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Ligado no Sul
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Secretaria de Saúde de Laguna passa a atender em novo local a partir desta quarta-feira

Por Ligado no Sul01/09/2026 13h00
Foto/Arquivo -Elvis Palma

A Secretaria Municipal de Saúde de Laguna, o setor de Transporte e o Tratamento Fora do Domicílio (TFD) passam a atender em um novo local a partir desta quarta-feira (2).

Os serviços funcionarão no segundo andar do Centro Administrativo Tordesilhas. A mudança reúne os setores em um mesmo espaço e busca facilitar o atendimento à população.

O horário de funcionamento será das 7h às 16h, sem fechamento ao meio-dia.

O TFD atende pacientes que precisam se deslocar para outros municípios para realizar tratamentos, consultas ou procedimentos de saúde que não estão disponíveis em Laguna, conforme os critérios estabelecidos pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

Novo local

Centro Administrativo Tordesilhas – segundo andar

Horário: das 7h às 16h, sem fechar ao meio-dia.

Início do atendimento no novo endereço: quarta-feira (2).

A Prefeitura orienta os moradores que utilizam os serviços da Secretaria de Saúde, do Transporte e do TFD a procurarem o novo local a partir desta quarta-feira.

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Bolsa Família não terá aumento previsto no Orçamento de 2027

Por Ligado no Sul01/09/2026 12h00
Foto/Agência Brasil

O Bolsa Família não terá reajuste nos valores em 2027, de acordo com a proposta de Orçamento enviada pelo governo federal ao Congresso Nacional nesta segunda-feira (31). O benefício mínimo continuará em R$ 600 por família.

Para o próximo ano, o governo reservou R$ 157,1 bilhões para o programa. O valor é menor que os R$ 158,6 bilhões previstos para 2026 e os R$ 167,2 bilhões destinados ao Bolsa Família em 2025.

O valor do benefício não é reajustado desde o relançamento do programa, em março de 2023. A legislação permite que os valores sejam corrigidos em um intervalo de até dois anos, mas, segundo a interpretação do governo, essa atualização não é obrigatória.

Valores continuam os mesmos

Além do benefício mínimo de R$ 600, o Bolsa Família possui pagamentos adicionais de acordo com a composição de cada família.

São previstos:

  • R$ 150 por criança de até 6 anos;
  • R$ 50 por gestante;
  • R$ 50 por jovem de 7 a 18 anos incompletos;
  • R$ 50 por bebê de até 6 meses.

Os valores adicionais podem ser acumulados quando a família atende a mais de uma das condições previstas pelo programa.

Quem tem direito ao Bolsa Família?

Para receber o benefício, a renda mensal por pessoa da família deve ser de até R$ 218. Também é necessário manter o Cadastro Único atualizado e cumprir as exigências relacionadas às áreas de saúde e educação.

Em agosto deste ano, aproximadamente 19,3 milhões de famílias receberam o Bolsa Família. O número é semelhante ao registrado em agosto de 2025, quando cerca de 19,2 milhões de famílias eram atendidas.

 

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Comércio, serviços e turismo fazem apelo para que PEC da 6×1 não seja votada antes das eleições

Por Ligado no Sul01/09/2026 11h30
Foto/TV Senado

A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), em parceria com a Fecomércio SC e os sindicatos empresariais, lançou uma campanha nacional contra a votação, antes das eleições, da PEC que altera a jornada de trabalho e extingue a escala 6×1. O lema é: “A conta já está alta demais. Mudança das regras do trabalho às vésperas da eleição? Agora não.”

As entidades defendem o adiamento da análise da proposta no Senado, alegando riscos de mudanças constitucionais em um cenário de fragilidade econômica. O setor produtivo afirma que a economia já enfrenta juros altos, crédito restrito, elevado endividamento das famílias, aumento da inadimplência empresarial e queda nos investimentos, além da saída de empresas estrangeiras do país. Também cita o fim da chamada “Taxa das Blusinhas” como fator de pressão sobre o varejo nacional.

Segundo as entidades, o aumento dos custos operacionais — em um segmento no qual mais de 90% dos trabalhadores atuam no regime 6×1 — pode ser repassado aos preços, com impacto na inflação, redução de empregos formais e avanço da informalidade.

O presidente do Sistema CNC-Sesc-Senac, José Roberto Tadros, afirma que a proposta exige responsabilidade e análise técnica. “Uma decisão dessa magnitude precisa de diálogo e profundidade. Votar uma mudança constitucional dessa natureza de forma apressada e às vésperas do processo eleitoral coloca em risco milhões de micro e pequenas empresas e empregos formais. O caminho mais seguro segue sendo a negociação coletiva”, disse.

O presidente da Fecomércio SC, Hélio Dagnoni, também manifestou preocupação com os impactos da medida sobre micro e pequenas empresas. “Santa Catarina possui um setor terciário dinâmico, formado majoritariamente por micro e pequenas empresas, que seriam diretamente impactadas por mudanças abruptas na jornada de trabalho. Um estudo realizado pela Fecomércio SC apontou que a extinção da jornada 6×1 pode significar a perda de 27 mil empregos apenas nos setores do comércio de bens, serviços e turismo. É fundamental que qualquer alteração dessa natureza seja amplamente debatida e construída com base na realidade de cada segmento, preservando empregos e a competitividade das empresas”, afirmou.

CNC e Fecomércio SC pedem cautela ao Senado e defendem que mudanças na jornada sejam feitas por meio de convenções coletivas, conforme a legislação trabalhista. As entidades também alertam para os efeitos econômicos de medidas como a taxação de importações diretas, que, segundo elas, requerem debate mais amplo e sem pressa eleitoral.

Fecomércio

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Procon orienta consumidores sobre danos causados por chuva e granizo em Santa Catarina

Por Ligado no Sul01/09/2026 11h00
Foto/Reprodução

As fortes chuvas e o granizo registrados nos últimos dias em Santa Catarina provocaram danos em veículos e imóveis em diferentes regiões do estado. Diante dos prejuízos, o Procon de Santa Catarina orienta os consumidores sobre como proceder para buscar indenização ou ressarcimento.

A primeira medida para quem possui seguro é conferir a apólice e verificar se a cobertura contratada inclui danos provocados por granizo, alagamentos e outros eventos relacionados às chuvas.

A diretora do Procon de Santa Catarina, delegada Michele Alves, explica que o consumidor deve reunir provas dos prejuízos antes de realizar qualquer reparo.

“Primeiro, verificar se tem seguro contratado, verificar as cláusulas e se isso está na cobertura contratada. Se tiver, guardar fotos, vídeos, comprovantes fiscais para pedir a solicitação da indenização”, orienta.

Por isso, a recomendação é fotografar e filmar os danos, além de guardar orçamentos, notas fiscais e protocolos de atendimento. Os registros podem ser utilizados para comprovar o prejuízo e auxiliar no pedido de indenização junto à seguradora.

Veículo danificado em estabelecimento

Também existem situações em que o veículo é danificado enquanto está dentro de um estabelecimento comercial. Nesses casos, a possibilidade de ressarcimento depende das circunstâncias da ocorrência.

É necessário avaliar, por exemplo, se houve negligência do estabelecimento ou se existia algum problema na estrutura do local que já apresentava risco antes do temporal.

O consumidor deve registrar os danos, fotografar o local, guardar comprovantes que demonstrem sua permanência no estabelecimento e, se possível, identificar testemunhas.

Danos provocados por problemas de responsabilidade pública

Situações que envolvem o poder público também podem ser analisadas individualmente. Um exemplo é a queda de uma árvore que já apresentava necessidade de manutenção e acaba atingindo um veículo ou imóvel.

Danos relacionados a obras públicas sem sinalização adequada também podem ser avaliados. Nesses casos, é importante reunir fotos, vídeos, documentos e outras informações que ajudem a demonstrar como o prejuízo ocorreu.

O que fazer se o seguro negar a cobertura?

Caso a seguradora negue uma cobertura prevista na apólice ou demore para realizar o ressarcimento, o consumidor pode procurar o Procon de Santa Catarina para registrar uma reclamação.

A orientação é manter todos os protocolos, documentos e registros das conversas com a seguradora.

O Procon também disponibiliza um canal de WhatsApp para denúncias pelo número (48) 3665-9057.

 

 

*Com informações Acaert

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