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Ligado no Sul
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Prefeitura de Laguna altera horário de expediente em dias de jogos da Seleção Brasileira na Copa do Mundo de 2026

Por Ligado no Sul23/06/2026 13h00
Foto/Arquivo -Elvis Palma

A Prefeitura de Laguna publicou decreto que estabelece horários especiais de expediente nos órgãos e entidades da Administração Pública Municipal Direta e Indireta durante os jogos da Seleção Brasileira na Copa do Mundo FIFA 2026.

A medida tem como objetivo compatibilizar o funcionamento da administração pública com a realização das partidas, sem prejuízo à continuidade dos serviços públicos prestados à população.

De acordo com o Decreto nº 7.814/2026, quando os jogos da Seleção Brasileira ocorrerem às 14h, 16h ou 17h, o expediente será realizado das 7h às 13h. Já nos dias em que as partidas acontecerem às 19h, o atendimento nos órgãos municipais ocorrerá das 12h às 18h.

Para os jogos realizados em horários diferentes dos previstos no decreto, não haverá alteração no expediente normal da Prefeitura.

O decreto também estabelece que os serviços considerados essenciais continuarão funcionando normalmente. Entre eles estão o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) e ambulâncias, a coleta de resíduos sólidos, a limpeza pública, os cuidadores do Abrigo Institucional, a Guarda Municipal, o Centro de Informações Turísticas, os serviços de fiscalização municipal, o Transporte Fora do Domicílio (TFD), os processos licitatórios eletrônicos e a Proteção e Defesa Civil em situações de emergência.

As unidades da Rede Municipal de Ensino seguirão o calendário escolar aprovado pela Secretaria Municipal de Educação para o ano letivo de 2026. Já a organização do expediente das unidades ligadas à Secretaria Municipal de Saúde ficará sob responsabilidade da gestora da pasta.

Conforme previsto no decreto, caberá aos titulares dos órgãos e entidades municipais deliberar sobre situações não contempladas pela normativa, definindo a organização e o funcionamento dos serviços sob sua responsabilidade.

Horários especiais de expediente

  • Jogos às 14h, 16h ou 17h: expediente das 7h às 13h;
  • Jogos às 19h: expediente das 12h às 18h;
  • Jogos em outros horários: expediente normal.
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Quedas e violência contra idosos muitas vezes têm um fator em comum: o ambiente onde eles vivem

Por Ligado no Sul23/06/2026 12h00
Imagens/Divulgação

Embora sejam tratados como temas distintos, quedas, negligência e diferentes formas de violência contra idosos compartilham, muitas vezes, um fator de risco importante: ambientes inadequados ao envelhecimento. Degraus sem sinalização, banheiros sem barras de apoio, iluminação insuficiente e espaços pouco adaptados podem comprometer a autonomia e aumentar a vulnerabilidade física e emocional dessa população.

As quedas estão entre as principais causas de hospitalização e de perda de independência em pessoas com mais de 60 anos. Ao mesmo tempo, dados do Ministério da Saúde apontam crescimento das notificações de violência contra idosos na última década, e a maior parte dos casos ocorre no ambiente doméstico e envolve familiares ou pessoas próximas.

“Quando um idoso perde autonomia por conta de uma queda ou passa a depender integralmente de terceiros para atividades básicas do dia a dia, aumenta também sua vulnerabilidade. Por isso, falar em prevenção significa olhar não apenas para a saúde, mas também para o ambiente em que essa pessoa vive”, afirma Leandro Ramos de Souza, gerente de longevidade do LOMA Pedra Branca, advogado, fisioterapeuta, especialista em gerontologia e integrante da Comissão de Direito da Pessoa Idosa da OAB-SC.

O tema ganha relevância especial em Santa Catarina, estado com a maior expectativa de vida do país. Segundo o IBGE, os catarinenses vivem, em média, 81,1 anos, e a população com 60 anos ou mais já supera 1,2 milhão de pessoas. O cenário reforça a necessidade de repensar moradias, bairros e cidades para uma realidade em que viver mais é uma conquista cada vez mais comum.

A discussão sobre envelhecimento também evoluiu. Hoje, especialistas em longevidade defendem que envelhecer bem vai muito além da ausência de doenças. Significa preservar a autonomia, a capacidade de decisão, os vínculos sociais, a mobilidade e o propósito de vida. Nesse cenário, o ambiente em que a pessoa vive torna-se um dos principais determinantes da qualidade do processo de envelhecimento. Afinal, muitas vezes, os acidentes não se devem à falta de cuidado ou de intencionalidade, mas sim à falta de um olhar de prevenção.

Moradia como ferramenta de prevenção

O conceito de senior living, um modelo de moradia voltado para pessoas idosas que desejam manter a autonomia, uma vida social ativa e acesso facilitado a serviços de saúde e bem-estar. Consolidado há décadas em países como os Estados Unidos, o Canadá e diversas nações europeias, o conceito começa a ganhar espaço também no Brasil.

Em operação desde março deste ano na Cidade Criativa Pedra Branca, em Palhoça, o LOMA Pedra Branca by DOM Senior Living foi desenvolvido com base nessa lógica. O empreendimento reúne apartamentos privativos, áreas de convivência, programação voltada à longevidade, equipe multidisciplinar e infraestrutura projetada para reduzir riscos associados ao envelhecimento, como quedas e isolamento social.

A proposta não é substituir o convívio familiar nem responder a situações de crise, é antecipar necessidades e oferecer condições para que a autonomia seja preservada por mais tempo possível. Ambientes acessíveis, iluminação adequada, circulação facilitada, suporte especializado e estímulo à convivência fazem parte dessa estratégia.

“A maior parte das quedas e muitos dos processos que levam ao isolamento poderiam ser prevenidos com planejamento. Quando a pessoa escolhe viver em um ambiente preparado para o envelhecimento ainda enquanto é independente, ela amplia suas chances de manter autonomia, segurança e qualidade de vida por mais tempo”, afirma Renata Stringhini, cofundadora da DOM Senior Living.

De acordo com a Organização Mundial da Saúde, o envelhecimento saudável está diretamente relacionado à manutenção da capacidade funcional, que inclui mobilidade, autonomia, participação social e acesso a ambientes que favoreçam o bem-estar. Nesse contexto, modelos de moradia planejados para a longevidade ganham relevância ao aproximar a convivência, a segurança, os serviços e o cuidado, o que aumenta a expectativa de vida. Na prática, isso significa mais independência, maior participação social e menor exposição a situações que podem comprometer a saúde e o bem-estar.

O Junho Violeta (15/6 – Dia Mundial de Conscientização da Violência contra a Pessoa Idosa; 24/6 – Dia Mundial de Prevenção de Quedas) reforça justamente essa reflexão: a prevenção da violência, da negligência e de muitos dos riscos associados ao envelhecimento começa antes de qualquer intervenção médica ou jurídica. Ela começa no ambiente onde as pessoas vivem. Reforça justamente essa reflexão: a prevenção da violência, da negligência e de muitos dos riscos associados ao envelhecimento começa antes de qualquer intervenção médica ou jurídica. Ela começa no ambiente onde as pessoas vivem.

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Exames indicam que porfiria continua ativa e adolescente de Orleans precisará de mais seis doses de medicamento

Por Ligado no Sul23/06/2026 11h30
Foto/Divulgação

A família de Mateus Carrer Della Justina, de 15 anos, morador da comunidade de Barro Vermelho, em Orleans, divulgou uma atualização sobre o estado de saúde do adolescente, que trava uma batalha contra a Porfiria Aguda Intermitente, uma doença genética rara.

Internado desde maio em Criciúma, Mateus segue em tratamento intensivo e apresenta avanços importantes em sua recuperação. No entanto, o caminho ainda é longo e exige a continuidade dos cuidados médicos.

Segundo o pai, Jorge Luiz Della Justina, desde a última atualização houve a necessidade da realização de uma traqueostomia para auxiliar a respiração do adolescente. Apesar disso, os profissionais de saúde já iniciaram o processo de redução gradual da dependência dos aparelhos.

“Hoje ele ainda se encontra com a traqueostomia para ajudar na respiração, porém os médicos e os terapeutas já estão fazendo alguns exercícios que eles chamam de desmame, deixando algum período do dia ele respirar por conta”, relatou.

De acordo com a família, Mateus já consegue permanecer por mais de uma hora respirando sem auxílio mecânico, um avanço considerado importante dentro do processo de recuperação.

“Ele fica num período de uma hora, uma hora e dez minutos e está conseguindo se manter com a respiração própria”, explicou o pai.

Exames apontam que a doença segue ativa

Apesar da evolução clínica observada nos últimos dias, a família recebeu uma notícia que demonstra que a luta contra a doença ainda está longe do fim.

Exames realizados recentemente confirmaram que a Porfiria Aguda Intermitente continua ativa, tornando necessária a realização de um novo ciclo do tratamento medicamentoso.

“Chegaram os exames para confirmar se havia ainda necessidade de novas aplicações e acabou que veio positivo ainda. A porfiria está ativa e necessitando de mais um ciclo de aplicações”, contou Jorge.

Diante da necessidade de novas doses do medicamento, a família ingressou com uma ação judicial contra o plano de saúde para garantir a continuidade do tratamento.

Nesta segunda-feira, a Justiça concedeu decisão favorável ao adolescente, determinando que o plano forneça as seis novas ampolas necessárias para a sequência do protocolo médico.

“Entramos com uma ação judicial contra o plano e veio uma decisão favorável em nome do Mateus. O plano entrou em contato comigo dizendo que iria cumprir a determinação da Justiça e disponibilizar esse medicamento”, afirmou.

Segundo o pai, as novas doses devem chegar nos próximos dias para que o segundo ciclo seja iniciado o quanto antes.

“No mais tardar na quarta-feira de manhã estarão chegando as novas doses para iniciar o segundo ciclo de tratamento”, disse.

A expectativa da família é de que a continuidade da medicação contribua para a recuperação gradual dos movimentos e da autonomia do adolescente. No entanto, o processo ainda deve ser longo e exigirá acompanhamento constante e reabilitação.

“Com esse tratamento a gente espera que ele consiga recuperar os movimentos, enfim, devagarinho, um passo por dia, para poder estar de volta. É um período longo, mas estamos confiantes”, destacou Cristiano.

Mesmo com a garantia judicial das novas doses do medicamento, a família reforça que a campanha de arrecadação continua sendo necessária. Além dos custos relacionados ao tratamento, permanecem as despesas com deslocamentos, o ressarcimento de familiares e amigos que contribuíram para a compra das primeiras medicações e as  futuras etapas da recuperação.

Por isso, os familiares agradecem todas as manifestações de solidariedade recebidas desde o início da campanha e pedem que a comunidade continue ajudando e compartilhando a mobilização em favor de Mateus.

As doações podem ser realizadas por meio da chave Pix [email protected].

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Jovens nascidos em 2008 têm até 30 de junho para se alistar

Por Ligado no Sul23/06/2026 11h00
Foto/Reprodução Gov.br

Os jovens do sexo masculino que completam 18 anos em 2026 têm até o dia 30 de junho para realizar o alistamento militar obrigatório. O procedimento é destinado aos brasileiros nascidos em 2008 e pode ser feito tanto pela internet quanto presencialmente.

O alistamento online pode ser realizado pelo site do Exército Brasileiro. Já quem preferir o atendimento presencial deve procurar a Junta de Serviço Militar do município. Para realizar o procedimento, é necessário apresentar certidão de nascimento, comprovante de residência ou declaração assinada, além de um documento oficial com foto, como carteira de identidade, carteira de trabalho ou carteira profissional.

Após o alistamento, os jovens passam pelas etapas de seleção das Forças Armadas, que incluem avaliações e entrevistas. A incorporação ao serviço militar dependerá das necessidades do Exército, da Marinha e da Aeronáutica.

O não cumprimento da obrigação dentro do prazo pode gerar restrições legais, como impedimentos para obter passaporte, ingressar em cargos públicos, participar de concursos e realizar matrícula em instituições públicas de ensino.

A orientação é para que os jovens não deixem o procedimento para os últimos dias, evitando possíveis dificuldades de acesso ao sistema ou filas de atendimento.

 

 

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