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Ligado no Sul
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Orleans recebe primeira campanha de castração social de 2026 no dia 28 de fevereiro

Por Ligado no Sul26/02/2026 12h00
Imagem/Famor

O município de Orleans recebe no sábado, dia 28, a primeira edição de 2026 do Castramóvel, com a realização de castrações de cães e gatos, machos e fêmeas. A ação acontece no Terminal Rodoviário da cidade, com atendimento em horário conforme agendamento prévio.

A campanha é promovida pela Fundação Ambiental Municipal de Orleans (Famor), em parceria com o Governo Municipal e a equipe da Rota Vet.

A castração será oferecida com valor social, sendo o procedimento pago pelo responsável do animal. O objetivo é facilitar o acesso ao serviço, promovendo mais saúde, bem-estar e qualidade de vida aos pets, além de contribuir para o controle populacional.

Os interessados devem realizar agendamento antecipado pelo telefone (48) 99955-6219. A orientação é garantir a vaga com antecedência, já que o número de atendimentos é limitado.

 

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Brasil confirma 81 casos de mpox; especialista alerta para cuidados no pós-Carnaval

Por Ligado no Sul26/02/2026 11h30
Foto/ Shutterstock

O Ministério da Saúde confirmou, até o momento, 81 casos de mpox no Brasil. São Paulo concentra o maior número, com 57 registros, seguido do Rio de Janeiro, com 13. Minas Gerais aparece com três casos na região metropolitana de Belo Horizonte. Também há confirmações em Rondônia, Rio Grande do Sul, Distrito Federal e Paraná.

Em Santa Catarina, entre 2022 e dezembro de 2025, foram confirmados 598 casos da doença. Apenas um evoluiu para óbito, em um paciente com a imunidade extremamente baixa. No mesmo período, quase 4 mil notificações foram registradas para investigação.

Apesar de não haver, neste momento, aumento expressivo de casos, o período pós-Carnaval exige atenção redobrada, principalmente por conta das aglomerações. Quem faz o alerta é o médico infectologista Eduardo Campos de Oliveira.

Segundo o especialista, a transmissão pode ocorrer por meio da saliva durante conversas, espirros ou tosse, além do contato direto com lesões na pele, objetos e roupas contaminadas.

Os primeiros sintomas incluem febre, dor de cabeça, dores no corpo, cansaço e aumento dos gânglios. Em seguida, surgem lesões na pele, que começam como manchas, evoluem para bolhas, depois pústulas e, por fim, formam crostas. O quadro pode durar até 30 dias.

O infectologista destaca que festas com grande aglomeração e contato próximo, como o Carnaval, podem favorecer a circulação do vírus. Ele orienta que pessoas que viajaram ou passaram o feriado em estados com maior número de casos, especialmente em São Paulo, fiquem atentas a qualquer sinal suspeito.

Embora a maioria dos casos apresente evolução leve ou moderada, há risco de complicações graves, podendo inclusive levar a óbito.

Sobre o tratamento, Eduardo Campos de Oliveira explica: “Remédios específicos não temos. Os cuidados são gerais, de controle clínico, como tratar febre e dor, e eventualmente antibióticos se houver sinais de infecção secundária nas áreas das lesões”.

Ele reforça que a principal forma de prevenção é reduzir o risco de exposição. “O que nós temos a fazer é tentar diminuir o risco do adoecimento, evitando contato próximo com alguém que esteja sabidamente doente ou com suspeita da doença. O uso do preservativo pode eventualmente proteger, mas não protege totalmente, porque tem uma área de proteção limitada”, afirma.

O especialista também orienta cuidados no ambiente doméstico. “As roupas devem ser trocadas regularmente, roupas de cama e roupas de uso pessoal”, completa.

Existe vacina contra a mpox disponível pelo Ministério da Saúde, mas as doses são destinadas principalmente a grupos mais vulneráveis. Não há oferta na rede privada. Pessoas com mais de 60 anos, que receberam vacina contra a varíola nas décadas de 1960 e 1970, podem ter proteção parcial.

Mesmo sem cenário de alarme, o infectologista reforça que a mpox não deve ser tratada como uma doença banal. A identificação precoce dos casos e o isolamento continuam sendo as principais estratégias para evitar novas cadeias de transmissão, especialmente após períodos de grande circulação de pessoas.

*Com informações Acaert

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Sindisaúde cobra Estado por pendências no Hospital Materno-Infantil Santa Catarina e não descarta nova greve

Por Ligado no Sul26/02/2026 11h00
Foto/Ideas

O Sindicato dos Trabalhadores em Estabelecimentos de Saúde de Criciúma e Região (Sindisaúde) encaminhou nesta semana à Secretaria de Estado da Saúde a pauta de reivindicações dos trabalhadores do Hospital Materno-Infantil Santa Catarina, em Criciúma.

Entre os principais problemas apontados estão a falta de depósito do FGTS, inconsistências no pagamento do complemento do piso da enfermagem, além de dificuldades com empréstimos consignados que estariam sendo descontados em folha, mas não repassados às instituições financeiras.

Em entrevista ao Jornal da Guarujá na manhã desta quinta-feira (26), o presidente do Sindisaúde, Cléber Cândido, afirmou que o cenário é preocupante. “A situação está cada vez mais difícil. Os trabalhadores estão indignados, descontentes com toda a situação”, declarou.

Ele lembrou que houve paralisação recente. “Tivemos uma greve há pouco mais de três dias. Dentro da greve tivemos uma reunião de negociação, um acordo de complemento que, na sua maioria, não foi cumprido”, disse.

Segundo Cléber, novas assembleias foram realizadas no início da semana. “Na segunda e terça-feira tivemos mais duas assembleias que definiram que, a partir de então, a gente ia tratar só com o Estado, já que o Instituto Ideas (responsável pela gestão) não cumpre aquilo que negocia”, afirmou.

O dirigente explicou que foi estabelecido prazo para resposta. “Se no prazo de cinco dias as reivindicações não forem atendidas, será notificado para paralisação na próxima semana.”

Possibilidade real de greve

Questionado sobre a chance de uma nova greve, ele confirmou. “Existe, sim, até porque não se vê resolução do problema. Não se vê um chamamento de reunião para discutir o assunto, então a gente vê uma grande possibilidade, infelizmente.”

Sobre as pendências, Cléber detalhou: “Os trabalhadores hoje estão com o FGTS atrasado e continuam com empréstimos consignados que são descontados e não são pagos, negativando os trabalhadores.”

Ele também citou problemas no piso da enfermagem. “Os trabalhadores tiveram uma diminuição no salário de quase 300 reais por culpa do próprio Ideas, que passa informações erradas para o governo. Estamos com cinco meses com os valores errados e nada de ser corrigido.”

De acordo com ele, o desgaste tem levado profissionais a pedirem desligamento. “Os trabalhadores não veem outra saída, porque não aguentam mais a situação.”

Hospital é referência na região

Cléber ressaltou a importância da unidade para o Sul do Estado. “O Materno-Infantil é o principal hospital que atende maternidade e pediatria na região Sul. É o único hospital com UTI neonatal na nossa região.”

Ele reforçou a dimensão do atendimento prestado. “Sem dúvida nenhuma é um dos principais hospitais da nossa região Sul, se tratando de atendimento especializado.”

Por fim, o presidente do sindicato afirmou que a categoria aguarda um posicionamento do Estado dentro do prazo estabelecido. “Esperávamos que o próprio governo do Estado, a Secretaria da Saúde, fizesse um chamamento para resolver, mas nada até agora também. Esperamos responsabilidade nesse momento, até porque estamos falando de um dos principais hospitais da nossa região.”

Confira entrevista completa

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Incêndio atinge quarto de residência em Criciúma

Por Ligado no Sul26/02/2026 10h30
Fotos/CBMSC

Um incêndio mobilizou o Corpo de Bombeiros na tarde desta quarta-feira (25), por volta das 16h26, no bairro Progresso, em Criciúma.

De acordo com as informações repassadas, a guarnição foi acionada para atender um incêndio em uma casa. Ao chegar ao endereço, os bombeiros confirmaram a situação, mas as chamas já haviam sido controladas por populares.

O fogo atingiu um quarto localizado nos fundos da residência, com área aproximada de 30 metros quadrados. Parte do cômodo e o forro foram danificados.

Não há informações sobre feridos.

Foto/CBMSC

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