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Papo Empreendedor: Entre vinhos, paisagens e empreendedorismo, Serra Catarinense fortalece sua economia
Por Ligado no Sul24/06/2026 17h09
O Papo Empreendedor desta semana abriu espaço para discutir o presente e o futuro da Serra Catarinense. Nos próximos dias, o estúdio Guarujá FM estará em Bom Jardim da Serra para uma série de entrevistas e conteúdos especiais sobre uma das regiões que mais crescem no turismo brasileiro.
Conhecida pelas paisagens exuberantes, pelos cânions, cachoeiras, vinhos de altitude e pelas temperaturas mais baixas do Brasil, a Serra Catarinense vive um dos momentos mais promissores de sua história. O crescimento do turismo, os novos investimentos e o fortalecimento do empreendedorismo vêm transformando a região em um dos destinos mais procurados do país, impulsionando a economia e gerando novas oportunidades.
Foi justamente para discutir esse cenário de desenvolvimento que o Papo Empreendedor conversou com Henrique Folster Martins, empresário do setor hoteleiro, sócio da Serra Bela Eco Pousada e do portal Visite Urubici, e Felipe Padilha Pagnussat, advogado, empreendedor e presidente da Associação Empresarial de São Joaquim (ACISJO).
Urubici: turismo transforma a economia da Serra
Henrique Folster relembrou o início da trajetória da família no turismo, quando seu pai decidiu investir em uma pousada em Urubici no fim da década de 1990. Na época, o setor ainda era pouco explorado na região e muitos não acreditavam no potencial econômico da atividade.
Segundo ele, os primeiros visitantes buscavam principalmente o turismo rural, as paisagens naturais e a tranquilidade da Serra. Com o passar dos anos, a estrutura turística evoluiu, surgiram novos atrativos e a região passou a atrair um público cada vez maior.
“Hoje falar de turismo é fácil, mas há 25 anos não era. Muitos consideravam uma loucura investir nisso. O turismo está mudando o patamar econômico da Serra Catarinense e tem potencial para transformar uma região que historicamente apresentou alguns dos menores índices de desenvolvimento do Estado”, destacou.
Na avaliação do empresário, a pandemia acelerou ainda mais esse processo, impulsionando modelos de hospedagem voltados à conexão com a natureza, como chalés e cabanas. O resultado foi um crescimento expressivo do setor e da capacidade de receber visitantes.
Henrique também ressaltou que o turismo beneficia diversos segmentos da economia local, movimentando restaurantes, mercados, comércio, prestadores de serviço e atrativos turísticos.
Outro tema abordado foi a importância da divulgação da região. Como sócio do portal Visite Urubici, ele explicou que a iniciativa surgiu para reunir em um único ambiente informações sobre hospedagem, gastronomia, atrativos e serviços disponíveis para os visitantes.
“Muitas vezes a gente acredita que todo mundo conhece a Serra Catarinense, mas quando viaja percebe que não é bem assim. Temos um potencial enorme e precisamos continuar mostrando tudo o que a região oferece”, afirmou.
Durante a entrevista, Henrique também destacou alguns dos principais atrativos de Urubici, como a Serra do Corvo Branco, o Morro da Igreja, a Pedra Furada, o Cânion Espraiado e o Eco Parque Papuã, que se tornou referência em infraestrutura turística para famílias e visitantes.
São Joaquim: tradição, empreendedorismo e novos investimentos
Representando São Joaquim, Felipe Padilha destacou que o crescimento do turismo deve caminhar ao lado das atividades econômicas que historicamente sustentam a região.
Segundo ele, a agricultura continua sendo um dos principais pilares da economia serrana, especialmente por meio da produção de maçã, dos vinhos de altitude e de outros produtos que se tornaram referência nacional.
“O turismo é um importante vetor de desenvolvimento, mas ele não substitui a agricultura. Pelo contrário, fortalece ainda mais aquilo que já temos de melhor. São atividades que se complementam e ajudam a gerar oportunidades para toda a região”, afirmou.
Para quem deseja empreender na Serra Catarinense, Felipe acredita que existem oportunidades tanto ligadas ao turismo quanto às atividades já consolidadas na região.
Ele também destacou a importância da segurança jurídica para atrair investimentos e garantir previsibilidade aos empreendedores.
“Quando existe segurança jurídica, existe confiança para investir. Isso é fundamental para quem deseja empreender e para quem pretende trazer recursos para a região”, ressaltou.
Como presidente da ACISJO, Felipe defendeu o fortalecimento do associativismo e a aproximação entre pequenos, médios e grandes empresários para impulsionar o desenvolvimento regional.
Durante a conversa, ele também destacou alguns dos principais atrativos de São Joaquim, como as vinícolas de altitude, a gastronomia típica da Serra e os empreendimentos voltados às experiências ligadas ao vinho e à natureza.
Serra Catarinense vive momento histórico
Ao longo da entrevista, os convidados concordaram que a Serra Catarinense atravessa um período de transformação econômica e social impulsionado pelo turismo, pela agricultura e pela chegada de novos investimentos.
O fortalecimento das vinícolas, o crescimento da rede de hospedagem, a melhoria da infraestrutura e a valorização dos produtos regionais vêm colocando a Serra em evidência no cenário nacional.
Mais do que um destino de inverno, a região passa a ser procurada durante todo o ano por turistas em busca de experiências ligadas à natureza, gastronomia, cultura, aventura e enoturismo.
Conheça um pouco mais sobre os entrevistados
Henrique Folster Martins
Sua maior ambição? Crescimento equilibrado e com muita qualidade
Seu maior medo? Perder a qualidade de vida
Poder ou paz? Paz
Dinheiro ou legado? Hoje, legado
Maior conquista? O que eu tenho hoje
Livro que mudou sua vida? A Força do hábito
Um risco que valeu a pena? O que construímos até aqui
Um hábito indispensável? Poder ter essa qualidade de vida
Um filme ou série? Suits
Qual conselho você daria ao seu eu mais jovem? Viaje bastante
Um motivo para agradecer? Poder acordar todos os dias nesse paraíso
Um lugar para viajar? Bonito – MS
Qual seu lugar preferido? Urubici
O que te irrita? Falar mal de Urubici
Felipe Padilha Pagnussat
Sua maior ambição? Tornar São Joaquim referência em agroindústria e tecnologia
Seu maior medo? Ser uma pessoa medíocre e conformada
Poder ou paz? Paz
Dinheiro ou legado? Legado
Maior conquista? Poder fazer as coisas com independência
Livro que mudou sua vida? A Revolução dos Bichos
Um hábito indispensável? Treinar
Um filme ou série? House of cards
Qual conselho você daria ao seu eu mais jovem? Tenha mais coragem de errar
Onde você se vê daqui a 5 anos? Com projetos e ambições maiores
Confira o episódio completo
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Orleans reduz burocracia e dispensa alvará para 896 atividades econômicas
Por Ligado no Sul24/06/2026 16h49
Foto/Câmara de Vereadores de Orleans
O Município de Orleans deu um importante passo na redução da burocracia para quem empreende. Com a publicação do Decreto nº 6.302/2026, a cidade passou a adotar a classificação de risco prevista na Lei Estadual nº 19.481/2025, ampliando de 290 para 896 o número de atividades econômicas consideradas de baixo risco e dispensadas de alvará para o início das operações.
A medida atende indicação apresentada pelo vereador e presidente da Câmara Municipal de Orleans, Murilo Hoffmann, e representa mais um avanço na implementação dos princípios da liberdade econômica no município.
Na prática, Orleans passa a reconhecer automaticamente as atividades de baixo risco definidas pela legislação catarinense. Para essas atividades, a Lei Municipal de Liberdade Econômica já prevê a dispensa da expedição prévia do Alvará de Localização e Funcionamento, permitindo maior agilidade para abertura e desenvolvimento de negócios.
A legislação estadual adotada pelo município é de autoria do deputado estadual Matheus Cadorin e modernizou as regras de liberdade econômica em Santa Catarina, ampliando significativamente o número de atividades econômicas enquadradas como baixo risco. A atualização da legislação municipal também contou com apoio técnico do ILISP – Instituto Liberal de São Paulo, por meio do projeto Liberdade para Trabalhar. A entidade forneceu subsídios e orientações técnicas que auxiliaram na construção da proposta apresentada, contribuindo para a adequação da legislação local às normas estaduais de liberdade econômica. A iniciativa busca contribuir com a criação de um ambiente mais favorável para quem deseja empreender, investir e gerar empregos em Orleans.
Segundo Murilo Hoffmann, a medida contribui para tornar Orleans um ambiente mais favorável ao desenvolvimento econômico.
“Quem gera emprego, investe e movimenta a economia precisa de liberdade para trabalhar. O papel do poder público deve ser facilitar a vida de quem quer empreender, reduzindo burocracias desnecessárias e criando um ambiente mais atrativo para novos investimentos.”
O prefeito Fernando Cruzetta também destacou a importância da iniciativa e do estímulo ao empreendedorismo no município:
“Eu acredito que o poder público precisa ser parceiro de quem empreende. Queremos que Orleans seja uma cidade cada vez mais empreendedora, que incentive os empresários, os profissionais autônomos e todas as pessoas que desejam investir, crescer e gerar oportunidades. Reduzir a burocracia significa facilitar a vida de quem trabalha, produz e contribui para o desenvolvimento da nossa cidade. Essa é uma medida que fortalece a economia, estimula novos investimentos e amplia a geração de emprego e renda para a população”, afirmou o prefeito.
Além de ampliar o reconhecimento das atividades de baixo risco, o Decreto nº 6.302/2026 estabelece que futuras atualizações promovidas pelo Estado de Santa Catarina passarão a ser aplicadas automaticamente em Orleans, garantindo maior alinhamento com as melhores práticas de liberdade econômica e simplificação administrativa.
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Brasil enfrenta a Escócia nesta quarta-feira pela última rodada da fase de grupos da Copa do Mundo
Por Ligado no Sul24/06/2026 14h00
Imagem/CBF
A Seleção Brasileira volta a campo nesta quarta-feira (24) pela Copa do Mundo de 2026. O adversário da vez é a Escócia, em confronto válido pela última rodada da fase de grupos da competição.
A partida está marcada para as 19h (horário de Brasília) e pode definir o futuro das duas seleções no torneio. O Brasil chega ao duelo após vencer o Haiti por 3 a 0 na rodada anterior e depende de seu desempenho para avançar à fase do mata-mata.
Do outro lado, a Escócia também entra em campo de olho na classificação. Com uma vitória e uma derrota até aqui, a equipe escocesa precisa de um resultado positivo para manter vivo o sonho de seguir na disputa pelo título mundial.
Além do confronto entre brasileiros e escoceses, a rodada terá o duelo entre Marrocos e Haiti. Os dois jogos acontecem simultaneamente e definirão a classificação final do Grupo C.
A partida desperta expectativa entre os torcedores brasileiros pela possível volta de Neymar aos gramados. O camisa 10 participou dos últimos treinamentos da Seleção Brasileira durante a preparação para o confronto contra a Escócia e está à disposição do técnico Carlo Ancelotti. A tendência é que o atacante ganhe minutos em campo, marcando sua primeira participação nesta edição da Copa do Mundo.
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Nas estradas, Copaza reforça campanha de enfrentamento à violência contra a mulher
Por Ligado no Sul24/06/2026 13h00
Fotos/Divulgação
Caminhões que cruzam as rodovias de Santa Catarina agora também carregam uma mensagem de alerta social. A frota da Copaza Embalagens Plásticas foi adesivada com a identidade visual da campanha “Violência contra a mulher – Aqui não”, iniciativa que busca chamar atenção da população por meio da circulação constante dos veículos em diferentes regiões do estado.
A campanha é uma realização da Federação das Associações Empresariais de Santa Catarina (FACISC), do Ministério Público de Santa Catarina e do Governo do Estado. Com a adesão da Copaza, a mensagem ganha espaço nas estradas e alcança milhares de pessoas diariamente.
Os caminhões da empresa foram adesivados com as peças da campanha e passaram a atuar como instrumentos de divulgação da causa, levando o alerta para diferentes regiões catarinenses e ampliando o debate sobre um problema que segue fazendo vítimas em todo o estado.
Para a gestora da Copaza, Ana Zanatta, apoiar a iniciativa é uma forma de contribuir para a transformação social.
“A Copaza apoia esta causa porque acredita que nenhuma mulher deve viver com medo. Combater a violência contra a mulher é uma responsabilidade de toda a sociedade, e queremos fazer parte dessa transformação por meio da conscientização e do apoio a iniciativas que promovam respeito e proteção”, afirmou.
Dados sobre a violência em Santa Catarina
Em Santa Catarina, os dados ajudam a dimensionar a violência. Até abril de 2025, o Estado registrou 36.866 ameaças, 20.872 lesões corporais, 696 estupros e 52 feminicídios, de acordo com a segurança pública.
A violência contra a mulher, no entanto, não se limita às agressões físicas. Ela também pode se manifestar de forma psicológica, sexual, financeira, patrimonial e moral, por meio de ameaças, humilhações, constrangimentos, controle financeiro, perseguição e outras condutas que comprometem a liberdade, a dignidade e a segurança das vítimas.
Em situações de violência, a orientação é procurar ajuda imediatamente. O telefone 190 deve ser acionado em casos de emergência. Já o Disque 180 oferece atendimento gratuito e sigiloso para denúncias, orientações e encaminhamento de mulheres em situação de violência.