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Entre a maternidade e o empreendedorismo, um negócio que transforma afeto em produto
Por Ligado no Sul30/03/2026 15h20
Fotos/Divulgação
Criada a partir de uma mudança na rotina profissional, a marca Mãos de Mãe Personalizados, de Maybe Veiga Lourenço, surgiu durante o período em que a empreendedora se afastou do trabalho para se dedicar aos filhos. O que seria um plano para o futuro acabou se transformando em fonte de renda e em um negócio em expansão.
A ideia nasceu dentro de casa, de forma simples, enquanto May conciliava os primeiros meses da filha mais nova com os cuidados do filho mais velho. “Começou na minha lavanderia, com a minha bebê no colo sendo amamentada e o meu menino segurando na minha perna”, relembra.
Acostumada a uma rotina ativa, ela viu no trabalho manual uma forma de se manter produtiva e conectada. “Eu sempre fui uma pessoa que amanhece e dorme trabalhando”, afirma.
O foco da marca está na criação de produtos personalizados, principalmente para presentes e datas comemorativas. Mais do que o item em si, a proposta é transformar sentimentos em algo concreto. “Meu principal objetivo é materializar sentimentos. Entregar algo que a pessoa consiga pegar, olhar e sentir.”
Apesar do caráter artesanal, o negócio também atende encomendas em maior quantidade, como brindes corporativos, adaptando a produção para manter prazos e custos competitivos. Ainda assim, a personalização segue como principal diferencial, com peças desenvolvidas de forma autoral.
Segundo May, parte dos clientes chega motivada pelo preço, mas há um público que busca justamente esse cuidado no processo. “O cliente que eu quero é aquele que quer olhar e pensar: ‘era isso que eu queria’”, diz.
Esse relacionamento contínuo tem sido um dos motores do crescimento. Clientes antigos seguem retornando, o que aumenta o desafio de inovar a cada nova data comemorativa e manter o catálogo sempre atualizado.
A própria trajetória do negócio reflete esse cuidado: de um início improvisado dentro de casa até um espaço em expansão, o crescimento aconteceu junto com a rotina da empreendedora, mantendo a atenção aos detalhes em cada pedido. “Cada pedido ensina algo”, resume.
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Entenda o que é vicaricídio; projeto de lei endurece pena para o crime
Por Ligado no Sul30/03/2026 13h30
Foto/Ilustrativa
Dentre os variados tipos de violência contra a mulher, o vicaricídio ganhou destaque recentemente após um caso ocorrido no interior de Goiás, em que um homem matou os próprios filhos com o objetivo de atingir a mulher.
Nesta quarta-feira (25), o Senado aprovou um projeto que altera a legislação e cria penas mais pesadas para esse tipo de crime.
Em fevereiro, o secretário da prefeitura de Itumbiara (GO), Thales Machado, atirou contra os dois filhos na residência onde morava e, em seguida, tirou a própria vida. Um dos meninos, de 12 anos, morreu antes que pudesse ser socorrido. O irmão mais novo, de 8 anos, foi levado ao hospital, mas morreu horas depois.
Antes de atirar contra si mesmo, Thales Machado postou, nas redes sociais, uma carta em que cita uma suposta traição por parte da esposa e uma crise conjugal.
O que é vicaricídio
O crime consiste no assassinato de filhos ou parentes como forma de punir ou atingir mulheres. Em muitos casos, o agressor constrói uma narrativa em que se coloca como vítima e responsabiliza a companheira pelo ocorrido.
De acordo com o texto aprovado pelo Senado, o crime de vicaricídio consiste em “matar descendente, ascendente, dependente, enteado ou pessoa sob guarda ou responsabilidade direta da mulher, com o fim específico de causar-lhe sofrimento, punição ou controle, no contexto de violência doméstica e familiar”.
Com a aprovação, o crime será considerado hediondo, e as penas serão de 20 a 40 anos de reclusão, além de multa. O texto já havia sido aprovado pela Câmara e segue para sanção presidencial.
A proposta altera a Lei Maria da Penha, o Código Penal e a Lei dos Crimes Hediondos. A pena poderá ser aumentada em um terço nas seguintes situações:
crime praticado na presença da mulher a quem se pretende causar sofrimento;
crime contra criança ou adolescente, pessoa idosa ou com deficiência;
descumprimento de medida protetiva de urgência.
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SCGÁS garante fornecimento de gás natural em SC e descarta risco de desabastecimento
Por Ligado no Sul30/03/2026 12h00
Foto: Comunicação/SCGÁS
O fornecimento de gás natural em Santa Catarina segue estável, mesmo diante das tensões geopolíticas internacionais que impactam o mercado de energia. A informação foi confirmada pela SCGÁS, que afirma não haver risco de desabastecimento no estado.
O gerente de suprimento de gás da companhia, Marcos Tottene, explicou que o abastecimento está garantido por contratos firmes e de longo prazo, o que assegura a continuidade do fornecimento mesmo em cenários de instabilidade global.
Segundo ele, os conflitos internacionais têm გავლenciado principalmente os preços das commodities energéticas, refletindo nos indexadores utilizados nos contratos de gás. “O suprimento está assegurado. Não há nenhum tipo de preocupação quanto ao abastecimento. O que ocorre são impactos nos preços, como acontece também com diesel e gasolina”, destacou.
Apesar disso, o gás natural apresenta maior estabilidade em comparação a outros combustíveis. Isso ocorre devido aos mecanismos regulatórios e contratuais que diluem os reajustes ao longo do tempo. Em Santa Catarina, por exemplo, o repasse ao consumidor ocorre de forma semestral.
“Temos um modelo de reajuste duas vezes ao ano, em janeiro e julho, conforme regulação da agência estadual. Isso traz uma previsibilidade maior e evita oscilações bruscas para o consumidor”, explicou Tottene.
Outro fator que contribui para a segurança no abastecimento é a forma de distribuição. Diferente de combustíveis líquidos, transportados por caminhões, o gás natural chega aos consumidores por meio de gasodutos, o que reduz riscos logísticos e garante maior estabilidade.
Além disso, parte do gás consumido no Brasil é proveniente da produção nacional e está vinculada a contratos de longo prazo, o que diminui a dependência de importações e a exposição às variações do mercado externo.
A SCGÁS informou ainda que segue monitorando constantemente o cenário internacional e seus possíveis reflexos no setor, mantendo transparência nos processos e acompanhamento contínuo dos custos.
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“Agora que São Elas”: 5ª edição reúne histórias de superação e protagonismo feminino em Orleans
Por Ligado no Sul30/03/2026 11h30
Acontece nesta terça-feira, 31, a quinta edição do projeto “Agora que São Elas”, iniciativa que se consolidou como um dos principais movimentos de valorização feminina no Sul catarinense. A expectativa é reunir mais de 300 mulheres ao longo de uma programação que envolve palestras, homenagens e atividades de integração.
O projeto é idealizado por Thayni Librelato, empresária e diretora-geral da Guarujá FM, e nasceu a partir da proposta de dar visibilidade às mulheres que influenciam sua comunidade, seja na política, no voluntariado ou empreendedorismo.
A primeira edição foi realizada de forma simples, dentro da casa da idealizadora, reunindo cerca de 30 pessoas. Com o passar dos anos, o projeto ganhou força e ampliou seu alcance.
“A gente sempre tem que sonhar grande, mas começar pequeno. O projeto começou dentro da minha casa, e amanhã serão mais de 300 participantes”, destaca Thayni.
A expansão ocorreu de forma natural, impulsionada pelo interesse de outras cidades. “Depois da primeira edição, mulheres de outros municípios começaram a pedir para levar o projeto. Foi assim que surgiu essa necessidade de crescer”, explica.
Homenagens destacam mulheres de 10 municípios
Nesta edição, serão homenageadas 20 mulheres de dez cidades da região: Orleans, Lauro Müller, Urussanga, Pedras Grandes, São Ludgero, Criciúma, Içara, Gravatal, Braço do Norte e Pescaria Brava.
A proposta vai além de reconhecer figuras públicas. “Hoje, a gente quer premiar aquelas mulheres que são conhecidas nas suas ruas, nas suas comunidades, que fazem a diferença no dia a dia”, afirma.
A escolha das homenageadas envolveu votação popular online e indicação por comitês locais formados por mulheres influentes em cada município.
Com uma programação intensa, as mulheres homenageadas começarão o dia com sessões de fotos e entrevistas, seguido de almoço, até o evento principal no Orleans Tênis Clube.
Entre os destaques está a palestra da mentora Dani Pompeu, que propõe uma reflexão sobre o conceito de antifragilidade.
Outro momento aguardado é a homenagem que dá nome ao troféu deste ano, em reconhecimento à educadora Luciana Cereta, que tem em seu currículo uma história de luta a favor da educação.
O evento também contará com cobertura do SBT e ações de conexão profissional em parceria com o Sebrae.
Durante o evento, também será lançado o livro “Lugar de Mulher é Onde Ela Quiser”, em que a idealizadora compartilha experiências pessoais e reflexões sobre autenticidade e liderança.
“A gente vive querendo provar algo para alguém. E o que eu aprendi é que, para ser feliz, a gente não precisa provar nada para ninguém”, afirma.
Ela também reforça a importância da autenticidade. “Autenticidade é a única coisa que o concorrente nunca vai conseguir copiar. A gente não pode viver como personagem”, completa.
Mais do que um evento, o “Agora que São Elas” se consolida como um movimento de transformação social, reunindo histórias reais e promovendo conexões.
“Não é só sobre quem sobe ao palco. É sobre todas as mulheres que estão ali, ouvindo histórias difíceis, de superação, e se inspirando”, conclui Thayni.
Durante toda a programação especial da Guarujá FM, os ouvintes poderão acompanhar, ao longo do dia, a divulgação das homenageadas. Os nomes também serão apresentados nas redes sociais da emissora.