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Ligado no Sul
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Estação Verão: Aumento no número de guarda-vidas reforça ações de prevenção no estado

Por Ligado no Sul26/12/2025 11h50
Fotos/CBMSC

Iniciada no dia 15 de dezembro, a  Operação Estação Verão, maior mobilização anual do Corpo de Bombeiros Militar de Santa Catarina (CBMSC), mobiliza 2.053 guarda-vidas, que atuam em 429 postos de salvamento distribuídos ao longo do litoral catarinense.

Para a temporada 2025/2026, o CBMSC ampliou o número de guarda-vidas, fortalecendo as ações de prevenção, orientação aos banhistas e resposta rápida a ocorrências no mar. O aumento foi possível graças ao investimento contínuo do Governo de Santa Catarina, que destinou 10% a mais de recursos para a contratação desses profissionais em comparação com a temporada anterior.

Na alta temporada 2024/2025, atuaram 1.980 Guarda-Vidas Civis Voluntários (GVCs) nas praias catarinenses. Já neste verão, o efetivo passou para 2.053 guarda-vidas, um acréscimo de 73 profissionais, ampliando a capacidade operacional do CBMSC e garantindo mais segurança para moradores e turistas.

Segundo o comandante-geral do CBMSC, coronel Fabiano de Souza, o reforço no efetivo é resultado de planejamento e investimento contínuo na proteção da população.

“A Estação Verão é uma operação estratégica para Santa Catarina. O aumento no número de guarda-vidas reflete o compromisso do Governo do Estado e do Corpo de Bombeiros Militar com a prevenção de acidentes e a preservação de vidas. Nosso foco é garantir que moradores e turistas possam aproveitar o litoral com mais segurança”, destacou.

Águas-vivas

Muito comum nesta época do ano, as águas vivas já estão sendo vistas por todo o litoral catarinense .Em uma semana, na região Sul, já foram contabilizados 130 atendimentos pelo mesmo motivo.

Espécies mais comuns em Santa Catarina

Água-viva Reloginho (Olindias sambaquiensis)
É a espécie mais frequente no litoral catarinense. Quase invisível aos banhistas, permanece geralmente na zona de rebentação e é trazida principalmente pelo vento sul. Os casos ocorrem ao longo de todo o ano, com maior incidência no final do inverno e durante a primavera e o verão, especialmente em fevereiro e nos fins de semana. Após o Carnaval, o número de ocorrências tende a diminuir.

Carvaela Portuguesa (Physalia physalis)

Menos comum, porém mais perigosa, a Caravela Portuguesa é facilmente identificada pelo flutuador azul intenso e pela “vela” que auxilia no deslocamento. Seu veneno é mais potente e pode causar náuseas, vômitos e reações mais graves, exigindo atendimento médico. Essa espécie é trazida pelo vento leste, oriunda do litoral nordestino, com maior incidência em Santa Catarina nos meses de dezembro e janeiro.

Diferenças entre as lesões

O contato com o Reloginho provoca ardência moderada e inchaços arredondados na pele. Já a Caravela Portuguesa causa dor intensa e pode deixar marcas lineares. Em ambos os casos, a presença desses animais está relacionada principalmente às correntes marítimas, independentemente de calor ou chuva.

Quais os riscos aos banhistas?


Apesar de popularmente chamada de “queimadura”, a lesão causada por águas-vivas não é térmica. Trata-se de um envenenamento químico da pele, provocado por células urticantes chamadas cnidócitos, que liberam toxinas ao entrarem em contato com o corpo humano. Os sintomas incluem dor, vermelhidão, inchaço e, em casos mais graves, náuseas e dificuldade respiratória.

O que fazer em caso de contato com água-viva?

  • Saia imediatamente do mar ao sentir ardência ou identificar o animal;
  • Procure o posto de guarda-vidas mais próximo;
  • Não utilize água doce, urina ou outras substâncias no local da lesão;
  • Lave apenas com água salgada;
  • Solicite vinagre no posto de guarda-vidas, substância cientificamente comprovada para aliviar os sintomas.

Dependendo da gravidade, o guarda-vidas poderá acionar uma ambulância para atendimento médico.

Monitoramento e prevenção

Os atendimentos envolvendo águas-vivas são registrados pelos guarda-vidas sempre que há contato com banhistas. Além do socorro, o CBMSC atua na prevenção, sinalizando áreas com presença desses animais por meio da bandeira lilás, que indica risco e deve ser respeitada.

Como prevenir?

  • Antes de ir à praia, consulte o aplicativo CBMSC Cidadão, disponível para iOS e Android;
  • Evite praias ou trechos sinalizados com bandeira lilás;
  • Não entre no mar em áreas com águas-vivas na areia;
  • Permaneça próximo aos postos de guarda-vidas.
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DECOD Criciúma lidera ações contra o crime organizado e se destaca entre as unidades mais produtivas da PCSC em 2025

Por Ligado no Sul26/12/2025 11h00
Foto/Reprodução

A Delegacia de Combate às Drogas de Criciúma (DECOD/DIC) divulgou o balanço das atividades desenvolvidas ao longo de 2025, com números que colocam a unidade entre as mais produtivas da Polícia Civil de Santa Catarina. No período, foram cumpridos 100 mandados de prisão, 82 mandados de busca e apreensão, além da realização de 15 prisões em flagrante.

Ao todo, a delegacia registrou 219 ocorrências policiais, elaborou 128 relatórios de investigação e instaurou 26 inquéritos policiais, demonstrando a intensidade do trabalho investigativo no enfrentamento ao tráfico de drogas e às organizações criminosas que atuam na região.

Com esses resultados, a DECOD Criciúma alcançou o primeiro lugar em número de prisões dentro da 6ª Delegacia Regional de Polícia, além de liderar o ranking entre as Delegacias de Combate às Drogas do Estado. A unidade também figura entre as dez mais produtivas da Polícia Civil catarinense em 2025.

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Cachorro é resgatado em estado crítico após denúncia de maus-tratos em Orleans

Por Ligado no Sul26/12/2025 10h00
Foto/PMSC

Nesta quarta-feira (24), a Polícia Militar foi acionada após o recebimento de imagens enviadas por moradores que indicavam uma possível situação de maus-tratos a um animal no loteamento João Paulo II.

No local, a guarnição encontrou um cão da raça Pastor Alemão, debilitado, magro e com dificuldade de andar. O animal apresentava ferimentos e sinais claros de abandono, o que confirmou a suspeita inicial de maus-tratos.

Uma vizinha informou aos policiais que o cão pertencia à moradora da residência em frente ao local onde o animal se encontrava. Em contato com a responsável pelo imóvel, ela confirmou que o cão estava sob sua responsabilidade. Segundo relatado, o animal teria sido acolhido há cerca de um ano por seu ex-companheiro, com quem ela morava na época. Após o fim do relacionamento, ocorrido há aproximadamente nove meses, o cão permaneceu sob seus cuidados.

A moradora afirmou ainda que solicitou diversas vezes que o ex-companheiro retirasse o animal, o que não teria ocorrido. Também relatou que o cão não ficava preso, circulando livremente para se alimentar. Na residência havia outro cachorro, que se encontrava em boas condições de saúde.

A responsável pelo imóvel é uma adolescente de 17 anos, grávida de oito meses, que esteve acompanhada por sua responsável legal durante toda a ocorrência. Diante da confirmação da situação de maus-tratos, ambas foram encaminhadas à Central de Flagrantes de Criciúma.

Devido à gravidade do estado de saúde do animal, a Fundação Ambiental Municipal de Orleans (Famor) foi acionada e providenciou a imediata internação do cão em uma clínica veterinária particular do município.

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Prazo final se aproxima: pescadores devem regularizar atividade até o dia 31

Por Ligado no Sul26/12/2025 09h00
Foto/Divulgação

Pescadores e pescadoras profissionais de todo o país têm até 31 de dezembro para comprovar o exercício da atividade pesqueira referente ao ano de 2025. O prazo é decisivo para a manutenção do Registro Geral da Atividade Pesqueira (RGP) e para garantir o acesso a benefícios e políticas públicas voltadas ao setor.

A comprovação ocorre por meio do Relatório Anual de Exercício da Atividade Pesqueira (Reap), documento no qual o profissional informa dados sobre a pesca realizada ao longo do ano, como espécies capturadas, locais, períodos e métodos utilizados. O envio do relatório é feito exclusivamente pelo sistema PesqBrasil, de forma online.

Além da inserção do Reap no sistema, também termina no dia 31 de dezembro o prazo para a realização do registro biométrico na Carteira de Identidade Nacional (CIN). O documento passou a ser obrigatório tanto para a manutenção do RGP quanto para o envio do relatório anual, sendo indispensável para a regularização do pescador profissional.

De acordo com o Ministério da Pesca e Aquicultura, a adoção da CIN permite a integração das bases de dados do Governo Federal, ampliando a segurança na concessão do seguro-defeso e de outros benefícios sociais, como o Bolsa Família, além de contribuir para a redução de fraudes e assegurar que os recursos cheguem, de fato, aos trabalhadores da pesca.

O cumprimento dos prazos é essencial, especialmente para quem depende do seguro-defeso, pago durante o período de proibição da pesca para preservação das espécies. A não regularização pode resultar na suspensão ou até no cancelamento do registro profissional.

A recomendação é que os pescadores não deixem a regularização para os últimos dias, evitando contratempos e possíveis prejuízos financeiros.

 

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