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Prefeitura de Siderópolis realizará leilão de bens em abril
Por Ligado no Sul12/03/2026 11h30
Foto/Divulgação
O Governo de Siderópolis realizará o leilão de 14 itens considerados inservíveis, obsoletos ou antieconômicos do patrimônio público municipal. O certame está marcado para o dia 8 de abril, às 10h, em formato eletrônico ou presencial no Auditório do Leiloeiro Rua Nepal, 910 Pavimento Térreo, sala 203, Balneário Camboriú.
Os lances eletrônicos já podem ser realizados no site do leilão.
Os itens vão desde uma impressora, avaliada em R$ 800, até um veículo Chevrolet Spin, com valor estimado em R$ 23.900,00. O leilão também inclui veículos como Fiat Uno, Volkswagen Kombi, além de ônibus, caminhão, trator e retroescavadeira.
CEPON alerta para os três cânceres mais comuns entre mulheres
Por Ligado no Sul12/03/2026 11h00
Foto: Divulgação
No mês de março, o Centro de Pesquisas Oncológicas (CEPON), unidade do Governo do Estado de Santa Catarina, reforça a importância da prevenção e do diagnóstico precoce dos três tipos de câncer mais incidentes entre as mulheres: mama, colorretal e colo do útero. A iniciativa busca ampliar a conscientização sobre a importância dos hábitos saudáveis, da vacinação e da realização periódica de exames preventivos.
O câncer está entre as principais causas de morte no Brasil e apresenta crescimento contínuo no número de casos, impulsionado pelo envelhecimento populacional, mudanças nos estilos de vida e fatores ambientais. Nesse cenário, estratégias de prevenção, rastreamento e diagnóstico precoce tornam-se fundamentais para reduzir a mortalidade e ampliar as chances de tratamento bem-sucedido.
De acordo com o diretor-geral do CEPON, Dr. Alvin Laemmel, a informação e o acesso às estratégias de prevenção são essenciais para reduzir o impacto da doença. “Durante o Mês da Mulher, reforçamos a importância de olhar com atenção para a própria saúde. A prevenção primária, com a adoção de hábitos saudáveis, uso de preservativo, vacinação contra o HPV e a realização periódica de exames preventivos, é fundamental. Os cânceres de mama, colorretal e de colo do útero apresentam maiores chances de cura quando diagnosticados precocemente. Por isso, manter os exames em dia é essencial”, destaca.
Cenário Epidemiológico
De acordo com o Instituto Nacional de Câncer (INCA), os tumores mais incidentes entre as mulheres brasileiras são os de mama, cólon e reto e colo do útero. Para o triênio 2026–2028, a estimativa é de 78.610 novos casos de câncer de mama por ano no Brasil. Em Santa Catarina, são estimados 4.460 casos anuais entre mulheres, sendo cerca de 400 em Florianópolis.
Para o câncer de cólon e reto (colorretal) são estimados cerca de 1.620 novos casos por ano entre mulheres em Santa Catarina, sendo 130 casos na capital. E para o câncer de colo do útero são esperados aproximadamente 1.030 novos casos anuais no estado, sendo cerca de 70 em Florianópolis.
Referência no tratamento oncológico, o CEPON atendeu, somente em 2025, 387 novas pacientes com câncer de mama, 175 mulheres em consulta de primeira vez com câncer de cólon e reto, e 112 novas pacientes com câncer de colo do útero.
O câncer de pele não melanoma permanece como o mais incidente na população geral, porém é analisado separadamente devido à alta incidência e baixa letalidade.
Câncer de mama
O câncer de mama é o tipo de câncer mais comum entre as mulheres no Brasil e no mundo, excluindo os tumores de pele não melanoma. A mamografia é o principal exame para a detecção precoce da doença, permitindo identificar lesões em fases iniciais, muitas vezes antes do aparecimento de sintomas.
Quando diagnosticado precocemente, as chances de cura podem chegar a 95%. Além do rastreamento, hábitos de vida saudáveis, como alimentação equilibrada, prática regular de atividade física, evitar o consumo de álcool e não fumar, contribuem para reduzir o risco da doença.
Câncer colorretal
O câncer do cólon e reto, também conhecido como câncer de intestino, é o segundo mais comum entre as mulheres brasileiras. O rastreamento por meio da colonoscopia é fundamental, pois permite identificar tumores em estágios iniciais e também pólipos que podem evoluir para câncer.
A oncologista clínica do CEPON, Dra. Ana Paula Stramosk, ressalta que a prevenção também está diretamente relacionada aos hábitos de vida. “A adoção de uma alimentação equilibrada, a prática de atividade física e o controle de fatores de risco são medidas importantes para reduzir o risco de câncer colorretal. Essas estratégias permitem identificar lesões precursoras antes de sua progressão para câncer invasivo”, explica.
Câncer de colo do útero
Terceiro tumor maligno mais frequente entre as mulheres no país, o câncer de colo do útero está fortemente associado à infecção persistente pelo Papilomavírus Humano (HPV), considerada a infecção sexualmente transmissível mais prevalente no mundo. Estima-se que cerca de 80% da população sexualmente ativa terá contato com o vírus em algum momento da vida.
“O câncer de colo do útero é um dos poucos tipos de câncer que podem ser amplamente prevenidos. A vacinação contra o HPV e a realização regular do exame preventivo Papanicolau permitem identificar alterações precoces e evitar a evolução para a doença”, afirma a Dra. Ana Paula Stramosk.
O CEPON, unidade própria da Secretaria de Estado da Saúde de Santa Catarina, sob gestão da FAHECE, reforça que informação, prevenção e diagnóstico precoce salvam vidas. O cuidado com a saúde deve fazer parte da rotina, contribuindo para reduzir o impacto do câncer e ampliar as chances de tratamento e cura.
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Debate sobre incentivo na saúde leva sindicato a se manifestar em Orleans
Por Ligado no Sul12/03/2026 10h30
Presidente do Sintramor, Janes Aparecida de Oliveira
Na manhã desta quinta-feira (12), o Jornal da Guarujá conversou com a presidente do Sindicato dos Trabalhadores no Serviço Público Municipal de Orleans (Sintramor), Janes de Lorenzi, sobre a retirada de pauta do Projeto de Lei nº 004/2026 e outros temas relacionados aos servidores públicos municipais.
O projeto, que estava em tramitação na Câmara de Vereadores de Orleans, trata da criação de um incentivo financeiro por desempenho no componente de qualidade da atenção primária à saúde. A proposta previa destinar 20% a mais do valor total aos enfermeiros chefes das unidades de saúde, considerando também a função administrativa exercida por esses profissionais.
Segundo a presidente do sindicato, o projeto foi encaminhado à Câmara sem conhecimento prévio do Sintramor. Ela explicou que existe um acordo com a administração municipal para que propostas que envolvam os servidores públicos sejam discutidas previamente com a entidade antes de serem enviadas ao Legislativo.
“Esse projeto de lei foi para a Câmara sem o conhecimento do sindicato. Como representantes de todos os servidores públicos municipais, precisamos avaliar o conteúdo antes de qualquer decisão”, afirmou.
A presidente destacou ainda que o incentivo financeiro existe no município desde o antigo programa PMAQ – Programa Nacional de Melhoria do Acesso e da Qualidade da Atenção Básica, implantado pelo Ministério da Saúde. Na época, conforme ela, os próprios servidores decidiram que os valores deveriam ser distribuídos de forma igualitária entre todos os profissionais da equipe.
Posteriormente, o programa foi substituído pelo Previne Brasil, mantendo a mesma lógica de divisão do incentivo. “Esse incentivo é uma espécie de prêmio concedido pelo Ministério da Saúde pelo desempenho das equipes. Sempre foi dividido igualmente porque todos os profissionais contribuem para o resultado, cada um dentro de sua função”, explicou.
Para a dirigente sindical, a maioria da diretoria do sindicato também entende que a divisão deve continuar sendo igualitária. “Todos têm o seu valor dentro da equipe. O médico não faz o trabalho da servente, assim como a servente não faz o trabalho do médico. Cada um contribui dentro da sua área e todos são importantes para o resultado final”, destacou.
De Lorenzi afirmou ainda que o sindicato não é contrário ao incentivo financeiro, mas defende que a discussão seja feita de forma transparente e com participação da categoria.
Assembleia discute reajuste e vale-alimentação
Durante a entrevista, a presidente do sindicato também falou sobre a assembleia online realizada na última terça-feira (10), que tratou do dissídio e do vale-alimentação dos servidores municipais.
Segundo ela, ficou definido que o reajuste salarial será de 4,30% para os servidores municipais e 5,40% para os professores.
Outro ponto acordado com o prefeito foi a reformulação do benefício de alimentação. A proposta prevê a extinção da atual lei do vale-assiduidade e a criação de um novo modelo de vale-alimentação, com pagamento de R$ 312 em dinheiro, além de um cartão vale-feira, que poderá ser utilizado para compras, incentivando também a valorização dos produtores rurais do município.
A presidente informou ainda que outras demandas da categoria deverão ser discutidas durante a reforma do plano de cargos e salários, que será realizada com acompanhamento do sindicato.
Banco de horas será opcional
Outro avanço mencionado foi a implantação do sistema de banco de horas para os servidores que desejarem aderir à modalidade. Segundo De Lorenzi, a medida atende a pedidos de parte da categoria.
Nesse modelo, o servidor poderá acumular horas trabalhadas além da jornada normal e terá até 90 dias para compensação. Caso o período não seja utilizado, as horas extras serão pagas normalmente.
Ela ressaltou que a adesão ao banco de horas será opcional. “Quem preferir continuar recebendo hora extra poderá manter o modelo atual”, explicou.
Eleição do sindicato
Por fim, a presidente lembrou que o sindicato realizará eleição na próxima segunda-feira. A atual diretoria concorre à reeleição.
A votação ocorrerá das 7h às 17h, com urnas itinerantes que irão percorrer os locais de trabalho dos servidores associados.
“Contamos com a participação dos servidores. O sindicato é importante porque organiza as demandas da categoria e mantém o diálogo com a administração municipal em busca de melhores condições de trabalho”, concluiu.
Confira entrevista completa
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WhatsApp terá ferramenta de controle parental para contas de menores de 13 anos
Por Ligado no Sul12/03/2026 10h00
Foto/IA
O WhatsApp anunciou uma nova funcionalidade que permitirá que pais e responsáveis tenham maior controle sobre as contas de filhos menores de 13 anos dentro do aplicativo. A novidade deve começar a ser disponibilizada gradualmente nos próximos meses.
De acordo com a Meta Platforms, empresa responsável pelo aplicativo de mensagens, o recurso permitirá que pais, mães ou responsáveis definam quais contatos poderão enviar mensagens para a conta da criança e em quais grupos ela poderá participar.
Além disso, os responsáveis poderão analisar solicitações de contato de números desconhecidos e gerenciar as configurações de privacidade da conta. Todas as alterações serão protegidas por um PIN criado pelos pais no dispositivo gerenciado, garantindo que apenas eles tenham acesso às configurações.
Mesmo com o controle parental, o conteúdo das conversas continuará privado. Segundo a empresa, as mensagens permanecerão protegidas por criptografia de ponta a ponta, o que impede que terceiros e a própria plataforma, tenham acesso ao conteúdo das conversas.
Para configurar a conta supervisionada, será necessário que o responsável tenha 18 anos ou mais e utilize a versão mais recente do aplicativo em dispositivos como iPhone ou Android. Durante o processo de configuração, o celular do responsável e o do menor deverão estar próximos para realizar a vinculação da conta.
A empresa informou ainda que as contas gerenciadas serão lançadas de forma gradual e podem não estar disponíveis em todas as regiões inicialmente.
Nova lei – Eca Digital
A novidade surge em um momento em que cresce o debate sobre a segurança de crianças e adolescentes no ambiente digital. No Brasil, entra em vigor em 17 de março de 2026 a lei conhecida como Estatuto Digital da Criança e do Adolescente, que estabelece novas regras para a proteção de menores na internet.
A legislação determina que plataformas digitais adotem medidas para reduzir riscos relacionados ao acesso de crianças e adolescentes a conteúdos ilegais ou considerados impróprios, como exploração sexual, violência, assédio e práticas publicitárias enganosas. A lei também prevê mecanismos mais rigorosos para verificação de idade em redes sociais e reforça a importância da supervisão de pais e responsáveis no uso da internet por menores.
O que muda na prática
Mais responsabilidade para redes sociais e aplicativos
Plataformas digitais terão que adotar medidas para evitar que menores tenham contato com conteúdos considerados prejudiciais, como:
exploração ou abuso sexual
violência extrema
assédio e intimidação
incentivo a crimes
jogos de azar
publicidade abusiva direcionada a crianças
Verificação de idade mais rigorosa
Hoje, na maioria das redes sociais, a idade é informada apenas por autodeclaração (o usuário diz quantos anos tem).
A nova lei exige mecanismos mais confiáveis para verificar a idade, embora não determine exatamente qual tecnologia deve ser usada.
Isso pode levar a medidas como:
confirmação de idade com documentos
validação por responsáveis
sistemas de verificação automática.
Mais controle e participação dos pais
A lei também reforça a necessidade de ferramentas de controle parental, permitindo que pais ou responsáveis:
acompanhem o uso de aplicativos
controlem contatos e interações
definam limites de privacidade.
Esse ponto se conecta diretamente com iniciativas como a nova função anunciada pelo WhatsApp.
Proteção contra publicidade e manipulação digital
A legislação também tenta reduzir práticas como:
publicidade agressiva para crianças
coleta excessiva de dados de menores
manipulação de comportamento por algoritmos.
Possibilidade de fiscalização e sanções
Empresas que não cumprirem as regras poderão sofrer: