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Vinícolas dos Vales da Uva Goethe conquistam medalhas no Brasil Wine Cup 2026
Por Ligado no Sul17/09/2026 15h30
Fotos/Divulgação
As características únicas do vinho Goethe produzido nos Vales da Uva Goethe ganharam destaque nacional durante o Brasil Wine Cup 2026, realizado em Florianópolis. Vinícolas integrantes do território da Denominação de Origem (DO) Vales da Uva Goethe, no Sul de Santa Catarina, estiveram entre os rótulos reconhecidos na competição, que reúne especialistas do Brasil e de outros países em avaliações técnicas às cegas.
A Vinícola Borgo, de Nova Veneza, conquistou quatro medalhas e também foi reconhecida como a vinícola com maior número de premiações entre as participantes. O Sonata di Goethe Allegro recebeu medalha de ouro na categoria Goethe e ainda conquistou o título de Best of Show White Wine, como melhor vinho branco do concurso.
O concurso mantém uma categoria específica para vinhos Goethe, destacando a identidade e as características próprias da variedade.
“Foi um resultado que realmente nos surpreendeu. Participamos pela primeira vez e fomos sem muita expectativa. Quando vimos que o Sonata di Goethe Allegro havia conquistado o ouro e também o Best of Show White Wine, ficamos muito felizes. É um reconhecimento importante para o vinho que estamos lançando e também para a nossa região”, afirma Elias Gava Colombo, sócio e proprietário da Vinícola Borgo.
Além do Sonata di Goethe Allegro, a Borgo conquistou medalha de prata com o Prosecco Brut e medalhas de bronze com os vinhos Cabernet Sauvignon Borgo e Merlot Borgo.
Reconhecimento também para a Vinícola Quarezemin
De Içara, a Vinícola Quarezemin também esteve entre as vinícolas premiadas do território. O Margherita Quarezemin, nas versões vinho de mesa branco seco Goethe e vinho de mesa branco demi-sec Goethe, recebeu reconhecimento no concurso. O Goethe Rosé, vinho de mesa rosé demi-sec elaborado com a variedade, também foi premiado com medalha de bronze.
Para Beatriz Quarezemin, sócia-proprietária da vinícola, as premiações representam o reconhecimento de um trabalho construído ao longo do tempo.
“Receber essas medalhas no Brasil Wine Cup é motivo de muito orgulho para nós. Cada reconhecimento representa o resultado de um trabalho feito com dedicação, cuidado e compromisso com a qualidade dos nossos vinhos. Ver nossos rótulos entre os premiados é uma alegria enorme e uma confirmação de que estamos no caminho certo, levando a qualidade da nossa produção cada vez mais longe”, destaca.
Ciência, avaliação sensorial e mercado
Realizado em Florianópolis, o Brasil Wine Cup 2026 integra uma programação internacional dedicada à avaliação de bebidas e produtos gastronômicos. A edição reúne concursos em diferentes categorias e conta com a participação de especialistas de sete países.
Os produtos são avaliados em degustações às cegas, seguindo critérios técnicos e sensoriais. A programação também inclui o Brasil Sensorial Summit, voltado à disseminação de conhecimentos científicos, tecnológicos e de inovação relacionados aos setores de alimentos e bebidas.
Para a presidente da Associação dos Produtores de Uva e Vinho Goethe Progoethe, Patrícia Mazo, a presença dos rótulos premiados reforça a visibilidade de uma produção vitivinícola ligada diretamente à identidade do território. A região reúne oito vinícolas associadas e possui a primeira e única Denominação de Origem de Santa Catarina para vinhos, reconhecida em 2025.
“O resultado no Brasil Wine Cup amplia o reconhecimento dos vinhos produzidos no território e evidencia o potencial da uva Goethe em avaliações técnicas que reúnem diferentes variedades e estilos de vinhos”, finaliza.
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Acic e Hemosc ampliam mobilização pela doação de sangue nas empresas
Por Ligado no Sul17/09/2026 13h30
Fotos/Assessoria de Imprensa – ACIC
A necessidade de manter as doações de sangue ao longo de todo o ano e de ampliar a participação das empresas nesse movimento foi um dos assuntos debatidos na reunião da diretoria da Associação Empresarial de Criciúma (Acic), nesta semana. A coordenadora operacional do Hemosc Criciúma, Camila Rodrigues Teixeira Daminelli, apresentou o trabalho desenvolvido pelo Hemocentro e convidou o setor empresarial a ampliar seu envolvimento por meio do programa Empresa Solidária.
O Hemosc Criciúma atende uma região que se estende de Passo de Torres a Laguna, abrangendo 42 municípios. Para suprir essa demanda, a meta é alcançar 1,5 mil bolsas de sangue por mês, o que exige uma média diária de 70 a 75 coletas. Neste ano, conforme apresentado na reunião, a meta mensal foi atingida apenas em julho e agosto.
Camila reforçou que a regularidade das doações é fundamental. Além da demanda permanente, alguns hemocomponentes possuem prazo curto de validade. As plaquetas, por exemplo, têm validade de apenas cinco dias e apresentam alta demanda, especialmente no atendimento a pacientes oncológicos. Cada doação de sangue pode ser fracionada em até quatro hemocomponentes.
“A doação de sangue é uma necessidade diária. Por isso, queremos que cada vez mais empresas abram suas portas para essa causa tão nobre e nos ajudem a mobilizar seus colaboradores. Quando conseguimos estabelecer parcerias permanentes, mantemos esse movimento ao longo de todo o ano e contribuímos para que o Hemosc possa atender quem precisa”, destaca Camila.
Empresas podem fazer parte da mobilização
Por meio do programa Empresa Solidária, o Hemosc busca estabelecer parcerias regulares com organizações interessadas em incentivar a doação voluntária entre seus colaboradores. Atualmente, 94 empresas estão cadastradas na iniciativa.
Uma das possibilidades é a realização de coletas nas próprias empresas. Nesses casos, o Hemosc desloca a estrutura e a equipe necessárias para o atendimento. Outra alternativa é organizar grupos de colaboradores e o transporte até o Hemocentro para realizar as doações.
A proposta é estimular ações ao longo de todo o ano, evitando que as doações fiquem concentradas apenas em campanhas ou datas específicas. As organizações participantes também recebem o certificado Empresa Solidária, que reconhece o envolvimento com a iniciativa.
Parceira do Hemosc, a Acic vai reforçar a mobilização junto às empresas associadas, incentivando o engajamento dos colaboradores e a construção de ações permanentes de doação de sangue.
“As empresas têm uma grande capacidade de mobilizar pessoas e podem fazer a diferença também em causas que impactam diretamente a nossa sociedade. A Acic é parceira do Hemosc e queremos ampliar essa mobilização junto aos nossos associados, incentivando mais empresas a abraçarem a doação de sangue como uma ação permanente. É uma iniciativa que tem um valor imensurável: ajudar a salvar vidas”, ressalta o presidente da Acic, Franke Hobold.
Empresas que já fazem a diferença
Empresas da região já mantêm ações permanentes de incentivo à doação. Há mais de dez anos, a Plasson do Brasil apoia o Hemosc, estimulando a doação de sangue entre seus colaboradores e incorporando a iniciativa às suas ações de responsabilidade social e valorização da vida.
A Rio Deserto também desenvolve o programa Amigo Sangue Bom, criado para incentivar a doação voluntária entre colaboradores e familiares e fortalecer uma rede permanente de apoio à saúde. Atualmente, mais de 250 colaboradores da empresa estão cadastrados como doadores.
Ao longo do ano, a Rio Deserto promove ações de conscientização sobre a importância da doação regular de sangue, intensificando as mobilizações em períodos como o Dia Mundial do Doador de Sangue, em junho, e o Dia Nacional do Doador de Sangue, em novembro.
Para doar sangue é preciso:
– Ter entre 16 e 69 anos;
– Idade máxima de 60 anos para a primeira doação;
– Pesar acima de 50 quilos;
– Estar alimentado e se sentindo bem de saúde;
– Ter dormido pelo menos seis horas na noite anterior à doação;
-Apresentar documento com foto emitido por órgão oficial.
Mais informações podem ser obtidas com o Hemosc de Criciúma pelo telefone 3444-7414 ou pelo site www.hemosc.org.br.
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Avança Orleans Cidade Limpa chega ao bairro Santista em outubro
Por Ligado no Sul17/09/2026 12h00
Fotos/Assessoria de Imprensa – Prefeitura de Orleans
O programa Avança Orleans Cidade Limpa chega à terceira edição com uma nova ação de limpeza e mobilização no município. Desta vez, o mutirão será realizado no bairro Santista, no dia 17 de outubro, sábado, das 7h às 11h30. As equipes municipais terão como ponto de encontro o Ginásio Homero de Miranda Gomes.
A ação reunirá profissionais da Secretaria Municipal de Saúde, Secretaria de Infraestrutura, Defesa Civil, Samae e Fundação Ambiental Municipal de Orleans (FAMOR), que estarão distribuídos em diferentes pontos do bairro para a execução dos serviços.
Nesta edição, serão contemplados trechos e vias como a Rua Miguel Couto, na descida do Morro da Cadeia, além das ruas João Feldmann, Princesa Isabel, Joaquim de Oliveira Souza, Martinho Gazola, Lucy Feldmann, Luiz Pizolati Sobrinho, Padre Paulo Bratti, Valentim Luiz Ceolin, Jacomo Silvestre e Vereador Cirilo Hanoff.
Nas duas primeiras etapas, o Cidade Limpa passou pelos bairros Centro, Samuel Sandrini, Conde d’Eu, São Jerônimo, Cohab João de Barro e Alto Paraná, com recolhimento de resíduos volumosos, serviços de limpeza e mobilização das equipes municipais.
A ação também contribui para a prevenção da dengue, especialmente com a retirada de materiais que possam acumular água e servir como possíveis criadouros do mosquito Aedes aegypti. O trabalho integrado entre as secretarias busca ainda reduzir pontos de descarte irregular e melhorar as condições de uso dos espaços públicos.
O prefeito de Orleans, Fernando Cruzetta, destaca que a continuidade do programa permite levar os serviços para diferentes regiões do município. “A cada edição, conseguimos ampliar o alcance do Cidade Limpa e atender novos bairros. O trabalho das equipes é importante, mas a participação dos moradores também é fundamental para manter os espaços limpos e evitar o descarte irregular de resíduos”, afirma.
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Papo Empreendedor: entre legado e futuro, como crescer sem perder a essência?
Por Ligado no Sul17/09/2026 11h30
Fotos/Redação
Receber uma empresa da família significa encontrar uma história, uma estrutura e um nome já construídos. Mas liderança, autoridade e capacidade de tomar decisões precisam ser conquistadas no dia a dia. Essa foi uma das principais reflexões do quinto encontro da sexta temporada especial do Papo Empreendedor, que recebeu Priscila Zanette, administradora, com MBAs em Gestão Empresarial e Finanças, empresária à frente da Ouro Negro Transportes, empresa que completa 25 anos em 2026, e que também atua na representação do setor de transportes.
Priscila construiu praticamente toda a sua trajetória profissional dentro da Ouro Negro Transportes. Ao longo dos anos, passou por diferentes áreas da empresa até chegar à liderança do negócio, dando continuidade à história iniciada pela família e, ao mesmo tempo, construindo sua própria forma de administrar.
Nesta temporada especial, Anna Cardoso permanece como apresentadora e, a cada episódio, divide a bancada com uma coapresentadora convidada. Neste quinto encontro, quem participou da conversa foi Graziela Gislon, jornalista, fundadora e diretora da Fokus Comunicação Estratégica. Graziela também é professora universitária e possui uma trajetória ligada à comunicação, ao marketing e à gestão de marcas. Ao longo da carreira, atuou por cerca de 20 anos na área de marketing da Librelato e ocupou posições de liderança em entidades empresariais, como a diretoria de Regionalização da ADVB/SC e a presidência do Clube de MKT da ACIC. Atualmente, à frente da Fokus, trabalha com comunicação estratégica, posicionamento, reputação e construção de marcas.
Ao longo da conversa, Priscila compartilhou experiências sobre sucessão familiar, liderança, profissionalização, mudanças na gestão e os desafios enfrentados desde que assumiu a empresa após a morte do pai.
Priscila começou sua trajetória profissional dentro da Ouro Negro ainda jovem. Passou pelo faturamento, Recursos Humanos e contabilidade, até atuar mais próxima do pai durante o processo de preparação para a sucessão. Quando ele faleceu, ela tinha 27 anos e precisou assumir uma posição que, até então, era ocupada por uma figura central para a empresa.
“É muito diferente do seu titular do que seu reserva”, explicou. Segundo ela, durante os nove anos em que trabalhou com o pai, acompanhava as decisões, mas a responsabilidade final permanecia com ele. Com a ausência do empresário, a tomada de decisões passou diretamente para suas mãos.
A primeira atitude foi reunir os líderes da empresa. Priscila conta que reconhecia que muitos deles tinham mais experiência do que ela e poderiam contribuir naquele momento de transição.
“Eu sempre tive uma gestão muito participativa. Nunca fui centralizada”, afirmou. Para ela, a continuidade da empresa dependia da construção de uma equipe capaz de enfrentar aquele período junto.
No primeiro ano, a empresária procurou manter boa parte da forma de trabalho que vinha sendo conduzida pelo pai. Um gestor que havia sido braço direito dele permaneceu ao lado de Priscila e ajudou a transmitir conhecimentos que não estavam registrados formalmente.
Na sucessão de uma empresa familiar, manter os valores construídos ao longo dos anos não significa repetir as mesmas formas de trabalhar. Priscila conta que, ao longo da trajetória, buscou apoio em mentorias, coaching e consultorias para desenvolver sua própria maneira de liderar e entender quais mudanças faziam sentido para a empresa.
Para ela, assumir a gestão não significa conquistar autoridade automaticamente. Esse processo é construído com o tempo, a partir das escolhas e da forma como o líder conduz o negócio.
“A liderança não é uma coisa que se constrói do dia para a noite. É de acordo com as suas atitudes, com os seus valores, com as suas decisões que isso vai sendo construído”, destacou.
A empresária também falou sobre a experiência de assumir uma empresa em um setor predominantemente masculino. Segundo Priscila, houve resistência, embora naquele momento ela não percebesse todas as dificuldades.
“Eu não tinha opção, não tinha como largar aquilo. Eu tinha a opção de fazer ou fazer”, relatou.
Com o passar do tempo, a gestão também mudou. Pessoas que trabalhavam com seu pai foram sendo substituídas conforme novos processos foram implantados e a empresa passou por uma transformação na forma de administrar.
Para Priscila, a modernização precisa preservar os valores da empresa, mas não necessariamente os processos antigos.
“A gente tem que entender o porquê sempre foi assim”, afirmou. Segundo ela, questionar práticas antigas permite identificar se elas continuam resolvendo os problemas para os quais foram criadas ou se apenas passaram a fazer parte da rotina.
Um exemplo citado pela empresária foi a criação do centro de distribuição da Ouro Negro em Itajaí. A decisão representou uma mudança importante para a operação, mas foi tomada depois de avaliar se o modelo fazia sentido para a realidade da empresa.
Na gestão de pessoas, Priscila também defende equilíbrio entre promover profissionais que já fazem parte da equipe e buscar conhecimento no mercado. Quando existe alguém com potencial dentro da empresa, a alternativa é desenvolver esse profissional. Quando a competência necessária não está disponível internamente, ela entende que buscar alguém de fora pode trazer novos conhecimentos e perspectivas.
“Se eu tenho uma expertise que eu estou precisando na empresa, que ninguém internamente tem, eu busco profissional de fora”, explicou.
A empresária também defende que os gestores responsáveis por cada área tenham conhecimento técnico superior ao dela em suas especialidades. Cabe a Priscila, como responsável pela empresa, integrar essas diferentes áreas e tomar as decisões gerais.
“Eu não vou poder discutir a operação da empresa achando que eu sei mais que o meu gerente operacional. Não posso”, afirmou.
Outro ponto abordado foi a relação entre tradição e reputação. Em uma transportadora, segundo Priscila, a confiança do cliente é construída também pela forma como a empresa reage quando algo dá errado.
A orientação que recebeu do pai permanece na gestão: comunicar o cliente rapidamente diante de um problema e buscar uma solução.
“A gente erra rápido e arruma rápido”, resumiu.
Para ela, admitir que uma falha aconteceu permite que o cliente também se organize e participe da solução. A comunicação, nesse caso, passa a fazer parte da própria prestação do serviço.
A presença feminina no setor de transportes também ganhou espaço na conversa. Priscila lembrou que, quando entrou na empresa, havia poucas mulheres. Hoje, a maioria da equipe administrativa é formada por profissionais do sexo feminino.
Ela acredita que a competência não deve ser colocada em dúvida pelo gênero. “Hoje não cabe mais a mulher precisar comprovar que ela sabe”, afirmou, ao lembrar que, no início da carreira, sentia que precisava justificar suas decisões de maneira mais detalhada do que seu pai.
A sucessão familiar, para Priscila, também exige que o sobrenome não seja tratado como substituto da competência. Segundo ela, fazer parte da família não deve ser suficiente para ocupar uma posição de liderança.
“O nome pesa sim, mas o nome não é tudo”, destacou. Para assumir uma função de gestão, o profissional precisa conhecer o negócio, compreender os valores da empresa e demonstrar competência técnica e comportamental.
Para quem está começando uma trajetória profissional dentro de uma empresa familiar, Priscila deixa uma mensagem simples: é preciso continuar aprendendo, assumir as responsabilidades e confiar no caminho construído ao longo dos anos. Ao lembrar da profissional que era quando assumiu a Ouro Negro, aos 27 anos, ela resume o que diria para aquela Priscila: “Continua. Continua que vai dar certo. Vai dar certo.”
Conheça um pouco mais sobre Priscila Zanette
Legado ou futuro? Os dois
Uma característica indispensável para liderar? Humildade
Uma coisa que um cargo nunca garante? Permanência
Algo que teu pai te ensinou e você leva até hoje? Os valores
Uma coisa que você precisou desaprender para crescer? De pessoas
Uma qualidade que procura em alguém que vai liderar na Ouro Negro? Honestidade e transparência
Razão ou intuição? Os dois
Uma decisão difícil que valeu a pena? Desligamento de alguns profissionais
Algo que dinheiro nenhum compra? Os valores da empresa. Ética, comprometimento, transparência, humildade, honestidade, credibilidade, nada
Uma mulher que te inspira? Minha mãe
Uma coisa que ainda quer aprender? Nossa, muitas coisas eu quero aprender ainda
O que te ajuda a desligar do trabalho? Meu filho
Uma palavra para definir a Ouro Negro? Tradição, confiança, credibilidade, competência