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Gean Loureiro nega candidatura ao governo e reafirma projeto à Alesc
Por Ligado no Sul20/02/2026 12h28
Foto/Divulgação
As movimentações nos bastidores da política catarinense ganharam novos contornos nesta sexta-feira (20), após operações do Ministério Público repercutirem diretamente no tabuleiro eleitoral. No PSD, cresce a avaliação de que os desdobramentos atingem as pretensões do ex-prefeito de Criciúma, Clésio Salvaro, que era apontado como pré-candidato a deputado estadual e peça importante na estratégia do partido.
Salvaro teria a missão de fortalecer a base do presidente da Alesc, deputado estadual Júlio Garcia (PSD), que trabalha para viabilizar candidatura à Câmara Federal. Com a saída de Guidi do partido ainda em 2022 e agora com Salvaro enfrentando dificuldades políticas, interlocutores avaliam que Júlio Garcia precisará de um “forte puxador de votos” para consolidar seu projeto de deputado federal.
Diante das especulações, surgiram rumores de que o ex-prefeito de Florianópolis, Gean Loureiro do União Brasil, poderia disputar o governo do Estado, abrindo caminho para uma reorganização de forças envolvendo o prefeito de Chapecó, João Rodrigues (PSD).
Em entrevista ao Jornal da Guarujá na manhã desta sexta-feira (20), Gean Loureiro foi categórico ao negar qualquer mudança de estratégia.
“Eu tenho a experiência de quem já construiu uma candidatura a governador e era prefeito. Nesse período anterior ao prazo para renúncia, que se finaliza no dia 4 de abril, muita especulação acaba acontecendo, muito jogo de desinformação, criando uma série de notícias não verdadeiras”, afirmou.
Sobre a possibilidade de disputar novamente o governo, Gean foi direto:
“Essa informação última da possibilidade da minha candidatura não tem nenhum fundamento. A construção da candidatura do prefeito de Chapecó, João Rodrigues, é muito sólida.”
Segundo ele, o PSD já possui um projeto consolidado em Santa Catarina. “Hoje nós temos uma candidatura do PSD já consolidada. Mesmo ainda não tendo anunciado, renunciado à prefeitura ou iniciado a campanha, ele já pontua muito bem nas pesquisas, acima de 20%. Isso é um índice muito alto”, destacou.
Gean relembrou sua própria experiência eleitoral em 2022: “Quando eu comecei a minha campanha, nós iniciamos com 4%. Depois chegamos a 20% e concluímos com 15%, após a onda Bolsonaro.”
O ex-prefeito também reforçou que é pré-candidato a deputado estadual e que não há hipótese de recuo.
“Eu sou candidato a deputado estadual. Já percorri mais de 260 municípios em Santa Catarina. No Sul do Estado estive mais de 14 vezes no ano passado. Não existe hipótese nenhuma de eu não disputar a eleição para deputado estadual.”
Sobre as articulações envolvendo o senador Esperidião Amin, Gean reafirmou o compromisso da federação União Progressista com a reeleição ao Senado.
“O senador Esperidião Amin é candidato à reeleição. Sem isso, a gente não consegue nem avançar no diálogo. O desempenho dele no Senado demonstra que hoje ele é um dos principais representantes do Brasil e, sem dúvida, um dos principais representantes de Santa Catarina.”
Ele também comentou rumores de que Amin poderia disputar a Câmara Federal ou até compor como vice em uma chapa presidencial.
“Ontem correu mais uma notícia falsa de que o senador desistiria da candidatura ao Senado para ser candidato a deputado federal. Ele mesmo desmentiu nas suas redes sociais. O nosso compromisso é com a candidatura dele à reeleição.”
Quanto à possibilidade de compor uma chapa nacional como vice, Gean ponderou:
“O nome do senador Esperidião Amin, pelo fato de ser lembrado, é um orgulho para todos nós catarinenses. Mas nós não queremos alimentar expectativas e nem tirar o foco do nosso compromisso, que é a candidatura ao Senado na reeleição.”
Com o prazo de desincompatibilização se aproximando, o cenário deve ganhar definições até o fim de março. Até lá, a política catarinense segue marcada por especulações, articulações e disputas estratégicas que podem redesenhar o quadro eleitoral de 2026.
Confira entrevista completo
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Secretaria de Saúde de Orleans garante mais de R$ 100 mil para reforma do CAPS
Por Ligado no Sul20/02/2026 12h00
Fotos: Douglas Benker | Agência Athos Comunicação
A Prefeitura de Orleans, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, confirmou o investimento de mais de R$ 100 mil na reforma do Centro de Atenção Psicossocial (CAPS). A iniciativa integra o programa Avança Orleans na Saúde e prevê melhorias estruturais na unidade responsável pelo atendimento em saúde mental no município.
O valor será aplicado na substituição do piso, pintura interna e externa e na modernização da parte elétrica do prédio. As intervenções buscam proporcionar um espaço mais adequado para pacientes e profissionais, garantindo segurança e melhores condições de atendimento.
O CAPS atende mais de 300 usuários que necessitam de acompanhamento contínuo, com suporte de equipe multiprofissional e atividades voltadas à promoção da saúde mental e da qualidade de vida.
O prefeito Fernando Cruzetta ressaltou que o investimento reforça o compromisso da gestão com a área da saúde. “São muitas pessoas que são atendidas aqui no CAPS e necessitam dessa atenção para melhorar a sua saúde e a sua qualidade de vida. Nosso objetivo é oferecer uma estrutura que atenda essa demanda com dignidade e responsabilidade”, afirmou.
“A qualificação do espaço físico contribui diretamente para o acolhimento e para a organização dos atendimentos. Estamos trabalhando para manter a rede municipal estruturada e preparada para atender a população”, declarou o secretário municipal de Saúde, Paulo Conti.
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Chiodini nega mágoa com governo e diz que saída foi decisão política
Por Ligado no Sul20/02/2026 11h30
Foto/Instagram
O deputado federal Carlos Chiodini, presidente do Movimento Democrático Brasileiro (MDB) em Santa Catarina, falou ao Jornal da Guarujá na manhã desta sexta-feira (20) sobre sua saída do Governo do Estado, os rumos do partido nas eleições de 2026 e o cenário político catarinense.
Ex-secretário de Estado da Agricultura, Chiodini deixou o governo após o anúncio de uma nova composição política por parte do governador, que indicou o prefeito de Joinville, Adriano Silva, como nome para vice. Nos bastidores, circularam rumores de que o deputado teria ficado desgostoso com a situação e, por isso, retornado à Câmara Federal.
“Eu fiz parte do governo durante um ano, um trabalho muito forte na Secretaria da Agricultura, um trabalho de reestruturação da Secretaria, o lançamento de novos programas de uma área tão importante aqui em Santa Catarina, que representa nada mais e nada menos de 30% do nosso PIB e de tudo que a gente produz, além de ser quase mais de 60% das nossas exportações.”
Segundo Chiodini, a decisão de deixar o governo foi política. “Por uma questão política e pelo fato de acumular a presidência do MDB de Santa Catarina, e nós termos um distrato unilateral do que foi alinhado, eu não tinha mais como ficar no governo. Então, comuniquei o governador, voltei ao meu mandato de deputado federal para continuar o trabalho em prol de Santa Catarina, mas nessa função e me dedicar à função de presidência do partido nesse período que antecede as eleições.”
Ele ressaltou que o calendário eleitoral impõe prazos curtos. “São agora poucos meses que limitam o prazo de filiação, que é 2 de abril, e logo, logo nós já temos as convenções partidárias.”
MDB faz encontros regionais e avalia cenário
Chiodini destacou o desempenho recente do partido. “O MDB é um partido expressivo. Nós somos o partido, sem dúvida alguma, com maior capilaridade em Santa Catarina. Tivemos um bom resultado na eleição de 2024, fomos o partido que mais elegeu vereadores, o segundo partido que mais elegeu prefeitos.”
Ele afirmou que havia o encaminhamento de uma composição majoritária com o atual governador, mas o cenário mudou. “Tínhamos o encaminhamento de uma composição majoritária na coligação do atual governador, que preferiu tomar um outro caminho.”
Diante disso, o MDB iniciou uma série de encontros regionais. “Dessa forma, nós estamos agora, sem tomar decisão precipitada alguma, fazendo uma série de encontros regionais. Inclusive, eu estou indo de Concórdia a Campos Novos nesse momento, que nós realizaremos o quarto encontro regional, ouvindo a nossa militância e trocando impressões do que eles imaginam para Santa Catarina, para o MDB, qual o seu espectro político, e assim a gente possa encaminhar o partido a um projeto vencedor nessas eleições.”
Ele ainda observou que o calendário está apertado: “No final das contas, nós já estamos chegando no mês de março e, logo, logo, as eleições estão batendo à nossa porta.”
Sobre a informação de que haveria uma inclinação do MDB em não estar com o atual governo na campanha de reeleição, o deputado negou que haja decisão tomada.
“O partido pode estar com a composição política do governo. O governo é uma questão pública, não vai para a eleição. Digo, os partidos que estão no governo não têm problema algum e podem fazer diálogo.”
No entanto, fez uma ressalva clara: “O ponto de partida: nós não sentaremos à mesa como MDB se não estivermos na majoritária. Isso é em respeito à nossa história, à tradição e à quantidade de votos e ao trabalho que o MDB realizou em Santa Catarina.”
Segundo ele, a condição acabou inviabilizando, até o momento, um avanço nas conversas com o atual governo e abriu espaço para diálogo com outras siglas. “Isso, de certa forma, inviabilizou esse tipo de conversa e proporcionou conversa com diversos outros partidos que têm nos procurado.”
Chiodini confirmou que o Partido Social Democrático (PSD), liderado em Santa Catarina pelo prefeito de Chapecó, João Rodrigues, foi um dos partidos que procuraram o MDB. “Foi um dos partidos, assim como a Federação União Progressistas e outros partidos da cena política.”
Futuro político e eleição presidencial
Sobre uma eventual candidatura à reeleição, Chiodini afirmou que ainda avalia o cenário. “Eu ainda estou analisando, de fato, me dedicando 24 horas à presidência do partido, até deixando os meus projetos pessoais nesse momento de lado. Eu já estou no meu quinto mandato. Tenho uma boa relação e uma boa reeleição a deputado federal, mandato que eu gosto muito.”
Ele reforçou que a prioridade, agora, é definir o rumo do MDB em Santa Catarina. “Isso agora eu deixei em segundo plano para a gente primeiro resolver esse caminho que o MDB vai tomar.”
No plano nacional, o deputado lembrou que o MDB teve candidatos próprios nas duas últimas eleições presidenciais: Henrique Meirelles, em 2018, e Simone Tebet, em 2022.
“Se você lembrar, nas últimas duas eleições, em 2018, o MDB teve um candidato próprio, foi o Henrique Meirelles. Em 2022, a senadora Simone Tebet, que ficou em terceiro lugar nas eleições presidenciais.”
Para 2026, ele defendeu uma posição mais estratégica. “Eu dei uma opinião minha, isso ainda está um pouco distante: o MDB deve manter um papel de não coligar com nenhuma das candidaturas, como na última eleição já fez o PSD e outros partidos Brasil afora, não estar em nenhuma proposta majoritária e se focar nas suas eleições proporcionais, colocando mais deputados federais, deputados estaduais, governadores, e liberando os estados para que eles estejam no palanque onde tiver mais afinidade e mais força regional.”
Confira entrevista completa
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Taça APR começa nesta sexta-feira em Orleans com 12 equipes e jogos no Vilson Centro Esportivo
Por Ligado no Sul20/02/2026 11h00
Foto/Divulgação
Orleans dá início nesta sexta-feira (20) à Taça APR, torneio amador de fut 7 que reúne 12 equipes do município em disputas no Vilson Centro Esportivo. A abertura oficial acontece a partir das 19h30, com entrada gratuita e expectativa de público já na primeira rodada.
As partidas acontecem às sextas-feiras e aos sábados. Os times estão divididos em dois grupos: a Chave A reúne Palmeiras, Nova Orleans, Carvoeiro, PM Futsal, Nova Estrela e Aqueles FC; a Chave B é composta por PSG, Pio XII, WWRagro, Só os Manos, Di Falcon e Martins FC.
“A Taça APR é uma oportunidade de incentivar o esporte amador em Orleans, reunindo times que representam diferentes comunidades do município. Esses atletas merecem espaço para jogar, competir e mostrar seu talento, e é exatamente isso que queremos proporcionar”, afirmou o prefeito Fernando Cruzetta.
Para o diretor de Esportes, Eduardo Silva Rosa, o torneio vai além da competição. “O que vemos com iniciativas como essa é o fortalecimento do espírito esportivo e da integração entre as equipes e as famílias orleanenses. A expectativa é de confrontos equilibrados e de um evento que movimente a nossa cidade”, destacou.