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Prefeitura de Morro da Fumaça realiza processo seletivo emergencial para diferentes funções
Por Ligado no Sul20/07/2026 12h00
Foto/Assessoria de Comunicação
A Prefeitura de Morro da Fumaça está com inscrições abertas para cinco processos seletivos simplificados emergenciais destinados à contratação temporária de profissionais para diferentes áreas da Administração Municipal. As oportunidades contemplam as secretarias de Infraestrutura, Educação, Cultura, Esporte e Turismo, Saúde e Desenvolvimento Social, além da Fundação Municipal do Meio Ambiente (Fumaf) e do Serviço Autônomo Municipal de Água e Esgoto (Samae).
As inscrições para os processos seletivos da Educação, Saúde e Desenvolvimento Social, Fumaf e Samae podem ser realizadas entre esta segunda-feira (20) e sexta-feira (24). Já o edital da Secretaria de Infraestrutura recebe inscrições até o dia 2 de agosto. A forma de inscrição — presencial ou por meio eletrônico — varia conforme as regras estabelecidas em cada edital.
Os editais completos, com informações sobre requisitos, atribuições, cronograma, critérios de seleção e documentação necessária, estão disponíveis no portal oficial da Prefeitura de Morro da Fumaça e nos canais oficiais das autarquias, quando aplicável.
Entre as oportunidades oferecidas estão:
Secretaria de Infraestrutura
Operador de Equipamentos: uma vaga mais cadastro reserva. Salário de R$ 3.639,08.
Secretaria do Sistema de Educação
Zelador(a) de Escola: uma vaga mais cadastro reserva. Remuneração de R$ 1.824,34, com adicional de insalubridade, gratificação e vale-refeição;
Auxiliar de Ensino: cadastro reserva. Salário de R$ 2.674,27.
Secretaria do Sistema de Saúde e Desenvolvimento Social
Coordenador do Serviço Família Acolhedora: uma vaga mais cadastro reserva. Remuneração de R$ 1.597,64 para jornada de 20 horas semanais.
Samae
Encanador: uma vaga mais cadastro reserva. Salário de R$ 2.991,52, além de benefícios;
Agente de Manutenção Predial: uma vaga mais cadastro reserva. Remuneração de R$ 2.300,00, além de benefícios;
Auxiliar de Operações: cadastro reserva. Salário de R$ 1.913,08, além de benefícios.
Fumaf
Geólogo: uma vaga mais cadastro reserva. Remuneração de R$ 3.009,87, além de benefícios, para jornada de 12 horas;
Auxiliar de Jardinagem e Limpeza Urbana: uma vaga mais cadastro reserva. Salário de R$ 2.300,00, além de benefícios e adicional de insalubridade;
Auxiliar de Jardinagem e Limpeza Urbana: uma vaga mais cadastro reserva. Salário de R$ 1.150,00, além de benefícios e adicional de insalubridade.
Segundo a Prefeitura, os processos seletivos emergenciais foram abertos devido à inexistência de candidatos remanescentes em seleções anteriores, à criação e reorganização de cargos em alguns setores e à necessidade de recomposição das equipes de trabalho.
As contratações temporárias têm como objetivo garantir a continuidade dos serviços públicos essenciais e assegurar o atendimento à população nas áreas de infraestrutura, educação, assistência social, saneamento e meio ambiente.
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Preço do suíno fica abaixo do custo de produção e preocupa produtores em Braço do Norte
Por Ligado no Sul20/07/2026 11h30
Imagem Ilustrativa
A queda no preço pago pelo quilo do suíno tem preocupado produtores e autoridades de Braço do Norte e da região. Atualmente, o valor recebido pelos suinocultores está abaixo do custo de produção, provocando prejuízos e aumentando a preocupação com o futuro da atividade.
O município de Braço do Norte tem forte presença na suinocultura e conta com centenas de propriedades ligadas à produção e à industrialização de carnes. Segundo o secretário municipal de Agricultura, José Eduardo Cláudio, o Dado, o setor tem grande importância para a economia local.
“Braço do Norte, além de ser considerada a capital do gado Jersey, é um município de destaque na suinocultura. Somos o município catarinense que possui o maior número de produtores independentes. Para se ter uma ideia, produzimos uma média de 90 mil leitões por mês”, afirmou.
Ainda conforme o secretário, o município possui 147 propriedades com granjas, além de 31 estabelecimentos de abate e industrialização de carnes.
“Temos uma produção de aproximadamente 40 mil suínos por mês no ciclo completo, que são suínos acima de 100 quilos. Então, você vê a importância que representa para nós a suinocultura. Nossa economia chega próximo a 30% de arrecadação proveniente do agronegócio. Portanto, a crise na suinocultura preocupa a todos nós”, destacou.
Preço está abaixo do custo de produção
Segundo o secretário de agricultura, o quilo do suíno é comercializado atualmente por cerca de R$ 4,70, enquanto o custo de produção pode chegar a R$ 6,50.
“O suinocultor realmente enfrenta um momento muito difícil. O valor pago hoje é de R$ 4,70 e não cobre o custo da produção, que estamos calculando em até R$ 6,50. É realmente uma crise muito grande e muito forte, que preocupa todos nós aqui no município”, afirmou.
A situação é atribuída principalmente ao desequilíbrio entre a oferta e a demanda. De acordo com o secretário, a produção elevada e o baixo consumo fazem com que haja excesso de carne no mercado, pressionando os preços para baixo.
“É a lei do mercado: sobra carne e o preço cai. A produção é muito grande e o mercado não está absorvendo toda essa quantidade. A curto prazo, não temos uma solução”, explicou.
O tema é discutido semanalmente durante a Bolsa do Suíno, realizada às quintas-feiras na Secretaria de Agricultura de Braço do Norte, com a participação de representantes de frigoríficos e produtores.
Entre as alternativas debatidas está a redução da produção. No entanto, conforme o secretário, a medida é considerada difícil de ser implementada no curto prazo.
“Discute-se diminuir a produção de suínos, mas os produtores colocam que isso não é possível a curto prazo. Também são pensadas campanhas para aumentar o consumo da carne suína, buscando realmente uma solução”, disse.
O secretário também destacou que o consumo de carne bovina ainda é predominante entre os brasileiros, o que representa um desafio para o aumento da demanda pela carne suína.
A previsão, segundo ele, é de que o preço possa cair ainda mais, chegando a aproximadamente R$ 4,50 por quilo.
“Hoje o preço é R$ 4,70, com tendência de baixar ainda mais, para R$ 4,50 o quilo. Você vê que é difícil diminuir o custo da produção e a venda realmente está nessa situação”, afirmou.
A instabilidade frequente do mercado também tem levado alguns produtores a considerar a mudança de atividade. Segundo o secretário, um produtor do interior do município relatou recentemente que pensa em abandonar a suinocultura diante das dificuldades.
“A suinocultura tem essa característica: é um ano bom, outro ano ruim, melhora um pouco e depois fica ruim novamente. É um sobe e desce muito frequente. Para quem se dedica a essa atividade, isso acaba cansando, porque não existe uma segurança”, relatou.
De acordo com o secretário, o cenário preocupa ainda mais porque muitos produtores precisam continuar investindo nas propriedades, mesmo diante da queda na remuneração.
Confira entrevista completa
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MPSC disponibiliza canal para denúncias sobre as Eleições 2026
Por Ligado no Sul20/07/2026 11h00
Foto Gerada por IA
o Ministério Público de Santa Catarina (MPSC) disponibilizou um canal para o recebimento de denúncias relacionadas ao processo eleitoral. A iniciativa é coordenada pela Ouvidoria do MPSC e busca facilitar o acesso da população aos canais institucionais para o encaminhamento de informações sobre possíveis irregularidades.
A ferramenta reúne orientações sobre como registrar manifestações e quais informações podem auxiliar na análise dos casos. O objetivo é contribuir para que denúncias sejam encaminhadas de forma mais ágil aos órgãos responsáveis pela apuração.
Entre as situações que podem ser denunciadas estão possíveis casos de propaganda eleitoral irregular, compra de votos, uso indevido da máquina pública, desinformação relacionada ao processo eleitoral e outras condutas que possam violar a legislação eleitoral.
O MPSC orienta que, sempre que possível, o cidadão apresente o maior número de informações sobre o fato, como data, local, descrição da ocorrência e documentos que possam contribuir para a apuração. Fotos, vídeos e outros materiais também podem ser encaminhados como elementos de apoio à denúncia.
A página faz parte das ações da Ouvidoria do MPSC voltadas às Eleições 2026. Recentemente, o órgão também aderiu à Campanha Nacional de Combate à Desinformação Eleitoral, coordenada pela Ouvidoria Nacional do Ministério Público.
A iniciativa tem como objetivo fortalecer a democracia e incentivar a população a buscar canais oficiais para acessar e compartilhar informações relacionadas ao processo eleitoral.
Além das ações de conscientização, equipes do MPSC participam de capacitações voltadas à atuação do Ministério Público durante as eleições. A preparação busca qualificar o atendimento e o encaminhamento das demandas recebidas pela instituição.
As Eleições 2026 estão previstas para ocorrer em outubro, com o primeiro turno marcado para o dia 4. Caso seja necessário, o segundo turno será realizado em 25 de outubro.
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Assoreamento ameaça canal da Barra do Camacho e Jaguaruna busca nova dragagem
Por Ligado no Sul20/07/2026 10h30
Foto/Amurel
O assoreamento e a possibilidade de fechamento do canal da Barra do Camacho, em Jaguaruna, voltaram a preocupar autoridades e representantes da região. O tema foi discutido em uma reunião realizada na Secretaria de Estado da Proteção e Defesa Civil, com a participação de lideranças políticas e empresariais, que apresentaram argumentos sobre a necessidade de uma nova dragagem no local.
A última dragagem do canal foi realizada em 2022, com investimento de R$ 10 milhões do Governo do Estado. Na ocasião, foram retirados mais de 150 mil metros cúbicos de material.
Ao Jornal da Guarujá, o prefeito de Jaguaruna, Laerte Silva dos Santos informou que o assoreamento voltou a avançar e, apesar de ainda existir uma abertura que permite o fluxo de água, o canal não apresenta atualmente a vazão considerada necessária para garantir maior segurança em períodos de chuvas intensas.
“Já faz quatro anos que a gente fez um trabalho ali e conseguimos ter um bom resultado, onde foi tirado mais de 150 mil metros cúbicos de material. Através de um direcionamento, também fizemos o enrocamento e, com o mar de leste ou vento nordeste, acaba acontecendo esse fenômeno que é o assoreamento”, explicou o prefeito.
De acordo com Laerte, o município trabalha na busca por uma nova intervenção no local, mas enfrenta entraves relacionados principalmente ao licenciamento ambiental. A Prefeitura está há mais de dois anos e sete meses tentando viabilizar a licença para realizar o serviço.
“Hoje a maior dificuldade que a gente tem fica na boca da lagoa, onde temos uma parte muito assoreada. Ainda existe uma abertura, que está conseguindo manter um fluxo de água, mas não dá aquela vitalidade e aquela abertura que são necessárias para, caso venham fortes chuvas, termos mais segurança”, afirmou.
Município busca licença para realizar o serviço
A Prefeitura de Jaguaruna pretende obter autorização para realizar o trabalho de forma contínua, com a possibilidade de utilizar uma draga de pequeno porte operada pelo próprio município.
Segundo o prefeito, os estudos ambientais estão em fase de conclusão e parte da documentação já foi encaminhada ao Instituto do Meio Ambiente de Santa Catarina (IMA). O órgão teria feito uma devolutiva com solicitações de ajustes em alguns pontos do processo.
“Estamos quase finalizando. Tivemos uma conversa com o Estado para viabilizar algum tipo de recurso para fazer um processo estadual de desassoreamento, entre 30 mil e 70 mil metros cúbicos. Estamos trabalhando com duas possibilidades, se não conseguirmos com o Estado, o intuito é que, depois da licença, tenhamos nosso equipamento para fazer o trabalho”, explicou Laerte.
O prefeito também afirmou que o município já investiu cerca de R$ 325 mil na tentativa de viabilizar a licença ambiental.
“Quando você vai conseguir viabilizar uma licença de um órgão público para outro órgão público, as coisas têm que ser muito mais fáceis, muito mais práticas e mais rápidas. O órgão público não tem benefício, não vai tirar retorno, não vai vender, não vai comercializar. Vai fazer um trabalho para beneficiar uma comunidade e regiões. Parece que a gente joga contra a gente mesmo, e isso nos deixa um pouco frustrados”, declarou.
Canal é importante para a pesca e para o escoamento das águas
Além da preocupação com o período de chuvas, a manutenção do canal é considerada fundamental para a atividade pesqueira. Conforme o prefeito, a profundidade precisa ser mantida entre três e três metros e meio para permitir a entrada de espécies e garantir a atividade dos pescadores da região.
“Ali tem um fator importantíssimo, que é através do pescado. O pescador precisa que o canal esteja pelo menos com um calado de três a três metros e meio de fundura para que entrem a manjuba, a tainha, o camarão e para que os pescadores daquela região, não só do município de Jaguaruna, mas também de Laguna, consigam sobreviver com a pesca”, afirmou.
Laerte também destacou a importância do canal para o escoamento das águas de municípios da região como Sangão, Treze de Maio, Jaguaruna e Tubarão.
“Quando se trata de um trabalho para manter um canal que escoa 90% das águas do município de Sangão, 30% das águas de Treze de Maio, 100% das águas do município de Jaguaruna e 10% das águas do município de Tubarão, a gente tem que pensar de outra forma. Não é apenas um processo que está sendo licenciado. Se não estiver aberto, isso pode causar um desastre lá na frente”, alertou.
Apesar dos entraves burocráticos e ambientais, o prefeito afirma que a execução do serviço não deve ser demorada após a obtenção das licenças e a mobilização dos equipamentos.
“Hoje uma draga pequena faz um trabalho de 120 metros cúbicos por hora. É um equipamento que faz uma demanda muito boa. É um lugar fácil de trabalhar e um material fácil de retirar. O difícil é a parte de licenciamento e de movimentação para trazer os equipamentos”, explicou.
Durante a entrevista, o prefeito também comentou sobre as ações para a próxima temporada de verão. Entre os projetos está a pavimentação asfáltica de um trecho que fará a ligação entre os balneários Campo Bom e Arroio Corrente.
Conforme Laerte, foi viabilizado um convênio para a primeira etapa da obra, que prevê aproximadamente seis quilômetros de pavimentação, ligando a região do Chuveirão aos acessos dos balneários.
“A gente vem trabalhando forte e se esforçando para evoluir, principalmente na região litorânea. Conseguimos viabilizar um convênio para fazer a pavimentação asfáltica ligando os dois balneários, Campo Bom e Arroio Corrente. A primeira etapa terá seis quilômetros, para trazer melhorias e fazer com que as pessoas possam desfrutar das belezas que temos ali e também trazer os investimentos necessários”, afirmou.