Para uma melhor experiência neste site, utilize um navegador mais moderno. Clique nas opções abaixo para ir à página de download
Indicamos essas 4 opções:

Google Chrome Opera Mozilla Firefox Microsoft Edge
Ok, estou ciente e quero continuar usando um navegador inferior.

BLOG

Ligado no Sul
BLOG

Cáritas realiza Bazar Solidária nesta terça e quarta na Mina do Mato

Por Ligado no Sul14/09/2026 13h30
Fotos/Divulgação

A Cáritas realiza, nesta terça e quarta-feira, dias 15 e 16 de setembro, o Bazar Solidário no Salão Paroquial da Igreja Nossa Senhora Auxiliadora, no bairro Mina do Mato, em Criciúma.

Durante o evento, serão comercializadas roupas novas femininas, masculinas e infantis, além de sapatos e acessórios. Os preços variam de R$ 2,50 a R$ 70.

O bazar funcionará das 14h às 19h30, com entrada por ordem de chegada e acesso limitado a até 70 pessoas por hora. Cada CPF poderá realizar compras de até R$ 800.

Os pagamentos poderão ser feitos em dinheiro, Pix, cartão de débito ou cartão de crédito à vista. As vendas serão destinadas exclusivamente a pessoas físicas.

A iniciativa tem como objetivos promover a economia solidária, incentivar o consumo consciente e arrecadar recursos para as ações assistenciais desenvolvidas pela Pastoral Social da Paróquia.

Toda a renda será destinada às atividades da Cáritas, contribuindo para o atendimento de famílias em situação de vulnerabilidade social e para o fortalecimento das ações de apoio à comunidade.

 

0
0

Beto Colombo fala sobre trabalho, caminhos e a descoberta de uma vida além dos negócios

Por Ligado no Sul14/09/2026 12h00
Foto/Redação

Por muitos anos, Beto Colombo viveu em ritmo acelerado. Aos 21 anos, começou a construir a trajetória empresarial que o levaria à criação da Tintas Anjo. A empresa cresceu, novos negócios surgiram e os resultados apareceram, mas, junto com eles, veio uma rotina que ocupava praticamente todos os espaços da sua vida.

A história foi contada no podcast Fora do Ar. Empresário, filósofo, escritor, peregrino e profissional da Filosofia Clínica, Beto relembrou momentos importantes da trajetória e falou sobre as mudanças que aconteceram quando percebeu que havia deixado de viver fora do trabalho.

“Eu tenho pouca memória dos 21 aos 34 anos. Eu tenho muita memória do trabalho”, contou.

A relação com os negócios começou cedo. Depois de estudar Teologia e Filosofia e de passar por diferentes trabalhos, Beto atuava como vendedor de tintas automotivas quando percebeu que um produto vindo de São Paulo, a Massa Plástica, estragava com facilidade nas prateleiras. A ideia de produzir o material na região deu início ao que mais tarde se transformaria em uma indústria química.

O crescimento da empresa trouxe novos produtos e mercados, mas também fez com que Beto aumentasse cada vez mais o ritmo. Aos 30 e poucos anos, começou a enfrentar taquicardia, ansiedade e exaustão. Foi então que passou alguns dias em uma clínica no Rio Grande do Sul e teve a oportunidade de olhar para a própria vida de outra maneira.

Ele percebeu que havia deixado de lado atividades que gostava desde a juventude, como escrever, compor músicas, cantar, tocar percussão, jogar futebol, correr e fazer trilhas.

Ao tentar recuperar esses interesses, no entanto, percebeu outro problema: transformava quase tudo em negócio.

Criou uma banda com funcionários, mas as apresentações passaram a ser contratadas. O restaurante que havia começado como lazer também virou negócio. Até atividades que deveriam ser apenas momentos de descanso acabavam relacionadas ao trabalho.

“Eu percebi que eu era viciado em negócio. Eu transformava tudo em negócio”, afirmou.

 

O caminho que mudou a direção

Aos 44 anos, Beto decidiu realizar um sonho que carregava desde os tempos em que estudava Teologia: percorrer o Caminho de Santiago de Compostela. Em 2007, passou 31 dias caminhando cerca de 819 quilômetros.

A experiência começou como um desafio físico. Nos primeiros dias, enfrentou dores nos joelhos, calcanhares e costas, além das bolhas nos pés e do peso da mochila. Aos poucos, percebeu que precisava respeitar o próprio corpo.

Mas as principais mudanças não aconteceram apenas fisicamente. Durante a caminhada, Beto começou a questionar os diferentes papéis que havia acumulado ao longo da vida.

Empresário, professor, músico, escritor, dono de restaurante e tantas outras funções haviam se misturado à maneira como ele se enxergava.

Foi no caminho que chegou a uma frase que passou a representar uma mudança importante em sua vida:

“Eu estou empresário, eu não sou empresário.”

A partir dali, começou a entender que uma profissão poderia fazer parte de sua identidade, mas não deveria definir quem ele era.

A experiência também levou Beto a pensar na sucessão da empresa. Seus dois filhos já trabalhavam na Tintas Anjo e tinham interesse em continuar no negócio. O que para o pai havia se tornado um peso, para os filhos representava uma oportunidade.

“Eu queria sair daquele cálice e eles queriam beber daquele cálice”, contou, ao lembrar da reação dos filhos quando anunciou que pretendia deixar a empresa.

Em vez de encerrar a relação com o negócio, Beto passou a preparar os dois para assumir responsabilidades. O filho mais velho buscou conhecimento no exterior e o mais novo concluiu os estudos antes de assumir uma posição de liderança. Hoje, os dois estão à frente da empresa, enquanto Beto atua no conselho.

A mudança também abriu espaço para uma nova etapa profissional. Depois de estudar Teologia, Filosofia e Administração, ele conheceu a Filosofia Clínica e passou seis anos se dedicando à área. Mais tarde, passou a atender pacientes e encontrou outra forma de trabalhar com pessoas e suas histórias.

Quando percebeu que estava correndo novamente

Anos depois da primeira experiência em Santiago, Beto percebeu que havia voltado a cair no mesmo padrão.

Em 2023, aos 60 anos, sua agenda estava novamente cheia. Participava de processos de sucessão, conselhos e outras empresas, além dos atendimentos em São Paulo e Florianópolis. Uma conversa com a esposa fez com que ele lembrasse de antigos planos de viajar e viver novas experiências.

Foi então que decidiu fazer outro caminho, dessa vez o Caminho Primitivo, na Espanha.

A experiência foi ainda mais intensa. Beto passou dias caminhando sem tomar banho, dormiu ao ar livre, enfrentou chuva e passou por situações que o fizeram abandonar completamente as referências que tinha sobre si mesmo.

Em um dos episódios, depois de dormir perto de uma cachoeira, acordou durante a noite com a presença de um animal próximo. Sem saber exatamente o que estava diante dele, permaneceu no local até o amanhecer.

No dia seguinte, continuou a caminhada debaixo de chuva, com a capa rasgada e coberto de lama. Quando entrou em um estabelecimento, percebeu pela reação de duas pessoas que seu cheiro estava forte. Pediu um café com leite e algumas madeleines e preferiu ficar do lado de fora.

Para Beto, situações como essa fizeram parte de um processo de abandonar novamente os papéis que havia construído.

Depois da experiência, reduziu os atendimentos e decidiu não trabalhar mais com empresas. Mais uma vez, entendeu que precisava diminuir o ritmo.

Ele define os momentos de maior transformação da vida como seus “desertos”. O primeiro veio com a crise de taquicardia e exaustão. O segundo foi o Caminho de Santiago. O terceiro, o Caminho Primitivo.

Caminhar para encontrar o próprio caminho

As experiências também deram origem a reflexões que Beto transformou em um novo livro. A obra trata da relação entre a pressa, a cobrança e o cansaço da sociedade atual.

Durante a conversa com Marc Lopes, ele citou pensadores como Michel Foucault e Byung-Chul Han para falar sobre uma sociedade em que muitas pessoas passaram a ser seus próprios cobradores.

Para Beto, uma das formas de romper esse ciclo é voltar a caminhar e prestar atenção ao que está ao redor.

“Tem um cansaço bom e tem um cansaço ruim. O cansaço bom é aquele que você caminha, chega em casa, toma banho, dorme e no outro dia está bem. O cansaço ruim é o cansaço mental”, explicou.

Ele também defende que a caminhada ajuda a recuperar a atenção para as pessoas. Quando alguém está andando, há mais tempo para observar, conversar e conhecer quem está ao lado, em vez de apenas seguir rapidamente para o próximo compromisso.

Essa relação com o caminho também aparece na forma como Beto fala sobre espiritualidade. Para ele, a experiência de caminhar pode ser religiosa para algumas pessoas, filosófica para outras ou simplesmente uma oportunidade de reflexão. O importante é que cada pessoa encontre significado na própria experiência.

Ao longo dos anos, ele já percorreu diferentes caminhos e também levou grupos para experiências de peregrinação. A ideia, segundo Beto, não é apenas chegar a determinado lugar, mas perceber o que acontece durante o percurso.

No fim da entrevista, Marc Lopes perguntou o que Beto diria para o homem mais jovem que começou a construir sua trajetória empresarial.

A resposta foi simples: “Aprender a caminhar antes de correr.”

Para ele, a frase resume uma das principais lições que levou décadas para compreender. Durante muito tempo, correu atrás de resultados, negócios e objetivos. Hoje, entende que o caminho também precisa ser vivido.

“Eu estava fora de casa há muito tempo. Agora eu voltei para casa”, afirmou.

A trajetória de Beto Colombo, contada no Fora do Ar, mostra justamente essa mudança: de alguém que passou anos tentando chegar cada vez mais rápido ao próximo objetivo para alguém que aprendeu a valorizar o percurso e a entender que nem toda porta precisa ser aberta.

Às vezes, antes de decidir para onde ir, é preciso simplesmente aprender a caminhar.

0
0

Afrânio Boppré defende fim da escala 6×1, das bets e aumento real do salário mínimo

Por Ligado no Sul14/09/2026 11h30
Foto/PSOL

O Jornal da Guarujá conversou na manhã desta segunda-feira (14) com Afrânio Tadeu Boppré, candidato do PSOL ao Senado Federal por Santa Catarina. Durante a entrevista, o candidato falou sobre sua trajetória política, defendeu o fim da escala de trabalho 6×1, o combate às bets, o aumento real do salário mínimo e uma maior aproximação entre Santa Catarina e o governo federal.

Natural de Florianópolis, Afrânio Boppré tem 65 anos, é economista e professor. Entre os cargos que já ocupou estão o de vice-prefeito de Florianópolis, secretário municipal de Finanças, deputado estadual e vereador da Capital, função que exerce atualmente. Ele também já participou do movimento estudantil e afirmou que entrou na política ainda jovem, durante o período da ditadura militar.

Segundo o candidato, a defesa da democracia é uma das principais razões para sua candidatura ao Senado. Ele citou os atos de 8 de janeiro de 2023 e as investigações sobre uma tentativa de golpe de Estado como exemplos de situações que, na avaliação dele, precisam ser superadas pelo país.

“Eu quero que o Brasil se torne um país definitivamente democrático, que a gente não sofra mais esse tipo de situação que nós já vivemos”, afirmou.

Afrânio também criticou a atuação da oposição ao governo federal e citou a relação do ex-presidente Jair Bolsonaro com o ex-governador de Santa Catarina Carlos Moisés. Para ele, o estado perdeu espaço na política nacional nos últimos anos.

Entre as principais propostas que pretende levar ao Senado está o fim da escala 6×1. O candidato defende uma jornada de cinco dias de trabalho por dois de descanso, sem redução salarial, e jornada de 40 horas semanais.

“Eu gostaria que o Senado votasse o fim da escala 6×1 ainda antes da eleição. Mas me parece que não é prioridade a vida do povo dentro do Senado”, disse.

Outra bandeira apresentada durante a entrevista foi o combate às apostas esportivas, conhecidas como bets. Afrânio defendeu o fim desse tipo de atividade e afirmou que as apostas estão prejudicando financeiramente muitas famílias brasileiras.

“As bets estão criando uma desgraça no ambiente familiar”, declarou.

O candidato também defendeu aumentos reais do salário mínimo, acima da inflação. Na avaliação dele, o momento econômico permite ampliar o poder de compra dos trabalhadores e avançar na distribuição de renda.

Afrânio ainda falou sobre a relação entre Santa Catarina e Brasília. Segundo ele, o estado precisa ter uma maior aproximação com o governo federal, independentemente de quem esteja no comando do Executivo estadual.

“Eu quero ir para o Senado para deixar o Senado ativo, fortalecido, para que a gente possa apoiar as mudanças que o Brasil precisa”, afirmou.

Para o candidato, uma das funções de um senador catarinense deve ser aproximar o estado do governo federal e trabalhar pela liberação de recursos e pela realização de obras em Santa Catarina.

“Dar a mão para o governador eleito, não importa quem seja, dar a mão para o presidente eleito e trabalhar junto. Essa é a minha função política como senador, é diminuir a distância e procurar entendimento”, afirmou.

Ao final da entrevista, Afrânio pediu votos aos eleitores catarinenses e apresentou os nomes que apoia na disputa eleitoral.

Afrânio Boppré concorre ao Senado pelo PSOL com o número 500. Seus suplentes são Luci Choinacki (PT) e Cida da Silva (PT), de Laguna.

Durante a entrevista, o candidato também declarou apoio a Gelson Merisio, para o governo de Santa Catarina, e a Décio Lima, para o Senado. Para a Presidência da República, pediu votos para Luiz Inácio Lula da Silva.

Ao pedir votos para sua candidatura, Afrânio lembrou que, neste ano, cada eleitor catarinense poderá escolher dois candidatos para o Senado, já que duas vagas estarão em disputa. Ele pediu que seu nome seja escolhido em uma das duas opções.

“Cada brasileiro terá direito a votar duas vezes para o Senado. Se você não votar no Afrânio na primeira opção, dê a chance, vote na segunda opção: Afrânio 500, senador”, afirmou.

“Quero ser senador para bem representar Santa Catarina, ser parceiro do nosso povo, defender a democracia e fazer política pública para a distribuição de cada vez mais justiça social”, finalizou.

Confira entrevista completa

0
0

3º Networking Day promove conexão e negócios entre empreendedores em Braço do Norte

Por Ligado no Sul14/09/2026 11h00
Foto/Sede Acivale

O Núcleo de Tecnologia da Acivale (Associação Empresarial do Vale de Braço do Norte) promove, no dia 17 de setembro, a terceira edição do Networking Day, encontro criado para aproximar empresários, profissionais e empreendedores em uma noite de conexões, troca de experiências e geração de novas oportunidades de negócios.

Nesta edição, o público terá a oportunidade de participar de um bate-papo especial com os empresários Carlos Fornazza e Silvio Bianchini, que irão compartilhar suas trajetórias no mundo empresarial, experiências, desafios e aprendizados construídos ao longo de suas jornadas.

Mais do que ampliar a rede de contatos, o encontro busca estimular a troca de ideias e fortalecer relacionamentos que podem gerar novas parcerias e oportunidades no ambiente empresarial.

O Networking Day será realizado a partir das 19h, no Imigrant Choperia, em Braço do Norte. O investimento para participação é de R$ 20.

A iniciativa é um convite para quem deseja sair da rotina, conhecer novas pessoas, compartilhar experiências e fortalecer sua rede de contatos.

0
0