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Campanha Maio Laranja mobiliza Orleans com ações de prevenção e conscientização
Por Ligado no Sul14/04/2026 12h00
Foto/Redação
O município de Orleans promove, ao longo do mês de maio, uma série de ações dentro da campanha Maio Laranja, voltada ao combate ao abuso e à exploração sexual de crianças e adolescentes. Sobre o tema, o Jornal da Guarujá conversou com Otávio Sampaio, representante do comitê de gestão colegiada da rede de proteção, e por Giulia Oliva Grassi, psicóloga, coordenadora do Centro de Referência Especializado de Assistência Social (CREAS) e também representante do comitê.
A principal mobilização será no dia 18 de maio, data que marca o Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes. Neste dia, será realizada uma passeata com concentração às 9h, na Rua Professor Maio, no bairro Lomba, ao lado do cemitério. O trajeto seguirá pela Rua Aristiliano Ramos, contornando a Praça Celso Ramos, com encerramento na praça coberta, onde haverá atividades para o público e distribuição de guloseimas.
A ação contará com a participação de diversas entidades, incluindo as secretarias municipais de Saúde, Educação e Assistência Social, escolas municipais e estaduais, Polícia Militar, Corpo de Bombeiros, Conselho Tutelar, além de órgãos como CRAS, CREAS, SCFV e CMDCA.
Durante a entrevista, Otávio destacou a importância de tratar o tema de forma contínua e preventiva. “A gente precisa se conscientizar e trazer esse tema cada vez mais para debate nas escolas, nos espaços públicos e coletivos, principalmente para trabalhar a prevenção. Quando conseguimos abordar isso com crianças e adolescentes, evitamos que esse direito seja violado”, afirmou.
Ele também ressaltou que, embora erradicar totalmente o problema seja difícil, é necessário agir como se fosse possível. “A gente sabe que é um sonho distante, mas precisa diminuir sensivelmente os números. Cada avanço já é uma vitória”, pontuou.
A psicóloga Giulia Oliva Grassi explicou que uma das maiores dificuldades no combate a esse tipo de crime está na forma como a sociedade enxerga crianças e adolescentes. “A gente parte de um princípio muito básico: muitas vezes não se entende que crianças e adolescentes são sujeitos de direito. E quando não se entende isso, parece que se pode fazer qualquer coisa com eles”, destacou.
Ela também chamou atenção para o fato de que a violência sexual é mais ampla do que muitas pessoas imaginam e nem sempre deixa provas. “Não se restringe ao ato em si. Pode envolver exposição, situações constrangedoras, e isso dificulta a comprovação. Por isso, o relato da criança tem sido cada vez mais valorizado nas decisões judiciais”, explicou.
Outro ponto abordado foi o fato de que a maioria dos casos ocorre dentro do ambiente familiar. “A gente precisa tomar muito cuidado, porque muitas vezes não é algo que acontece fora de casa. Por isso, é importante que a criança tenha outras pessoas de confiança, como professores ou profissionais da saúde”, reforçou Otávio.
Além da passeata, a programação do Maio Laranja em Orleans inclui outras ações. No dia 11 de maio, será realizada uma apresentação teatral no Centro de Eventos Galeano Zomer, voltada a crianças de 6 a 12 anos, com abordagem lúdica sobre prevenção. A expectativa é envolver cerca de 1,6 mil alunos das redes municipal e estadual.
Também será promovido um concurso cultural nas escolas, incentivando crianças e adolescentes a produzirem desenhos e criarem um mascote da campanha, envolvendo também as famílias no debate. “A ideia é fazer com que esse assunto seja tratado dentro de casa, de forma orientada e acessível”, explicou Giulia.
Os entrevistados também destacaram o trabalho da rede de proteção no município, com capacitação de profissionais para identificar sinais de violência e acolher relatos. “Quando uma criança revela uma situação, o profissional precisa saber como agir, sem julgamento e com responsabilidade”, destacou Otávio.
Por fim, eles reforçaram a importância da participação da comunidade e da denúncia. Casos suspeitos podem ser comunicados de forma anônima pelo Disque 100.
“A violência existe e não pode ser naturalizada. A gente precisa falar, orientar e agir. Proteger crianças e adolescentes é responsabilidade de todos”, concluiu Giulia.
Confira entrevista completa
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Nova variante da Covid-19 acende alerta global, mas ainda não foi registrada em Santa Catarina
Por Ligado no Sul14/04/2026 11h30
Foto/Ilustrativa
Uma nova sublinhagem da variante Ômicron da Covid-19, apelidada de “cicada” (ou “cigarra”), tem chamado a atenção da comunidade científica internacional devido ao alto número de mutações genéticas. Com mais de 70 alterações identificadas, pesquisadores avaliam o potencial de escape imunológico enquanto a variante já circula em diversos países.
Apesar do avanço no cenário internacional, o médico infectologista do Hospital Universitário, doutor Rodrigo Douglas Rodrigues, afirma que, até o momento, não há registro dessa variante em Santa Catarina.
Segundo o especialista, a vigilância epidemiológica do estado mantém monitoramento constante dos vírus respiratórios. “Qualquer identificação de uma nova variante relevante é prontamente comunicada aos órgãos oficiais de saúde”, explica.
Mesmo com a situação atual considerada controlada em relação à Covid-19, o infectologista reforça a importância de manter medidas básicas de prevenção. Entre elas, a vacinação anual contra Covid-19 e influenza, a higienização frequente das mãos, o uso de máscara por pessoas com sintomas respiratórios e a adoção da chamada etiqueta da tosse, como cobrir o nariz e a boca ao espirrar ou tossir.
No cenário internacional, a variante já foi identificada em diversos países europeus e em dezenas de estados dos Estados Unidos, o que mantém o alerta das autoridades de saúde.
De acordo com o médico, os principais sintomas seguem semelhantes aos já conhecidos da doença, incluindo tosse, coriza, congestão nasal, dor de garganta, febre, mal-estar e dores no corpo.
Apesar de a nova variante ainda não ter sido detectada no Brasil, a recomendação é clara: manter o calendário vacinal atualizado. “Mesmo que essa sublinhagem específica ainda não esteja contemplada nas vacinas atuais, a imunização ajuda a reduzir a circulação do vírus e dificulta o surgimento e a disseminação de novas variantes”, destaca.
A Diretoria de Vigilância Epidemiológica de Santa Catarina reforça que a vacinação e os cuidados básicos continuam sendo as principais ferramentas para evitar o avanço da doença.
*Com informações Acaert
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Pré-candidato a deputado estadual, Acélio Casagrande aposta na experiência na saúde para disputar vaga na Alesc
Por Ligado no Sul14/04/2026 11h00
Foto/Reprodução redes sociais
O Jornal da Guarujá conversou, na manhã desta terça-feira (14), com Acélio Casagrande, pré-candidato a deputado estadual pelo Republicanos e ex-secretário de Saúde de Içara e Criciúma. Com quase 40 mil votos na última eleição, ele volta a disputar uma vaga na Assembleia Legislativa de Santa Catarina (Alesc), agora por uma nova sigla.
Casagrande relembrou que foi o 25º candidato mais votado do estado, mas acabou não se elegendo devido ao sistema eleitoral baseado no quociente partidário. “Ficamos a cerca de 600 votos da vaga. Outros candidatos com menos votos conseguiram se eleger por conta da legenda. A regra é essa, e precisamos respeitar”, afirmou.
Agora no Republicanos, o pré-candidato diz que inicia uma nova caminhada política, apostando principalmente no histórico de atuação e nas pautas que defende ao longo da carreira. Segundo ele, são quase 30 anos de vida pública, com destaque para a área da saúde.
Entre as propostas, Casagrande destaca a ampliação de serviços especializados no Sul do estado, como a implantação de transplantes de fígado na região. A ideia, segundo ele, é viabilizar o procedimento no Hospital São José, em Criciúma, evitando que pacientes precisem se deslocar para cidades como Blumenau ou até outros estados. “Isso é uma questão de dignidade para as famílias. É desumano ter que viajar longas distâncias em momentos tão delicados”, pontuou.
Ao analisar os principais problemas da saúde pública no Brasil, o ex-secretário apontou a defasagem da tabela do Sistema Único de Saúde (SUS) como um dos principais entraves. De acordo com ele, os municípios acabam investindo muito além do mínimo obrigatório para conseguir manter os serviços. “A conta não fecha. Os municípios colocam 15%, 20% ou até mais do orçamento, quando o mínimo seria menor. Isso mostra o tamanho do desafio”, explicou.
Casagrande também defende a necessidade de inovação e gestão eficiente. Ele citou experiências como a implantação do programa Saúde da Família, a criação de serviços de atendimento de urgência e a ampliação de unidades de pronto atendimento como exemplos de avanços que ajudaram a estruturar o sistema ao longo dos anos. Para ele, além da estrutura, é fundamental investir em humanização. “A saúde é uma área sensível. As pessoas precisam de acolhimento, não só de atendimento técnico”, destacou.
Sobre a campanha eleitoral, o pré-candidato reconhece que terá desafios, principalmente por não ocupar atualmente um cargo com mandato, o que reduz a estrutura política disponível. Ainda assim, aposta no contato direto com o eleitor. “Nossa campanha será baseada no voto espontâneo, na conversa direta com as famílias e no reconhecimento do trabalho já realizado”, afirmou.
A escolha pelo Republicanos, segundo ele, foi estratégica. Casagrande avalia que o partido exige um número menor de votos para alcançar uma cadeira, o que pode favorecer a eleição. Ele acredita que, com cerca de 25 mil votos, já será possível disputar uma vaga com competitividade.
Em relação ao cenário político, Casagrande avalia que a disputa deve ser acirrada tanto no âmbito estadual quanto nacional. Ele destacou a aprovação do governo estadual como um fator relevante, mas ponderou que eleições são imprevisíveis e dependem de estratégia e mobilização ao longo da campanha.
Confira entrevista completa
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Lauro Müller: Após intervenção estrutural, ponte sobre o Rio Rocinha tem tráfego liberado
Por Ligado no Sul14/04/2026 10h30
Foto/Assessoria de Imprensa – Prefeitura de Lauro Müller
A manhã desta terça-feira (14) marcou a liberação do tráfego de veículos na ponte sobre o Rio Rocinha, na região central de Lauro Müller. A reabertura ocorre após um período de intervenção necessário para a recuperação completa da estrutura.
Considerada uma das principais ligações entre o Centro e o Anel Viário, a ponte precisou ser interditada no início do ano após o comprometimento de uma das cabeceiras, o que exigiu uma ação técnica robusta para garantir segurança e manter a estrutura.
Para a execução dos trabalhos, foi contratada uma empresa responsável pela reconstrução da cabeceira da margem direita em concreto armado. A obra contemplou fundações, cortinas de contenção, abas laterais, além do aterramento com compactação e nivelamento.
Após finalização do trabalho de nivelamento, o trânsito foi liberado no início desta manhã pela Secretaria Municipal de Obras, em conjunto com o Departamento Municipal de Trânsito.
A obra segue em andamento. A próxima etapa será a pavimentação, que será executada assim que o aterro estiver totalmente compactado. Também estão previstos os serviços de reconstrução das calçadas laterais e a instalação de guarda-corpos metálicos.
A orientação é de cautela por parte de motoristas e pedestres ao passar pelo local, já que o trecho ainda está em obras até a finalização completa.