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Ligado no Sul
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Adolescentes de 13 e 15 anos são apreendidos por tráfico de drogas em Tubarão

Por Ligado no Sul19/12/2025 08h30
Foto/PMSC

A Polícia Militar realizou, nesta quinta-feira (18), uma ação contra o tráfico de drogas no bairro Campestre, em Tubarão. A operação foi feita por policiais do 5º Batalhão de Polícia Militar em um local conhecido pela venda de drogas.

Durante a ação, os policiais flagraram dois adolescentes, de 15 e 13 anos, que se revezavam na venda das drogas e também faziam a vigilância do local, observando a aproximação das equipes.

Ao perceberem a chegada da polícia, os jovens tentaram fugir e jogaram sacolas em telhados e terrenos próximos, mas foram rapidamente abordados. Com o apoio do cão policial Gam, os policiais encontraram cerca de 35 gramas de cocaína e mais de 270 gramas de maconha, parte da droga já pronta para a venda.

Além das drogas, foram apreendidos R$ 739 em dinheiro e um celular. Os adolescentes foram apreendidos por ato infracional análogo ao tráfico de drogas e encaminhados à Delegacia de Polícia Civil.

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Homem é preso após atacar o próprio pai com facão em Araranguá

Por Ligado no Sul19/12/2025 08h00
Foto/PMSC

Uma ocorrência de violência familiar mobilizou a Polícia Militar no início da noite desta quinta-feira (18), por volta das 18h03, no bairro Polícia Rodoviária, em Araranguá. Um homem de 29 anos foi preso após atacar o próprio pai.

De acordo com informações da Polícia Militar, a situação teve início durante uma discussão familiar. Um homem teria se exaltado, pegado um facão e passado a ameaçar de morte os moradores da residência. Em seguida, ele avançou contra o próprio pai, um senhor de 67 anos, que tentou se defender utilizando uma cadeira, mas acabou sofrendo cortes superficiais nos braços.

Após o ataque, o agressor ainda causou danos a um veículo e a uma porta do imóvel, fugindo do local logo em seguida. Uma testemunha confirmou a versão apresentada pela vítima e relatou que também precisou deixar a residência com medo de ser atacada.

A Polícia Militar iniciou buscas com apoio especializado e conseguiu localizar o suspeito, que foi preso. O idoso recebeu atendimento do Corpo de Bombeiros Militar e foi encaminhado à UPA.

O autor foi conduzido à Central de Polícia Civil. O caso segue à disposição da Justiça.

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Sustentabilidade começa nas pessoas e na cultura organizacional, destaca gerente da Strawplast

Por Ligado no Sul18/12/2025 18h50
Fotos/Redação

No quadro Transformação Sustentável, do Jornal da Guarujá, o programa recebeu Juliana Amorim, gerente de Cultura e Talentos da Strawplast, que falou sobre como a sustentabilidade vai além do produto final e está diretamente ligada ao comportamento, à cultura e ao propósito das pessoas dentro das empresas.

Durante a entrevista, Juliana explicou que, na Strawplast, a sustentabilidade começa muito antes da produção. “A sustentabilidade não está só no produto final ou no resíduo. Ela vem antes, está relacionada ao comportamento, à rotina e à consciência das pessoas”, afirmou.

Segundo a gerente, não existe empresa sustentável sem uma cultura organizacional alinhada a esses valores. Ela destacou que, quando os colaboradores entendem o motivo do que fazem, o cuidado com os processos se torna natural. “Quando as pessoas entendem o porquê do que estão fazendo, elas cuidam do como vão fazer”, disse.

Juliana ressaltou que a Strawplast produz utensílios alimentares que fazem parte do cotidiano das pessoas, estando presentes em refeições familiares e momentos especiais. Para ela, esse aspecto reforça o propósito do trabalho. “Nós estamos no dia a dia das pessoas, em momentos importantes como uma refeição em família ou uma celebração. Saber disso muda completamente a forma como se produz”, destacou.

A gerente explicou ainda que a empresa vive um momento de fortalecimento da cultura interna, da liderança e de uma gestão mais humanizada. “Uma cultura não pode ser apenas um discurso bonito na parede. Ela precisa ser vivida todos os dias”, afirmou. Segundo ela, os valores da Strawplast são reforçados por meio de comportamentos práticos, que orientam decisões e relações no ambiente de trabalho.

Ao falar sobre sustentabilidade e responsabilidade socioambiental, Juliana destacou que o tema envolve respeito. “Quando falamos de sustentabilidade, não estamos falando só de custo ou eficiência, mas de respeito com as pessoas, com os clientes e com o meio ambiente”, explicou.

A gerente também comentou sobre a humanização da produção e o papel das pessoas dentro da empresa. “A Strawplast é uma empresa de pessoas que produz produtos para outras pessoas. Cada colaborador tem uma história, uma família e um propósito”, afirmou. Para ela, humanizar não significa evitar desafios, mas enfrentá-los com transparência.

Juliana destacou ainda que a empresa valoriza a diversidade e trabalha esses princípios desde a integração dos colaboradores. “Somos diversos e inclusivos. Esses valores não são negociáveis e refletem diretamente na qualidade do produto que entregamos”, disse.

Ao final da entrevista, a gerente falou sobre as oportunidades de trabalho na empresa. Segundo ela, há vagas abertas, principalmente na área industrial, e busca profissionais alinhados aos valores da organização. “Nosso compromisso não é apenas fechar vagas, mas desenvolver pessoas, oferecer estabilidade e oportunidades de crescimento”, concluiu.

Confira entrevista completa

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Oratória não é perder o sotaque. É ganhar presença. Isso é comunicação. Por Vanessa Perin

Por Ligado no Sul18/12/2025 15h00

Esses dias me perguntaram se oratória era mudar a forma de falar… e se a pessoa tem sotaque, precisa deixar de ter.

Essa pergunta sempre me faz pensar.
Porque, no fundo, não é que essas pessoas não sabem falar… elas só têm medo de não serem aceitas do jeito que são.

Nessas horas, eu paro e respondo com muita tranquilidade:
oratória não é apagar sotaque, até porque ele é a nossa identidade, faz parte da nossa história, da nossa origem… Faz parte de quem a gente é.

Oratória não tem a ver com padronizar voz, jeito de falar ou personalidade.
Não é transformar todo mundo em uma versão neutra, engessada ou “certinha”.

O que trabalhamos em um curso ou em uma mentoria de oratória é dicção, ritmo, respiração e estrutura da fala, para que a mensagem chegue clara, firme e com intenção, independente do sotaque.

Mudar a forma de falar não é mudar quem você é.
É tirar o excesso de ruído que atrapalha o que você quer comunicar.

Quando a fala se organiza e a respiração se acalma, o corpo relaxa e, com isso, a insegurança diminui.
O sotaque não some, ele aparece com mais segurança. Então aquilo que antes gerava vergonha passa a ser “marca registrada”.
O que parecia “erro” vira identidade.

Oratória não te encaixa em um modelo.
Ela te ajuda a sustentar a sua própria voz, do seu jeito, com mais presença e clareza.

E quando isso acontece, algo muda:
as pessoas param de prestar atenção em como você fala
e começam a ouvir o que você tem a dizer.

É exatamente por isso que existe a Comunidade Voz & Presença.

A comunidade é pra quem sente que tem conteúdo, ideia, valor… mas trava na hora de falar.
Pra quem se cobra demais, tem medo de julgamento, fica nervoso em reuniões, apresentações, vídeos ou conversas importantes.

É um espaço de treino real, conversa honesta e desenvolvimento contínuo.
Ali a gente trabalha clareza, segurança, postura, organização da fala e presença — sem fórmulas engessadas e sem tentar mudar quem você é.

Não é pra falar bonito.
É pra falar com verdade, firmeza e confiança.

Se a tua voz pede espaço,
a Comunidade Voz & Presença é o lugar.

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