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Laguna vira point geek com a 33ª edição do Anipop
Por Ligado no Sul13/08/2026 14h00
Fotos/Divulgação
Neste domingo (16), Laguna recebe mais uma edição do Anipop, o encontro que se tornou sinônimo de cultura geek no sul de Santa Catarina. Com entrada indicada para todas as idades, o evento acontece das 10h às 19h no Salão de Festas da Igreja Sagrado Coração de Jesus, no bairro Portinho.
Nesta 33ª edição, o público vai encontrar uma programação recheada de atrações para os fãs de anime, mangá, K-pop e cultura geek em geral, com direito a concursos, apresentações musicais, oficinas criativas e espaços para socializar e criar memórias.
Os ingressos para o Anipop 2026 já estão à venda pelo site da Super Tix, no link supertixs.com/e/anipop-2026. Mais informações no Instagram oficial do evento: @anipopgeek.
Criado como uma iniciativa para reaproximar pessoas de um mesmo círculo de amizades que ainda não se conheciam entre si, o Anipop nasceu pequeno, em um piquenique na Praça do Chafariz, no centro de Laguna, e rapidamente ganhou força, atraindo público de outras cidades já na primeira edição.
Ainda em 2019, o evento passou a acontecer quase mensalmente, integrado à feira livre da cidade. Após a pausa forçada pela pandemia, o Anipop retomou em 2023 em um novo formato: edições fechadas e maiores, realizadas uma vez por ano, como é hoje.
Fotos/Divulgação
Confira a programação completa:
10h00 – Início do evento
10h30 – Início do concurso de ilustração
11h00 – Quiz de anime
12h00 – Apresentação de flauta com Sawa
13h00 – Quiz de aberturas
14h00 – Vira-vira cosplay
15h00 – Desfile de cosplay
16h00 – Apresentação
16h30 – K-pop solo
17h30 – Random K-pop
18h30 – Premiações
Durante todo o dia
Mesa de RPG
Mesa de desenhos
Estúdio fotográfico
Lojas geek e ala dos artistas
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Consórcio pode ser usado como estratégia de planejamento para a aposentadoria
Por Ligado no Sul13/08/2026 13h00
Foto/Redação
Pensar na aposentadoria enquanto ainda se está trabalhando pode parecer distante, mas o planejamento financeiro de longo prazo começa justamente antes da redução da renda. Esse é um dos pontos abordados por André Eleutério, CEO da Exclusivo Consórcios, em mais um episódio sobre educação financeira no Jornal da Guarujá.
Para Eleutério, além de controlar o quanto se ganha e o quanto se gasta, a maneira como os bens são adquiridos também interfere diretamente na organização financeira. Ele utiliza como exemplo uma carta de crédito de R$ 100 mil para a compra de um automóvel. Segundo ele, em uma simulação de consórcio com prazo de 120 meses, a parcela cheia fica em torno de R$ 966, com um custo total aproximado de R$ 116 mil. No financiamento, a parcela pode chegar a cerca de R$ 2,8 mil e o valor total pago fica próximo de R$ 170 mil.
“Só nessa compra eu economizei R$ 50 mil. E de parcela me sobrou, supostamente, R$ 1.800 por mês. Então quer dizer que isso ali vai fazer diferença no teu orçamento familiar”, afirma.
É justamente essa diferença mensal que, segundo o empresário, pode ser direcionada para outras necessidades ou para a formação de patrimônio. A lógica, explica, é fazer com que o planejamento financeiro não fique restrito ao momento presente.
A preocupação ganha ainda mais importância quando se considera a renda disponível depois da aposentadoria. Para André, muitas pessoas deixam de pensar nessa etapa porque estão concentradas na vida profissional atual, mas a renda tende a mudar quando a pessoa deixa de trabalhar.
“Hoje praticamente ninguém fala em se aposentar. Então, se ninguém fala em se aposentar, como é que vai manter o teu padrão de vida? Geralmente, o que acontece depois que tu para de trabalhar é a renda cair”, afirma.
Nesse planejamento, o consórcio aparece,como uma das ferramentas possíveis para a formação de patrimônio. Uma das estratégias apresentadas é utilizar uma carta de crédito para adquirir um imóvel e, depois da contemplação, colocar o bem para locação. A renda obtida com o aluguel pode, segundo ele, ajudar a manter o investimento e permitir a abertura de novos ciclos.
“É interessante as pessoas começarem a pensar realmente a médio prazo. E eu sei que é uma cultura que é muito difícil para o brasileiro, porque a gente tem dificuldade de planejar até o ano”, afirma.
A proposta também pode começar com valores menores. Eleutério cita modalidades de cartas de crédito que permitem parcelas inferiores a R$ 500, dependendo das condições contratadas. Em uma das simulações apresentadas durante a entrevista, uma carta de R$ 100 mil pode ter parcela de aproximadamente R$ 348 na modalidade de meia parcela. Já uma carta de R$ 200 mil aparece com parcela em torno de R$ 615.
A definição, segundo ele, deve partir da capacidade financeira de cada pessoa. “Hoje quanto que cabe de parcela no orçamento? Essa é a pergunta que eu faço para o nosso ouvinte. Quanto que cabe no teu orçamento? R$ 500, R$ 600, R$ 3 mil, R$ 5 mil? De acordo com o teu orçamento, a gente cria um planejamento”, explica.
O que fazer depois da contemplação
Outro ponto abordado por André é a estratégia adotada depois que a carta é contemplada. Entre as possibilidades estão utilizar o crédito para comprar um imóvel, manter o valor aplicado de acordo com as regras da administradora ou, quando permitido, negociar a carta contemplada.
Ele cita o caso de um cliente de Siderópolis que contrata uma carta de R$ 600 mil e consegue a contemplação já no primeiro mês. Segundo o empresário, o cliente mantém o crédito dentro da administradora e o valor chega atualmente próximo de R$ 1 milhão, devido às atualizações previstas no grupo.
André apresenta ainda uma projeção segundo a qual esse valor pode chegar a aproximadamente R$ 2,5 milhões ao final do plano. O cálculo, porém, é uma estimativa apresentada pelo próprio empresário e depende das condições do contrato, do grupo e dos rendimentos aplicados.
“Então essa é uma opção: a pessoa deixa o crédito lá rendendo juros sobre juros e saca em espécie no final do plano e faz outro tipo de investimento”, explica.
Outra possibilidade é utilizar a carta contemplada para adquirir um imóvel e gerar renda com aluguel. Entre os exemplos citados por Eleutério estão kitnets, salas comerciais e galpões.
Segundo ele, o objetivo é fazer com que o patrimônio construído deixe de depender exclusivamente do dinheiro que sai do salário todos os meses. “Quando isso acontece, a pessoa já para de tirar dinheiro do bolso”, afirma.
Planejamento começa antes da aposentadoria
André também defende que o planejamento financeiro pode começar ainda no início da vida profissional. Ele conta que os três filhos já possuem consórcio e afirma que a intenção é ajudá-los a começar a formação de patrimônio.
“Se puder, pai, ajuda o teu filho, porque vai ser uma diferença muito grande”, diz.
Na avaliação do empresário, a dificuldade de planejar o futuro também tem relação com a falta de educação financeira nas famílias. Ele cita períodos de inflação elevada, a estabilização da economia e, posteriormente, a ampliação do acesso ao crédito como fatores que influenciam a relação dos brasileiros com o dinheiro.
“Os nossos pais não ensinaram. Claro, eles não sabiam. A cultura era: o dinheiro caía na conta e tinha que ir correndo no supermercado fazer a compra”, afirma.
Para quem pretende utilizar o consórcio como parte de um plano de aposentadoria, entretanto, a escolha da modalidade não deve ser feita apenas pela expectativa de valorização. É necessário considerar o prazo, as taxas, as regras de contemplação, a capacidade de pagamento e o objetivo para o qual o crédito será utilizado.
Confira
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IBGE realiza reunião em Orleans para iniciar preparativos do 12º Censo Agropecuário
Por Ligado no Sul13/08/2026 12h00
Foto: Douglas Benker | Athos Comunicação
O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) realiza na próxima terça-feira (18), na Câmara de Vereadores de Orleans, a primeira reunião preparatória para o 12º Censo Agropecuário, Florestal e Aquícola. O encontro faz parte do protocolo de organização da operação e tem como objetivo apresentar o levantamento às entidades e representantes ligados ao setor agropecuário, além de buscar apoio para a execução do trabalho.
Segundo o chefe da agência do IBGE em Criciúma, Gilmar Coelho, o Censo Agropecuário irá a campo no próximo ano e terá como objetivo visitar todos os estabelecimentos produtivos do setor.
“É um pontapé inicial para o Censo Agro. A gente vai divulgar a operação para os envolvidos na área agropecuária e também pedir apoio em alguns aspectos, por exemplo, contratação de pessoal”, explicou.
O levantamento busca reunir informações detalhadas sobre a produção agropecuária brasileira, incluindo quem são os produtores, o que é produzido, como ocorre a produção, utilização de tecnologias e acesso a financiamentos. Também serão levantadas informações relacionadas à permanência e participação dos jovens no campo.
De acordo com Gilmar, os dados coletados terão diferentes aplicações após a conclusão do Censo. “É uma investigação bem a fundo, que depois serve também de balizamento para pesquisas amostrais e até mesmo para o pessoal acadêmico, de universidades. A iniciativa privada também, por vezes, faz uso desses dados”, afirmou.
Na região da Associação dos Municípios da Região Carbonífera (Amrec), serão realizados dois encontros. Um deles já ocorreu em Criciúma e o segundo será realizado em Orleans. A escolha dos dois municípios está relacionada à estrutura que será utilizada durante a coleta de dados.
“São os locais onde a gente vai instalar postos de coleta, onde vão ter os supervisores que vão supervisionar o trabalho dos recenseadores de toda a área da Amrec”, explicou Gilmar.
O Censo será realizado simultaneamente em todo o país. A operação também dependerá da contratação de trabalhadores temporários para a etapa de coleta.
IBGE deve abrir processo seletivo
Durante a entrevista, Gilmar Coelho também adiantou que o processo seletivo para recenseadores deve ser divulgado entre setembro e outubro. A orientação é para que interessados acompanhem os canais oficiais do IBGE e fiquem atentos à abertura das inscrições.
Na área que envolve Orleans e Lauro Müller, estão previstas 11 vagas para a função de recenseador.
A reunião de terça-feira será, portanto, uma das primeiras etapas de mobilização para a operação que será realizada no próximo ano e deverá levantar um amplo conjunto de informações sobre o setor agropecuário, florestal e aquícola brasileiro.
Confira entrevista completa
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CREAS e Legislativo fumacense organizam evento voltado ao enfrentamento à violência contra a mulher
Por Ligado no Sul13/08/2026 11h30
Foto/Divulgação
O Centro de Referência Especializado de Assistência Social (CREAS) e a Câmara Municipal de Morro da Fumaça, por meio da Escola do Legislativo, em parceria com o Governo Municipal, promovem na próxima quarta-feira, 19 de agosto, um encontro voltado à conscientização e ao enfrentamento da violência contra a mulher. A programação, alusiva ao Agosto Lilás, será realizada a partir das 19h, no plenário da Câmara de Vereadores, com entrada gratuita e aberta à comunidade.
Com o tema “Conscientização e Fortalecimento da Rede de Proteção à Mulher”, o evento pretende ampliar o acesso da população a informações sobre as diferentes formas de violência, os caminhos para buscar ajuda e a importância de uma atuação articulada entre os serviços públicos, as forças de segurança, o sistema de Justiça e a sociedade.
A programação contará com quatro profissionais que atuam em diferentes áreas relacionadas à proteção e à garantia dos direitos das mulheres: a ex-desembargadora do Tribunal de Justiça de Santa Catarina, Dra. Salete Silva Sommariva; a delegada da Polícia Civil, Dra. Tainá Greselle Carlesso; a advogada e vice-presidente da OAB Criciúma, Janaina Alfredo da Rosa; e a assistente social do CREAS, Cinara de Rochi.
Informação para prevenir e proteger
Mais do que promover um debate sobre a violência contra a mulher, o encontro busca aproximar a comunidade da rede de proteção e mostrar que o enfrentamento ao problema depende da participação de diferentes setores da sociedade.
A proposta também visa a orientar familiares, amigos e demais integrantes da comunidade sobre como acolher uma mulher em situação de violência e encaminhá-la para os serviços especializados.
Para o presidente da Câmara Municipal, Luciano Formentin Pereira, o Legislativo tem um papel importante na promoção de debates que contribuam para a proteção e a garantia de direitos.
“O Poder Legislativo tem o dever de abrir suas portas para debates que protejam vidas e fortaleçam direitos. Falar sobre a violência contra a mulher é também informar, prevenir e encorajar a sociedade a não permanecer em silêncio diante de qualquer forma de agressão. A Câmara de Vereadores será sempre parceira na construção de uma comunidade mais segura, respeitosa e acolhedora para todas as mulheres”, afirma.
O coordenador da Escola do Legislativo de Morro da Fumaça, Pierre Vanderlinde, destaca que a iniciativa também tem caráter educativo e busca fortalecer a participação cidadã.
“A Escola do Legislativo tem como uma de suas principais missões aproximar o conhecimento da comunidade e contribuir para a formação cidadã. Este encontro reunirá profissionais de diferentes áreas para explicar como funciona a rede de proteção e mostrar que cada pessoa pode colaborar, seja acolhendo, orientando, compartilhando informações ou realizando uma denúncia. O enfrentamento da violência exige informação, responsabilidade e participação coletiva”, ressalta.
Uma rede para que nenhuma mulher se sinta sozinha
O prefeito Eduardo Sartor Guollo reforça que o enfrentamento à violência contra a mulher deve ser assumido como uma responsabilidade de toda a sociedade e que a atuação integrada dos serviços é fundamental para garantir acolhimento e proteção.
“Quando uma mulher sofre violência, toda a sociedade é afetada. Como gestor, mas principalmente como cidadão, acredito que nosso dever é criar uma rede de proteção onde nenhuma mulher se sinta sozinha. Um gesto de apoio, uma palavra de acolhimento ou uma denúncia podem mudar uma história. Neste Agosto Lilás, convido cada fumacense a fazer parte dessa luta por mais respeito e proteção”, declara.
Integrante da rede municipal de proteção e uma das palestrantes do encontro, a assistente social do CREAS, Cinara de Rochi, ressalta que o acolhimento adequado pode representar o primeiro passo para que uma mulher consiga romper com o ciclo de violência.
“Às mulheres que vivem ou já viveram uma situação de violência, eu quero deixar uma mensagem: vocês não estão sozinhas. Existe uma rede de profissionais preparada para acolher, orientar e proteger, sempre com respeito, sigilo e cuidado. E à comunidade, faço um convite: sejamos uma rede de apoio. Muitas vezes, ouvir, acreditar e indicar o caminho para buscar ajuda pode ser o primeiro passo para transformar uma vida”, afirma.
Agosto Lilás
A programação integra as ações do Agosto Lilás, período dedicado à conscientização e ao enfrentamento da violência contra a mulher. A campanha foi instituída nacionalmente pela Lei Federal nº 14.448/2022. Em Morro da Fumaça, o Agosto Lilás foi instituído no âmbito dos Poderes Executivo e Legislativo pela Lei Municipal nº 2.367/2023, reforçando o compromisso do município com ações de prevenção, conscientização e proteção.
Além do encontro do dia 19, as instituições envolvidas vêm desenvolvendo outras ações ao longo do mês. Entre elas está a campanha em vídeo “Antes das Marcas” sobre o enfrentamento à violência doméstica e familiar contra a mulher, produzida para alertar a população sobre o problema e divulgar os caminhos para buscar ajuda.