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Cocal do Sul realiza simulado estadual de Defesa Civil neste domingo
Por Ligado no Sul24/02/2026 13h51
Foto/Divulgação
Cocal do Sul promove neste domingo (1), a partir das 8h30, na Arena Carlos Osellame, o 2º Simulado Geral de Gestão de Desastres em Santa Catarina.
A atividade será aberta à comunidade e terá como foco a apresentação das ações executadas pelo município durante as fortes chuvas registradas na semana passada.
Inicialmente previsto como exercício prático, o simulado em Cocal do Sul ganhou um novo formato após o evento climático que atingiu o município.
Em vez de uma encenação, o encontro será um momento de diálogo e esclarecimento à população sobre como funcionam os protocolos da Defesa Civil, os procedimentos de atendimento e o processo de solicitação de apoio estadual.
O prefeito Ademir Magagnin afirma que a iniciativa reforça a transparência da gestão pública.
“Passamos por uma situação que exigiu mobilização imediata das equipes. Agora é o momento de apresentar à população como atuamos, quais medidas foram tomadas e como podemos melhorar ainda mais nossa preparação para eventos como esse”, destacou.
O coordenador da Defesa Civil, Luciano Brolesi, explica que a experiência recente servirá como base para o encontro.
“Normalmente o simulado trabalha uma situação hipotética. Mas como tivemos um evento real na semana passada, decidimos fazer uma conversa aberta, explicando todo o processo, desde os primeiros atendimentos até os pedidos de apoio ao Estado”, afirmou.
O simulado é uma iniciativa da Defesa Civil Estadual, aberta à adesão dos 295 municípios catarinenses. A participação não é obrigatória, mas as cidades interessadas realizam inscrição prévia e organizam as ações conforme as diretrizes do Estado.
A proposta é ampliar a cultura de prevenção e fortalecer a preparação das cidades para situações de emergência. Quanto maior o número de municípios envolvidos, mais abrangente é o resultado esperado pela Defesa Civil de Santa Catarina.
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Audiência pública vai discutir possível ampliação do perímetro urbano em Orleans
Por Ligado no Sul24/02/2026 11h30
Foto/PMO
A Prefeitura de Orleans realiza nesta terça-feira (24), às 18h30, no Salão da Igreja da comunidade de Rio Pinheiros Baixo, uma audiência pública para debater a proposta de expansão do perímetro urbano do município. O encontro é aberto à população.
A área em estudo fica em Rio Pinheiros Baixo e faz divisa com a comunidade de Sano do Gelo, que já é considerada urbana. A proposta será apresentada aos moradores, que poderão opinar antes de qualquer decisão.
Em entrevista ao Jornal da Guarujá, o secretário de Administração, Airton Bratti Coan, o Ito, explicou que a intenção é integrar a área à malha urbana, caso haja concordância da comunidade.
“Ali, onde essa parte que a gente pretende passar a ser urbana, faz divisa com São Ludgero, e na parte de São Ludgero ele já é urbano. Então a gente está pretendendo também que, se isso se junte com São Ludgero e possa ali naquela comunidade dar crescimento, até porque ali tem muita demanda de lotes, e a empresa também interessada em lotear algumas glebas de terra ali perto, então vai de encontro ao que a população pretende”, afirmou.
O que muda na prática
Segundo o secretário, transformar a área em urbana significa incorporá-la oficialmente à cidade, permitindo novos investimentos e melhorias.
“É como transformar de rural em urbano. Ela passa a ser uma parte da cidade, onde virá iluminação pública nas vias públicas. Apesar que no interior tem também a iluminação pública, mas aí já tem a rede de esgoto, que a gente possa levar também na expansão urbana. Tem outras benfeitorias que fazem parte da região urbana”, explicou.
A mudança também impacta na tributação, com a cobrança de IPTU conforme o zoneamento.
“Nessa região, onde se for transformado em urbano, passa a ser IPTU. Vai ser classificado dependendo da zona e aí vai ter sua tributação. É uma tributação que também não vai crescer tanto, mas é o início para a região ali ir tomando parte, porque daí, onde passa a ser urbano, o pessoal já começa também a investir mais e começa a valorizar o terreno ao redor”, destacou.
Como surgiu a demanda
Ito relatou que a discussão começou no ano passado, após empresas procurarem o município apontando demanda por terrenos urbanos na região.
“A demanda chegou através de levantamentos de empresas, que nos trouxeram no ano passado já. A gente está conversando, as empresas vieram trazer pra gente informando que teria uma demanda naquela região por terrenos urbanos, pra expansão. E ali também já tem uma via que é pavimentada, e a gente está pavimentando uma outra via que é ali próximo também, pra ligar aqui no outro bairro, então vai se transformar numa via de passagem na frente”, explicou.
Ele ressaltou que o tema passou pelo setor de planejamento e pelo Conselho da cidade antes de chegar à audiência.
“Através desses estudos a gente viu a possibilidade de transformar em urbano. Mas pra transformar em urbano, a população lá na audiência tem que estar de acordo. Tem uns trâmites para fazer isso.”
O secretário reforçou que todos os estudos e o impacto da mudança serão apresentados de forma detalhada.
“Tudo isso não é assim: acordei hoje e vou transformar o Rio Pinheiros em urbano. Não é por esse caminho. Tem os trâmites pra passar, tem os estudos pra passar. O estudo de impacto de vizinhança vai ser apresentado pra toda a comunidade, mostrando a real situação daquela região e por que a prefeitura quer transformar aquela área em urbana.”
Neste momento, a discussão envolve exclusivamente Rio Pinheiros Baixo.
“A participação tem que ter. O município não pode decidir sozinho. A comunidade precisa colocar a sua opinião, o que sente. Se a comunidade decidir junto, é sinal de que o município está no caminho correto e fazendo uma ação que a população pretende e vai abraçar junto”, concluiu.
Confira entrevista completa
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Relatório do MPSC aponta presença de agrotóxicos na água em 155 municípios catarinenses
Por Ligado no Sul24/02/2026 11h00
Foto/Ilustrativa
Um relatório do Ministério Público de Santa Catarina identificou a presença de resíduos de agrotóxicos na água potável de 155 municípios do Estado. As análises encontraram 42 substâncias diferentes, incluindo produtos com uso e comercialização proibidos no Brasil. A Região Sul apresentou a maior proporção de municípios com registros (76,1%), seguida pela Grande Florianópolis (57,1%), Oeste (53,4%), Vale do Itajaí (44,4%), Norte (42,3%) e Serra Catarinense (33,3%).
Apesar dos números, o órgão ressalta que toda a água analisada foi considerada própria para consumo humano.
Em entrevista ao Jornal da Guarujá, a promotora de Justiça e coordenadora do Centro de Apoio Operacional do Consumidor, Aline Restel Trennepohl, explicou como o levantamento foi realizado.
Foto/Divulgação
“O Ministério Público fez, entre 2018 e 2023, cerca de mil testagens nas águas que são postas a consumo da população, em todos os 295 municípios catarinenses. E os achados demonstraram que a metade aproximadamente dos municípios contém algum tipo de resíduo de agrotóxicos nas águas.”
Ela reforçou que, mesmo com a detecção das substâncias, a água segue dentro dos padrões legais.
“É importante que se diga: toda água que foi testada foi considerada própria pro consumo. O que significa que ela atende aos padrões de potabilidade estipulados pelo Ministério da Saúde. A água é segura.”
Exposição crônica preocupa
A promotora pondera, no entanto, que a presença dos resíduos acende um sinal de alerta quanto à exposição prolongada.
“A gente sabe que a exposição crônica a essas substâncias pode levar a agravos de saúde. Por isso o Ministério Público entende que é necessário que a gente revisite as nossas políticas de aplicação, de uso, faça uma fiscalização mais forte no campo, pra ver qual é a qualidade das substâncias que está sendo aplicada, em qual quantidade, de que forma esses agrotóxicos estão sendo usados, pra gente evitar que esses resíduos cheguem até a água e também evitar o uso exagerado dessas substâncias.”
Segundo Aline, a maioria dos 155 municípios apresentou apenas um ou dois tipos de resíduos. Porém, alguns casos chamaram atenção.
“Alguns municípios se destacaram pela multiplicidade. Timbó apresentou 17 ingredientes ativos na água. Imbuia, que fica do ladinho de Ituporanga, apresentou 23. Esses números foram extensivamente maiores do que os demais encontrados nos outros municípios testados. Então isso mostra que naquela região existe um problema mais acentuado com relação ao agrotóxico.”
Ela afirma que essas regiões devem receber atenção especial nas próximas etapas.
“É nessas regiões que a gente pretende focar a nossa atividade de fiscalização e estruturação da cadeia produtiva.”
Além da fiscalização, o Ministério Público pretende atuar na orientação dos produtores rurais.
“A nossa ideia é criar grupos de trabalho intersetoriais. Nós já convidamos outros órgãos da saúde, da agricultura. O Ministério Público vai entrar como parceiro disso, o Ministério da Saúde também. Já tem um programa que é desenvolvido, que é um programa de vigilância de populações expostas a agrotóxicos, e ele já tem um know-how sobre como fazer essa abordagem multidisciplinar.”
Segundo ela, o objetivo não é punir indiscriminadamente.
“A nossa ideia não é fazer uma caça às bruxas. É atuar com firmeza na fiscalização quando isso se revelar necessário, mas a ideia é principalmente convencer e sensibilizar o agricultor para aderir às normas sanitárias, explicando e demonstrando para ele a relevância dessas providências. A educação é primordialmente a intenção do Ministério Público para regularizar o setor.”
Substâncias proibidas
O relatório também aponta registro de agrotóxicos proibidos em municípios como Balneário Arroio do Silva, no Sul do Estado.
“Confirmo”, disse a promotora. “Com relação a esses agrotóxicos proibidos, algumas substâncias são o que os estudiosos consideram perenes. Então é possível que essas substâncias tenham sido aplicadas em um momento em que o uso era permitido e que ainda estejam sendo exibidas nos nossos mananciais freáticos. Mas também existe a possibilidade de estar ingressando ainda no território nacional esse produto proibido.”
Ela explica que a próxima etapa será identificar a origem da contaminação.
“A nossa apuração daqui pra frente vai focar em identificar qual é a origem, o porquê que ela apareceu na água e principalmente focar na fonte de contaminação. A aparição dessas substâncias na água é um sintoma do problema, ela não é a causa em si.”
Água distribuída é mais segura
“É preferível que se ingira essa água que vem distribuída pelas redes de distribuição, que é tratada, é mais segura, protege o consumidor contra bactérias, vírus e parasitas e outras substâncias químicas, ao contrário das águas de bicas e de fontes, que podem trazer problemas de saúde ainda mais graves e imediatos.”
A promotora destacou que a água distribuída pelas redes públicas continua sendo a opção mais segura.
“A água é segura, ela atende aos parâmetros de potabilidade. A vigilância sanitária estadual faz acompanhamento periódico da qualidade da água, as concessionárias também fazem testagens periódicas todos os meses, todos os dias. Essa água é segura, mas a aparição dessas substâncias nos mostra que a gente tem que trabalhar para reduzir o uso de agrotóxico ao mínimo necessário, porque ao longo prazo isso pode gerar problema.”
Questionada sobre a possibilidade de os dados refletirem um período específico de maior aplicação de defensivos, Aline explicou que as coletas ocorreram ao longo de cinco anos.
“As coletas foram feitas em um período de cinco anos, entre 2018 e 2023. Não foram todas no mesmo dia. Foram vários momentos, em vários locais diferentes, 295 municípios. Então o resultado nos dá um retrato razoavelmente fiel da situação que a gente tem hoje no território de Santa Catarina.”
Confira entrevista completa
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Fies 2026: prazo para aluno complementar inscrição termina nesta terça
Os estudantes pré-selecionados na chamada única do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) 2026 devem complementar, até esta terça-feira (24), as informações prestadas no momento da inscrição para seguir no processo de contratação do financiamento. O prazo se encerra às 23 horas e 59 minutos, no horário de Brasília.
Os pré-selecionados devem acessar o site do FiesSeleção, com a senha da plataforma Gov.br para complementar o cadastro.
O Fies concede financiamento a estudantes de baixa renda em cursos de graduação, nas instituições privadas de ensino superior privadas.
Chamada única
O estudante pode conferir se foi pré-selecionado da chamada única do Fies referente ao primeiro semestre de 2026 diretamente no Portal Único de Acesso ao Ensino Superior, na aba do Fies.
As informações adicionais, que não foram solicitadas na inscrição inicial, dizem respeito, por exemplo, à confirmação do endereço e contatos de e-mail/telefone, o detalhamento do grupo familiar; a informação do semestre de ingresso na faculdade; percentual do financiamento estudantil; escolha do banco onde deseja formalizar o contrato de financiamento; valor da mensalidade para auxiliar o cálculo do financiamento, etc.
De acordo com o edital do Fies 2026 a partir desta sexta-feira, o pré-selecionado à vaga do Fies Social também poderá solicitar a contratação de financiamento integral, com a cobertura de até 100% dos encargos educacionais cobrados pela faculdade privada.
O Fies Social beneficia estudantes com renda familiar por pessoa de até meio salário mínimo (R$ 810,50, em 2026) e com inscrição ativa no Cadastro Único de Programas Sociais do governo federal (CadÚnico).
Oferta de vagas
Neste primeiro semestre, o processo seletivo ofertou 67.301 vagas em 1.421 universidades, faculdades e centros universitários privados para 19.834 cursos.
Em todo o ano de 2026, o número de vagas do Fies ofertadas será de 112.168.
O programa ainda oferece reserva de vagas a candidatos autodeclarados negros (pretos e pardos), indígenas, quilombolas e pessoas com deficiência (PCD).
Desde 2024, o programa reserva de 50% das vagas para o Fies Social para estudantes com renda familiar de até meio salário mínimo (R$ 810,50, em 2026), inscritos no Cadastro Único para Programas Sociais do governo federal (CadÚnico).
Etapas
Após o período de complementação online das informações da inscrição até esta terça-feira, na segunda etapa, os estudantes deverão comprovar as informações declaradas no ato da inscrição, em até cinco dias úteis, diretamente na instituição privada de ensino superior em que foram pré-selecionados.
A entrega poderá ser presencial na sala da Comissão Permanente de Supervisão e Acompanhamento (CPSA) da faculdade privada ou no formato digital, conforme escolha da na instituição de ensino.
No caso do pré-selecionado na vaga Fies Social, com renda familiar por pessoa de até meio salário mínimo inscrito no CadÚnico, este ficará dispensado da comprovação da renda familiar perante a.
O estudante da vaga reservada ao Fies Social deve comparecer à Comissão apenas para validação das demais informações.
Inscrições
No início de fevereiro, cada candidato conseguiu se inscrever em até três opções de curso superior, neste processo de seleção.
Ao todo, o Ministério da Educação registrou 210.108 pessoas interessadas que fizeram 528.175 inscrições.
Especificamente para o Fies Social, o total de inscritos nas vagas ofertadas foi 52.930 candidatos.
As vagas eventualmente não ocupadas nesta primeira edição do ano do Fies serão ofertadas na edição do segundo semestre.
De acordo com edital (nº 3/2026) que determina as regras do Fies 2026, os estudantes que não forem pré-selecionados na chamada única estarão automaticamente na lista de espera para preenchimento das vagas não ocupadas, observada a ordem de classificação.
Quem estiver na lista de espera do Fies deverá acompanhar o resultado de eventual pré-seleção no site do FiesSeleção.
A nova convocação, a da lista de espera, ocorrerá de 26 de fevereiro a 10 de abril.
Fies
Anualmente, o Fies tem dois processos seletivos regulares, um por semestre letivo. E também processos seletivos para vagas remanescentes, que ocorrem após os processos regulares, com o objetivo de preencher vagas eventualmente não ocupadas.
Outras informações podem ser acessadas no site do MEC.