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Ligado no Sul
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Com trabalho intensificado dia e noite, ponte sobre o Rio Rocinha deve ser liberada antes do prazo previsto

Por Ligado no Sul04/03/2026 14h00
Fotos/Assessoria de Imprensa

A obra de reconstrução da estrutura que sustenta a ponte sobre o Rio Rocinha, em Lauro Müller, entrou na fase final. Nos últimos dias, o ritmo de trabalho foi intensificado ainda mais, com equipes atuando pela manhã, tarde e noite, para agilizar a conclusão dos serviços e permitir a liberação do trânsito o mais rápido possível.

A intervenção foi necessária após o desmoronamento de uma das cabeceiras da ponte, ocorrido nas primeiras semanas de janeiro, situação que exigiu a interdição do local.

Por se tratar de um dos principais acessos da cidade, fazendo a ligação entre a região central e o anel viário, o Governo de Lauro Müller alinhou com a empresa responsável pela obra, Batista Empreitec, a intensificação do ritmo de execução.

Com isso, a expectativa é de que a obra seja entregue cerca de 25 dias antes do prazo previsto em contrato, que inicialmente estabelecia a conclusão para o dia 3 de abril.

Nesta semana será realizada a concretagem da cortina de contenção, estrutura em concreto armado que garante a sustentação da cabeceira reconstruída da ponte. O processo será feito em duas etapas.

Após a cura do concreto, serão executados os serviços finais, como aterro da cabeceira, implantação da passarela e instalação das proteções laterais.

O prefeito Valdir Fontanella acompanha de perto o andamento dos trabalhos, reforçando a importância da obra para o fluxo diário de moradores e veículos que utilizam a ponte.

A expectativa é de que no máximo até a segunda quinzena de abril todos os serviços estejam concluídos, restabelecendo totalmente a estrutura para utilização da população.

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Entrevista: secretário da Saúde fala sobre situação trabalhista no Hospital Materno-Infantil de Criciúma

Por Ligado no Sul04/03/2026 11h30
Foto/Reprodução Internet

O Sindicato dos Trabalhadores em Estabelecimentos de Saúde de Criciúma e Região (Sindisaúde) encaminhou à Secretaria de Estado da Saúde a pauta de reivindicações dos trabalhadores do Hospital Materno-Infantil Santa Catarina, em Criciúma. A unidade é administrada pelo Instituto de Desenvolvimento, Ensino e Assistência à Saúde (Ideas).

Entre os principais problemas apontados estão a falta de depósito do FGTS, inconsistências no pagamento do complemento do piso da enfermagem e dificuldades relacionadas a empréstimos consignados que estariam sendo descontados em folha, mas não repassados às instituições financeiras.

Na manhã desta quarta-feira (4), o Jornal da Guarujá conversou com o secretário de Estado da Saúde, Diogo Demarchi Silva, que afirmou que o governo vem cumprindo os compromissos previstos em contrato.

“A Secretaria de Estado da Saúde vem cumprindo todos os compromissos que possui dentro do contrato de gestão, pagamentos que estão sendo pagos, mas, independente de estarmos cumprindo tudo o que é devido, nós nos preocupamos porque nós queremos que todos os funcionários, trabalhadores estejam bem, recebendo o que é de direito, para que a população possa ser atendida da maneira correta”, declarou.

O secretário reconheceu que houve necessidade de intervenção por parte do Estado em momentos anteriores e afirmou que o diálogo com a entidade gestora continua.

“Não há muito tempo atrás nós fizemos também uma intervenção nesse sentido, conversando com os trabalhadores e com a entidade. Ainda essa semana eu conversei com a entidade, porque uma parte foi regularizada, mas tem uma questão relacionada ao recolhimento de FGTS que está sendo resolvido”, disse.

Segundo ele, há um edital em andamento para seleção da entidade que administrará a unidade pelos próximos anos. “Temos um edital em andamento também, onde as entidades podem participar com a melhor proposta de trabalho dentro da unidade, e o Estado vai acompanhar para que ninguém tenha qualquer tipo de prejuízo e que a gente possa estabilizar, sem interferir no atendimento que é prestado.”

Possibilidade de greve

O presidente do sindicato  Cléber Cândido não descarta a possibilidade de greve, caso as pendências não sejam resolvidas. Sobre isso, o secretário afirmou que a Secretaria acompanha o caso de forma ativa.

“A Secretaria de Estado vem acompanhando. Sobre o piso da enfermagem, trata-se de uma definição de uma lei feita pelo Congresso Nacional e uma decisão do STF com relação à diferença de pagamento. Isso foi comprovado que está regular, está correto. A questão do FGTS, ainda ontem eu conversei com uma pessoa da entidade e está sendo resolvido o que faltava essa semana. Os pagamentos de vencimentos estão em dia”, afirmou.

Ele ressaltou que, embora a responsabilidade direta seja da entidade gestora, o governo não se omite. “Mesmo não sendo uma questão do Estado, já que a entidade tem que cumprir com os compromissos, a gente entende que deve atuar, porque o que importa é o atendimento para a população e que o trabalhador não tenha qualquer tipo de prejuízo.”

Para o secretário, o diálogo é fundamental para evitar prejuízos maiores. “Quando o diálogo é construído, quando as etapas vêm sendo cumpridas, isso evita prejuízo à população. A gente tem certeza que o que falta a ser resolvido vai ser resolvido.”

Questionado sobre informações de que o Ideas teria repassado dados ao Estado que não condiziam com a realidade, o secretário confirmou que houve inconsistências.

“Nós tivemos uma situação no pagamento do vencimento de fevereiro, no momento mais crítico, onde o vencimento teve um atraso de um, dois dias, se eu não me engano, e tem uma questão muito forte relacionada aos empréstimos consignados em folha e o recolhimento desses empréstimos, além da questão do FGTS. Eles deram uma informação que estaria pacificado, uma parte foi pacificada e outra não”, afirmou.

Segundo ele, ao tomar conhecimento da situação, o Estado cobrou esclarecimentos. “Prefiro entender que sejam questões de informações que não foram repassadas na totalidade e não com uma má-fé”, disse.

O secretário reconheceu que a falta de recolhimento do FGTS gera insegurança. “Quando o trabalhador vê que o FGTS não foi recolhido, obviamente existe uma preocupação. E a questão do consignado acaba prejudicando também a vida financeira do profissional.”

Ele afirmou que os vencimentos estão em dia e que eventuais erros de cálculo já foram corrigidos. “Agora acredito que o que falta ser normalizado vai ser normalizado, e aí a partir disso a gente olhar para frente.”

Prazo e futuro da gestão

Sobre prazos para regularização, Diogo Demarchi afirmou que houve compromisso recente da entidade.

“Essa semana a entidade se comprometeu inclusive a chamar o sindicato para explicar o momento e explicar as próximas ações. Então até semana que vem a gente deve ter isso mais pacificado.”

O secretário também comentou a possibilidade de substituição do Ideas. “Nós temos um edital de concurso de projetos na rua. Esse edital está selecionando uma entidade para administrar o hospital, que pode ser o Ideas, porque ele não está impedido de participar, como pode ser outra entidade.”

O resultado do processo deve ser conhecido em meados de abril. “Se não for o Ideas, será feita uma transição garantindo todos os direitos aos profissionais. A gente vai acompanhar para que todos os direitos sejam recebidos.”

Ele destacou que o atual contrato é baseado em um edital de 2018 e que o novo modelo prevê ajustes. “O edital prevê aumento dos serviços. Nós entregamos agora também uma reforma dos leitos de UTI, com investimento de quase R$ 5 milhões na unidade.”

Entre as melhorias previstas estão adequações estruturais. “Pretendo, virando o edital com a entidade vencedora, fazer outras adequações físicas na unidade, como por exemplo a recepção, que é pouco acolhedora.”

O secretário reforçou que o foco é garantir estabilidade administrativa e continuidade do atendimento. “A gente não trabalha com a possibilidade do que aconteceu há 10, 12 anos atrás, onde numa ausência da Secretaria, os trabalhadores foram lesados. Hoje há acompanhamento. O objetivo é garantir o atendimento à população e segurança aos trabalhadores.”

Confira entrevista completa

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SUS inicia teleatendimento gratuito para quem tem compulsão por bets

Por Ligado no Sul04/03/2026 11h00
Foto/Freepik

O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, anunciou nesta terça-feira (3) o início do teleatendimento em saúde mental pelo SUS (Sistema Único de Saúde) com foco em jogos de apostas. O serviço é direcionado a pessoas com 18 anos ou mais que apresentam compulsão por jogos, além de familiares e rede de apoio.

Realizado em parceria com o Hospital Sírio-Libanês, por meio do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do Sistema Único de Saúde (Proadi-SUS), o serviço gratuito garantirá assistência especializada a pessoas com compulsão pelas conhecidas bets. A expectativa inicial é a de 600 atendimentos online por mês, mas o ministério poderá ampliar esse número, a depender da demanda. A ideia é chegar a 100 mil atendimentos mensais.

“Somos nós podendo dar mais um passo para acolher e ajudar essas pessoas a sair do sofrimento mental que está diretamente associado à compulsão nas apostas eletrônicas que, além de ser um problema de saúde mental, leva ao acometimento financeiro e problemas familiares. Quando olhamos os dados dos CAPs [Centros de Atenção Psicossocial ], vemos, nos últimos anos, de 2 mil a 3 mil atendimentos apenas de pessoas que vão presencialmente falar que têm um problema com compulsão de jogos”, afirmou Padilha.

As consultas são realizadas por vídeo, duram em média 45 minutos e fazem parte de ciclos estruturados de cuidado, que podem incluir até 13 consultas por paciente, em grupo com sua rede de apoio ou individualmente. O atendimento é gratuito e confidencial. A equipe é multiprofissional, formada por psicólogos e terapeutas ocupacionais, com apoio de médico psiquiatra quando necessário, além de articulação com assistência social e medicina de família para integração com os serviços locais.

Como acessar
Para acessar o serviço, o interessado deve se cadastrar por meio do aplicativo Meu SUS Digital. Para utilizar o novo serviço, é preciso baixar o aplicativo, que está disponível de forma gratuita nas lojas Android, IOS ou na versão web, fazer login com a conta gov.br e, na página inicial, clicar no item “Miniapps”. Em seguida, selecionar a opção “Problemas com jogos de apostas?”.

A pessoa terá acesso a um autoteste, baseado em evidências científicas e validado no Brasil por especialistas, com perguntas que ajudam a identificar sinais de risco e orientar o próximo passo. Se o resultado indicar risco moderado ou elevado, o encaminhamento para o teleatendimento é automático. Nos casos de menor risco, o aplicativo orienta a procurar a Rede de Atenção Psicossocial (RAPS), que inclui desde Centros de Atenção Psicossocial (CAPS) a Unidades Básicas de Saúde (UBS).

O Meu SUS Digital também conta com conteúdos informativos sobre sinais de alerta, prevenção e impacto da prática na saúde mental. Além disso, a Ouvidoria do SUS está treinada e preparada para orientações sobre o tema. Os profissionais atendem pelo telefone 136, por teleatendimento, via formulário, WhatsApp ou chatbot no site do Ministério da Saúde. Todas as informações seguem as normas da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD).

Um estudo recente apontou que as bets provocam perdas econômicas e sociais ao país estimadas em R$ 38,8 bilhões anualmente. “Esta ação do Ministério da Saúde é mais uma resposta ao fenômeno recente de comportamentos problemáticos relacionados a jogos e apostas, principalmente online. A procura espontânea por atendimento presencial ainda é baixa, muitas vezes por vergonha, medo de julgamento ou dificuldade de reconhecer o problema. Desta forma, o teleatendimento foi estruturado justamente para ampliar o acesso ao cuidado deforma reservada, segura e acessível”, diz o ministério.

Capacitação
Segundo Padilha, a pasta está capacitando os profissionais de saúde para esse atendimento específico, em parceria com a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). Foram oferecidas 20 mil vagas aos trabalhadores da saúde.

“Nós já tivemos 13 mil inscrições para o curso e 1,5 mil já concluíram essa formação. Temos mais 7 mil vagas e acredito que teremos que abrir mais quando esse número acabar. Esse plano de cuidado tem como objetivo, se possível, resolver a compulsão com o teleatendimento. Senão, poder direcionar essa pessoa para o conjunto da Rede de Atenção Psicossocial”, ressaltou.

O teleatendimento faz parte da Linha de Cuidado para Pessoas com Problemas Relacionados a Jogos de Apostas, que também contém orientações clínicas encontradas no Guia de Cuidado para Pessoas com Problemas Relacionados a Jogos de Apostas.

Bloqueio por autoexclusão
Dentro do conjunto de ações do governo federal para prevenir e auxiliar na compulsão por apostas online, há também a Plataforma de Autoexclusão Centralizada, para o bloqueio de sites de apostas, disponível desde dezembro passado. A ferramenta permite ao apostador que deseja interromper o vício, solicitar ser bloqueado dos sites de apostas, além de deixar seu CPF indisponível para novos cadastros ou para o recebimento de publicidade das bets. Pela plataforma, é possível escolher por quanto tempo o apostador deseja bloquear os sites de aposta: dois meses, seis meses, ou indeterminado. O cadastro pode ser feito pelo endereço eletrônico gov.br/autoexclusaoapostas, utilizando conta gov.br de nível prata ou ouro.

“Mais de 300 mil pessoas já estão se tratando ao se autoexcluir, reduzindo a exposição a esse risco, inclusive com bloqueio das propagandas. E a maioria das pessoas que acessou a plataforma selecionou o bloqueio por tempo indeterminado”, aponta Padilha.

Ele destaca que, quando o usuário se autoexclui, por meio do CPF é possível saber qual é o cartão SUS dele e se frequenta alguma Unidade Básica de Saúde.

“O esforço é identificar riscos graves de saúde mental e encaminhá-la para o atendimento corretamente e rapidamente”, disse Padilha.

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Entrevista: porta-voz do Exército de Israel detalha ataque que matou líder supremo do Irã em operação conjunta com os EUA

Por Ligado no Sul04/03/2026 10h30
Imagem/Redação

Um ataque coordenado entre Estados Unidos e Israel na manhã de sábado matou o líder supremo do Irã, aiatolá Ali Khamenei, além de dezenas de autoridades iranianas, segundo informações divulgadas pelo Exército de Israel. A ofensiva elevou drasticamente a tensão no Oriente Médio e provocou reação imediata do governo iraniano, que anunciou contra-ataques.

Neste domingo, dia 1º, o edifício em Qom onde seria realizada a eleição do novo líder supremo também foi atingido. O governo iraniano afirma que houve vítimas civis em ações recentes. Israel, por sua vez, sustenta que os alvos foram exclusivamente militares.

Em entrevista ao Jornal da Guarujá, o major Rafael Rozenszajn, porta-voz do Exército de Israel para países de língua portuguesa, afirmou que a ofensiva foi uma resposta a ameaças consideradas existenciais.

“Essa guerra foi imposta. O regime iraniano há décadas vem dizendo claramente que deseja a eliminação do Estado de Israel, a eliminação da América, e estava se aproximando de ter capacidade para colocar em prática esse desejo”, declarou.

Segundo ele, o avanço do programa militar iraniano motivou a ação conjunta. “Nós não poderíamos permitir que o regime mais perigoso do mundo tenha também os armamentos mais perigosos do mundo”, afirmou.

Rozenszajn disse que o Irã vinha ampliando significativamente seu arsenal. “O Irã tomou a decisão de chegar a ter 8 mil mísseis balísticos direcionados em direção ao território de Israel”, afirmou. Ele também alegou que, apenas no último ano, “foram 900 milhões de dólares repassados aos grupos terroristas que atuam aqui na região”.

Lideranças mortas e estruturas destruídas

Sobre os resultados da operação, o porta-voz detalhou: “Só no primeiro minuto da guerra, nós eliminamos mais de 40 líderes do Irã, inclusive o aiatolá, o líder iraniano, o Khamenei. Eliminamos o chefe de Estado-Maior, o comandante da Aeronáutica, o comandante da Guarda Revolucionária”.

Ele acrescentou que já foram destruídos “cerca de 150 mísseis balísticos que estavam direcionados ao nosso território”, além de “mais de 200 lançadores de mísseis balísticos”. Também afirmou que “1.500 mísseis que estavam prestes a serem produzidos foram destruídos” e que diversas fábricas militares foram atingidas.

“O nosso objetivo é garantir que o Irã não tenha essas três fontes de ameaça: os mísseis balísticos, o programa nuclear e o patrocínio aos grupos terroristas”, declarou.

Acusações sobre vítimas civis

A TV estatal iraniana divulgou informações de que uma escola teria sido atingida, com estudantes mortos. O porta-voz israelense refutou a versão.

“Nós não podemos acreditar em um regime terrorista”, disse. E completou: “O Exército de Israel não atuou nessa área da escola. “Qualquer civil que paga o preço da guerra é uma tragédia, mas é preciso checar os fatos”.

Ele afirmou ainda que Israel analisa eventuais acusações de irregularidades. “Quando Israel é acusado de cometer alguma conduta ilegal durante a guerra, nós analisamos as nossas condutas para verificar se agimos realmente de acordo com a lei. O Irã não verifica suas condutas quando atinge nossos civis.”

Contra-ataques e mortes em Israel

O Irã anunciou retaliações. De acordo com Rozenszajn, “foram pelo menos 12 civis aqui em Israel que já morreram pelos mísseis iranianos, dezenas ficaram feridos”. Segundo ele, os projéteis “explodem em zonas residenciais”.

“O fato de em Israel ter menos pessoas que morrem durante a guerra não é porque o Irã não atinge nossos civis, é porque nós utilizamos todos os nossos recursos para favorecer a nossa população, para construir hospitais, para construir sistemas de defesa aérea”, afirmou.

Durante a entrevista, o porta-voz classificou o conflito como ideológico. “Essa guerra não é somente uma guerra entre Israel e Estados Unidos e o Irã. É uma guerra de valores”, disse.

Ele acrescentou: “Essa guerra é travada entre o eixo do bem e o eixo do mal” e afirmou que o Irã “é um mal para o mundo todo”.

Relação com o Brasil

Questionado sobre declarações de autoridades brasileiras que pedem cautela diante do conflito, o porta-voz evitou comentar posicionamentos políticos do Brasil, mas destacou a importância histórica das relações entre os dois países.

“Eu gosto muito do povo brasileiro, sou nascido no Brasil. O povo brasileiro recebeu nosso povo de braços abertos depois do Holocausto e sou muito grato a isso. O que posso dizer é, que fico muito triste de ver como estão as relações entre os dois países. O Brasil teve papel fundamental na criação do Estado de Israel, em 1947, na ONU. Espero que as relações voltem a ser como sempre foram”, disse.

Confira entrevista completa 

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