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Tragédia nas BRs durante feriado leva parlamentares a cobrar execução de obras do governo federal
Por Ligado no Sul19/02/2026 11h45
FOTO: Rodrigo Corrêa/Agência AL
O retorno do feriado prolongado na Alesc, nesta quarta-feira (18), foi marcado por cobranças de parlamentares ao governo federal pela execução de obras consideradas prioritárias nas rodovias federais, após uma série de acidentes graves registrados nos últimos dias.
O deputado Camilo Martins (Podemos) criticou a falta de investimentos na duplicação da BR-282. “Infelizmente tivemos muitos acidentes neste feriado nessa que é considerada a rodovia da morte, a BR-282. Foram cinco pessoas que não retornaram para suas famílias, e o que mais me revolta é que nada é feito pelo governo federal. Se não há recursos para a duplicação, que se faça uma concessão”, afirmou o parlamentar.
Camilo também anunciou que irá propor uma reunião conjunta entre as bancadas da Grande Florianópolis, da Serra e do Oeste para buscar soluções junto ao governo federal. “Ministro vem a Santa Catarina vender promessas, mas não traz soluções concretas. Por isso, vamos buscar o caminho mais viável neste momento, que é o estudo para concessão e início das obras de duplicação da BR-282.”
O grave acidente ocorrido na manhã desta quarta-feira, próximo a Itajaí, na BR-101, também foi citado pelos parlamentares. O deputado Dr. Vicente Caropreso (PSDB) mencionou investimentos pontuais na rodovia e ressaltou a necessidade de obras estruturantes, defendidas pela Bancada do Norte. “A BR-101 recebeu, nos últimos anos, investimentos pontuais, mas eles não acompanham a pujança econômica do nosso estado.”
Caropreso destacou ainda as principais demandas elencadas pela bancada regional do Norte, como a duplicação da BR-280, entre a BR-101 e o Porto de São Francisco do Sul, a implantação de um porto privado em São Francisco do Sul, o desassoreamento do Canal da Barra, em Barra do Sul, e melhorias na Rota dos Encantos.
A deputada Paulinha (Podemos) reforçou a cobrança por ações urgentes do governo federal. “Hoje perdemos pai, mãe e avó, e outras três pessoas ficaram gravemente feridas. O trecho da BR-101 entre Biguaçu e Joinville é um dos que mais mata no Brasil, e esse colapso que denunciamos há anos precisa de resposta urgente. Há questões que não podem mais ser postergadas.”
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Urussanga abre cadastro para castração e chipagem gratuita de cães e gatos
Por Ligado no Sul19/02/2026 11h00
Fotos/Reprodução
O município de Urussanga está com cadastro aberto para a próxima campanha gratuita de castração e chipagem de cães e gatos. A ação realizada pelo Governo Municipal, por meio do Departamento de Meio Ambiente e Bem-estar Animal, em parceria com o Governo do Estado com o programa Pet Levado a Sério, vai abranger nesta primeira etapa o Centro e a região.
Os tutores devem inscrever seus pets até o dia 25 de fevereiro no formulário disponível aqui , ou presencialmente no Departamento de Meio Ambiente, de segunda a sexta-feira, das 13h às 17h, com a documentação necessária.
De acordo com o diretor de Meio Ambiente, Osmanny Melo, a iniciativa contribui diretamente para a saúde pública e para a causa animal no município. “Essa campanha é fundamental para garantirmos mais qualidade de vida aos animais e também para promovermos a guarda responsável. A castração e a chipagem ajudam no controle populacional e na identificação dos pets, fortalecendo as políticas públicas de bem-estar animal em Urussanga”, declara.
Para efetuar a inscrição, é necessário apresentar documento de identificação com foto (RG ou CNH), comprovante de residência, comprovante de renda per capita inferior a 1,5 salários mínimos, termo de adoção ou declaração que ateste a veracidade da adoção do animal e foto do pet a ser castrado. No caso de animais pertencentes a agricultores, é preciso apresentar comprovante de renda, CadÚnico ou termo de adoção. Os proprietários de cães da raça pitbull estão dispensados da comprovação de renda.
O procedimento está previsto para o dia 27 de fevereiro, a partir das 13 horas. As dúvidas podem ser esclarecidas pelo WhatsApp (48) 99674-7049 ou pelo e-mail [email protected]
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Rompimento em adutora afeta abastecimento em Orleans; sistema começa a ser normalizado
Por Ligado no Sul19/02/2026 10h30
Foto/Divulgação
Um rompimento na principal adutora que leva água bruta até a Estação de Tratamento de Água (ETA) causou falta de abastecimento em bairros de Orleans nesta quarta-feira (18).
Na manhã desta quinta-feira (19), o Jornal da Guarujá conversou com o diretor do Serviço Autônomo Municipal de Água e Esgoto de Orleans (Samae), Rossano Umberto Comelli, que detalhou o problema e explicou as medidas adotadas.
Segundo ele, o Samae conta com duas adutoras que trazem água da localidade do Rio Novo até a estação de tratamento. Uma delas, considerada a principal, com 250 milímetros de diâmetro, rompeu em um ponto mais baixo da rede.
“O Samae tem duas adutoras que trazem água lá da localidade do Rio Novo até a estação de tratamento. Uma dessas adutoras, que é a principal, de 250 milímetros, acabou rompendo num ponto mais baixo, numa curva com aterro. Com essas chuvaradas, o aterro acabou cedendo e a adutora também cedeu. Como é cano rígido, ela rompeu, rachou uma barra de seis metros de fora a fora e mais as conexões”, explicou.
Rossano destacou que o problema foi resolvido ainda na quarta-feira.
“A obra foi resolvida ontem. Meio-dia já estava chegando água na ETA, com vazão completa ou quase completa, porque entra ar na rede e daí ela se recupera totalmente e vai mais um tempinho. Mas os serviços foram feitos o mais rápido possível”, afirmou.
Ele também ressaltou o empenho da equipe. “Nosso pessoal está sempre pronto para vestir a camisa. Estavam lá bastante funcionários se ajudando para resolver o problema o mais rápido possível.”
O diretor confirmou que houve desabastecimento em algumas regiões.
“Ficou região sem água, sim. Ainda temos o bairro Oratório, que agora é que está chegando água”, disse.
Ele explicou que a entrada de ar nas bombas também impactou o sistema. “Outra coisa que ocasiona é entrada de ar nas bombas. À medida que a água vai chegando no nível das bombas, tira o ar e aciona o bombeamento novamente.”
Segundo Rossano, os reservatórios principais já estavam praticamente normalizados. “Os reservatórios da Santinha estão com 80%, 90%, que são os dois principais, fazendo distribuição. Os outros bairros estão em torno de 25%, 30%.”
O bairro Corridas também aguardava normalização no momento da entrevista. “É só questão de tirarem o ar da bomba que logo já chega também”, afirmou.
Novas regras para ligações
Durante a entrevista, Rossano informou que o Samae está passando a exigir padrão adequado nas novas ligações de água.
“A gente está pedindo agora que cada ligação nova faça um padrão. A gente fez um padrão de acordo com a Casan, Samae, Sisam e o que a lei preconiza, para que a coisa comece a se organizar”, explicou.
Ele relatou dificuldades enfrentadas pelas equipes. “Às vezes o leiturista não tem acesso porque tem cachorro, portão fechado. O pessoal que faz revisão ou corte também não consegue acessar.”
Rossano afirmou que o rompimento serve de alerta e que o município já trabalha em melhorias estruturais.
“Hoje a gente trabalha com 90 litros por segundo. Com esse novo projeto de captação no Rio Laranjeiras, poderíamos iniciar com 15 ou 20 litros por segundo a mais e depois ampliar, com possibilidade de chegar a 130, 140 litros por segundo. Com as duas adutoras, chegaríamos a 220 litros por segundo, o que nos daria uma ‘cancha’, pelas nossas contas, para mais de 45 anos em captação”, afirmou.
Ele também citou a ampliação no Morro da Santinha. “A ideia é fazer um novo reservatório com maior capacidade de dois milhões de litros lá na Santinha, e ampliar a ETA em mais de um milhão de litros.”
Segundo o diretor, parte dos projetos já está pronto e há recursos garantidos por meio de emendas parlamentares para aquisição de equipamentos.
Confira entrevista completa
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Comissão do Senado se reúne com PF e STF e reforça que investigação do caso Banco Master não pode ser abafada
Por Ligado no Sul19/02/2026 10h00
Foto: Waldemir Barreto/Agência Senado
A Comissão de Acompanhamento do Caso Banco Master, criada na Comissão de Assuntos Econômicos do Senado Federal, se reuniu na noite desta quarta-feira (11) com o diretor-geral da Polícia Federal do Brasil, Andrei Rodrigues, e com o presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Edson Fachin.
Na manhã desta quinta-feira (19), o Jornal da Guarujá conversou com o senador Esperidião Amin (PP-SC), que detalhou os bastidores das reuniões e fez críticas duras à gravidade do caso.
Segundo o senador, a criação do grupo foi uma resposta necessária do Congresso. “Realmente, em boa hora foi criado esse grupo de trabalho na Comissão de Assuntos Econômicos, porque foi o primeiro movimento no Congresso para fazer frente, para dizer presente a esta barbaridade”, afirmou.
Amin comparou o episódio às denúncias já reveladas na CPI do INSS. “Não bastassem os episódios da própria CPI do INSS, que mostraram ao Brasil a crueldade de avançar em cima do dinheirinho suado de aposentados, pessoas vulneráveis. Não bastasse isso, surge esse gigantesco processo de fraudes”, declarou.
De acordo com ele, o rombo pode chegar à casa dos R$ 50 bilhões, valor que já estaria sendo coberto pelo Fundo Garantidor de Créditos (FGC), mantido pelos bancos brasileiros. Ele também citou a liquidação do Banco Pleno, apontado como ligado ao grupo.
“Não permitir abafar a operação”
O senador afirmou que um dos principais objetivos do grupo é garantir que as investigações avancem sem interferências. “Mobilizamos especialmente a ação no sentido de não permitir abafar a operação. A Polícia Federal sofreu tentativas de abafar, ou seja, de encobrir a sua investigação. E nós agimos politicamente para que isso não acontecesse e fomos bem-sucedidos”, disse.
Sobre o encontro com o presidente do STF, Amin destacou a fala de Fachin. “Ele se comprometeu, não conosco, mas com o Brasil, de garantir transparência. A frase dele eu faço questão de repetir: ‘Só a transparência vai permitir que as instituições brasileiras mereçam credibilidade’”, relatou.
Para o senador, sem esse compromisso o país poderia enfrentar uma crise institucional. “Sem transparência, nós estaríamos mergulhando o Brasil numa crise de moralidade nunca vista”, afirmou.
Suspeitas envolvendo consignados
Amin também comentou o depoimento previsto do ex-controlador do Banco Master na CPI do INSS. Segundo ele, há indícios de fraudes em operações de crédito consignado.
“Ele apresenta que tem 260 mil operações de crédito para aposentados, com garantia do salário para pagar o empréstimo. Suponhamos um ativo de um bilhão. E é tudo frio. A operação não foi feita. O aposentado não existe. Muitas vezes é nome de criança”, declarou.
O senador ressaltou que essas suspeitas devem ser alvo central das investigações e que o Congresso seguirá acompanhando o caso.
Durante a entrevista, Amin também comentou decisões recentes no STF envolvendo a relatoria dos inquéritos. Ele citou que o ministro Dias Toffoli foi afastado da relatoria e que o caso passou ao ministro André Mendonça.
“Eu achei muito bom para o Brasil. O ministro que já vinha acompanhando a questão da CPI do INSS agora assume também esse inquérito do Banco Master”, disse.
O senador afirmou ainda que defende a devolução rápida de valores a aposentados prejudicados, mas com a recuperação dos recursos desviados. Ele relatou que foi relator de medida provisória que abriu crédito de R$ 6 bilhões para ressarcimento e que apresentou emenda para que valores recuperados retornem ao INSS.
“Nós temos a obrigação de honrar o nosso mandato, dando às instituições, especialmente à Polícia Federal, a liberdade e o suporte para cumprirem a sua missão”, declarou.
Cenário político
Questionado sobre a possibilidade de o PL lançar chapa pura ao Senado em Santa Catarina, Amin afirmou que, caso a decisão se confirme, a federação formada por PP e União Brasil irá discutir internamente os próximos passos.
“Se esta é a decisão final, nós temos até que saudar, agradecer ao fato de termos sido avisados e procurar o nosso caminho, com serenidade. Nós temos base, temos história”, afirmou.
Ele reforçou que pretende disputar a reeleição ao Senado. “Eu não estou pedindo uma vaga, eu estou querendo merecer a possibilidade de disputar a renovação do meu mandato”, concluiu.
A Comissão de Assuntos Econômicos deve continuar acompanhando os desdobramentos do caso Banco Master nas próximas semanas, com expectativa sobre novos depoimentos e avanços nas investigações.