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Unibave publica edital com orientações para renovação do contrato com o FIES em 2026
Por Ligado no Sul28/01/2026 13h00
Foto/Unibave
O Centro Universitário Barriga Verde (Unibave) publicou, nesta semana, o Edital nº 005/2026, que estabelece os procedimentos para o aditamento do Fundo de Financiamento Estudantil (FIES) referente ao primeiro semestre de 2026. O documento está disponível no site da instituição e o prazo para realização do aditamento vai até o dia 31 de maio de 2026.
O edital orienta os estudantes já beneficiados pelo financiamento a renovar seus contratos junto à Caixa Econômica Federal. De acordo com o documento, a renovação é semestral, e deve ser feito por todos os estudantes com financiamento ativo, incluindo aqueles que formalizaram o contrato no segundo semestre de 2025. O procedimento é obrigatório para garantir a continuidade do benefício.
O edital ainda orienta os estudantes com relação as condições de adimplência e procedimentos de regularização, lembrando que precisa estar com os pagamentos em dia, tanto do financiamento quanto da coparticipação, e deve considerar o prazo de até cinco dias úteis para o processamento dos boletos quitados.
A coordenadora da Central de Atendimento ao Estudante (CATE), Dayana Ricken, reforça a importância de atenção aos prazos e à regularidade dos dados informados. “A recomendação é não deixar para a última hora”, afirma, lembrando que a regulamentação é feita via sistema da Caixa, por meio login e a senha do estudante, conforme as instruções do Ministério de Educação (MEC). Ela lembra ainda que a equipe da CATE está à disposição para orientar e esclarecer dúvidas durante todo o processo.
FIES
O FIES é um programa do Governo Federal que financia cursos de graduação em instituições privadas, com início do pagamento após a conclusão do curso e condições facilitadas. Para participar ou manter o financiamento, é necessário ter participado do ENEM e atender aos critérios socioeconômicos do programa.
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Depois de mais de 10 anos, Carnaval volta a animar as ruas de Orleans
Por Ligado no Sul28/01/2026 12h00
Imagem/Prefeitura de Orleans
Depois de mais de 10 anos fora do calendário oficial, o Carnaval está de volta a Orleans. A cidade vai reviver a folia nos dias 13, 14 e 15 de fevereiro, com o Resgate do Carnaval de Orleans, que promete devolver às ruas a alegria e a tradição da festa.
O retorno do Carnaval é fruto da união de comerciantes do município, que se organizaram em uma comissão, com apoio da Prefeitura de Orleans. A proposta é valorizar a cultura local, movimentar o comércio e resgatar uma das festas mais marcantes da história da cidade.
A expectativa é de que o evento reúna moradores e visitantes, com atrações pensadas para diferentes idades e públicos. A programação completa será divulgada em breve pela organização.
Com música, cores e animação, Orleans se prepara para viver novamente o clima de festa, celebrando a cultura, a história e a alegria do Carnaval.
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Saúde mental em foco: Janeiro Branco é tema do quadro Mente em Sintonia
Por Ligado no Sul28/01/2026 11h30
Foto/Redação
O Jornal da Guarujá recebeu em seu estúdio a psicóloga Vanesa Bagio para mais uma edição do quadro Mente em Sintonia, veiculado sempre na última quarta-feira de cada mês e dedicado a temas ligados à saúde mental. A entrevista marcou o início do ano com um debate amplo e necessário sobre o Janeiro Branco, campanha nacional que convida a população a refletir sobre o cuidado com a mente e as emoções.
Logo no início da conversa, Vanesa destacou que falar sobre saúde mental é essencial porque as pessoas vivem realidades muito diferentes. Segundo ela, há quem esteja bem, quem acredite estar bem e quem já reconheça a necessidade de ajuda. “Essa é a nossa missão: conscientizar, acolher e mostrar que procurar apoio psicológico é um cuidado consigo mesmo, não um sinal de fraqueza”, ressaltou.
A psicóloga explicou que tanto o final quanto o começo do ano costumam ser períodos delicados. O encerramento de ciclos, as cobranças por metas não alcançadas e a expectativa sobre o futuro podem gerar ansiedade e insegurança. Nesse contexto, o Janeiro Branco surge como um convite para iniciar o ano com planejamento emocional. “Saúde mental é bem-estar. É aprender a lidar com as emoções para que o ano seja mais equilibrado, produtivo e saudável”, afirmou.
Vanesa também fez uma reflexão sobre o estigma histórico em torno da saúde mental. Ela lembrou que, em décadas passadas, questões emocionais eram frequentemente tratadas como “frescura”, o que levou muitas pessoas a sofrerem em silêncio. Embora esse preconceito ainda exista, a psicóloga observa avanços. “As novas gerações estão ajudando a quebrar esse tabu. Hoje existe um cansaço emocional muito grande, provocado pela pressão, pelo excesso de responsabilidades e pela vida acelerada”, pontuou.
Outro tema de destaque foi o excesso de informação, intensificado pelas redes sociais e pelo uso constante do celular. Vanesa alertou que a exposição contínua a notícias, especialmente negativas, pode agravar quadros de ansiedade. “Quanto mais a pessoa consome determinado conteúdo, mais aquilo aparece. Isso acelera pensamentos, gera comparações e aumenta o nível de estresse”, explicou. Ela chamou atenção, ainda, para os impactos desse cenário sobre crianças e adolescentes, que acabam expostos a conteúdos muitas vezes inadequados para sua idade.
A psicóloga reforçou a importância do sono como base da saúde mental. Segundo ela, noites mal dormidas comprometem o humor, a concentração e a produtividade. “O sono precisa ser reparador. Sem isso, a pessoa acorda mais cansada, mais irritada, e toda a rotina fica prejudicada”, destacou. Vanesa também defendeu a inclusão do lazer na rotina, lembrando que lazer não significa, necessariamente, sair de casa. “É fazer algo que dê prazer e ajude a se reconectar consigo mesmo”, disse.
Durante a entrevista, Vanesa demonstrou preocupação com o aumento de casos de sofrimento emocional entre jovens e crianças. Fatores como pressão escolar, conflitos familiares, bullying e excesso de estímulos digitais, segundo ela, exigem atenção redobrada. “A criança dá sinais. Quando perde o interesse por algo que gostava ou apresenta alterações no sono e no comportamento, isso precisa ser observado”, alertou, defendendo a escuta ativa e a prevenção desde cedo.
Ao falar sobre o papel da psicologia, Vanesa destacou que o atendimento psicológico vai além de “dar conselhos”. “O profissional está ali para ouvir, provocar reflexões e ajudar a pessoa a compreender seus desafios. A mudança acontece na vida real, fora do consultório, a partir de novos hábitos e percepções”, explicou.
Por fim, a psicóloga ressaltou a importância da atividade física como aliada da saúde mental. Ela afirmou que movimentar o corpo contribui para o equilíbrio emocional, melhora o sono, regula hormônios e aumenta a disposição. “Cinco minutos já são um começo. O importante é criar o hábito. Cada pequeno passo conta”, concluiu, reforçando que o cuidado com a mente deve ser contínuo e integrado ao dia a dia.
Para conhecer mais sobre o trabalho da psicóloga Vanesa Bagio, obter dicas sobre saúde emocional ou agendar uma consulta, o contato pode ser feito pelo Instagram @vanesabagio.psi ou no consultório localizado no Edifício Cidade das Colinas – Rua João Ramiro Machado, 321, Sala 6, Centro, Orleans.
Confira aqui
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Janeiro Verde: Cepon alerta que vacinação contra o HPV é fundamental na prevenção de câncer do colo do útero
Por Ligado no Sul28/01/2026 11h00
Foto: Sid Macedo/Ascom SES
O câncer do colo do útero permanece como um importante desafio de saúde pública no Brasil, o que reforça a necessidade de ações contínuas de prevenção. Durante a campanha Janeiro Verde, o Centro de Pesquisas Oncológicas (Cepon) destaca a vacinação contra o HPV como a principal estratégia para reduzir a incidência da doença, que está entre os tipos de câncer mais comuns entre as mulheres brasileiras.
Segundo dados do Instituto Nacional de Câncer (Inca), o câncer do colo do útero é o terceiro mais incidente entre as mulheres, excluídos os tumores de pele não melanoma. Em Santa Catarina, o impacto também é expressivo. Somente em 2025, o Cepon, unidade do Governo do Estado gerida pela Fahece, realizou 1.758 atendimentos a pacientes diagnosticadas com a doença, evidenciando a importância do investimento em medidas preventivas.
De acordo com o diretor-geral do Cepon, Alvin Laemmel, o câncer do colo do útero é, em grande parte, evitável. “A vacinação contra o HPV representa um dos maiores avanços da saúde pública na prevenção desse tipo de câncer. Ao incentivarmos a imunização, especialmente entre crianças e adolescentes, estamos investindo no futuro e protegendo vidas. Como hospital público de referência em oncologia em Santa Catarina, o Cepon reforça seu compromisso com a promoção da informação, da prevenção e do acesso às políticas de saúde”, destaca.
A principal causa da doença é a infecção persistente por tipos oncogênicos do papilomavírus humano (HPV). Embora o organismo consiga eliminar o vírus na maioria dos casos, a infecção crônica pode evoluir para lesões precursoras e, posteriormente, para o câncer. Fatores como tabagismo, imunossupressão, múltiplos parceiros sexuais, ausência do uso de preservativos e presença de comorbidades aumentam o risco de desenvolvimento da doença.
A gerente técnica do Cepon, Mary Anne Taves, reforça que a vacinação é a forma mais eficaz de prevenção. “A vacina contra o HPV, disponível gratuitamente nas Unidades Básicas de Saúde conforme orientação do Ministério da Saúde, previne a infecção pelo vírus e, consequentemente, as complicações e os cânceres associados”, afirma.
Nos estágios iniciais, o câncer do colo do útero pode ser assintomático, o que dificulta o diagnóstico precoce. Com a progressão da doença, podem surgir sintomas como sangramento vaginal anormal, especialmente após relações sexuais, corrimento com odor desagradável e dor na região do baixo ventre.
Além da vacinação, outras estratégias são fundamentais para a prevenção, como o uso de preservativos e a realização periódica do exame Papanicolau, que permite identificar alterações celulares antes que se tornem malignas, aumentando as chances de tratamento precoce e cura.
A vacina contra o HPV é ofertada gratuitamente nas Unidades Básicas de Saúde (UBS) para meninas e meninos de 9 a 14 anos. Pessoas com condições clínicas especiais, como pacientes oncológicos, transplantados, imunossuprimidos e pessoas vivendo com HIV/Aids, podem receber o imunizante até os 45 anos.
Ao reforçar a campanha Janeiro Verde, o Cepon destaca que prevenir é salvar vidas e que o acesso à informação, à vacinação e ao diagnóstico precoce é fundamental para reduzir a incidência e a mortalidade por câncer do colo do útero.