Para uma melhor experiência neste site, utilize um navegador mais moderno. Clique nas opções abaixo para ir à página de download
Indicamos essas 4 opções:

Google Chrome Opera Mozilla Firefox Microsoft Edge
Ok, estou ciente e quero continuar usando um navegador inferior.

BLOG

Ligado no Sul
BLOG

Criciúma divulga serviço de jogo para clássico contra a Chapecoense no Heriberto Hülse

Por Ligado no Sul31/01/2026 12h00
Foto: Getty Images

O Criciúma Esporte Clube divulgou o serviço de jogo para a partida contra a Chapecoense, válida pelas quartas de final do Campeonato Catarinense. O confronto está marcado para este domingo (1º de fevereiro de 2026), às 18h, no Estádio Heriberto Hülse, em Criciúma. Os portões serão abertos a partir das 16h.

Os ingressos estão disponíveis para venda no site oficial do clube, na secretaria do estádio e também nas bilheterias no dia da partida, a partir de duas horas antes do início do jogo. Os valores são de R$ 120,00 a inteira e R$ 60,00 a meia-entrada.

O clube informa que segue com a implantação do sistema de biometria facial, já disponível de forma híbrida para alguns planos de sócios. Para os demais torcedores, o acesso ao estádio será feito por meio de ingresso impresso ou carteirinha digital com QR Code.

A torcida do Criciúma terá acesso a todos os setores do estádio, incluindo arquibancadas e cadeiras. Já a torcida visitante contará com 1.922 ingressos, sendo 1.153 inteiras e 769 meias, com entrada exclusiva pelo portão 8, na Rua Almirante Barroso.

O Criciúma também reforça que o estádio conta com estrutura de acessibilidade, com espaço reservado para pessoas com deficiência, além da distribuição de 500 ingressos gratuitos para crianças de até 12 anos, com acesso pelo portão 03.

A expectativa é de grande público para o clássico regional, que promete movimentar Criciúma e todo o Sul de Santa Catarina em mais um duelo decisivo do Campeonato Catarinense.

0
0

Cocal do Sul garante mais de R$ 800 mil para reconstrução de três pontes no interior

Por Ligado no Sul31/01/2026 11h00
Foto/Divulgação

Cocal do Sul foi contemplado com R$ 816.048,91 do Governo de Santa Catarina para a reconstrução de três pontes em áreas do interior do município. O convênio foi assinado durante a passagem do governador Jorginho Mello pela região Sul nesta semana, em agenda que incluiu Forquilhinha e Nova Veneza.

O recurso, viabilizado por meio da Secretaria de Estado da Proteção e Defesa Civil, garante três kits de pontes metálicas que serão instalados na Estrada Municipal Maria Fachin, na Estrada Municipal do Rio Comprudente, na comunidade de Rio Comprudente, e na Estrada Municipal Stella Zanivan Frasson.

Segundo o prefeito Ademir Magagnin, uma das estruturas já está interditada, o que reforça a urgência da intervenção. “Com essa parceria, vamos resolver pontos críticos de acesso no interior e dar mais segurança para quem depende dessas estradas”, afirmou.

Com a assinatura do convênio, o município avança para as etapas técnicas que antecedem a instalação das pontes, melhorando a mobilidade e o acesso às comunidades rurais.

0
0

Homem é preso em Orleans por descumprir medidas da Lei Maria da Penha

Por Ligado no Sul31/01/2026 10h00
Foto/Reprodução

A Polícia Militar cumpriu, na tarde desta sexta-feira (30), um mandado de prisão no bairro Ponte Preta, em Orleans. A ação ocorreu por volta das 17h34, após a guarnição receber informações de que um homem de 42 anos estaria com mandado de prisão em aberto.

Os policiais se deslocaram até uma madeireira, onde localizaram e abordaram o suspeito. Após a identificação, foi confirmada a existência de um mandado de prisão preventiva expedido pela Segunda Vara da Comarca de Orleans.

O mandado está relacionado ao descumprimento de medidas protetivas previstas na Lei Maria da Penha, conforme o artigo 24-A da Lei nº 11.340/2006.

De acordo com a Polícia Militar, o homem colaborou durante toda a abordagem, não sendo necessário o uso de algemas. Após os procedimentos, ele foi encaminhado ao Presídio Regional de Criciúma, onde permanece à disposição da Justiça.

0
0

Municípios podem perder receita por décadas se não agirem até o fim de 2026

Por Ligado no Sul31/01/2026 09h00
Imagem/Divulgação

Os municípios brasileiros têm até o fim deste ano um prazo decisivo para evitar perdas que podem comprometer seus orçamentos por décadas. Pela regra de transição da Reforma Tributária, art. 115, §2º, I da Lei Complementar 227/2026, a arrecadação efetiva registrada entre 2019 e 2026 será usada como base para definir quanto cada cidade vai receber do novo Imposto sobre Bens e Serviços (IBS), tributo que sucederá o Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza (ISS) e o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) a partir de 2033. Esse índice influenciará diretamente a distribuição de recursos até 2077.

Na prática, essa média será composta pela arrecadação efetiva do ISS e pela cota-parte do ICMS apuradas ao longo deste período e servirá para calcular o coeficiente de participação de cada cidade, que passa a produzir efeitos durante a fase de transição do IBS, com aplicação progressiva a partir de 2029.

Segundo o advogado e especialista tributário da Contributo, Adriano dos Santos, trata-se de uma regra objetiva, já definida em lei, e que merece total atenção dos gestores quanto à sua duração e aos impactos de longo prazo, para que os municípios possam garantir bons níveis de receita do IBS.

“Pelas normas de transição, em 2033, primeiro ano em que ISS e ICMS deixam de existir, 90% de toda a arrecadação do IBS será distribuída com base nessas médias históricas. A partir de 2034, esse percentual começa a ser reduzido gradualmente, mas ainda assim mantém influência significativa por muitos anos. Até 2053, mais da metade do IBS distribuído aos municípios seguirá esse critério, e essa média influenciará até 2077, último ano, em que terá o peso de 2%”, explica o profissional.

O cálculo do índice é matemático, mas seus efeitos são práticos. A receita média de cada município é dividida pela soma das receitas médias de todos os entes federativos, resultando em um coeficiente que será aplicado todos os anos sobre a parcela do IBS distribuída por esse critério.

Na prática, como a regra afeta o caixa dos municípios

Para demonstrar o impacto dessa regra, Adriano apresenta uma simulação hipotética, apenas para demonstrar a importância da receita de 2026. Conforme o cenário, uma arrecadação em 2026 de apenas R$50.000,00 a mais de ISS, pode representar o acréscimo de um milhão de reais nos cofres públicos durante a transição para o novo sistema tributário.

“O cálculo possui inúmeras nuances e variações, e qualquer previsão não será exata, pois o cálculo considerará receitas futuras como base de distribuição. A única certeza, é que se o município não der atenção a sua arrecadação em 2026, isso pode impactar o orçamento de forma significativa por vários anos”, frisa o especialista.

Outro ponto central da legislação é que somente a arrecadação efetiva entra no cálculo da média. Valores lançados, parcelados ou inscritos em dívida ativa precisam ser efetivamente pagos até 31 de dezembro de 2026.

“A lei é clara ao usar o termo arrecadação. Se o recurso não entrar no caixa até o fim de 2026, ele pode simplesmente ficar fora da conta que define o retorno do IBS por décadas”, reforça Adriano.

Diante desse cenário, ações como intensificação da fiscalização, melhoria dos processos de cobrança, revisão cadastral, execução fiscal e redução da dívida ativa deixam de ser apenas medidas administrativas e passam a ter impacto direto na sustentabilidade financeira dos municípios no longo prazo.

Qualificação passa a ser estratégica para os municípios

Para o diretor-geral da Escola de Gestão Pública Municipal (EGEM), Dionei Walter da Silva, o momento exige atenção imediata dos gestores públicos. “A Reforma Tributária mudou profundamente a lógica da arrecadação. Os municípios precisam compreender essas regras agora e buscar qualificação técnica para tomar decisões que não comprometam o futuro financeiro das cidades”, afirma ele, ao mesmo tempo em que enfatiza que a EGEM tem atuado para apoiar as administrações municipais nesse processo. “Estamos com cursos e capacitações voltados a esse novo cenário, justamente para ajudar a equipe técnica a se preparar enquanto ainda há tempo de agir”, completa.

As regras já estão definidas e o prazo está em curso. O cálculo da participação de cada ente federativo na arrecadação será divulgado pelo Comitê Gestor do IBS até 31 de agosto de 2027.

0
0