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Mesmo diante da crise, setor orizícola catarinense dá início à colheita unido em busca de melhorias
Por Ligado no Sul26/01/2026 09h30
Foto: Francine Ferreira
Em um cenário marcado por dificuldades econômicas severas, o setor orizícola catarinense demonstrou força e união na 8ª Abertura Oficial da Colheita do Arroz de Santa Catarina, realizada nesta sexta-feira, 23, na Fazenda Limoeiro, em São João do Itaperiú. O evento, que marca simbolicamente o início da safra 2025/2026 e conta com a participação ativa do Sindicato das Indústrias de Arroz de Santa Catarina (SindArroz‑SC), reuniu produtores, lideranças institucionais, pesquisadores, representantes das indústrias e do governo.
Em meio a uma das maiores crises de rentabilidade da última década, a cerimônia foi marcada por falas de resiliência, apelo por medidas estruturantes e expectativa de retomada da competitividade do arroz catarinense. Segundo dados da Conab, o país inicia o novo ciclo com cerca de 2,5 milhões de toneladas de arroz em casca em estoque de passagem, o que exerce forte pressão sobre os preços e acentua a desvalorização do grão.
Em Santa Catarina, a situação é também preocupante. No último ano, o valor da saca de arroz sofreu uma queda superior a 50%, sendo atualmente comercializada a menos de R$ 50, o que compromete a sustentabilidade da produção, reduz margens e gera insegurança em toda a cadeia. Para o presidente do SindArroz‑SC, Walmir Rampinelli, o momento exige não apenas resiliência, mas sobretudo união e estratégia, tendo em vista que a abertura da colheita, neste ano, ocorre em um contexto extremamente desafiador para toda a cadeia orizícola.
“As indústrias catarinenses enfrentam um cenário de forte retração no valor do grão, margens comprimidas e instabilidade de mercado. Ainda assim, demonstramos aqui a força do nosso setor, que se mantém unido, resiliente e comprometido com o futuro. A presença de produtores, entidades, governo e indústria é uma demonstração clara de que a superação da crise passa pela cooperação, pelo diálogo e por políticas que valorizem quem transforma o arroz em alimento, economia e desenvolvimento para Santa Catarina e o Brasil”, evidencia.
Safra 2025/2026
De acordo com estimativas da Epagri/Cepa, a safra de arroz 2025/2026 em Santa Catarina apresenta retração em todos os indicadores produtivos. A área plantada teve redução de 1,28%, totalizando 143.433 hectares. A produtividade média também caiu 4,89%, chegando a 8.509 kg por hectare. Como consequência, a quantidade total produzida deverá sofrer uma queda de 6,11%, com estimativa de 1.220.462 toneladas colhidas no Estado.
Os dados reforçam o impacto direto da crise no desempenho da lavoura catarinense, resultado da menor rentabilidade, redução de investimentos e insegurança no setor.
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Criciúma empata com o Brusque e avança às quartas do Catarinense
Por Ligado no Sul26/01/2026 09h00
Fotos: Celso da Luz/ Assessoria de imprensa Criciúma E.C.
O Criciúma Esporte Clube encerrou a primeira fase do Campeonato Catarinense com um empate em casa. Na noite deste domingo (25), o Tigre ficou no 3 a 3 com o Brusque, em partida válida pela 6ª e última rodada da fase inicial da competição, disputada no Estádio Heriberto Hülse, em Criciúma.
Os gols do Criciúma foram marcados por Nicolas, Diego Gonçalves e Jhonata Robert. Com o resultado, a equipe carvoeira chegou aos 11 pontos, garantindo a terceira colocação do Grupo B e a classificação para as quartas de final do Estadual.
Antes do início da partida, o volante Eduardo foi homenageado por alcançar a marca de 150 jogos com a camisa do Criciúma, número atingido na vitória sobre o Camboriú, fora de casa, na rodada anterior.
Com a definição da tabela, o Criciúma terá a Chapecoense como adversária nas quartas de final do Campeonato Catarinense. O confronto será disputado em jogos de ida e volta, com o primeiro duelo no Heriberto Hülse e a decisão na Arena Condá, em Chapecó. As datas e horários ainda serão confirmados pela Federação Catarinense de Futebol (FCF).
O elenco do Tigre se reapresenta nesta semana para dar início à preparação visando a fase eliminatória da competição.
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Polícia Civil deflagra operação contra suspeitos pela morte do cão comunitário Orelha
Por Ligado no Sul26/01/2026 08h30
Foto/Reprodução Internet
A Polícia Civil de Santa Catarina deflagrou nesta segunda-feira, 26, uma operação para avançar nas investigações sobre a morte do cão comunitário conhecido como Orelha, em Florianópolis. A ação tem como objetivo cumprir diligências e reunir provas para esclarecer os fatos e responsabilizar os envolvidos no caso, que ganhou grande repercussão em todo o estado.
Orelha vivia na região da Praia Brava e era cuidado por moradores e comerciantes locais. Ele foi encontrado gravemente ferido no início do mês de janeiro, chegou a receber atendimento veterinário, mas não resistiu à gravidade das lesões. Após a confirmação da morte do animal, o caso gerou forte comoção nas redes sociais, com manifestações de indignação, pedidos de justiça e cobranças por punição aos responsáveis.
Na sexta-feira, 23, o governador de Santa Catarina, Jorginho Mello, informou que tomou conhecimento do caso e determinou investigação imediata por parte das forças de segurança. Segundo o governador, as provas já estavam sendo analisadas para garantir rapidez e rigor na apuração dos fatos.
O delegado-geral da Polícia Civil de Santa Catarina também se manifestou por meio das redes sociais, destacando que o estado é um dos que mais investem em proteção animal no país. Ele ressaltou a criação da Delegacia de Proteção Animal em Florianópolis e Blumenau e anunciou que novas unidades especializadas deverão ser instaladas nos municípios de Criciúma, São José, Itajaí, Palhoça e Chapecó.
O caso é acompanhado pelo Ministério Público de Santa Catarina. Novas informações poderão ser divulgadas conforme o avanço dos trabalhos policiais.
Entenda o caso
O cão comunitário conhecido como Orelha estava desaparecido há alguns dias, segundo relatos de moradores da Praia Brava, em Florianópolis. Durante uma caminhada, uma das pessoas que costumava cuidar do animal o encontrou caído em uma área de mata, em estado grave e agonizando.
Orelha foi recolhido e levado a uma clínica veterinária, mas, devido à gravidade dos ferimentos, não houve alternativa além da eutanásia, conforme orientação médica. O animal apresentava múltiplos traumas, provocados, segundo as primeiras informações, por agressões com pauladas.
Vivendo há mais de dez anos na região, Orelha era cuidado por moradores, pescadores e frequentadores da praia, tornando-se um dos mascotes da comunidade.
As suspeitas recaem sobre adolescentes e pelo menos um adulto. O caso ocorreu no dia 15 de janeiro de 2026 e está sendo investigado pela Polícia Civil de Santa Catarina, que segue apurando as circunstâncias do crime e reunindo provas.
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Manobras arriscadas em alta velocidade chamam atenção da PM em Orleans
Por Ligado no Sul26/01/2026 08h00
Foto/Reprodução
A Polícia Militar flagrou um veículo em situação de direção perigosa na tarde deste domingo (25), em Orleans. A ocorrência foi registrada às 14h04, na Rua Vereador Romualdo Sandrini, após o carro realizar manobras arriscadas em via pública.
Durante patrulhamento em frente à base da Polícia Militar, os policiais observaram um Peugeot 408 Allure realizando uma arrancada brusca. Em seguida, o motorista executou uma manobra conhecida como “drift”, em alta velocidade, na Rua Martinho Gazola.
A guarnição iniciou o acompanhamento e localizou o veículo no bairro Alto Paraná, estacionado em frente a um bar. No local, um homem de 42 anos, que apresentava sinais de embriaguez, afirmou ser apenas passageiro e indicou o irmão, de 39 anos, como o condutor do automóvel. Segundo ele, o motorista deixou o local a pé antes da chegada da polícia.
Diante da situação, o veículo foi removido ao pátio conveniado e um boletim de ocorrência foi realizado.