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Ligado no Sul
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ADVB/SC e Acic promovem palestra gratuita com o governador Eduardo Leite

Por Ligado no Sul04/08/2026 14h30
Foto/Divulgação

A Associação dos Dirigentes de Vendas e Marketing de Santa Catarina (ADVB/SC), em parceria com a Associação Empresarial de Criciúma (Acic), promove no dia 21 de agosto, das 10h30 às 12h, uma palestra com o governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite, na sede da Acic, em Criciúma.

O encontro é gratuito e reunirá empresários, executivos, lideranças e representantes da sociedade para debater o papel da gestão pública no desenvolvimento econômico e social e fortalecer o diálogo sobre a integração entre os dois estados do Sul do país.

Com o tema “A Gestão Pública Impulsionando o Desenvolvimento Econômico e Social no Brasil e as Relações Políticas, Econômicas, Sociais e Culturais entre Santa Catarina e Rio Grande do Sul”, a palestra abordará os desafios da administração pública, a construção de um ambiente favorável aos negócios e a importância da cooperação regional para impulsionar o crescimento econômico.

Para a presidente da ADVB/SC, Melina Costa, promover espaços de diálogo entre lideranças públicas e o setor produtivo está alinhado à missão da entidade de contribuir para o desenvolvimento do estado.

“A ADVB/SC acredita que aproximar empresários, gestores públicos e lideranças é fundamental para ampliar o debate sobre temas que impactam diretamente a competitividade e o desenvolvimento regional. Receber o governador Eduardo Leite em um encontro como esse reforça nosso compromisso de promover discussões qualificadas e gerar conexões que contribuam para o crescimento de Santa Catarina”, destaca.

Para o presidente da Acic, Franke Hobold, o encontro representa uma oportunidade de ampliar a visão sobre os caminhos do desenvolvimento regional.

“Santa Catarina e Rio Grande do Sul possuem economias fortes, cadeias produtivas complementares e desafios que exigem planejamento, capacidade de gestão e articulação. Conhecer a experiência do governador Eduardo Leite e promover esse debate em Criciúma contribui para inspirar novas ideias e fortalecer uma agenda voltada à competitividade, à inovação e ao crescimento sustentável”, afirma Hobold.

Eduardo Leite

Aos 41 anos, Eduardo Leite é o primeiro governador reeleito da história do Rio Grande do Sul. Atualmente, lidera o processo de reconstrução do estado por meio do Plano Rio Grande, iniciativa voltada à recuperação após as enchentes de maio de 2024, com foco em adaptação e resiliência climática.

Durante seu primeiro mandato, implementou reformas estruturais que recuperaram a capacidade de investimento do estado; conduziu uma agenda voltada ao equilíbrio fiscal; promoveu privatizações e concessões de infraestrutura; reduziu a alíquota de ICMS e implementou mudanças na segurança pública, que resultaram na redução dos índices de criminalidade. Natural de Pelotas, onde também foi prefeito, é bacharel em Direito e estudou políticas públicas na Columbia University, em Nova York.

Inscrições gratuitas

O evento terá início com um café da manhã empresarial, proporcionando também um momento de conexão e networking entre os participantes.

As inscrições são gratuitas e as vagas, limitadas. Os interessados podem se inscrever pelo link: https://x.gd/6E2Jw.

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Cocal do Sul reforça mobilização para alcançar 100 doadores de sangue

Por Ligado no Sul04/08/2026 13h30
Foto/Divulgação

Com a coleta externa de sangue marcada para o próximo dia 11 de agosto, a Secretaria de Saúde de Cocal do Sul intensifica a mobilização para reunir 100 doadores e reforçar os estoques que abastecem hospitais da região.

A ação será realizada das 8h às 16h45, na Unidade de Referência em Saúde, localizada abaixo do Pronto Atendimento 24 Horas, mediante agendamento.

A secretária de Saúde, Giovana Galato, reforça o convite para que a comunidade participe da campanha. “Estamos na reta final da mobilização e queremos incentivar quem ainda não agendou a doação. É um gesto simples, rápido e que pode fazer toda a diferença para quem depende de uma transfusão. Nossa meta é chegar aos 100 doadores e contamos, mais uma vez, com a solidariedade da população”, afirma.

Os interessados devem agendar o atendimento pelo WhatsApp (48) 3444-7414, onde é realizada uma pré-triagem e a escolha do horário para a doação. O sistema foi adotado para oferecer mais agilidade e conforto aos participantes.

A coleta externa é promovida pelo Hemosc, em parceria com o Governo de Cocal do Sul. Cada doação de sangue pode beneficiar até quatro pessoas e contribuir diretamente para o atendimento de pacientes que precisam de transfusões em hospitais da região. Por isso, a participação da comunidade é fundamental para manter os estoques abastecidos e garantir que o sangue esteja disponível quando houver necessidade, seja em atendimentos de emergência, cirurgias ou tratamentos médicos.

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Orleans reage ao avanço das “motinhas elétricas” e prepara jovens para um trânsito mais seguro

Por Ligado no Sul04/08/2026 12h00
Foto/Redação

A Prefeitura de Orleans, em parceria com a Polícia Militar de Santa Catarina, abriu as inscrições para o projeto Jovem Condutor, uma capacitação gratuita voltada prioritariamente a adolescentes a partir de 12 anos que utilizam bicicletas elétricas, patinetes, scooters, hoverboards e outros veículos autopropelidos.

As inscrições ficam abertas até o dia 31 de agosto, e a primeira turma será realizada em 12 de setembro, com uma programação que reúne atividades teóricas e práticas.

Em entrevista ao Jornal da Guarujá o comandante da Polícia Militar de Orleans, capitão Cristóvão de Oliveira, e o assessor jurídico da Prefeitura, Mathaus Gabriel, explicaram que a  iniciativa surgiu diante do crescimento do número de veículos elétricos utilizados no município e da preocupação com comportamentos que podem colocar em risco tanto os próprios condutores quanto pedestres e motoristas.

Segundo o capitão Cristóvão, a mudança na mobilidade urbana de Orleans tornou necessário ampliar a orientação sobre o uso desses veículos.

“Essa é uma preocupação tanto da Polícia Militar quanto da Prefeitura, razão pela qual a gente uniu esforços para nascer este projeto. Aqui em Orleans a gente está realmente vivendo uma transformação na mobilidade urbana, porque não apenas a gente encontra veículos ou motocicletas, mas também, no meio deste trânsito de Orleans, os autopropelidos. E a gente tem observado condutas que muitas vezes geram risco tanto para o próprio condutor do autopropelido quanto para os demais usuários da via”, explicou.

O comandante ressaltou ainda que a maioria dos usuários são adolescentes que não possuem Carteira Nacional de Habilitação (CNH) e, por isso, podem não ter conhecimento suficiente sobre as regras de circulação.

“Estamos lidando principalmente com um nicho que não tem sequer Carteira Nacional de Habilitação, que é o jovem. Os pais compram o autopropelido para os seus filhos. Relembrando: não é um brinquedo. Não podemos confundir o autopropelido com uma bicicleta ou com qualquer outro meio de locomoção, porque, se não for utilizado de forma consciente, pode causar um acidente”, alertou.

Capacitação terá três horas de duração

O projeto Jovem Condutor é destinado a adolescentes de 12 a 20 anos e terá uma carga horária de três horas em um único dia. A programação será dividida entre uma etapa teórica e outra prática.

Na parte teórica, a Polícia Militar pretende abordar as regras de circulação e comportamentos seguros de uma maneira adaptada à linguagem dos jovens. Na sequência, os participantes terão uma atividade prática no entorno da Praça de Orleans.

“O projeto vai se desenvolver num único dia, com uma carga horária de três horas-aula. Então não é uma capacitação longa, não vai depender de vários dias. É um encontro da Polícia Militar e da Prefeitura Municipal com esses jovens que conduzem autopropelidos aqui na cidade de Orleans”, explicou Cristóvão.

“Teremos uma parte teórica muito lúdica, muito voltada à linguagem do jovem, para que a gente consiga fazer com que ele reflita também sobre as condutas no trânsito. Às vezes, ações simples que eles não têm conhecimento podem prevenir um acidente. Depois faremos uma prática no mesmo dia, que vai se desenvolver aqui na própria Praça de Orleans”, completou.

No dia da capacitação, os participantes deverão levar seus próprios veículos autopropelidos para realizar a atividade prática. O entorno da praça será organizado para que os jovens possam colocar em prática as orientações recebidas durante a aula teórica.

Projeto não tem objetivo de multar ou recolher veículos

Apesar de a iniciativa estar relacionada ao aumento do uso de veículos autopropelidos, a Prefeitura e a Polícia Militar ressaltam que o objetivo inicial é educar e conscientizar, e não aplicar punições.

Mathaus Gabriel explicou que o projeto teve origem em uma proposta apresentada na Câmara de Vereadores e, posteriormente, foi estruturado pelo município em parceria com a Polícia Militar.

“A intenção inicial não é recolher autopropelidos, não é multar ninguém, mas sim educar o jovem para que ele possa entender um pouco mais sobre o trânsito e conduzir com segurança”, afirmou.

O capitão Cristóvão acrescentou que a Polícia Militar também recebe cobranças para intensificar a fiscalização, mas entende que a orientação deve vir antes das medidas punitivas.

“Nós temos sido muito cobrados tanto pelo poder público quanto pelos usuários do trânsito de Orleans e pelos pais para que a gente tome providências um pouco mais enérgicas, como fiscalização e recolhimento. Mas nós pensamos que, primeiro, antes de nós fiscalizarmos, a gente precisa ensinar”, destacou.

Segundo ele, a proposta é semelhante ao processo de preparação pelo qual passa uma pessoa que deseja conduzir um veículo automotor.

“Temos sido demandados muito pela fiscalização de um nicho de pessoas que sequer sentou por um minuto para aprender como pode se portar, como deve conduzir, o que pode e o que não pode fazer. Então, primeiro pensamos em capacitar e ensinar esses jovens e, aí sim, em conjunto com a legislação federal, podemos fiscalizar aqui na cidade de Orleans”, explicou.

Uso dos autopropelidos também cresce entre adultos

Embora o projeto tenha como público prioritário os adolescentes, a preocupação não se limita aos jovens. O capitão Cristóvão destacou que bicicletas e outros veículos elétricos passaram a ser utilizados também por adultos para deslocamentos cotidianos e até para o trabalho.

“O autopropelido se tornou um meio de locomoção versátil, econômico e que tem substituído muitas vezes o próprio veículo, motocicletas, enfim. Diante disso, a gente tem observado que o uso do autopropelido não é mais para a diversão, para o lazer, e sim para deslocamentos e para o trabalho”, afirmou.

O comandante também destacou as características de Orleans como um dos fatores que favorecem o uso desse tipo de veículo.

“Orleans é uma cidade que geograficamente pede o uso desse tipo de veículo, porque não é a cidade das colinas, tudo é morro aqui em Orleans. Então, aquele deslocamento que antigamente era feito a pé de um ponto a outro, hoje as pessoas estão optando por investir no autopropelido”, disse.

Segundo Cristóvão, atualmente a principal regulamentação específica sobre esses veículos está na Resolução 996/2023 do Conselho Nacional de Trânsito (Contran), que estabelece regras para circulação e utilização.

“Ali pode se encontrar tudo o que pode ser feito ou o que não pode ser feito com o autopropelido, as regras que as pessoas têm que cumprir. E isso pouco se fala. Então, a gente precisa trazer este conhecimento, sobretudo para os jovens, para que a gente consiga inseri-los com mais segurança aqui na cidade de Orleans, com o trânsito”, explicou.

Prefeitura dará suporte ao projeto

A Prefeitura de Orleans ficará responsável por parte da estrutura necessária para a realização da capacitação. De acordo com Mathaus, o município disponibilizará profissionais, estrutura logística, certificados e adesivos, além do suporte necessário para a realização das atividades.

A primeira turma terá entre 20 e 30 participantes e  a Prefeitura e a Polícia Militar pretendem organizar novas edições.

“Preenchendo o número máximo de alunos, a gente já marca a próxima edição. Quem se inscrever nesse período, que abriu no dia 1º de agosto e vai até o dia 31, e porventura, por ordem de inscrições, ficar de fora, nós marcaremos uma segunda edição. A gente vai informar oportunamente a data”, explicou Cristóvão.

Inscrições estão abertas

As inscrições para o projeto Jovem Condutor podem ser feitas até 31 de agosto, pelo site da Prefeitura de Orleans. Após a inscrição, os participantes serão adicionados a um grupo de WhatsApp para receber informações sobre a capacitação.

A primeira edição será realizada no dia 12 de setembro, com três horas de atividades teóricas e práticas.

Para o capitão Cristóvão, a participação dos pais é fundamental, já que a capacitação pode contribuir diretamente para evitar acidentes.

“Os pais têm que ser duplamente responsáveis por inscrever os seus filhos. Não depender só da vontade do jovem, porque nós sabemos que o jovem, num sábado de manhã, quer dormir mais tarde, quer aproveitar o final de semana. Mas são três horas-aula que podem salvar uma vida”, afirmou.

Confira entrevista completa

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Aumento de casos de estupro de vulnerável acende alerta em Braço do Norte

Por Ligado no Sul04/08/2026 11h30
Imagem gerada por IA

Braço do Norte está entre os municípios do Sul de Santa Catarina que registraram aumento nos casos de estupro de vulnerável. O crescimento preocupa autoridades e reforça a necessidade de atenção da família, das escolas e de toda a rede de proteção à infância e à adolescência.

Em entrevista ao Jornal da Guarujá, a promotora de Justiça da 1ª Promotoria de Justiça de Braço do Norte, Ana Maria Carvalho, explicou o que caracteriza o crime e avaliou os números registrados na comarca.

“A gente precisa explicar o que são os crimes contra vulneráveis. O estupro de vulnerável está previsto no Código Penal, no artigo 217-A. Ele diz que é crime qualquer tipo de relação sexual, carnal ou outro ato libidinoso com menor de 14 anos, mas também se for com pessoa que, por enfermidade ou deficiência mental, não tenha o necessário discernimento para a prática do ato ou que, por qualquer causa, não possa oferecer resistência”, explicou.

A promotora afirma que os registros da comarca são motivo de preocupação, independentemente de o crescimento estar relacionado a uma maior incidência dos crimes, ao aumento das denúncias ou à combinação dos dois fatores.

“Os números registrados aqui na comarca são, de fato, motivo de grande preocupação para todos nós que atuamos na esfera criminal. Independentemente de esse aumento decorrer de uma maior incidência do crime, de um incremento nas denúncias ou de uma combinação desses fatores, o cenário exige uma atenção de toda a sociedade, porque cada caso representa uma grande violação da dignidade de uma criança ou adolescente”, afirmou.

Ana Maria também chama atenção para a subnotificação dos crimes sexuais contra crianças e adolescentes. De acordo com ela, muitas vítimas levam anos para revelar o abuso, seja por medo, vergonha, culpa ou ameaças.

“É importante também ressaltar que os crimes sexuais contra crianças e adolescentes são historicamente subnotificados. Muitas vítimas demoram anos para revelar o abuso, seja por medo, por vergonha, por culpa ou mesmo por ameaças. Então, ainda que os dados oficiais já mostrem um incremento, esses casos nem sempre refletem a real dimensão do problema na comarca”, destacou.

Agressor muitas vezes é alguém próximo da vítima

Outro fator que dificulta a descoberta dos crimes é a proximidade entre o agressor e a vítima. Segundo a promotora, em muitos casos o autor é alguém conhecido e que faz parte do círculo de confiança da criança ou da família.

“Boa parte desses crimes não é praticada por desconhecidos. Frequentemente, o autor é alguém próximo da vítima: um familiar, um vizinho, um parente, alguém conhecido muito próximo, em quem a criança e a família depositam confiança. Isso facilita a atuação desse criminoso e dificulta que a criança ou o adolescente consiga contar e perceber que é vítima de um crime praticado por alguém que deveria protegê-la e cuidá-la”, explicou.

Para a promotora, a redução dos casos depende da atuação conjunta de pais, responsáveis, professores, comunidade e dos órgãos que integram a rede de proteção.

“É uma série de fatores. Pais, responsáveis, professores e a comunidade precisam estar atentos aos sinais. A rede que atua na defesa da criança e do adolescente, como a Polícia Militar, o Conselho Tutelar, a Delegacia de Polícia e também a Promotoria, são entes completamente capacitados para receber qualquer tipo de denúncia desse crime. Mas é preciso também que a criança seja acolhida com respeito e sem julgamento. Ela precisa sentir que vai ser acreditada quando contar o que está acontecendo com ela”, afirmou.

Acolhimento é fundamental para evitar a impunidade

Ana Maria também destaca que a subnotificação pode contribuir para a impunidade, já que os casos que não chegam ao conhecimento das autoridades não podem ser investigados.

“A impunidade entra principalmente quando a gente já conversou sobre a subnotificação. Acontece impunidade quando os casos nem chegam ao conhecimento da polícia, do Ministério Público e do Poder Judiciário. São crimes que muitas vezes são praticados com crianças de tenra idade, que têm dificuldade de contar o que está acontecendo e de explicar o que aconteceu. Por isso, a gente sempre ressalta que essa criança tem que ser ouvida com respeito, sem julgamento, sem questionamento, para que ela se sinta livre para contar, fortaleça essa denúncia e, aí sim, todo o sistema de Justiça, seja policial, do Ministério Público ou Judiciário, entre em ação e consiga fazer a investigação para que não haja impunidade”, explicou.

Internet é ambiente de risco para crianças e adolescentes

Outro alerta feito pela promotora envolve o uso da internet e das redes sociais por crianças e adolescentes sem acompanhamento dos responsáveis.

Segundo Ana Maria, criminosos podem utilizar esses espaços para se aproximar de possíveis vítimas e criar uma falsa relação de confiança.

“A internet é um local que coloca a criança e o adolescente em extrema vulnerabilidade. Os pais, quando dão acesso aos seus filhos à rede de computadores e às redes sociais, precisam estar completamente atentos ao que está acontecendo. Esse é um local de atuação em que pessoas criminosas, pedófilos, se utilizam para atrair e fazer mais vítimas”, alertou.

A promotora explica que a criança pode acreditar que está conversando com alguém da mesma idade e com interesses semelhantes, sem saber quem realmente está do outro lado da tela.

“Muitas vezes, a criança ou o adolescente acredita estar conversando com uma pessoa da sua mesma idade, com os mesmos gostos, e, na verdade, não é. A gente sabe que os computadores, a internet e as redes sociais são um campo em que não há segurança de com quem você está falando. Então, os pais precisam estar muito atentos, acompanhar de perto, olhar com quem os filhos conversam e o que os filhos estão assistindo, para tentar evitar que eles sejam vítimas em potencial”, reforçou.

Diante do aumento dos registros em Braço do Norte e da possibilidade de que os números oficiais não representem toda a dimensão do problema, a orientação é que situações de suspeita sejam comunicadas aos órgãos responsáveis. A atenção aos sinais apresentados por crianças e adolescentes e o acolhimento adequado podem ser fundamentais para interromper situações de violência e permitir a atuação da rede de proteção.

Confira entrevista completa

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