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Ligado no Sul
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Escutar é estar presente: prevenção e valorização da vida vão além do Setembro Amarelo

Por Ligado no Sul30/09/2026 16h00
Foto/Divulgação

Com o fim de setembro, mês marcado nacionalmente pelas ações do Setembro Amarelo, o debate sobre prevenção e valorização da vida reforça a importância de continuar durante todo o ano. Para o Centro de Valorização da Vida (CVV), a escuta acolhedora e a disponibilidade para conversar são formas de oferecer apoio a pessoas que enfrentam momentos de sofrimento emocional.

O CVV atua na prevenção e na valorização da vida por meio do atendimento voluntário e gratuito e da produção de conteúdos sobre saúde emocional. A organização também disponibiliza materiais informativos em seu site, no canal oficial no YouTube, em podcasts e no TikTok, ampliando o acesso à informação e ao diálogo sobre o tema.

Em 2026, a campanha do CVV para o Setembro Amarelo tem como tema “Escutar é estar presente”. A proposta é chamar a atenção para a importância de ouvir com atenção, respeito e acolhimento, especialmente em uma rotina marcada pela velocidade, pelas distrações e por relações cada vez mais mediadas pela tecnologia.

Em muitos casos, ter alguém disponível para ouvir pode representar uma forma de acolhimento e de fortalecimento dos vínculos. A iniciativa busca incentivar essa prática no cotidiano, seja entre familiares, amigos, colegas de trabalho ou vizinhos.

“Nem sempre conseguimos aliviar a dor de quem sofre, mas podemos fazer com que essa pessoa não precise carregá-la sozinha. Quando escutamos com atenção, respeito e sem julgamentos, mostramos que ela é importante. Muitas vezes, é justamente esse acolhimento que faz toda a diferença”, afirma Eliane Soares, voluntária do CVV.

Segundo Olívia Rocha, coordenadora do CVV de Criciúma, as pessoas que procuram ajuda apresentam diferentes motivos para buscar uma conversa. Entre os assuntos relatados estão sentimentos de solidão, perdas relacionadas à saúde, a pessoas próximas, ao trabalho ou a bens, além de questões relacionadas à depressão, relacionamentos e outras situações que despertam a necessidade de compartilhar o que estão vivendo.

Uma rede que continua depois de setembro

A prevenção e a valorização da vida não se restringem às ações realizadas durante um único mês. Em Santa Catarina, a Rede de Proteção à Vida (RPV) reúne iniciativas voltadas à prevenção, ao cuidado e à promoção da vida, reforçando a importância de uma atuação contínua e articulada.

Nesse contexto, o Setembro Amarelo funciona como um período de maior visibilidade para um debate que precisa permanecer presente nos demais meses. A proposta não é concentrar a atenção sobre o tema apenas durante a campanha, mas aproveitar esse momento para ampliar o acesso à informação, fortalecer os vínculos e incentivar a busca por apoio quando necessário.

Olívia destaca que o movimento tornou-se maior do que a instituição. Ao longo dos anos diferentes setores da sociedade passaram a participar das ações de conscientização, fazendo com que a prevenção e a valorização da vida fossem incorporadas a escolas, universidades, instituições públicas, empresas, serviços de saúde e comunidades.

Mais do que uma campanha de setembro, a proposta é construir uma cultura permanente de cuidado. Para isso, pequenas atitudes do cotidiano também podem fazer parte dessa rede: perguntar como alguém está, prestar atenção à resposta e reservar tempo para uma conversa verdadeira. A escuta, nesse sentido, não termina quando setembro acaba. Ela pode continuar presente nas relações durante todo o ano.

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Debate ao Governo de SC tem embates, troca de acusações e discussão de propostas

Por Ligado no Sul30/09/2026 14h00
Foto/Reprodução -Patrick Rodrigues/NSC

A cinco dias das eleições, os candidatos ao Governo de Santa Catarina participaram, na noite desta terça-feira (29), do último debate antes do primeiro turno. Promovido pela NSC TV, em Florianópolis, o encontro reuniu Jorginho Mello (PL), João Rodrigues (PSD), Gelson Merisio (PSB) e Ralf Zimmer (PRD).

Durante cerca de duas horas, os candidatos apresentaram propostas e protagonizaram embates sobre temas que afetam diretamente os catarinenses, como saúde, infraestrutura, segurança pública, violência contra a mulher, educação e saneamento. A campanha eleitoral e a relação de Santa Catarina com o governo federal também estiveram entre os assuntos discutidos.

Mediado pelo jornalista Fabian Londero, o debate foi dividido em quatro blocos. Em dois deles, os candidatos fizeram perguntas com temas livres. Nos outros dois, os assuntos foram definidos por sorteio. Ao final, cada participante teve dois minutos para as considerações finais.

Embates começam já no primeiro bloco

O debate começou com Gelson Merisio questionando João Rodrigues sobre segurança pública e discursos de exaltação à violência, relacionando o assunto também à imagem turística de Santa Catarina. Rodrigues discordou de parte da avaliação, afirmou que o Estado é seguro e chamou atenção para os casos de feminicídio, defendendo uma política estadual de acolhimento às mulheres vítimas de agressão.

Na sequência, João Rodrigues e Jorginho Mello protagonizaram um dos principais confrontos da noite. O candidato do PSD questionou o governador sobre acusações feitas durante a propaganda eleitoral. Jorginho negou ter promovido os ataques e afirmou que também foi alvo de informações falsas durante a campanha.

O assunto reapareceu no encerramento. Jorginho afirmou ter recebido mais de 300 ataques durante a campanha e classificou as acusações como “mentira” e “invenções”.

“Isso é feio, Santa Catarina não merece isso”, afirmou Jorginho.

João Rodrigues também retomou o confronto nas considerações finais e disse que sua esposa e suas filhas foram atingidas durante a campanha.

“O maior ataque da campanha, não foi ele que sofreu, foi a minha esposa e minhas filhas de forma cruel”, declarou.

A relação com o governo federal também apareceu. Jorginho questionou Ralf Zimmer sobre declarações do presidente Luiz Inácio Lula da Silva a respeito de Santa Catarina. Zimmer afirmou que o presidente “ofende o estado” e disse que a realidade catarinense seria diferente da retratada por Lula.

O primeiro bloco terminou com uma discussão entre Zimmer e Merisio sobre temas nacionais, como as bets e a redução da jornada de trabalho. Merisio se manifestou favoravelmente à diminuição da carga horária dos trabalhadores, enquanto Zimmer demonstrou preocupação com os impactos de uma eventual mudança para pequenos empresários.

Violência contra a mulher, saneamento e rodovias

Na segunda parte do debate, os candidatos passaram a responder sobre temas sorteados: violência contra a mulher, prevenção a desastres climáticos, gestão do saneamento básico e atração de investimentos.

Zimmer criticou as políticas de enfrentamento à violência contra a mulher e aos feminicídios. Jorginho respondeu citando ações de seu governo, entre elas salas lilás em delegacias, botão do pânico e linhas de financiamento destinadas às mulheres.

O assunto também foi retomado por Merisio nas considerações finais. Ao criticar a postura do governo diante de episódios de violência, o candidato afirmou: “Nós temos que recuperar a imagem de Santa Catarina para com o Brasil. Nós temos que parar de mandar imagem de violência.”

Ao discutir prevenção a desastres, Jorginho perguntou a Zimmer se ele daria continuidade aos programas estaduais caso fosse eleito. O candidato do PRD reconheceu iniciativas que considera positivas e defendeu a manutenção das ações.

O saneamento básico colocou Merisio e João Rodrigues frente a frente. Merisio criticou o avanço do setor em Santa Catarina e questionou o adversário sobre suas propostas. Rodrigues mencionou os problemas recentes de abastecimento em Florianópolis, defendeu mudanças na gestão estadual e afirmou que, se eleito, pretende privatizar a Casan.

As condições das rodovias também ganharam espaço. Questionado por Rodrigues sobre a infraestrutura necessária para o escoamento da produção e a atração de grandes indústrias, Merisio defendeu maior articulação entre os governos estadual e federal para recuperar a malha viária catarinense.

Estrada Boa e novos confrontos

Com a volta dos temas livres no terceiro bloco, os confrontos políticos ganharam novamente espaço. Merisio cobrou de Jorginho explicações sobre uma declaração feita durante as investigações da morte do cão Orelha. O governador respondeu que havia se manifestado após acompanhar notícias sobre o caso e mencionou a atuação da Polícia Civil e o pedido de arquivamento feito pelo Ministério Público.

João Rodrigues e Ralf Zimmer discutiram políticas destinadas à população em situação de rua e às pessoas com dependência química. Zimmer afirmou que o problema é mundial e que não existe uma “bala de prata” para solucioná-lo. Rodrigues disse que pretende levar para o Estado uma iniciativa adotada em Chapecó, enquanto Zimmer ponderou que nem tudo o que funciona no município pode ser reproduzido nas demais cidades.

Jorginho também questionou Merisio sobre a continuidade dos programas Estrada Boa e Estrada Boa Rural. O candidato do PSB criticou investimentos em algumas rodovias e mencionou, entre os exemplos, a falta de duplicação entre Blumenau e Brusque. Ao falar sobre os recursos disponíveis no Estado, afirmou que “dava para fazer muito mais”.

Outro confronto ocorreu quando Zimmer questionou João Rodrigues sobre aproximadamente R$ 30 mil destinados a uma das rádios de suas filhas. Rodrigues respondeu que elas possuem emissoras e afirmou que, em cinco anos como prefeito, foram destinados cerca de R$ 33 mil em mídia técnica. Na sequência, fez questionamentos sobre o patrimônio do filho de Jorginho Mello.

Saúde, infraestrutura e Universidade Gratuita

No quarto e último bloco, saúde, infraestrutura, educação e relação com o governo federal foram os temas sorteados.

João Rodrigues questionou Jorginho sobre os números de cirurgias divulgados pelo governo estadual e afirmou que ainda existem pacientes aguardando procedimentos. O governador respondeu que sua administração realizou mais de 1 milhão de cirurgias, reduziu o tempo de espera e investiu na reforma de hospitais. Os dois também divergiram sobre a gestão e os investimentos no Hospital Regional de Chapecó.

Na infraestrutura, Merisio perguntou a Rodrigues como fazer Santa Catarina avançar na área. O candidato do PSD respondeu que um gestor público “precisa despolitizar o governo” e afirmou que, se eleito, pretende propor a duplicação da BR-282 e a conclusão das obras nas BRs 470 e 280.

A educação entrou no debate quando Ralf Zimmer perguntou a Merisio se manteria o Universidade Gratuita. Merisio questionou o alcance da iniciativa e perguntou se o programa seria “gratuito para quem?”.

Zimmer apresentou uma posição diferente e afirmou que, se eleito, irá “trancar o programa para reverter para o salário dos professores”.

A relação com Brasília encerrou a rodada. Jorginho perguntou a Zimmer como seria sua relação com o governo federal. O candidato do PRD afirmou que “dialogar” é “conversa fiada” quando se trata da relação de Santa Catarina com Brasília e disse que pretende cobrar formalmente da União as demandas catarinenses, independentemente de quem estiver na Presidência.

Nas considerações finais, Zimmer reforçou essa posição: “Comigo vai ser na notificação. Eles fazem, se eles não fizerem, como eles nunca fizeram, né, ao longo das últimas décadas, a gente faz aqui e cobra a dívida na Justiça deles.”

Considerações finais mantêm o tom do debate

Nos minutos finais, os quatro candidatos retomaram críticas, propostas e posicionamentos apresentados ao longo da campanha.

Ralf Zimmer falou sobre sua experiência na gestão pública e defendeu uma administração com maior utilização de tecnologia e inteligência artificial. “Isso é gestão. Gestão não é publicidade”, afirmou.

Gelson Merisio voltou a criticar a atual administração, principalmente os gastos com publicidade e as políticas de segurança e saúde, e reafirmou seu alinhamento político com o presidente Lula.

“Eu sou o candidato para ajudar o presidente Lula e por isso peço o seu voto e a sua ajuda para que possamos fazer uma grande eleição em Santa Catarina”, declarou.

Jorginho Mello defendeu a continuidade de sua administração e pediu mais um mandato.

“Eu estou aqui para dizer que fiz o melhor governo que eu podia fazer. Quero pedir os 4 anos, mais 4 anos, para fazer o restante que falta. Tem tanta coisa boa para fazer em Santa Catarina”, afirmou.

João Rodrigues encerrou sua participação retomando os questionamentos feitos durante o debate sobre o patrimônio do filho do governador e pediu a oportunidade de disputar um eventual segundo turno.

“Me dê o segundo turno que vai dar para a gente falar disso. Nós vamos estar só nós dois”, declarou.

As acusações e os questionamentos apresentados pelos candidatos contra adversários e familiares durante o debate são declarações feitas por eles no contexto da campanha eleitoral e não são apresentados nesta matéria como fatos comprovados.

O primeiro turno das Eleições 2026 acontece neste domingo, 4 de outubro. Caso nenhum candidato alcance mais da metade dos votos válidos, os dois mais votados disputarão o segundo turno em 25 de outubro.

*Com informações e imagens NSCTV

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Governo solicita derrubada de mais de 5 mil sites de apostas ilegais no Brasil

Por Ligado no Sul30/09/2026 13h01
© Paulo Pinto/Arquivo – Agência Brasil

O governo federal intensificou a fiscalização contra as apostas de quota fixa após a entrada em vigor da Medida Provisória nº 1.394, publicada em 25 de setembro. Até esta terça-feira (29), foram solicitadas a derrubada de 5.209 domínios relacionados à exploração de apostas no Brasil, segundo o Ministério da Justiça e Segurança Pública.

A medida também alcança a oferta, a intermediação e a publicidade das chamadas bets, tanto em apostas esportivas quanto em jogos on-line. A fiscalização é realizada por uma força-tarefa que reúne órgãos dos Ministérios da Justiça e Segurança Pública e da Fazenda, com monitoramento de sites, redes sociais e outras plataformas digitais.

Entre as ações realizadas desde a publicação da medida, 506 sites com indícios de oferta irregular foram identificados e encaminhados para derrubada. O trabalho também alcançou páginas e perfis usados para divulgar plataformas de apostas. Antes da nova etapa de fiscalização, o Ministério da Justiça já havia determinado a remoção de 1.367 páginas e perfis no Facebook e no Instagram.

Durante a coletiva, o secretário Nacional de Segurança Pública do Ministério da Justiça, Chico Lucas, explicou que o monitoramento do ambiente digital permite identificar os endereços utilizados pelas plataformas e encaminhar os dados para o bloqueio.

“Como a oferta do jogo é feita no ambiente virtual, a gente tem uma série de mecanismos que identificam esses sites e a gente vai fazendo o mapeamento. E tão logo que nós tenhamos conhecimento, a SPA é encaminhada para a Anatel para que a Anatel providencie o bloqueio desses sites”, afirmou.

Segundo Chico Lucas, além da retirada dos sites do ar, as autoridades também buscam identificar as empresas e as estruturas financeiras relacionadas às plataformas.

“Concomitantemente, nós vamos atrás de saber quais são as empresas que seriam beneficiadas com esse jogo. Quais são as empresas, os CNPJ, as contas bancárias e a gente procede tanto a nível de bloqueio como também a responsabilização criminal através de autos de constatação e de operações policiais”, explicou.

Para o secretário, a mudança nas regras facilitou o trabalho de fiscalização, já que a exploração, a oferta e a publicidade das apostas de quota fixa passaram a ser proibidas pela medida provisória. “Então, na verdade, ficou mais simples porque todos agora são irregulares. Então isso trouxe mais facilidade na fiscalização”, disse.

A força-tarefa também monitora anúncios e grupos em redes sociais e aplicativos de mensagens. O Laboratório de Operações Cibernéticas (Ciberlab), da Secretaria Nacional de Segurança Pública, identificou canais e grupos utilizados para divulgar apostas e jogos de cassino on-line, além de anúncios direcionados ao público brasileiro.

A Medida Provisória nº 1.394 estabelece um período para que os apostadores retirem valores que ainda estejam nas plataformas. O prazo para o saque voluntário termina em 5 de outubro, às 23h59. A partir de 6 de outubro, sites e aplicativos de apostas de quota fixa deverão sair do ar.

A fiscalização deve continuar mesmo após o bloqueio, com o objetivo de impedir que plataformas irregulares utilizem novos endereços para voltar a oferecer apostas no país. O governo também pretende acompanhar a circulação de publicidade e conteúdos de divulgação das bets no ambiente digital.

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Treze candidatos disputam a Presidência da República nas eleições de 2026

Por Ligado no Sul30/09/2026 12h00
Fotos/TSE

As eleições de 2026 terão 13 candidaturas na disputa pela Presidência da República. O primeiro turno está marcado para 4 de outubro e, caso seja necessário, o segundo turno será realizado no dia 25 do mesmo mês. A relação foi definida após o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) concluir o julgamento dos registros das chapas.

Assim como nas disputas para governador, senador e deputados, o Portal Ligado no Sul reúne as principais informações sobre os candidatos à Presidência. A proposta é apresentar ao eleitor quem são os concorrentes, seus partidos, números de urna, candidatos a vice e um resumo da trajetória de cada candidatura.

Augusto Cury – Avante – número 70

Médico, escritor e professor, Augusto Jorge Cury, de 68 anos, disputa a Presidência da República pela primeira vez. Conhecido principalmente pela atuação como escritor e palestrante, Cury é natural de Colina, no interior de São Paulo. O candidato a vice-presidente é Júlio Delgado, do Avante.

Clariana Barão – Democracia Cristã – número 27

Advogada, Clariana Zacarkim Barão, de 39 anos, é natural de Cuiabá, no Mato Grosso. Ela disputa pela primeira vez a Presidência da República. A candidata a vice-presidente é Fabiana Torquato, também do Democracia Cristã.

Edmilson Costa – PCB – número 21

Economista, professor e jornalista, Edmilson Silva Costa, de 76 anos, é secretário-geral do Partido Comunista Brasileiro (PCB). Natural de Pedreiras, no Maranhão, possui trajetória ligada à política e ao movimento sindical. Cleusa Santos, do PCB, concorre como vice-presidente.

Flávio Bolsonaro – PL – número 22

Senador pelo Rio de Janeiro, Flávio Nantes Bolsonaro, de 45 anos, disputa a Presidência pela primeira vez. Filho do ex-presidente Jair Bolsonaro, iniciou a trajetória política como deputado estadual no Rio de Janeiro e está no Senado desde 2019. O candidato a vice-presidente é Alfredo Gaspar, do PL.

Hertz Dias – PSTU – número 16

Professor da rede pública do Maranhão e militante político, Hertz da Conceição Dias, de 55 anos, é candidato pelo Partido Socialista dos Trabalhadores Unificado (PSTU). Ele também possui atuação ligada ao movimento negro e ao hip-hop. Vanessa Portugal concorre como vice-presidente.

Leonardo Avalanche – PRTB – número 28

Empresário e presidente nacional do PRTB desde 2024.  Leonardo é natural de Anápolis (GO), tem formação em Direito e atuação anterior como analista de sistemas. Em 2024, coordenou a campanha de Pablo Marçal à Prefeitura de São Paulo. Em 2026, disputa pela primeira vez a Presidência da República pelo PRTB, tendo Silvia Hellen da Silva Pereira como candidata a vice.

Luiz Inácio Lula da Silva – PT – número 13

Atual presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, de 80 anos, disputa a reeleição pelo Partido dos Trabalhadores. Lula já ocupou a Presidência entre 2003 e 2010 e retornou ao cargo em 2023. O candidato a vice-presidente é Geraldo Alckmin, do PSB, que também ocupa atualmente a Vice-Presidência da República.

Renan Santos – Missão – número 14

Empresário e um dos fundadores do Movimento Brasil Livre (MBL), Renan Santos, de 42 anos, concorre pela primeira vez à Presidência da República. Ele é presidente nacional do partido Missão, legenda criada recentemente. O candidato a vice-presidente é Aroldo Medina, também do Missão.

Ronaldo Caiado – PSD – número 55

Médico e político, Ronaldo Ramos Caiado, de 77 anos, é governador de Goiás e disputa novamente a Presidência da República. Ele já havia sido candidato ao cargo em 1989. Ao longo da carreira, também exerceu cinco mandatos como deputado federal e foi senador por Goiás. Gilberto Kassab, presidente nacional do PSD, concorre como vice-presidente.

Rui Costa Pimenta – PCO – número 29

Jornalista e dirigente partidário, Rui Costa Pimenta, de 69 anos, é presidente nacional do Partido da Causa Operária (PCO). Ele possui uma trajetória ligada ao movimento sindical e à militância política e já disputou a Presidência da República em outras eleições. Antônio Carlos é o candidato a vice-presidente.

Samara – Unidade Popular – número 80

Cirurgiã-dentista e militante de movimentos sociais, Samara Martins da Silva Feitosa, de 39 anos, concorre pela Unidade Popular (UP). Natural de Minas Gerais, ela já disputou a Vice-Presidência da República em 2022. Raquel Brício é a candidata a vice-presidente nesta eleição.

Wilson Grassi – Democrata – número 35

Médico-veterinário, Wilson Grassi Júnior, de 56 anos, é o candidato do Democrata à Presidência. Ele possui trajetória ligada à gestão pública e à área de proteção e atendimento a animais. Suêd Haidar concorre como vice-presidente.

Romeu Zema – Novo – número 30

Empresário e ex-governador de Minas Gerais, Romeu Zema Neto, de 61 anos, disputa a Presidência pelo Partido Novo. Ele foi eleito governador de Minas Gerais em 2018 e reeleito em 2022. O candidato a vice-presidente é Eduardo Girão, do Novo.

Eleitores vão às urnas em 4 de outubro

O primeiro turno das Eleições 2026 será realizado em 4 de outubro. Na disputa pela Presidência, os eleitores deverão escolher entre as 13 candidaturas apresentadas nesta matéria. Caso nenhum candidato alcance mais da metade dos votos válidos, os dois mais votados disputarão o segundo turno, marcado para 25 de outubro.

Para consultar informações oficiais sobre os candidatos, partidos, registros, propostas de governo e demais dados das candidaturas, o eleitor pode acessar a plataforma do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que reúne as informações das eleições de 2026 e permite consultar os planos de governo por candidato e por tema.

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