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Ligado no Sul
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Cãominhada promove conscientização sobre bem-estar animal neste sábado em Cocal do Sul

Por Ligado no Sul04/06/2026 12h00
Foto/Assessoria de Imprensa de Cocal do Sul

A  Diretoria de Meio Ambiente, realiza neste sábado (6), às 10h, a 2ª edição da Cãominhada. A ação acontece em parceria com o Instituto Rede do Bem e tem como objetivo conscientizar a população sobre a importância do respeito e dos cuidados com os animais.

A concentração será na Praça Coberta Mariza Terezinha Búrigo Pagnan, com inscrições gratuitas no local. O percurso terá duração aproximada de 15 minutos e passará pelas ruas Maximiliano Gaidzinski, Adão Bosa, Benjamin Constante e Maria de Lurdes Pagnan, retornando ao ponto de partida

Segundo a fiscal de Meio Ambiente, Natália Maragno, a iniciativa busca reforçar a luta contra os maus-tratos e incentivar a adoção e a guarda responsável dos animais. “Mais do que um passeio, a caminhada tem o objetivo de conscientizar sobre os maus-tratos e reforçar a importância da adoção e da guarda responsável dos animais. Queremos envolver as famílias e incentivar esse cuidado com os pets”, afirma.

Além da caminhada, haverá sorteio de brindes para os participantes. A organização orienta que todos os cães estejam com coleira e guia. Já os animais das raças pitbull e seus derivados deverão utilizar focinheira durante o percurso.

A atividade integra a programação da Semana do Meio Ambiente e é aberta à participação da comunidade e dos pets.

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Com a chegada das festas juninas, CBMSC alerta para as ocorrências envolvendo fogueiras

Por Ligado no Sul04/06/2026 11h00
Foto: Divulgação / CBMSC

Uma pessoa sofre queimadura a cada 32 segundos no Brasil. São cerca de 1 milhão de casos por ano, segundo a Sociedade Brasileira de Queimaduras. Desses, 52 são graves o suficiente para exigir internação hospitalar; e três mil brasileiros morrem por ano em decorrência dessas lesões. Junho é o mês em que essa estatística piora e a explicação tem nome e tradição: festas juninas.

Em Santa Catarina, o Corpo de Bombeiros Militar (CBMSC) acompanha o fenômeno em escala local. Em 2023, foram 31 ocorrências envolvendo fogueiras atendidas pela corporação; em 2024, 33; em 2025, o número passou para 50, uma alta de 61% em dois anos. Os dados cobrem o ano inteiro, mas a concentração é conhecida: é entre junho e julho que a fogueira deixa de ser exceção e passa a ser rotina nos quintais, sítios e arraiás do estado.

“Os fogos de artifício costumam dominar o noticiário sobre acidentes juninos, mas a fogueira, ‘mais doméstica’ e culturalmente naturalizada, produz um tipo de acidente menos espetacular e mais frequente: queimaduras de segundo grau em mãos, punhos, braços, tronco, rosto e olhos, frequentemente provocadas por estalos e estilhaços durante o acendimento, especialmente quando se usam materiais inflamáveis como papel, madeira seca ou álcool”, destaca o comandante-geral, coronel Fabiano de Souza.

A regra da altura

A pergunta certa antes de acender uma fogueira não é “está longe o suficiente?”, mas “qual é a altura dela?”. A norma do Corpo de Bombeiros Militar de Santa Catarina, a Instrução Normativa 24, estabelece o critério de proporção: a fogueira deve estar afastada no mínimo uma vez e meia a sua própria altura de edificações, vias públicas, fiação elétrica, rede telefônica e qualquer material combustível.

Na prática, isso significa que uma fogueira de dois metros de altura exige três metros de raio livre ao redor. Uma de quatro metros, seis metros. Uma de um metro e meio, que é a mais comum em quintais, pede mais de dois metros de afastamento.

Três regras que quase ninguém conhece

A norma do CBMSC traz três orientações que escapam ao senso comum e merecem destaque, justamente por contrariarem práticas naturalizadas. A primeira: fogueira se acende pelo topo, não por baixo. Quando o fogo começa na base, a pilha de madeira desaba rápido, espalha brasa para os lados e o controle da chama vai junto. Segundo, jogar bombinha ou rojão na fogueira é proibido. A explosão dentro do fogo lança brasa em todas as direções: pessoas, telhado, vegetação. É o tipo de brincadeira que termina em pronto-socorro. Em terceiro lugar, deixar areia embaixo, antes da madeira. Antes de empilhar os troncos, espalhe uma camada de areia no chão onde a fogueira vai ficar. Ela funciona como um colchão que impede o calor de descer pela terra e queimar raízes ou folhagem subterrânea, uma das causas mais comuns de o fogo voltar a aparecer horas depois, quando a festa acabou e ninguém está mais olhando.

Importante dizer: brasa apagada não é brasa fria. Antes de ir dormir, jogue bastante água sobre toda a madeira queimada, mesmo que pareça morta, mesmo que esteja escura. Mexa as cinzas com uma pá ou enxada, jogue mais água, repita. Só vire as costas quando não houver mais fumaça, calor ou estalo.

Cuidados básicos para uma noite sem ocorrência

  • Manter distância mínima equivalente a uma vez e meia a altura da fogueira em relação a vegetação, construções e redes elétricas;
  • Colocar areia entre o solo e a madeira antes de acender;
  • Nunca utilizar álcool, gasolina, querosene ou qualquer inflamável líquido;
  • Manter balde de água ou areia sempre por perto;
  • Evitar fogueira em dias de vento forte;
  • Não usar roupas largas, com mangas ou tecidos sintéticos próximas ao fogo;
  • Manter crianças e animais afastados, sempre sob supervisão;
  • Não acender fogueira após consumo de álcool.
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Veículo capota e duas pessoas ficam feridas na BR-101 em Sangão

Por Ligado no Sul04/06/2026 10h00
Foto/CBMSC

Dois homens, de 61 e 64 anos, ficaram feridos após um veículo sair da pista e capotar na tarde desta quarta-feira (3), na BR-101, em Sangão. O acidente ocorreu por volta das 17h05, no bairro Morro Grande, no sentido sul da rodovia.

Segundo o Corpo de Bombeiros, após sair da pista, o automóvel parou dentro de uma vala às margens da rodovia e ficou parcialmente coberto pela água, o que dificultou o trabalho das equipes de resgate.

Quando os bombeiros chegaram ao local, equipes da CCR ViaCosteira já prestavam atendimento às vítimas. Um dos ocupantes estava sendo atendido em uma maca, enquanto o outro encontrava-se consciente e fora do veículo.

Devido ao difícil acesso ao local do acidente, os bombeiros precisaram utilizar equipamentos para retirar as vítimas com segurança até a margem da vala, onde elas foram entregues às equipes médicas para continuidade do atendimento.

Após o resgate, os dois homens foram encaminhados para avaliação médica. O estado de saúde das vítimas não foi informado.

A ocorrência ficou aos cuidados da Polícia Rodoviária Federal (PRF).

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Orleans captura 99 escorpiões-amarelos em dois meses e mantém monitoramento no bairro Coloninha

Por Ligado no Sul04/06/2026 09h00
Foto/Divulgação

O Município de Orleans capturou 99 exemplares do escorpião-amarelo (Tityus serrulatus) entre os meses de abril e maio deste ano. O primeiro registro da espécie no município ocorreu em abril, no bairro Coloninha, onde equipes da Vigilância em Saúde localizaram dezenas de animais durante ações de inspeção e monitoramento.

Segundo dados da Secretaria Municipal de Saúde, foram encontrados 86 escorpiões no mês de abril e outros 13 em maio. Somente na primeira ocorrência registrada no município, as equipes localizaram 74 exemplares em um terreno baldio e em um imóvel residencial.

Após a identificação da espécie, o Serviço de Zoonoses intensificou as ações de busca ativa, monitoramento e orientação à população. As equipes realizam inspeções em imóveis, terrenos e áreas com potencial para abrigar os animais, especialmente locais com acúmulo de entulhos, materiais de construção, lixo e vegetação densa.

O escorpião-amarelo é considerado uma espécie de importância médica devido ao risco de acidentes, principalmente em crianças e idosos. Outro fator que preocupa as autoridades sanitárias é a capacidade de reprodução do animal por partenogênese, característica que permite que uma única fêmea origine novas populações sem necessidade de acasalamento.

A Secretaria Municipal de Saúde orienta os moradores a manter quintais e terrenos limpos, evitar o acúmulo de materiais que possam servir de abrigo aos escorpiões, eliminar possíveis fontes de alimento, especialmente baratas, e vedar frestas, ralos e outros acessos.

Em caso de avistamento, a recomendação é comunicar imediatamente o Serviço de Zoonoses ou o Agente Comunitário de Saúde da região para que as equipes realizem a avaliação e os procedimentos necessários.

Já em casos de picada, a orientação é procurar atendimento médico imediatamente.

 

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