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Ligado no Sul
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Modelo de investimento compartilhado e criação de atrativos ampliam permanência dos visitantes e fortalecem a economia da Serra Catarinense

Por Ligado no Sul08/07/2026 14h27
Fotos/Arquivo pessoal

Durante muitos anos, a Serra catarinense foi reconhecida principalmente pelas paisagens, pelos cânions e pelas montanhas que atraem visitantes de diferentes regiões do país. Nos últimos anos, no entanto, o desenvolvimento do turismo regional passou a depender de uma estratégia mais ampla: transformar esse patrimônio natural em experiências capazes de gerar investimentos, ampliar o tempo de permanência dos turistas e movimentar uma cadeia econômica que vai muito além da hotelaria.

A Serra Geral, uma das grandes formações rochosas da América do Sul, possui uma dimensão que ultrapassa os limites da Serra catarinense. Sua cadeia tem origem no Paraguai, atravessa diagonalmente o estado do Paraná, divide o litoral do interior de Santa Catarina e segue pelo Rio Grande do Sul, ingressando também pela Argentina e pelo Uruguai. As serras Catarinense e Gaúcha são subdivisões dessa formação, que reúne campos de altitude, cânions, paredões rochosos, vales profundos e paisagens de características únicas.

A mudança acompanha uma tendência observada em destinos turísticos consolidados, onde o visitante busca mais do que contemplar paisagens. Ele procura vivências, conforto, entretenimento e atividades que justifiquem permanecer mais tempo no destino. Nesse cenário, a Serra Geral passou a incorporar novos modelos de negócios, como empreendimentos em multipropriedade, parques de aventura e roteiros voltados ao turismo de experiência.

Entre os profissionais que acompanham essa transformação está Elias Caetano, Montanhista desde 1998 e um dos pioneiros na conquista de montanhas e vias de escalada da Serra Geral Catarinense, participando da abertura de cerca de 30 rotas na região. Elias é empreendedor que atua no desenvolvimento de projetos turísticos na região. Para ele, o desafio sempre foi transformar o potencial natural da Serra em produtos capazes de gerar desenvolvimento econômico de forma sustentável.

“Como transformar um potencial em um produto vendável? A natureza sempre esteve aqui. O desafio foi criar experiências que permitissem às pessoas viver esse território”, afirma.

A relação de Elias com a Serra , no entanto, começou muito antes dos projetos turísticos. A trajetória no montanhismo fez com que ele acompanhasse de perto diferentes áreas da região, criando uma relação de conhecimento e pertencimento com esse território.

Para ele, os montanhistas possuem papel fundamental na valorização e proteção das montanhas, justamente pela presença constante nesses ambientes e pela ligação construída ao longo dos anos com comunidades e moradores locais.

“Proteger tamanha exuberância é algo grandioso. Na verdade, não existe ativismo ou ambientalismo maior, mais autêntico nem mais importante do que esse. Nós montanhistas somos os maiores conhecedores desse território. Assumimos o protagonismo por defendê-lo e protegê-lo e conquistamos esse reconhecimento com atitude, ética e coerência”, afirma.

Segundo Elias, essa atuação está diretamente relacionada à convivência com o território.

“Estamos presentes em cada localidade de forma profunda, frequente e capilarizada como ninguém, de norte a sul, por cima e por baixo e especialmente por dentro. Conhecemos cada morador, cada canto, grota, cânion, pelo planalto ou pelos vales das encostas da Serra. Criamos fortes laços e vínculos valiosos e verdadeiros com os moradores e comunidades, valorizando e cuidando desse patrimônio”, destaca.

Ele defende que transformar a Serra em destino turístico também é uma forma de aproximar as pessoas desse patrimônio. Segundo o empreendedor, muitos moradores das cidades do entorno ainda observam a cadeia de montanhas apenas como uma barreira geográfica ou uma paisagem distante, sem perceber o potencial existente nesse território.

“Muitas pessoas olham, mas não enxergam seus detalhes, seu potencial, sua vocação e seus recursos. Alguns veem como uma mera silhueta emoldurando a linha do horizonte, como se fosse um borrão distante na paisagem. Assim perdem a oportunidade de viver as experiências disponíveis ali”, explica.

Para facilitar essa aproximação com segurança e estrutura, iniciativas ligadas ao montanhismo e ao turismo de aventura passaram a criar caminhos para que mais pessoas pudessem experimentar a Serra. Nesse contexto, foram desenvolvidos projetos voltados à prática esportiva, lazer e contato direto com a natureza, incluindo ações da ASGEM e empreendimentos estruturados pela SGV.

A implantação desse formato exigiu vencer a resistência natural de um mercado que ainda conhecia pouco o conceito. “Tivemos que superar o medo do novo. A regulamentação é relativamente recente e as pessoas precisavam entender que existe segurança jurídica para investir nesse modelo. Aos poucos, a experiência positiva dos primeiros proprietários foi transmitindo confiança para novos investidores”, diz.

Na prática, a multipropriedade amplia o acesso a imóveis de alto padrão, reduz o valor individual do investimento e contribui para aumentar a ocupação dos empreendimentos ao longo do ano, fortalecendo a economia local.

Ao mesmo tempo, a Serra passou a investir na criação de experiências capazes de transformar seus atrativos naturais em produtos turísticos estruturados. Trilhas de longo percurso, escaladas, passarelas suspensas, tirolesas e parques de aventura passaram a integrar um roteiro que vai além da contemplação da paisagem.

Ao longo da carreira, Elias participou da implantação de diversos projetos ligados ao turismo de aventura, entre eles parques em municípios como Urubici, Praia Grande, Cambará do Sul e Canela (RS), além da estruturação do Caminho das Araucárias, uma trilha de longo curso inspirada em rotas internacionais de caminhada.

Esse movimento representa uma mudança importante na forma como a Serra se posiciona no mercado turístico. “O turismo precisa proporcionar experiências. Gastronomia, hospedagem e infraestrutura são fundamentais, mas a pessoa precisa voltar para casa levando a lembrança de algo marcante que viveu aqui”, afirma.

Elias defende que a Serra Geral possui características capazes de consolidar a região como um destino de natureza reconhecido internacionalmente. Para ele, a valorização desse território precisa começar dentro da própria região, estimulando moradores e empreendedores a reconhecerem a dimensão desse patrimônio.

“As montanhas da Serra Geral são literalmente vivas, sua verticalidade é abissal, os seus contornos são precisamente bem desenhados e recortados, destacando o contraste abrupto entre os campos de altitude dourados e os paredões verdejantes nos vales e cânions. É um cenário magicamente transformado pelo fenômeno da viração, que torna a paisagem profundamente dramática e encantadora. Como se não bastasse, quando coberto pela neve esse cenário se torna ainda mais singular, um destino ímpar e uma experiência verdadeiramente impactante, impressionante, arrebatadora e inesquecível”, descreve.

Segundo Elias, exemplos internacionais mostram como a valorização das montanhas pode se transformar em identidade e desenvolvimento econômico. Ele cita destinos como a Patagônia, a Chapada dos Guimarães e a Amazônia, além de regiões europeias onde a paisagem montanhosa se tornou parte fundamental da economia local.

“É fácil perceber que sou um autêntico entusiasta da nossa cordilheira. Tenho uma visão muito clara de como consolidar esse território em um destino, assim como a Patagônia, a Chapada dos Guimarães ou a Amazônia, por exemplo. Faço isso promovendo suas riquezas e suas singularidades, como parte estratégica para a defesa deste território”, afirma.

Para ele, cidades que vivem próximas a grandes formações naturais souberam transformar essa relação em oportunidade. “Já imaginou se a cidade italiana de Cortina d’Ampezzo ignorasse a importância das Dolomitas a sua volta? Se a francesa Chamonix desconsiderasse a presença do Mont Blanc no seu dia a dia? Ou se a suíça Lauterbrunnen não se interessasse pelas encostas rochosas que contornam a sua vila encantadora?”, questiona.

O novo modelo beneficia toda a cadeia produtiva do turismo. Quanto maior o tempo de permanência do visitante, maior tende a ser o impacto sobre hotéis, pousadas, restaurantes, comércio, produtores locais e prestadores de serviços.

A própria geografia da Serra contribui para esse diferencial. Inserida em uma região de grande importância ambiental, a Serra Geral reúne condições únicas para atividades ao ar livre e turismo de aventura. Para Elias, transformar esse potencial em produtos sustentáveis e acessíveis é parte fundamental do processo de desenvolvimento regional.

“Transformar o potencial da Serra em produtos sustentáveis e acessíveis é parte significativa e importante da minha história, especialmente consorciada com a valorização da riqueza cultural dos seus habitantes. Sou um entusiasta do montanhismo como vetor para o desenvolvimento sustentável dessa região montanhosa”, afirma.

Preservar esse patrimônio natural não representa um obstáculo ao crescimento econômico. Pelo contrário. A conservação tornou-se um dos principais diferenciais competitivos da região e um ativo capaz de gerar desenvolvimento de longo prazo.

O turismo, que já representa uma parcela significativa da economia de Santa Catarina, encontra na Serra um cenário de expansão, mesmo diante dos desafios de infraestrutura. A transformação do potencial natural em experiências, investimentos e oportunidades começa a consolidar um novo momento para a região.

A Serra  passa, assim, a construir um modelo em que natureza, inovação, empreendedorismo e preservação caminham juntos. Um processo que fortalece a economia local, valoriza as comunidades e posiciona a região entre os destinos brasileiros que apostam na experiência como principal ativo de desenvolvimento.

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Lorinho é eleito presidente do Sindicato dos Mineiros de Lauro Müller e Orleans

Por Ligado no Sul08/07/2026 13h45

A Chapa 2, encabeçada por Lourival Elias Filho, o Lorinho, foi eleita para comandar o Sindicato dos Mineiros de Lauro Müller e Orleans. Ao lado do vice-presidente Geraldo Isaias Alves, Lorinho venceu a disputa realizada na última sexta-feira (3), encerrando a apuração com cerca de 200 votos de vantagem sobre a Chapa 1.

A eleição foi marcada por uma campanha acirrada entre as duas chapas. Segundo a comissão eleitoral, a Chapa 2 obteve maioria dos votos entre os aposentados e trabalhadores de diferentes unidades de mineração.

Entre os aposentados, a Chapa 2 recebeu 404 votos, contra 321 da Chapa 1. Na Mina G, o placar foi de 91 votos para a Chapa 2 e 39 para a Chapa 1. Na Mina Bonito, Lorinho venceu por 191 votos a 151. Já na Belluno, a Chapa 2 conquistou 161 votos, enquanto a Chapa 1 recebeu 129. Apenas entre os trabalhadores afastados a Chapa 1 levou vantagem, com 45 votos contra 39.

Em entrevista ao Jornal da Guarujá,  Lorinho agradeceu a confiança da categoria e afirmou que o compromisso agora é representar todos os trabalhadores.

“A partir do encerramento da contagem de votos acabou a eleição. Vamos trabalhar para todos os mineiros, independentemente de quem votou em cada chapa. Só tenho a agradecer pela confiança dos trabalhadores e dos aposentados que saíram de casa para nos dar esse voto de confiança”, afirmou.

Prioridade será cumprir plano de governo

Presidente do sindicato em gestões anteriores, Lorinho disse que pretende colocar em prática as propostas apresentadas durante a campanha.

“Tivemos uma caminhada de quatro ou cinco meses apresentando um plano de governo que foi bem aceito pelos trabalhadores. Agora vamos cumprir cada um dos compromissos assumidos, sempre defendendo o mineiro, que é o nosso foco”, destacou.

Segundo ele, uma das principais demandas é ampliar a presença do sindicato junto aos trabalhadores do subsolo.

“Hoje havia pouca representatividade no subsolo. Queremos estar mais próximos do trabalhador e acompanhar de perto as necessidades da categoria”, afirmou.

Entre as prioridades da nova diretoria está a defesa da aposentadoria especial dos mineiros. Lorinho afirmou que o sindicato buscará apoio de parlamentares para discutir mudanças nas regras atuais.

“Vamos nos unir a deputados e senadores para lutar pela categoria. Hoje o trabalhador continua podendo se aposentar com 15 anos de atividade especial, mas recebe apenas uma parte do benefício. Queremos recuperar direitos perdidos com a reforma da Previdência”, disse.

O novo presidente também destacou as condições enfrentadas pelos trabalhadores nas minas subterrâneas.

“Quem trabalha no subsolo convive diariamente com poeira de carvão, fumaça de explosivos, máquinas e um ambiente confinado. É uma atividade de alto risco, que exige o reconhecimento da aposentadoria especial.”

Situação das carboníferas

Durante entrevista, Lorinho comentou ainda a situação de uma carbonífera da região que está em recuperação judicial. Apesar das dificuldades, ele demonstrou confiança na recuperação da empresa.

“Acredito que, com o esforço dos trabalhadores e da empresa, será possível superar esse momento e retomar a normalidade.”

Para marcar a posse da nova diretoria, a Chapa 2 promove neste sábado (11) uma carreata com saída às 8h30 do Posto do Jairo, no distrito do Guatá, em Lauro Müller. Após o percurso, será realizado um churrasco no salão de festas da comunidade do Palermo.

Confira entrevista completa

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Quando ligar para o SAMU? Saiba em quais situações o serviço deve ser acionado

Por Ligado no Sul08/07/2026 12h00
Samu – Orleans

Uma dor intensa no peito, uma suspeita de AVC, um acidente de trânsito com vítimas ou uma dificuldade repentina para respirar são situações que exigem atendimento imediato e devem levar ao acionamento do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU), pelo telefone 192. No entanto, a Central de Regulação ainda recebe diariamente ligações para casos que não são considerados urgência ou emergência, o que pode comprometer o atendimento de quem realmente precisa de socorro.

Em entrevista ao Portal Ligado no Sul, a enfermeira e coordenadora da Unidade de Suporte Básico (USB 11) do SAMU de Orleans, Edimara Tochetto Suaya Netto, explica que o serviço é destinado exclusivamente ao atendimento de situações que oferecem risco imediato à vida ou podem deixar sequelas graves.

Chamadas sem urgência ainda são frequentes

Entre os atendimentos solicitados de forma inadequada estão pedidos de transporte para consultas e exames, aferição de pressão arterial, renovação de receitas, dores crônicas sem agravamento e sintomas leves que podem ser avaliados em uma Unidade Básica de Saúde (UBS).

“Embora a população esteja cada vez mais informada, ainda recebemos chamadas para situações que não se enquadram como urgência ou emergência.”

Cada ambulância deslocada para uma ocorrência que não exige atendimento emergencial deixa de estar disponível para socorrer outra pessoa que pode estar em uma situação crítica. Por isso, utilizar o serviço de forma consciente faz toda a diferença no tempo de resposta às emergências.

Outro problema enfrentado pela Central de Regulação é quando o solicitante exagera ou informa sintomas que não correspondem à condição real do paciente.

A decisão de enviar uma ambulância é tomada pelo médico regulador com base nas informações fornecidas durante a ligação e segue protocolos técnicos de classificação de risco. Quando esses dados não são verdadeiros, a prioridade do atendimento pode ser alterada de forma indevida.

“Infelizmente, algumas pessoas acabam exagerando ou até relatando sintomas que não estão presentes, acreditando que isso aumentará a chance de uma ambulância ser enviada. Quando a equipe chega ao local, muitas vezes constata que a situação era diferente da informada inicialmente.”

Esse tipo de comportamento pode direcionar recursos para ocorrências que não configuram urgência e atrasar o atendimento de pacientes que realmente apresentam risco iminente de morte.

Em quais situações ligar para o 192?

O SAMU deve ser acionado sempre que houver uma emergência em que o atendimento rápido possa salvar uma vida ou reduzir o risco de sequelas.

Entre os principais casos estão:

  • Dor intensa no peito ou suspeita de infarto;
  • Suspeita de AVC, com dificuldade para falar, perda de força em um dos lados do corpo ou alteração súbita da visão;
  • Parada cardiorrespiratória;
  • Perda da consciência ou desmaios prolongados;
  • Crises convulsivas;
  • Dificuldade intensa para respirar;
  • Acidentes de trânsito com vítimas;
  • Quedas com suspeita de fraturas graves ou traumatismos;
  • Hemorragias importantes;
  • Queimaduras extensas;
  • Afogamentos;
  • Choques elétricos;
  • Soterramentos;
  • Desabamentos com vítimas;
  • Ferimentos provocados por arma branca ou arma de fogo.

Mesmo quando houver dúvida sobre a gravidade da situação, a orientação é ligar para o 192.

“O médico regulador fará a avaliação da situação e indicará a melhor conduta.”

Nem todo problema de saúde exige o deslocamento de uma ambulância. Casos como transporte para consultas, exames ou internações agendadas, renovação de receitas, dor de dente, febre, vômitos, diarreia, dores crônicas, cólica renal sem agravamento, troca de sondas e transporte de óbitos devem ser encaminhados às Unidades Básicas de Saúde ou aos serviços de pronto atendimento, conforme a necessidade.

O uso adequado do serviço garante que as equipes permaneçam disponíveis para responder rapidamente às verdadeiras emergências.

O que fazer enquanto a ambulância está a caminho

Após acionar o SAMU, é importante manter a calma e seguir atentamente todas as orientações repassadas pela Central de Regulação.

Dependendo da situação, o solicitante poderá ser orientado a iniciar manobras de primeiros socorros, como compressões torácicas em casos de parada cardiorrespiratória, controlar hemorragias ou evitar movimentar a vítima quando houver suspeita de trauma.

Também é fundamental manter o telefone disponível, informar corretamente o endereço, indicar pontos de referência e facilitar o acesso da equipe ao local. Se possível, tenha em mãos informações importantes sobre a vítima, como doenças pré-existentes, medicamentos de uso contínuo e alergias.

Trotes continuam sendo um problema

Além das chamadas indevidas, os trotes ainda representam um desafio para o serviço.

Cada ligação falsa ocupa profissionais da Central de Regulação, mobiliza recursos públicos e pode atrasar o atendimento de uma ocorrência real.

“Além do desperdício de recursos públicos, essas ocorrências podem comprometer o tempo de resposta do serviço, que é determinante em situações como parada cardiorrespiratória, infarto, acidente vascular cerebral e traumas graves.”

Saiba o que informar ao ligar para o 192

Para agilizar o atendimento, tenha sempre as seguintes informações:

  • O que aconteceu;
  • Endereço completo e pontos de referência;
  • Idade aproximada da vítima;
  • Quais sintomas ela apresenta;
  • Se está consciente e respirando.

Esses dados permitem que a Central de Regulação avalie rapidamente a gravidade da ocorrência e envie o atendimento mais adequado.

A coordenadora do SAMU de Orleans lembra que utilizar o número 192 de forma consciente, fornecendo informações corretas durante a ligação, contribui para que as equipes estejam disponíveis para atender com rapidez quem realmente corre risco de vida.

Foto-Arquivo/SAMU

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Vai usar ônibus em Criciúma? Nova bilhetagem entra em operação no dia 12 de julho

Por Ligado no Sul08/07/2026 11h30
Fotos/Divulgação

O transporte coletivo urbano de Criciúma entra em uma nova fase a partir do próximo domingo, 12 de julho, com a implantação da nova bilhetagem eletrônica do Consórcio CriBus.

A mudança, desenvolvida em parceria com a Transdata — empresa presente em mais de 450 cidades da América Latina e da África —, inclui a substituição dos cartões de passagem, a instalação de novos validadores em todos os ônibus da frota e o lançamento de um aplicativo próprio com serviços digitais para os usuários.

Quem utiliza os cartões CriciumaCard estudante das escolas particulares, Professor e também o CriciumaCard cidadão já pode retirar o novo cartão na sede do Consórcio CriBus, localizada na galeria do terminal central de passageiros. Os alunos das redes Estadual e Municipal receberão seus novos cartões nas escolas.
Os novos cartões, no entanto, só poderão ser utilizados a partir do dia 12 de julho, quando também passarão a receber créditos. Inicialmente apenas os cartões Cidadão e Estudante estão sendo entregues. Os demais serão chamados a partir de agosto.

Créditos dos cartões antigos valem até 11 de setembro

Um ponto importante da transição é que os créditos existentes nos cartões atuais não serão transferidos para os novos. Os usuários poderão utilizá-los normalmente até o dia 11 de setembro, já que os novos validadores instalados nos ônibus farão a leitura dos dois modelos de cartão durante esse período.

A orientação é que os passageiros consumam os créditos do cartão antigo, mantendo apenas uma carga de segurança até 12 de julho, e não descartem o cartão atual até o fim do prazo.

As recargas dos novos cartões poderão ser feitas nos terminais e na sede do Consórcio CriBus. O aplicativo Recarga Pay deixará de ser utilizado pelo consórcio.

Novas funcionalidades serão implantadas de forma gradativa

Nesta terça-feira a nova bilhetagem foi apresentada e a Gerente Comercial da Transdata, Aline Riffel, mostrou todos os detalhes da nova bilhetagem, como carteira digital, aplicativo e sistema de localização em tempo real, entre outras funcionalidades, que colocam o sistema de Criciúma entre as cidades com maior tecnologia para o transporte coletivo.

Como parte do novo sistema, o consórcio disponibilizará em breve o aplicativo CriBus com várias funcionalidades, que serão disponibilizadas gradativamente, ao longo dos próximos meses, sendo comunicadas aos clientes do sistema.

Durante o período de transição, equipes do Consórcio CriBus orientando os passageiros. As dúvidas também podem ser esclarecidas pelo SAC, no telefone (48) 3431-7777.

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