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Ligado no Sul
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Vacinação nacional contra gripe começa no sábado

Por Ligado no Sul26/03/2026 12h00
Foto/Tomaz Silva -Agência Brasil

A Campanha Nacional de Vacinação contra a Influenza começa neste sábado (28) nas regiões Centro-Oeste, Nordeste, Sudeste e Sul. A mobilização segue até 30 de maio e prioriza os grupos mais suscetíveis a formas graves da doença: crianças de 6 meses a menores de 6 anos (5 anos, 11 meses e 29 dias), idosos com 60 anos ou mais e gestantes.

O Ministério da Saúde distribuiu 15,7 milhões de doses da vacina contra a gripe, e a orientação da pasta é que estados e municípios intensifiquem as estratégias já no primeiro mês da campanha, com ações de busca ativa para alcançar rapidamente os públicos prioritários.

O Dia D nacional será realizado também neste sábado, com vacinação gratuita nas Unidades Básicas de Saúde (UBS). Algumas unidades da federação já anteciparam o início da campanha, como o Distrito Federal, que começou a vacinar a população nesta quarta-feira (25). Na cidade do Rio de Janeiro, a imunização teve início na terça-feira (24).

“Para ampliar o alcance da ação, o Governo do Brasil enviará, até quinta-feira (26), 10 milhões de mensagens institucionais por aplicativos de comunicação. A iniciativa busca reforçar a divulgação de informações oficiais, ampliar a confiança nos canais institucionais e incentivar a vacinação”, informou o Ministério da Saúde.

Dados preliminares de 2026 apontam aumento na circulação de vírus respiratórios, incluindo os da influenza. Até 14 de março, foram notificados 14,3 mil casos de síndrome respiratória aguda grave (SRAG) no país, com cerca de 840 óbitos. Entre os casos graves, a influenza responde por 28,1% das infecções identificadas.

A vacinação é a principal forma de prevenção contra a influenza e contribui para reduzir casos graves, internações e mortes. Na Região Norte do país, a campanha será realizada no segundo semestre, em função da sazonalidade da doença.

Vacina atualizada

A vacina influenza trivalente integra o Calendário Nacional de Vacinação e, neste ano, protege contra as variantes Influenza A/Missouri/11/2025 (H1N1) pdm09, Influenza A/Singapore/GP20238/2024 (H3N2) e Influenza B/Austria/1359417/2021 (linhagem Victoria).

A proteção é atualizada anualmente para acompanhar as novas cepas do vírus em circulação. Por isso, o Ministério da Saúde reforça a importância da imunização periódica para garantir proteção eficaz.

A imunização também é ofertada como estratégia especial para outros grupos prioritários, como profissionais de saúde, indígenas, população privada de liberdade e pessoas com doenças crônicas.

Para crianças de 6 meses a 8 anos, o esquema vacinal varia conforme o histórico: aquelas já vacinadas anteriormente recebem uma dose; as não vacinadas devem receber duas doses, com intervalo mínimo de quatro semanas.

A aplicação pode ser realizada de forma simultânea a outras vacinas do Calendário Nacional, como a da Covid-19.

*Informações – Agência Brasil

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Castração de cães e gatos será realizada neste sábado no bairro Santana em Urussanga

Por Ligado no Sul26/03/2026 11h30
Foto/Assessoria de Imprensa – Prefeitura de Urussanga

O Governo Municipal de Urussanga, por meio do Departamento de Meio Ambiente e Bem-estar Animal, vai realizar neste sábado, dia 28, mais uma etapa de castração e microchipagem de cães e gatos. A ação acontece no bairro Santana a partir das 8 horas, nas proximidades da Escola de Ensino Fundamental Lucas Bez Batti, e faz parte do Programa Pet Levado a Sério, desenvolvido em parceria com o Governo do Estado.

De acordo com a médica veterinária Fernanda Camacho, a iniciativa é fundamental para promover saúde e qualidade de vida aos animais. “A castração é uma medida preventiva importante, que contribui para o controle populacional e reduz significativamente o risco de doenças, além de melhorar o comportamento dos animais”, ressalta.

Os interessados em castrar o seu pet devem entrar em contato com o Bem-estar Animal de Urussanga para verificar se há disponibilidade de vagas e a documentação necessária. O atendimento é feito pelo WhatsApp (48) 99674-7049.

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No Dia Mundial de Prevenção, Estado reforça vacinação e diagnóstico precoce contra o câncer de colo do útero

Por Ligado no Sul26/03/2026 11h00
Foto: Sid Macedo Ascom/SES/SC

No Março Lilás, Santa Catarina reforça a importância da conscientização sobre a prevenção e o combate ao câncer de colo do útero, terceiro tipo de neoplasia mais comum entre mulheres no Brasil, excluindo os tumores de pele não melanoma. A Secretaria de Estado da Saúde (SES) alerta para a importância da vacina contra o HPV (Papilomavírus Humano) como principal forma de prevenção da neoplasia. Também reforça a atuação da rede de assistência estruturada que realiza consultas, exames, diagnóstico e tratamento oncológico pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

Em Santa Catarina, são estimados cerca de 1.030 novos casos por ano, sendo 70 em Florianópolis, segundo o Instituto Nacional de Câncer (INCA).

O Estado conta com atendimento especializado em Oncologia em 21 hospitais habilitados pelo Ministério da Saúde. Entre os serviços disponibilizados estão consultas, exames, radioterapia, quimioterapia, cirurgias, imunoterapia e terapia hormonal. O tratamento do câncer varia de acordo com o estágio da doença.

No Centro de Pesquisas Oncológicas (CEPON), unidade do Governo do Estado, foram atendidas 112 mulheres com câncer de colo do útero em 2025. A doença pode ser evitada, principalmente por meio da vacinação contra o HPV e da realização de exames preventivos.

HPV é o principal fator de risco

O câncer do colo do útero, também chamado de câncer cervical, está diretamente associado à infecção persistente por tipos oncogênicos do HPV. Embora o vírus seja comum e, na maioria dos casos, eliminado naturalmente pelo organismo, a infecção persistente pode causar lesões precursoras que evoluem para o câncer.

“A vacinação contra o HPV representa um dos maiores avanços da saúde pública na prevenção desse tipo de câncer. Ao incentivarmos a imunização, especialmente entre crianças e adolescentes, estamos investindo no futuro e protegendo vidas. Como hospital público de referência em oncologia em Santa Catarina, o CEPON reforça seu compromisso com a promoção da informação, da prevenção e do acesso às políticas de saúde”, explica o diretor-geral do CEPON, Dr. Alvin Laemmel.

Além da infecção pelo HPV, fatores como tabagismo, imunossupressão, múltiplos parceiros sexuais e ausência do uso de preservativos podem aumentar o risco de desenvolvimento da doença.

Vacina no SUS

A vacina contra o HPV é oferecida gratuitamente nas Unidades Básicas de Saúde (UBS) para meninas e meninos de 9 a 14 anos. O Ministério da Saúde também ampliou, até o primeiro semestre de 2026, o prazo para o resgate vacinal de jovens de 15 a 19 anos que ainda não se vacinaram. A medida busca reforçar a proteção desse público em todo o país.

Também podem se vacinar pessoas até os 45 anos, com condições clínicas especiais, como pacientes oncológicos, transplantados, imunossuprimidos e pessoas vivendo com HIV/Aids.

“O câncer do colo do útero pode ser evitado por meio da vacinação contra o HPV, principal causador da doença. Disponível gratuitamente no SUS, a vacina previne a infecção e reduz significativamente o risco de complicações e cânceres associados ao vírus”, destaca a gerente técnica do CEPON, Dra. Mary Anne Taves.

Prevenção salva vidas

O CEPON reforça que ampliar a cobertura vacinal e incentivar o diagnóstico precoce são estratégias essenciais para reduzir a mortalidade pela doença. A realização periódica do exame Papanicolau permite identificar alterações nas células do colo do útero antes que evoluam para um tumor maligno.

Nos estágios iniciais, o câncer do colo do útero pode não apresentar sintomas. Em fases mais avançadas, podem surgir sinais como sangramento vaginal anormal, corrimento com odor desagradável e dor na região pélvica.

O CEPON é uma unidade do Governo do Estado de Santa Catarina, sob gestão FAHECE.

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CNPJ para produtor rural marca nova fase da Reforma e exige atenção dos contribuintes

Por Ligado no Sul26/03/2026 10h30
Foto/Divulgação

A partir de julho de 2026, uma mudança concreta da Reforma Tributária começa a sair do papel e chegar diretamente ao campo: produtores rurais pessoa física passarão a ter um CNPJ alfanumérico, formado por letras e números, vinculado à sua atividade econômica. A alteração, que integra a criação de um cadastro nacional unificado de contribuintes, já provoca dúvidas e debates, principalmente pela associação automática entre CNPJ e abertura de empresa, algo que, segundo especialistas, não acontecerá.

A implementação da medida está ligada à criação dos novos tributos sobre consumo, como o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) e a Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS), que exigem um sistema mais integrado e padronizado em todo o país. Nesse novo modelo, o CNPJ passa a ser utilizado como identificador nacional, inclusive para atividades exercidas por pessoas físicas.

“O CNPJ, neste novo modelo, funciona como um número de identificação dentro de um sistema nacional unificado. Ele não transforma o produtor em pessoa jurídica nem cria uma empresa vinculada ao produtor”, afirma o especialista tributário Adriano dos Santos.

Na prática, produtores rurais que hoje possuem inscrição estadual terão esse registro vinculado automaticamente a um CNPJ. O mesmo movimento irá ocorrer com profissionais liberais e outras pessoas físicas que exercem atividade econômica sujeita aos novos tributos. Essa vinculação será feita de ofício por estados e municípios, sem necessidade de solicitação junto à Receita Federal pelos contribuintes.

“A pessoa física não precisará abrir empresa nem solicitar esse cadastro. O CNPJ será gerado automaticamente a partir das inscrições estaduais e municipais já existentes, podendo haver apenas a necessidade de complementar ou validar informações”, explica Adriano.

Apesar disso, o avanço da informação sem o devido detalhamento tem gerado confusão. Parte dos contribuintes passou a acreditar que será necessário abrir empresa, mudar regime ou assumir novas obrigações, o que não corresponde ao que está previsto.

Um dos pontos centrais para compreender a mudança é entender que CNPJ e pessoa jurídica não são sinônimos. O próprio sistema brasileiro já convive com situações em que o número de CNPJ é utilizado sem que exista, necessariamente, uma empresa constituída.

Entre os exemplos estão o Microempreendedor Individual (MEI), que possui Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica, mas mantém características próprias de pessoa física empresária; candidatos em campanhas eleitorais, que recebem CNPJ apenas para controle financeiro; e órgãos públicos, que utilizam o cadastro para gestão de recursos, sem personalidade jurídica própria.

“Ter um CNPJ não significa ser uma empresa. O erro está em fazer essa associação automática, que não se sustenta no modelo jurídico nem no que está sendo proposto pela Reforma”, reforça Adriano.

Outro ponto de atenção está na interpretação das regras tributárias. Mesmo com a adoção do novo cadastro, as pessoas físicas continuam sendo tributadas como pessoas físicas. Isso significa que retenções, cálculos de tributos e demais obrigações seguem, em regra, as regras aplicadas a pessoas físicas.

Além disso, o especialista alerta para não confundir a criação do cadastro com a abertura de uma empresa. Caso a pessoa física decida, por vontade própria, constituir uma sociedade, como uma limitada unipessoal, esse CNPJ será vinculado à empresa, e não à pessoa física. No novo modelo, pode existir inclusive a coexistência de dois registros: um vinculado à atividade da pessoa física e outro à empresa constituída.

“O maior risco neste momento é a desinformação. Estamos vendo pessoas se antecipando a uma obrigação que não existe, tomando decisões que podem gerar custo e complexidade desnecessários”, alerta Adriano.

A introdução do CNPJ alfanumérico representa um avanço na integração do sistema tributário brasileiro, mas também evidencia o desafio de comunicação em um momento de transição. Com mudanças que começam a impactar diretamente a rotina de produtores e profissionais, compreender corretamente o que está sendo implementado passa a ser essencial.

 

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