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El Niño caminha para a intensidade máxima e Defesa Civil de Santa Catarina reforça monitoramento
Por Ligado no Sul04/09/2026 13h00
Foto: Thiago Kaue / SecomGOVSC
O oceano Pacífico soma agora 1,8 °C de anomalia térmica e caminha para confirmar, segundo a agência norte-americana NOAA, um El Niño muito forte. A intensidade não é sinônimo de mais eventos extremos, mas exige atenção. Por isso, a Defesa Civil de Santa Catarina mantém o acompanhamento contínuo da evolução do fenômeno e os possíveis impactos no estado.
O monitoramento do fenômeno é feito em quatro regiões do Pacífico Equatorial, chamadas de Niño 1+2, Niño 3, Niño 3.4 e Niño 4. É na área 3.4 que os cientistas concentram a observação para classificar a intensidade. Considera-se a formação do El Niño quando a temperatura da superfície do mar nessa região fica pelo menos 0,5°C acima da média climatológica por vários meses seguidos.
A partir daí, a intensidade do fenômeno segue uma escala, que deve se manter por pelo menos três meses consecutivos. Um El Niño fraco registra entre 0,5°C e 0,9°C de anomalia, e um moderado, entre 1,0°C e 1,4°C. Entre 1,5°C e 1,9°C, passa a ser considerado forte e, acima de 2,0°C, é classificado como muito forte.
Gerente de monitoramento e alerta da Defesa Civil de Santa Catarina, Frederico de Moraes Rudorff explica que a intensidade do fenômeno não resulta automaticamente em um desastre. “As enchentes que atingiram o Vale do Itajaí em 2023 e o Rio Grande do Sul em 2024 ocorreram sob influência de um El Niño moderado, e foram mais intensas do que as registradas em 2015, quando o fenômeno atingiu uma das maiores intensidades já registradas”, destaca. Rudorff também lembra que eventos severos podem ocorrer sob influência do fenômeno oposto, La Niña, como os desastres de 2008, as enchentes do Alto Vale do Itajaí em 2011 e o ciclone-bomba de 2020.
Comparar a intensidade de eventos de anos diferentes, porém, não é tão simples. Com o aumento geral das temperaturas do oceano, a NOAA (Administração Nacional Oceânica e Atmosférica dos Estados Unidos) passou a adotar um índice relativo, chamado Relative Oceanic Niño Index ou Índice Relativo de Niño Oceânico (Roni). Ele calcula a média de temperatura dos oceanos nos trópicos e aplica um desconto proporcional antes de classificar cada evento.
Historicamente, o El Niño costuma intensificar as chuvas em Santa Catarina nas estações de transição. Por isso, a Defesa Civil estadual aponta a primavera de 2026 e o outono de 2027 como as duas janelas mais críticas de monitoramento. O gerente de monitoramento e alerta da instituição acompanha de perto a evolução do fenômeno. Em entrevista, ele detalha os impactos esperados e os cuidados que a população deve adotar.
Confira a seguir:
O que caracteriza na prática um El Niño forte e o que muda em relação a um El Niño fraco ou moderado?
O El Niño forte é caracterizado a partir de 1,5 até 1,9 °C de anomalia de temperatura. Acima de 2,0, ele já se caracteriza como um El Niño muito forte. Atualmente, estamos monitorando toda a evolução deste ano e registrando temperaturas em torno de 1,8 °C, entrando na categoria de El Niño forte. É muito provável que nas próximas semanas ou no próximo mês ele já entre na categoria de um El Niño muito forte, que é considerado um “Super El Niño”, como vem sendo bastante divulgado na mídia.
Isso significa que há mais possibilidade de eventos adversos?
A intensidade do El Niño não resulta automaticamente em um grande evento excepcional, como o que tivemos em 1983 ou 2023. Em outros anos, como 1997 e 1998, havia expectativa de um Super El Niño com grandes enchentes em Santa Catarina. Naquele verão, inclusive, as pessoas deixaram de vir para o estado, mas a previsão acabou não se concretizando e tivemos sol e chuvas dentro da média. Em 2015 e 2016, tivemos inundações com o rio chegando acima de 10 metros em Rio do Sul, mas não foram tão intensas quanto as de 2023, um ano em que o El Niño era apenas moderado e causou uma das maiores enchentes da cidade, com mais de 13 metros. Então, não necessariamente, um El Niño muito forte vai ter a mesma intensidade de desastres como um El Niño moderado ou até como um ano de La Niña”.
Já tivemos grandes eventos severos também sob influência do La Niña, como os desastres de 2008, as enchentes no Alto Vale em 2011 e o ciclone-bomba em 2020. Um El Niño muito forte tende sim a aumentar a frequência de chuvas, mas a ocorrência de grandes eventos depende da combinação com outros fatores climáticos, como a oscilação de Madden-Julian (padrão climático que se desloca pelos trópicos a cada 30 a 60 dias, alternando fases úmidas e secas).
Por isso, precisamos fazer esse monitoramento, não só do El Niño, mas também de outras condições. Nós fazemos esse monitoramento 24 horas aqui em Santa Catarina, mas não existe essa garantia que teremos um evento excepcional aqui no nosso estado. Entretanto, estamos fazendo várias ações de preparação para que possamos enfrentar da melhor forma possível se algo evoluir nesse sentido.
Quais são as principais diferenças entre El Niños passados e o deste ano?
Tanto em 2015 quanto em 2023 e 2024, estávamos com a temperatura geral dos oceanos menos aquecida do que temos agora. Entretanto, o que contribuiu para os grandes eventos de 2023/24 não foi apenas a temperatura global, mas a sinergia de vários fatores atuando juntos, como a fase de atuação da oscilação Madden-Julian, a interação com o jato subtropical e o fluxo de umidade que foi fortemente canalizado para Santa Catarina. Então, a gente precisa monitorar esses outros indicadores para saber se há uma perspectiva de um evento similar ao que aconteceu ali, mas não é uma garantia que isso vai acontecer.
Hoje, com os oceanos cada vez mais aquecidos é possível dizer que os próximos El Niños serão mais fortes e isso se aplica a 2026?
Quando o nível base de temperatura dos oceanos está mais aquecido, nós tendemos a ter mais umidade disponível, e essa umidade atua como um verdadeiro combustível para tempestades e chuvas intensas. Então, sim. Projetamos que com a maior disponibilização de umidade em todos os oceanos, especialmente no oceano Atlântico, que está mais perto de Santa Catarina, mais intensos os fenômenos tendem a ser.
Inclusive, para a intensidade do El Niño, a NOAA tem adotado agora o índice relativo. Como os oceanos estão mais aquecidos de forma geral, para fazer uma comparação justa entre um El Niño atual e um que ocorreu em 1997, por exemplo, eles calculam a média de temperatura global dos oceanos em torno dos trópicos e aplicam um desconto para nivelar a medição.
Esse fim de inverno já vem mais ameno. Dá para atribuir isso ao El Niño e o que a população deve esperar em relação às temperaturas nos próximos meses?
Em junho, no início da formação do El Niño, nós ainda tivemos um inverno rigoroso com temperaturas mínimas baixas. Mas em julho e agosto, com o aumento da nebulosidade e chuvas mais frequentes, as temperaturas mínimas não caíram tanto e as máximas também não subiram de forma exagerada. Então, tivemos meses mais amenos e a média ficou próxima da normalidade. A tendência é que as anomalias de temperatura fiquem cada vez mais positivas nos próximos meses, com temperaturas mais elevadas.
Historicamente, os efeitos do El Niño são mais sentidos na primavera e no outono. Por que o verão geralmente não é tão influenciado?
Durante a época de transição. que ocorre na primavera e no outono, existe uma intensificação do transporte de umidade canalizando diretamente da Amazônia para Santa Catarina. Já no verão, esse fluxo de umidade tende a ser canalizado mais em direção ao Sudeste do Brasil, o que acaba “roubando” a umidade que normalmente viria para o nosso estado. Por isso, no verão a gente não sente tanto os efeitos do El Niño com relação a chuvas mais frequentes que tendem a se agravar principalmente na primavera e depois no outono do ano seguinte. Então, essas duas janelas tendem a ser as mais críticas com relação ao El Niño: a primavera de 2026 e, depois, o outono de 2027.
O El Niño pode aumentar a frequência de tornados e ciclones aqui em SC?
Como a disponibilidade de umidade e também de instabilidades atmosféricas são ampliadas, tendemos a ter mais eventos severos, como microexplosões e tornados. Contudo, isso não significa necessariamente que teremos os eventos mais intensos. Por exemplo, o tornado de categoria F4 que atingiu o Paraná no ano passado ocorreu enquanto estávamos sob a influência do La Niña.
Seria possível reforçar as recomendações para a população se preparar para possíveis eventos extremos?
É fundamental que cada pessoa conheça a sua área, saiba se reside em uma região de inundação e descubra qual é o abrigo mais próximo. Também orientamos fortemente a população a se cadastrar nos alertas da Defesa Civil. Basta enviar um SMS com o seu CEP para o número 40199 e ficar muito atento aos alertas que chegam via celular. Em casos de temporais com vento forte ou granizo, busque um abrigo seguro e afaste-se de árvores e postes. Dentro de casa, se a construção não for de alvenaria, o banheiro costuma ser a estrutura mais resistente e segura. Jamais transite por ruas alagadas ou pontes submersas; a grande maioria das mortes ocorre justamente porque as pessoas tentam cruzar essas áreas inundadas e acabam sendo arrastadas pela correnteza. Além disso, ao notar rachaduras em paredes ou muros, inclinação de postes ou água barrenta minando do barranco, entenda que existe risco iminente de deslizamento. Nesses casos, saia imediatamente da residência e acione a Defesa Civil pelo telefone 199 ou o Corpo de Bombeiros pelo 193.
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Pamelys Barros confirma candidatura a deputada federal pelo Novo e defende segurança, educação e mudanças na legislação
Por Ligado no Sul04/09/2026 12h00
Foto/Instagram
O Jornal da Guarujá conversou na manhã desta sexta-feira (4) com a advogada e ex-presidente da Câmara de Vereadores de Braço do Norte, Pamelys Barros, que confirmou sua candidatura a deputada federal pelo Partido Novo nas eleições deste ano.
Durante a entrevista, a candidata falou sobre a mudança do PL para o Novo, os motivos que a levaram a aceitar o desafio de disputar uma vaga na Câmara Federal, suas principais bandeiras e a estratégia para buscar apoio nos municípios da região.
Mudança para o Partido Novo
Pamelys foi eleita vereadora pelo PL e afirmou que mantém uma relação de gratidão e respeito com o partido. Segundo ela, a mudança para o Novo ocorreu a partir de um pedido do governador, dentro da composição política para as eleições.
“Eu fui eleita pelo PL, tenho muito carinho pelo PL, por todos os amigos que fiz lá. A minha troca de partido foi um pedido do governador Jorginho Mello para compor a coligação”, explicou.
A advogada destacou que não houve desentendimento ou insatisfação com o antigo partido. De acordo com ela, a mudança teve como objetivo contribuir para a formação de uma chapa de direita em Santa Catarina.
“Foi realmente no sentido de que aqui em Santa Catarina nós pudéssemos montar uma chapa toda de direita, com os princípios que nós acreditamos”, afirmou.
Disputa por uma vaga na Câmara Federal
Sobre a candidatura a deputada federal, Pamelys afirmou que o convite também partiu da articulação política da coligação. Segundo ela, a intenção é eleger uma representante da Amurel para a Câmara dos Deputados.
“Há mais de dez anos aqui na Amurel nós não temos um representante eleito. Depois nós seguimos elegendo pessoas de fora da região. Então, dessa vez, foi pensado para que realmente pudesse ter chances”, declarou.
A candidata destacou ainda a importância de eleger alguém que conheça de perto as demandas dos municípios do Sul de Santa Catarina.
“Não foi algo que foi construído por mim, mas construído por toda a coligação, por todo o partido”, disse.
Segurança e mudanças nas leis estão entre as principais bandeiras
Com mais de dez anos de experiência na área jurídica, Pamelys afirmou que pretende levar para Brasília pautas relacionadas à segurança pública, educação e saúde.
Na área da segurança, a candidata defendeu mudanças na legislação e penas mais rigorosas para crimes.
“Não adianta nós trazermos viaturas, não adianta mandar os recursos para a Polícia Militar. Tudo isso é positivo, mas o que o Brasil precisa mesmo é de uma reforma urgente no seu corpo de leis”, afirmou.
Para ela, o país precisa de leis mais rígidas e de uma atuação parlamentar voltada à alteração da legislação.
Na educação, Pamelys defende uma educação que, segundo ela, tenha qualidade e seja “sem ideologia e sem doutrinação”. A candidata também citou a saúde e o desenvolvimento da infraestrutura entre as áreas que pretende defender caso seja eleita.
Apoio a Flávio Bolsonaro
Questionada sobre seu posicionamento na disputa presidencial, Pamelys afirmou que seu apoio é ao senador Flávio Bolsonaro (PL). Ela reconheceu que tem simpatia pelo governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Nov0), mas explicou que mantém um compromisso político construído anteriormente com o grupo ligado ao PL.
“Quando aceitei trocar de partido e compor a coligação, eu já deixei isso bastante claro: meu compromisso já era com o Flávio Bolsonaro”, afirmou.
Segundo ela, apesar da mudança de legenda, seus posicionamentos políticos permanecem os mesmos.
“Eu troquei de partido, mas sigo com os meus mesmos pensamentos”, declarou.
Críticas ao sistema e defesa de mudanças nos Poderes
Durante a entrevista, Pamelys também comentou as recentes discussões envolvendo o Judiciário e defendeu uma reforma nos Poderes.
Para a candidata, o momento exige representantes com conhecimento técnico e disposição para enfrentar o que considera problemas estruturais do sistema.
“Tudo isso mostra o quanto é urgente a gente fazer uma reforma nos nossos Poderes, colocar pessoas lá em cima que realmente não tenham medo de enfrentar tudo isso”, afirmou.
Como advogada, Pamelys defendeu que o conhecimento jurídico pode ser um diferencial na atuação parlamentar.
“Não é só gritar, não é só fazer postagem nas redes sociais, mas realmente é combater com o que eles têm que combater: a legislação. A legislação precisa ser usada em prol do povo”, disse.
Campanha busca apoio nos municípios da Amurel
A candidata afirmou que pretende concentrar parte da campanha nos municípios da Amurel e destacou que já conta com apoiadores em cidades como Braço do Norte, São Ludgero, Grão-Pará, Orleans, Tubarão e Capivari de Baixo.
Ela ressaltou a ligação que possui com Orleans, onde estudou durante cinco anos e mantém vínculos pessoais.
“Quando eu falo sobre Orleans, eu entendo que Orleans é tão próximo de Braço do Norte, tão próximo da Amurel, que não pode ficar de fora dessa conta”, afirmou.
Pamelys também defendeu que a região eleja representantes que conheçam os problemas locais e tenham proximidade com os municípios.
“É importante eleger alguém que é daqui e conhece os problemas daqui e, principalmente, que depois consegue mandar uma mensagem ou vir na minha porta e dizer: ‘Pamelys, preciso disso aqui’, e saber que vai ser ouvido”, declarou.
Pedido de apoio
Ao final da entrevista, Pamelys se apresentou aos eleitores e pediu que acompanhem sua campanha pelas redes sociais.
“Sou advogada, vereadora aqui em Braço do Norte, tenho mais de dez anos de experiência jurídica e concorro agora a uma vaga na Câmara Federal, como deputada federal, para representar os nossos municípios e a nossa região”, afirmou.
A candidata disse ainda que pretende trabalhar para viabilizar recursos, obras e projetos para os municípios da região.
Pamelys Barros disputa uma vaga na Câmara dos Deputados pelo Partido Novo e utiliza o número 3099 na campanha.
Confira entrevista completa
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Lauro Müller se prepara para celebrar a Independência com desfiles no Guatá e no Centro
Por Ligado no Sul04/09/2026 11h00
Foto/Arquivo – Prefeitura de Lauro Müller
Lauro Müller se prepara para mais um fim de semana marcado pelo civismo e pela participação da comunidade. O Governo Municipal, por meio da Secretaria Municipal da Educação, realiza nos dias 5 e 7 de setembro os tradicionais desfiles cívicos em comemoração à Independência do Brasil, reunindo escolas, instituições, entidades e a comunidade em dois momentos especiais.
No sábado, dia 5 de setembro, às 10h, o desfile será realizado no Distrito do Guatá. A programação contará com a participação de mais de 23 entidades, entre escolas e instituições, além da Banda do 28º Grupo de Artilharia de Campanha – GAC, do Exército Brasileiro, de Criciúma, da Banda Musical Santa Bárbara, da fanfarra da Escola Municipal Professora Emília Mamede Soares e da fanfarra da EEB Engenheiro Ernani Cotrin.
Já na segunda-feira, 7 de setembro, às 9h, será a vez do Centro de Lauro Müller receber o tradicional desfile cívico. Aproximadamente 50 entidades, entre escolas e instituições, estão confirmadas para participar da programação, que contará ainda com a Banda Musical Santa Bárbara e mais de cinco fanfarras, levando música, cores e apresentações para a Rua Dr. Valdir Cotrin.
Os desfiles representam um dos principais momentos da programação alusiva à Semana da Pátria no município e mobilizam estudantes, professores, servidores, entidades, forças de segurança e diferentes segmentos da sociedade. A expectativa é novamente reunir um grande público tanto no Guatá quanto no Centro.
O Governo Municipal convida toda a população para prestigiar os dois momentos e participar das comemorações da Independência, valorizando o civismo, a história e a participação das comunidades de Lauro Müller.
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SC-390 será interditada entre Pindotiba e Orleans e na Serra do Rio do Rastro nesta sexta e sábado
Por Ligado no Sul04/09/2026 10h00
FOTO/ PMRv SC
SC-390 terá interdições nesta sexta e sábado para passagem da Volta Ciclística de Santa Catarina
Motoristas devem ficar atentos às alterações no trânsito entre Pindotiba e Orleans e na SerrFotoa do Rio do Rastro
A Polícia Militar Rodoviária (PMRv) alerta os motoristas para interdições na SC-390 nesta sexta-feira (4) e no sábado (5), em razão da passagem da Volta Ciclística de Santa Catarina, evento que teve início no dia 1º de setembro.
Nesta sexta-feira (4), a SC-390 será completamente interditada das 15h30 às 17h, no trecho entre Pindotiba e Orleans.
Em Pindotiba, o ponto de bloqueio será nas proximidades do Posto de Gasolina SerraMar. Durante o período de interdição, veículos leves poderão utilizar uma rota alternativa por estradas internas do município, seguindo pela Rua Aparício Adriano de Freitas e Rua D. Adelaide Martins.
A PMRv ressalta, porém, que veículos pesados e articulados não conseguem utilizar a rota alternativa e, por isso, deverão aguardar a liberação da rodovia.
Serra do Rio do Rastro será interditada no sábado
Já no sábado (5), a atenção deve ser redobrada para quem pretende utilizar a Serra do Rio do Rastro, também na SC-390.
A rodovia será completamente interditada no trecho da Serra para a passagem dos ciclistas.
Para os veículos que seguem no sentido Bom Jardim da Serra → Lauro Müller, ou seja, no sentido de descida, o bloqueio terá início às 6h, em frente ao Posto21 da Polícia Militar Rodoviária, no Mirante da Serra.
No sentido contrário, para quem segue de Lauro Müller → Bom Jardim da Serra, a interdição começará às 7h, em frente ao Mirante do 12, em Lauro Müller.
Além disso, haverá uma interdição parcial no trevo de acesso entre Lauro Müller e Treviso, em frente ao CTG Serra do Rio do Rastro, entre 9h30 e 10h, durante a passagem dos atletas.
Segundo a Polícia Militar Rodoviária, a previsão é de que a Serra do Rio do Rastro seja liberada a partir das 11h, após a passagem dos ciclistas e a conclusão dos procedimentos de segurança.
A orientação aos motoristas é para que planejem o deslocamento com antecedência, respeitem a sinalização e as orientações dos agentes de trânsito e, sempre que possível, evitem os trechos durante os horários de interdição.