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Siderópolis orienta população sobre como diferenciar o mosquito da dengue do mosquito comum
Por Ligado no Sul11/01/2026 10h00
Foto/Departamento de Comunicação Prefeitura de Siderópolis
A Secretaria de Saúde de Siderópolis, por meio da Vigilância Entomológica, está auxiliando a população na diferenciação do mosquito comum e do Aedes aegypti. As orientações explicam sobre o ciclo de vida, bem como a coloração, horário de atividade, tamanho, voo, picada e postura de ovos.
“É muito importante que a população saiba diferenciá-los, pois assim fica mais fácil de identificar a presença do mosquito no nosso município e a equipe de vigilância pode agir com rapidez para eliminar todos os focos. Estamos na temporada ideal para a proliferação, então é fundamental verificar e eliminar do quintal objetos que possam acumular água e, principalmente, não deixar água parada”, destacou a secretária de Saúde, Tayná Consoni.
Ciclo de vida do Aedes aegypti
Ovos: Os ovos são depositados nas paredes de recipientes com água parada, acima da linha d’água. Eles são muito resistentes e podem sobreviver por meses fora da água, esperando o contato para eclodir.
Larva: Ao entrar em contato com a água, o ovo se transforma em uma larva que se move ativamente no recipiente. Essa fase é aquática, e a larva se alimenta de matéria orgânica, subindo para a superfície para respirar, atrás de um sifão.
Pupa: A larva se transforma em pupa, que é a fase intermediária entre a larva e o adulto. A pupa também vive na água e não se alimenta, apenas respira através de trompas, preparando-se para a fase final.
Mosquito adulto: A partir da pupa, emerge o mosquito adulto, que tem a capacidade de picar e transmitir doenças como dengue, chikungunya e zika. Somente a fêmea se alimenta de sangue humano, pois precisa dele para amadurecer seus ovos. A fêmea pode depositar cerca de 100 ovos a cada ciclo reprodutivo.
“Devido ao rápido tempo do ciclo de evolução do mosquito, pedimos para que a população verifique seu quintal pelo menos uma vez por semana. Reforçamos o canal de comunicação direta com a comunidade. Qualquer situação de perigo, como um terreno baldio com lixo ou um possível foco de mosquito, a população deve acionar a Secretaria pelo número 3435-8950 ou informar a Agente Comunitária de Saúde”, pediu a agente de combate às endemias, Gabriela Kestering dos Santos.
Diferenças
Aedes aegypti
Coloração: Corpo preto com listras brancas por todo o corpo.
Horário de atividade: Durante o dia, principalmente no início da manhã e no final da tarde.
Tamanho: De 5 a 7 milímetros.
Voo: Mais rápido, silencioso e baixo.
Picada: Não deixa marcas visíveis ou coceira.
Postura de ovos: Prefere água limpa e deposita os ovos separadamente.
Mosquito comum (Culex)
Coloração: Coloração uniforme marrom, sem manchas brancas.
Horário de atividade: Principalmente à noite, a partir das 18h.
Tamanho: De 3 a 4 milímetros.
Voo: Mais lento e barulhento (zumbido)
Picada: Deixa uma marca avermelhada e que coça.
Postura de ovos: Deposita os ovos em grupos (jangadas) em água suja/poluída.
Em janeiro de 2025 a equipe da Vigilância Entomológica identificou o primeiro foco do mosquito na cidade. Imediatamente ele foi controlado e um protocolo de segurança aplicado, com coletas e varredura em um raio de 300 metros do local. “O combate ao mosquito começa dentro de casa. Com informação e a participação da comunidade, conseguimos prevenir doenças e proteger a saúde da nossa população. A Prefeitura segue trabalhando de forma contínua para orientar e apoiar os moradores nesse cuidado tão importante”, pontuou o prefeito de Siderópolis, Franqui Salvaro.
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Motociclista fica ferido após acidente no bairro Jardim Elizabete, em Cocal do Sul
Por Ligado no Sul11/01/2026 09h00
Foto/CBMSC
Um acidente de trânsito envolvendo um carro e uma motocicleta foi registrado na manhã deste sábado (10), por volta das 11h41, no bairro Jardim Elizabete, localidade de Bela Vista, em Cocal do Sul.
No local, a guarnição confirmou a natureza da ocorrência. O condutor do veículo não sofreu ferimentos. Já o motociclista, um homem de 67 anos, foi encontrado caído às margens da via, e apresentando sinais de nervosismo. Ele relatava dores na região das costas, embora os sinais vitais estivessem normais.
Após receber atendimento pré-hospitalar, a vítima foi encaminhada ao Hospital de Urussanga para avaliação médica.
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Polícia Militar flagra tráfico de drogas durante rondas em Siderópolis
Por Ligado no Sul11/01/2026 08h00
Foto/Reprodução
A Polícia Militar atendeu uma ocorrência de tráfico de drogas na tarde deste sábado (10), por volta das 16h, no bairro Rio Fiorita, em Siderópolis.
Durante rondas pela região, os policiais flagraram dois homens, conhecidos no meio policial como usuários de drogas, comprando entorpecentes em uma residência que já possuía denúncias relacionadas ao tráfico.
Com um dos abordados, a guarnição encontrou cerca de um grama de cocaína, que teria sido adquirida no local. Diante da situação, os policiais realizaram diligências na residência indicada.
Na casa de um homem de 30 anos, apontado como responsável pelo comércio ilegal, foram apreendidos R$ 3.546,50 em dinheiro, cinco aparelhos celulares, porções de cocaína e maconha, além de uma balança de precisão e materiais utilizados para o fracionamento e embalagem de drogas.
Ainda conforme a Polícia Militar, o suspeito resistiu à prisão, sendo necessário contê-lo. Todos os envolvidos, juntamente com o material apreendido, foram encaminhados à Delegacia de Polícia Civil de Criciúma.
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Saúde SC reforça cuidados para evitar acidentes com animais peçonhentos no período de chuvas
Por Ligado no Sul10/01/2026 12h00
Foto/CBMSC
A Secretaria de Estado da Saúde (SES) alerta para os cuidados com acidentes envolvendo animais peçonhentos — como aranhas, lagartas, serpentes, escorpiões —, principalmente no período que compreende antes e após as chuvas prolongadas. Segundo dados do Centro de Informação e Assistência Toxicológica de Santa Catarina (CIATox/SC), vinculado à SES, foram registrados 6.186 atendimentos referentes a animais peçonhentos em 2025. Em 2024, foram 6.031 atendimentos.
Períodos mais quentes do ano, como primavera e verão, favorecem a maior atividade desses animais, uma vez que eles possuem mais oferta de alimento, aumentam seu metabolismo e se deslocam com maior frequência, saindo de seus abrigos em busca de parceiros para reprodução. Essa época é marcada pelo período reprodutivo de diversas espécies de animais peçonhentos, aumentando o risco de encontros com humanos.
“Animais peçonhentos possuem estruturas corporais adaptadas para inocular seu veneno, como os dentes das serpentes e as quelíceras das aranhas. Eles utilizam seu veneno principalmente para caçar suas presas e, em alguns casos, para se defender de predadores”, explica a bióloga do Ciatox/SC, Taciana Mara da Silva Seemann.
Recomendações de Prevenção
Para minimizar o risco de acidentes, a SES recomenda algumas medidas de precaução:
Manter gramados sempre aparados e evitar o acúmulo de entulho, lixo ou materiais inservíveis, que podem oferecer abrigo e fonte de alimento para animais peçonhentos, como roedores, baratas e outros insetos;
Cobrir frestas de paredes, forros, muros e instalar telas em saídas de água nos terrenos;
Limpar regularmente cantos de paredes, espaços atrás e dentro de armários e guarda-roupas;
Verificar calçados, roupas e objetos antes de utilizá-los, especialmente se estiverem armazenados em locais de risco;
Utilizar equipamentos de proteção individual (EPIs), como sapatos fechados, botas e luvas resistentes, ao realizar atividades em áreas de risco ou ao manusear materiais suspeitos.
De modo geral, as orientações de prevenção visam evitar o acesso desses animais às áreas residenciais e proteger as pessoas em ambientes considerados de risco.
Atendimento e Orientação
Em caso de acidente, qualquer pessoa pode entrar em contato com o CIATox/SC para obter orientações, diagnóstico e indicação do tratamento adequado. O serviço funciona 24 horas por dia, atendendo profissionais de saúde e a população em geral, com informações educativas e preventivas. O atendimento é gratuito pelo telefone 0800-643-5252.
Principais Espécies
Em Santa Catarina, os principais animais peçonhentos de relevância são serpentes (jararacas, corais verdadeiras e cascavel), aranhas (marrom e armadeira), escorpiões (amarelo e marrom), lagartas (Lonomia obliqua ou taturana hemorrágica) e algumas espécies aquáticas (arraias, bagres e águas-vivas).
A distribuição ocorre em todo o estado, com destaque para a lagarta Lonomia obliqua no Meio-Oeste e Oeste e para o escorpião-amarelo na Grande Florianópolis, Vale do Itajaí e Norte. Acidentes com esses animais exigem avaliação médica imediata, sendo fundamental a identificação correta da espécie para o tratamento adequado.
Para mais informações e orientações sobre identificação das espécies, acesse a página do CIATox/SC: ciatox.saude.sc.gov.br/