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Ligado no Sul
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Mulher denuncia agressão e leva polícia a apreender armas ilegais em Forquilhinha

Por Ligado no Sul13/10/2025 08h00
Foto/Reprodução PMSC

A Polícia Militar prendeu um homem de 30 anos na noite de domingo (12), em Forquilhinha, por lesão corporal e posse ilegal de arma de fogo de uso restrito. O caso ocorreu por volta das 21h48, na Rua Ludovico Zeferino Silveira, no bairro Santa Cruz.

Conforme o relatório policial, uma mulher de 26 anos relatou ter sido agredida pelo companheiro durante uma discussão motivada por ciúmes. A vítima apresentava lesões leves no braço e na mão direita.

Durante o atendimento da ocorrência, o homem informou aos policiais que havia duas armas: uma pistola calibre .380, devidamente registrada, e uma carabina calibre 9 mm, sem documentação. Também foram localizados três carregadores da carabina e dois carregadores de pistola 9 mm, todos sem munição.

Diante dos fatos, o suspeito foi preso em flagrante pelos crimes de violência doméstica e posse ilegal de arma de fogo de uso restrito. Ele e a vítima foram conduzidos à Central de Flagrantes para os procedimentos legais cabíveis.

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Orleans recebe roda de conversa sobre autocuidado e amor próprio no Outubro Rosa

Por Ligado no Sul12/10/2025 12h00
Imagem/Divulgação

Dentro da programação do Outubro Rosa, o auditório da JetMed recebe, na próxima terça-feira, 14 de outubro, às 19h, a roda de conversa “O Autocuidado como Caminho para o Amor Próprio”, uma iniciativa voltada à promoção da saúde física e emocional das mulheres.

O encontro será conduzido pelo Dr. Murialdo M. Tezza, ginecologista e obstetra, e pela Dra. Mariana Tezza, médica de família e comunidade. A proposta é refletir sobre a importância de cultivar hábitos de autocuidado como forma de reconhecer o próprio valor e fortalecer a autoestima.

“Cuidar de si é um gesto de amor. Quando uma mulher dedica tempo e atenção à própria saúde, ela não apenas previne doenças, mas também reafirma o respeito e o carinho por si mesma”, destacam os organizadores.

As inscrições são gratuitas e podem ser feitas pelo telefone (48) 99947-6412.

O evento conta com o apoio da SNS Convênio de Saúde, JetMed, Cresol, Icatu Coopera e da Rede Mulheres Empreendedoras.

Data: 14 de outubro (terça-feira)
Horário: 19h
Local: Auditório da JetMed
Inscrições gratuitas: (48) 99947-6412

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Casos de coqueluche crescem e provocam internações e mortes

Por Ligado no Sul12/10/2025 11h00
© Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil

Os casos de coqueluche em crianças pequenas aumentaram mais de 1200% no Brasil, conforme alerta o Observatório de Saúde na Infância. Em 2024, foram registrados pelo menos 2.152 casos da doença entre crianças menores de 5 anos de idade, que são as mais vulneráveis a complicações, mais do que a soma dos cinco anos anteriores. Dessas, 665 precisaram ser internadas por causa da doença, e 14 morreram, superando as dez mortes registradas entre 2019 e 2023.

“Como explicar todas essas crianças que morreram de algo totalmente prevenível?”, questiona a coordenadora do Observatório, Patrícia Boccolini. Este ano, os registros feitos até o mês de agosto indicam uma ligeira melhora, mas ainda em patamares altos: foram 1.148 casos, com 577 internações.

A coqueluche é uma infecção respiratória, causada pela bactéria Bordetella pertussis, que pode ser prevenida com a vacinação. Os bebês devem receber três doses da vacina pentavalente, aos 2, 4 e 6 meses de idade e as grávidas devem ser imunizadas com a DTPa em todas as gestações, para proteger os recém-nascidos.

Os dados coletados pelos pesquisadores da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e da Faculdade de Medicina de Petrópolis do Centro Universitário Arthur de Sá Earp Neto (Unifase) mostram ainda que mais da metade dos casos do ano passado foram registrados em crianças menores de 1 ano, que também respondem por mais de 80% das internações.

Patricia Boccolini acredita que vários fatores podem estar contribuindo para o aumento dos casos, como a retomada dos ciclos naturais da doença no pós-pandemia, a desorganização de serviços locais de saúde e o aumento da testagem, mas uma das principais vulnerabilidades é a desigualdade das coberturas vacinais pelo país.

“Embora a gente não esteja conseguindo bater as metas, as coberturas vacinais não estão tão baixas assim, quando a gente olha para números nacionais e regionais. O grande problema é quando a gente começa a olhar no micro, os dados municipais mostram muita heterogeneidade, alguns polos com altas coberturas e outros não”, explica.

De acordo com o Ministério da Saúde, mais de 90% dos bebês e de 86% das gestantes receberam os imunizantes que protegem contra a coqueluche no ano passado, superando os números de 2013. Mas a coordenadora do Observatório lembra que a meta de cobertura de 95% ainda não foi batida, e crianças mais velhas e adultos não vacinados também podem contrair e transmitir a doença, apesar dela atingir os pequenos de forma mais grave.

A quantidade de casos de 2024 se aproxima da de 2015, quando foram registrados mais de 2.300 casos entre crianças com menos de cinco anos. A partir de 2016, os casos começaram a cair e o último ano com mais de 1 mil registros havia sido em 2019.

Mas não é só o Brasil que enfrenta aumento de casos. Toda a região das Américas está em alerta para a doença. De acordo com a Organização Panamericana de Saúde (Opas), nos primeiros sete meses de 2025, nove países da região notificaram mais de 18 mil casos e 128 mortes em todas as idades.

Juarez Cunha, diretor da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm), explica que a coqueluche tem essa característica de “ciclicidade”.

“Dez anos atrás, alguns anos antes já se observava um aumento de casos no mundo, depois isso acaba chegando ao Brasil também. Então, mesmo que a gente tenha tido melhoria nas coberturas vacinais nos últimos dois anos, como a gente ainda não alcançou as metas, a gente tem esses casos, conforme a ciclicidade da doença”, disse.

Cunha lembra que a vacinação das gestantes foi incluída no Programa Nacional de Imunizações (PNI) justamente durante esse ciclo anterior de aumento de casos.

“Só a partir dos 6 meses que o bebê vai estar totalmente protegido, depois de receber todas as doses da vacina pentavalente. Então, vacinar a gestante é a principal forma de proteger o bebê nos primeiros meses de vida. É preciso falar para as grávidas, que elas precisam se vacinar para se protegerem e protegerem seus bebês”, recomenda.

“Tem muita gente que não sabe nem o que é coqueluche. E isso também é fruto de um passado recente glorioso que a gente teve nas nossas altas coberturas. Mas, a partir do momento que a gente não viu mais muitos casos, não viu mais crianças morrendo de coqueluche, a gente perdeu o medo da doença. Eu espero que esses números sensibilizem a população”, alerta a coordenadora do Observatório de Saúde da Infância, Patrícia Boccolini.

*Via Agência Brasil

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Celesc amplia o Corredor Elétrico Catarinense com novos eletropostos em Tubarão e Orleans

Por Ligado no Sul12/10/2025 10h00
Fotos/Divulgação

A Celesc ampliou a infraestrutura de mobilidade elétrica em Santa Catarina com a instalação de novos pontos de recarga em Tubarão e Orleans. As duas cidades passam a integrar oficialmente o Corredor Elétrico Catarinense, projeto pioneiro que tem o objetivo de interligar 100 municípios do Estado com eletropostos localizados a, no máximo, 50 quilômetros de distância entre si.

Os novos equipamentos instalados são do tipo semirrápido, com capacidade de 23 kW em corrente alternada (CA). Eles fazem parte do Projeto de Pesquisa e Desenvolvimento (P&D) Eletroposto Celesc, desenvolvido em parceria com a Fundação CERTI e a MOVÉ, dentro do programa de P&D da ANEEL. Os dois eletropostos estão em fase final de comissionamento e já podem ser utilizados tanto pela frota da companhia quanto por veículos particulares.

“O Corredor Elétrico Catarinense é um exemplo de como a Celesc tem atuado para antecipar tendências e preparar o Estado para o futuro da energia. Estamos investindo em projetos que unem eficiência, sustentabilidade e inovação, e que ajudam a transformar a relação das pessoas com a mobilidade e o uso inteligente da eletricidade”, afirma Elói Hoffelder, diretor de Geração, Transmissão e Novos Negócios da Celesc.

Para Giocondo Tasso, gerente regional da Celesc em Tubarão, a chegada dos novos equipamentos reforça o papel da companhia como promotora da inovação no setor elétrico. “A instalação desses equipamentos em Tubarão e Orleans reforça o papel da Celesc como agente indutora da inovação no setor elétrico. A mobilidade elétrica é uma realidade crescente, e o Sul do Estado tem um enorme potencial para liderar essa transição, com benefícios diretos para o meio ambiente e para o desenvolvimento regional.”

A expansão do Corredor Elétrico Catarinense representa um passo importante rumo à descarbonização e à diversificação da matriz energética. O projeto busca promover mais eficiência, sustentabilidade e conectividade entre as cidades catarinenses.

Onde carregar seu veículo elétrico no Sul de Santa Catarina

Rede São Marcos
Rodovia BR-101, km 336 – Tubarão – SC
Eletroposto semirrápido (CA 23 kW)
Valor da recarga: R$ 2,19/kWh

Real NOB Hotel
Rodovia SC 108, Km 332,700, nº1771 – Murialdo, Orleans
Eletroposto semirrápido (CA 23 kW)
Valor da recarga: R$ 2,19/kWh

Para utilizar, basta baixar o aplicativo Eletroposto Celesc, disponível para Android e iOS. Após cadastrar o veículo, o motorista pode iniciar a recarga. O pagamento é feito por cartão de crédito cadastrado no aplicativo, com acompanhamento em tempo real do consumo e do custo da sessão.

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