela minha experiência no setor portuário, e é com base nessa vivência que eu digo: os portos que mais deram certo no Brasil são os que tiveram uma gestão próxima da sociedade e da comunidade”, afirmou.

Martins citou como exemplo os portos de Imbituba e São Francisco do Sul, delegados ao Governo do Estado de Santa Catarina, que segundo ele, vivem um ciclo de expansão e impacto direto na economia local. “Fui prefeito de Imbituba de 2005 a 2012. Quando assumi, o porto movimentava 200 mil toneladas por ano. Hoje são mais de 8 milhões. Isso mudou a cidade. Mais de 60% da economia de Imbituba gira hoje em torno do porto. A arrecadação da prefeitura cresceu, os investimentos vieram. Tudo porque houve gestão próxima, ativa, presente.”

Sobre o caso de Itajaí, o secretário mostrou preocupação com o novo modelo. “Hoje o Porto de Itajaí está sendo administrado pelo Porto de Santos, o maior concorrente do Sul. É um modelo difícil de acreditar. Como é que alguém em Santos, a quase mil quilômetros de distância, vai conseguir entender e atender com agilidade a realidade de Itajaí?”

Apesar da promessa federal de criar uma Companhia Docas própria para Santa Catarina, Martins considera que tempo e oportunidades já foram perdidos. “Sim, agora vão criar a Companhia Docas de Itajaí, mas muito tempo já se perdeu. Quando você tem uma administração local, presente no dia a dia do porto, as chances de sucesso são sempre maiores. E a decisão final, todos devem entender, é da União — os portos públicos pertencem ao governo federal. Ele pode administrar diretamente, ou delegar para estados, municípios ou a iniciativa privada.”

O secretário finalizou destacando que, até o momento, Itajaí será o único porto público de Santa Catarina sob gestão direta do governo federal, enquanto os demais seguem sob modelos descentralizados com bons resultados.

Confira entrevista completa

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