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Arrano CrossFit amplia estrutura com equipamentos que oferecem novas possibilidades de treinamento em Orleans
Por Ligado no Sul08/10/2026 13h33
Foto/Redação
Uma estrutura capaz de atender desde quem está começando uma atividade física até alunos mais experientes, incluindo pessoas que precisam de adaptações durante os exercícios. É com essa proposta que a Arrano CrossFit, em Orleans, vem ampliando os investimentos em equipamentos e na preparação da equipe.
Um dos principais diferenciais apresentados atualmente pelo box é a disponibilidade de bikes, remos e simuladores de esqui, equipamentos que permitem trabalhar diferentes capacidades físicas e também oferecem alternativas para exercícios com menor impacto.
Em entrevista ao Jornal da Guarujá, China, da Arrano CrossFit, explicou que a ampliação da estrutura começou em 2025 e vem sendo realizada gradativamente.
“Em 2025, a gente já adquiriu oito bikes. O nosso projeto era adquirir remos e esses skis. Este ano, a gente conseguiu adquirir oito remos a seco e, agora, no mês passado, adquirimos também mais oito skis”, contou.
Equipamentos ampliam possibilidades dentro da mesma aula
As bicicletas utilizadas no box trabalham com resistência a ar e permitem a participação dos membros inferiores e superiores. Já os equipamentos de remo e os simuladores de esqui oferecem estímulos diferentes para o corpo.
Segundo China, o objetivo é permitir que esses aparelhos sejam incorporados ao treinamento conforme a necessidade de cada aluno.
“Hoje a gente tem bike, remo e ski para que os alunos tenham essa possibilidade, não só para quem tem algum tipo de limitação, mas também para quem quer experimentar a performance desses equipamentos”, explicou.
O diferencial também aparece quando determinado aluno precisa evitar atividades de maior impacto. Em vez de ficar fora do treino, ele pode realizar uma alternativa planejada pela equipe.
“Eu tenho a opção de trabalhar o meu metabólico, que é o cardio, na bike, que é sem impacto, no remo ou no ski”, exemplificou.
A estrutura acompanha uma metodologia baseada na adaptação dos exercícios. A Arrano funciona desde 2018 como box afiliado à CrossFit e, segundo China, mantém desde então os princípios da metodologia, entre eles a formação continuada.
Isso permite que pessoas de diferentes idades e níveis de condicionamento estejam dentro do mesmo ambiente de treinamento.
“A aula do CrossFit é uma aula totalmente exclusiva. A pessoa pode ter alguma limitação de quadril ou de coluna e vai fazer a aula conosco. A diferença é que o movimento vai ser adaptado de acordo com a necessidade dela”, explicou.
Antes de começar, o aluno passa por uma anamnese, uma conversa em que são levantadas informações sobre possíveis limitações articulares, condições de saúde e uso de medicamentos. Mesmo quando não há qualquer limitação, carga, volume e intensidade são definidos de acordo com o condicionamento individual.
Corrida exige preparação
Durante a entrevista, China também chamou atenção para o crescimento da corrida e para os cuidados necessários para quem decide começar a praticar a modalidade depois de um período de sedentarismo.
Para o professor, não é necessário começar correndo longas distâncias. Alternar pequenos períodos de corrida e caminhada pode ser uma maneira de iniciar e evoluir gradativamente.
“Pode começar correndo um minuto e caminhando um. Tem que começar. Óbvio que o ideal é que tenha uma orientação de como fazer isso”, afirmou.
O fortalecimento muscular também é apontado por ele como parte importante desse processo, especialmente para pessoas com sobrepeso ou que ainda não possuem preparação física para o impacto provocado pela corrida.
Faixa-preta de karatê e praticante de esportes de resistência, China afirma que a experiência com diferentes modalidades reforçou uma convicção que procura transmitir aos alunos da Arrano: resultados dependem principalmente de disciplina e consistência.
“Para qualquer coisa que tu queira almejar, eu quero correr 21 quilômetros, quero correr dez, cinco ou nunca fiz nada, tu vai precisar de disciplina e de consistência”, destacou.
A mesma lógica vale para quem procura o CrossFit esperando uma transformação rápida, especialmente com a proximidade do verão.
“Não tem milagre. Tudo depende da tua disciplina. A gente tem o conhecimento para te ajudar a trilhar o caminho. Agora, se tu não entender que esse processo de mudança depende 99% da tua disciplina, isso não vai acontecer”, afirmou.
Arrano mantém aulas sete dias por semana
Atualmente, a Arrano oferece aulas de segunda a segunda, incluindo sábados, domingos e feriados. Segundo China, a disponibilidade também permite que alunos que não conseguem treinar em algum dia durante a semana tenham outras oportunidades para manter a rotina.
Para quem deseja conhecer a modalidade e a estrutura, o box disponibiliza aula experimental gratuita. O contato pode ser feito pelo Instagram da Arrano CrossFit ou diretamente no espaço, localizado nas proximidades do pórtico de Orleans.
Para China, equipamentos, metodologia e acompanhamento são ferramentas para ajudar cada pessoa a avançar dentro da própria realidade.
“A gente está lá com a estrutura, com o treino e com os equipamentos. Mas quem decide acordar e ir para o box é o aluno”, resumiu.
Confira entrevista completa
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Primeira turma do Bombeiro Mirim com alunos da APAE de Orleans celebra inclusão e superação
Por Ligado no Sul08/10/2026 12h00
Foto/CBM- Orleans
Para alguns, vestir a camisa do Bombeiro Mirim significou chegar um pouco mais perto do sonho de um dia seguir a profissão. Para outros, foi a oportunidade de vencer medos, descobrir novas habilidades e perceber que eram capazes de enfrentar desafios que antes pareciam difíceis demais. É com histórias de inclusão e superação que a primeira turma do Programa Bombeiro Mirim desenvolvida junto à APAE de Orleans chega à formatura.
A solenidade será realizada na próxima terça-feira, dia 13 de outubro, às 19h30, no Centro de Convivência da 3ª Idade Emília Ebiasi Pinter, no bairro Barro Vermelho, em Orleans. Ao todo, 45 alunos da instituição participaram da iniciativa, realizada em formato piloto pelo Corpo de Bombeiros Militar de Santa Catarina (CBMSC).
Durante o projeto, os participantes tiveram contato com conteúdos sobre prevenção de acidentes, primeiros socorros, segurança contra incêndios e desastres e reconhecimento de situações de emergência. As atividades foram adaptadas às características e necessidades dos alunos para garantir uma experiência acessível e inclusiva.
A diretora pedagógica da APAE de Orleans, Tháicy F. Debiasi Scotti, conta que a parceria começou de maneira simples, a partir de uma conversa com a cabo Amanda Ribeiro.
“A ideia surgiu de uma conversa informal com a Cabo Amanda Ribeiro, que contou um pouco sobre seu trabalho e sobre o Programa Bombeiro Mirim. Naquele momento, sugeri que ela pensasse nos nossos alunos. Ela prontamente aceitou o desafio, e o que começou como uma conversa se transformou em uma parceria muito especial”, relatou.
A chegada do programa despertou sentimentos diferentes entre os alunos. Alguns já demonstravam interesse pela profissão de bombeiro, enquanto outros precisaram de tempo para entender e se aproximar das atividades.
“Foi muito positiva e diversa. Para alguns, foi a realização de um sonho, por já desejarem seguir a profissão de bombeiro. Para outros, a proposta inicialmente causou estranhamento. Mas, ao longo do projeto, todos foram se envolvendo, descobrindo a profissão e se permitindo viver novas experiências”, contou Tháicy.
Para que todos pudessem participar, também foi necessário adaptar a maneira como os conteúdos eram apresentados. O tempo das aulas foi ajustado ao ritmo dos estudantes e houve maior utilização de recursos e informações visuais para facilitar a compreensão.
Um rapel que representou muito mais
Entre as experiências vividas ao longo do projeto, duas situações ficaram especialmente marcadas para a equipe da APAE. Em uma delas, um aluno compartilhou espontaneamente uma experiência familiar sobre a qual normalmente não gostava de falar.
A outra aconteceu com um estudante que apresentava resistência às atividades. Aos poucos, ele conseguiu superar os próprios limites até aceitar um dos desafios propostos: descer de rapel.
“Foi emocionante ver essa conquista”, afirmou a diretora pedagógica.
Para Tháicy, episódios como esse ajudam a traduzir o significado do projeto para além dos conhecimentos adquiridos durante as aulas.
“Representou superação e inclusão. Para os alunos, foi a oportunidade de enfrentar desafios, vivenciar novas experiências e perceber que são capazes. Para a instituição, reforçou a importância de criar oportunidades de participação e pertencimento”, destacou.
Parceria deve continuar
A formatura encerra a primeira experiência do Bombeiro Mirim com a APAE de Orleans, mas a intenção é que a parceria não termine na próxima terça-feira.
Segundo Tháicy, a continuidade já começou a ser discutida com o Corpo de Bombeiros. Por causa da realidade da instituição e da menor rotatividade de alunos, um novo formato deverá ser pensado para as próximas atividades.
“Queremos manter essa parceria, embora seja necessário pensar em um formato diferente, considerando a realidade da APAE e a menor rotatividade de alunos. Eu e a Cabo Amanda Ribeiro já estamos conversando sobre o planejamento para o próximo ano e sobre novas possibilidades para dar continuidade a essa experiência”, afirmou.
A formatura dos 45 alunos será realizada às 19h30 de terça-feira (13), no Centro de Convivência da 3ª Idade Emília Ebiasi Pinter, localizado na Rua Capitão Galdino Guedes, nº 220, no bairro Barro Vermelho, em Orleans.
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IBGE vai abrir mais de 1,1 mil vagas temporárias para o Censo Agropecuário em Santa Catarina
Por Ligado no Sul08/10/2026 11h30
Foto/Ilustrativa
O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) prepara a abertura de mais de 1,1 mil vagas temporárias em Santa Catarina para profissionais que irão atuar diretamente na coleta de dados do Censo Agropecuário, Florestal e Aquícola. O processo seletivo deve ser lançado ainda neste mês de outubro, com oportunidades distribuídas por todo o estado.
Ao todo, a realização da pesquisa deve mobilizar mais de 1,5 mil contratações temporárias em Santa Catarina. A maior seleção será justamente para a função de recenseador, responsável por visitar os estabelecimentos agropecuários e coletar as informações que formarão um novo retrato do setor catarinense.
Em entrevista, o superintendente estadual do IBGE em Santa Catarina, Roberto Kern Gomes, explicou que algumas contratações já começaram, mas que o principal processo seletivo ainda será lançado.
“A gente já começou a contratar as pessoas, mas o maior processo seletivo vai acontecer agora. Em outubro, a gente vai lançar um processo seletivo para contratar mais de 1,1 mil profissionais que vão trabalhar na coleta”, afirmou.
Segundo o superintendente, o edital está previsto para outubro e as provas devem ocorrer, provavelmente, até o final deste ano. As contratações são projetadas a partir de maio de 2027.
A remuneração exata ainda não foi definida, mas a estimativa apresentada pelo IBGE é de aproximadamente R$ 2 mil, acrescidos de cerca de R$ 1,2 mil de auxílio-alimentação e de uma parcela variável relacionada às coletas realizadas pelo profissional.
“As vagas serão distribuídas por todo o estado. A remuneração a gente não tem exatamente o valor, mas vai ser em torno de R$ 2 mil, mais vale-alimentação, que é em torno de R$ 1,2 mil, e mais um valor percentual para cada coleta que ele fizer”, explicou Gomes.
A previsão é de contratos com duração aproximada de seis meses. O período, entretanto, poderá ser prorrogado em determinadas regiões caso seja necessário mais tempo para concluir o levantamento.
Para o superintendente, a seleção também representa uma oportunidade para quem procura uma ocupação temporária. “Venha se juntar a nós nessa batalha que é fazer esse retrato, essa radiografia do setor agropecuário em Santa Catarina”, convidou.
Censo vai além dos números da produção
Todos os estabelecimentos agropecuários catarinenses deverão ser alcançados pelo levantamento. Além de identificar o volume produzido e a participação econômica das diferentes atividades, o Censo pretende traçar o perfil de quem trabalha e vive no campo.
Entre as informações que serão levantadas estão os principais produtos de cada região, características dos produtores, presença de povos e comunidades tradicionais e transformações sociais observadas no meio rural.
O levantamento também pretende ajudar a responder questões como a permanência dos jovens no campo e o comportamento do êxodo rural.
“É uma miríade de informações que vai muito além do volume produzido e do PIB, embora esses dois dados sejam realmente muito importantes. É uma radiografia completa do setor agropecuário, florestal e aquícola aqui no estado”, explicou Roberto Kern Gomes.
A primeira etapa de coleta deverá começar pela internet no início de 2027. Já o trabalho presencial dos recenseadores está previsto para junho de 2027, seguindo até outubro do mesmo ano.
Após o encerramento do trabalho de campo, a expectativa é que as primeiras informações da pesquisa sejam divulgadas cerca de dois meses depois. Os resultados definitivos do Censo Agropecuário, Florestal e Aquícola têm conclusão projetada para dezembro de 2028.
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Encontro de Carros Antigos reúne clássicos e histórias de família em Cocal do Sul
Por Ligado no Sul08/10/2026 11h00
Foto/Assessoria de Imprensa – Cocal do Sul
Cocal do Sul recebe neste sábado (10) o 14º Encontro de Carros Antigos. Das 9h às 17h, a Praça Cônego João Dominoni será ponto de encontro para colecionadores, apaixonados por clássicos e famílias.
O secretário de Cultura, Esporte, Turismo e Lazer, Juarez Fogaça, destaca a tradição do evento. “O encontro reúne pessoas de diferentes lugares e carros que carregam muitas histórias. É uma programação para toda a família e uma oportunidade de valorizar quem mantém viva essa paixão pelos antigos”, afirma.
Entre os expositores está Aldair Pereira, de 47 anos, que levará um Chevette 1974 “Tubarão”. O carro está na família há 12 anos e hoje pertence à filha, Letícia Beatriz Pereira, de 22, que herdou do pai a paixão pelos antigos.
“Quando comprei, perguntavam se eu estava louco de comprar aquele carro velho. Eu dizia: velho não, antigo. Hoje é o xodó da família”, conta Aldair.
Letícia cresceu passeando nos clássicos e, depois de tirar a carteira de motorista, chegou a usar o Chevette para ir à faculdade e ao trabalho. “Se tivesse encontro, ela já perguntava se a gente ia. Ela no Chevette e eu no 147. Isso me orgulha muito”, diz o pai.
A programação musical terá Davidson Santos, às 9h; Banda Zel, às 10h; Quagliar Daniel’s, às 12h; e Beto Show e Banda, às 14h.