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Projeto Maio Laranja premia estudantes de Orleans por trabalhos de conscientização e proteção à infância
Por Ligado no Sul28/05/2026 12h00
Fotos/assessoria de Imprensa – Prefeitura de Orleans
A Prefeitura de Orleans realizou nesta semana a cerimônia de premiação do Projeto Maio Laranja, iniciativa desenvolvida pelas escolas municipais e estaduais do município com o objetivo de promover a conscientização e o combate à violência sexual contra crianças e adolescentes.
O evento reuniu a vice-prefeita Leonete Librelato, a primeira-dama Hemilen Cruzetta, além de representantes do CRAS, CREAS, Conselho Tutelar, Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente (CMDCA), Secretaria Municipal de Educação, Secretaria Municipal de Assistência Social e Habitação e Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos (SCFV).
A programação destacou o envolvimento dos estudantes nas categorias desenho e criação de mascote, valorizando a criatividade e a participação dos alunos em atividades voltadas à prevenção e à proteção da infância e da adolescência.
“Esse projeto leva informação e conscientização para dentro das escolas de uma forma acessível e sensível. É um trabalho que fortalece a rede de proteção e incentiva crianças e adolescentes a compreenderem a importância do cuidado, do respeito e da denúncia”, destacou a vice-prefeita Leonete Librelato.
Participaram da premiação estudantes acompanhados pelas equipes diretivas das escolas EEB Marta Cláudia Machado, EEB Lauro Pacheco dos Reis, EEB Ludgero Waterkemper e EEB Samuel Sandrini, representando diferentes turmas do ensino fundamental.
Na categoria Mascote, foram premiados os alunos Bianca Cechinel, em primeiro lugar, João Lucas Bittencourt, em segundo, e Leandro F. Kuhn, em terceiro. Já na categoria Desenho, receberam premiação Pedro Henrique Corrêa, Clara B. Vidal e Isabela B. Vieira.
O mascote vencedor, criado pela aluna Bianca Cechinel, teve como inspiração o porco-espinho, escolhido como símbolo da proteção. A proposta representa a necessidade de proteger crianças e adolescentes contra situações de violência, negligência e violação de direitos, ao mesmo tempo em que transmite acolhimento, cuidado e segurança.
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ONG Quero Adotar, de Criciúma, resgata 18 gatos após família ser despejada e pede apoio da comunidade
Por Ligado no Sul28/05/2026 11h30
Fotos/Divulgação
A ONG Quero Adotar, na cidade de Criciúma, realizou, na noite desta quarta-feira, 27, o resgate emergencial de 18 gatos que estavam em um mesmo local, após uma família ser despejada da casa onde morava e não ter condições de manter todos os animais. Diante da situação, a organização foi acionada para ajudar no acolhimento dos gatos e agora reforça o pedido de apoio da comunidade.
Além dos 17 animais já resgatados, pelo menos outros 7 gatos ainda estavam no local. A ONG não conseguiu acolher todos na mesma noite, mas segue em contato com a família para prestar suporte e buscar alternativas que garantam segurança, alimentação e cuidado aos animais que permaneceram com os tutores.
Neste momento, a principal necessidade é conseguir lares temporários para os gatos resgatados, além de doações de ração, areia higiênica, sachês, medicamentos contra pulgas e ajuda financeira para a realização de testes de FIV e FeLV, atendimento veterinário e demais cuidados.
De acordo com a coordenadora da ONG Quero Adotar, Laura Coan, o caso envolve uma realidade delicada e precisa da união da comunidade. “Foi um resgate muito sensível, porque envolve uma família que está passando por um momento difícil e muitos animais que precisam de cuidado imediato. Conseguimos acolher 18 gatos, mas ainda há outros no local e estamos tentando dar todo o suporte possível. Qualquer ajuda, seja com lar temporário, ração, areia, medicamentos ou doação financeira, faz muita diferença agora”, destaca.
Lares temporários
A organização reforça que os lares temporários são fundamentais para que os gatos tenham um espaço seguro enquanto recebem os cuidados necessários. Quem não puder acolher também pode contribuir com insumos ou doações financeiras, que serão destinadas diretamente às despesas geradas pelo resgate.
As doações podem ser feitas pela chave PIX 65.594.556/0001-07. Mais informações estão disponíveis no Instagram @quero.adotar ou pelo WhatsApp (48) 99183-2252.
Como ajudar
– Lar temporário: acolhimento provisório para os gatos resgatados
– Doações: ração, areia, sachês e medicamentos contra pulgas
– Ajuda financeira: PIX 65.594.556/0001-07
– Informações: @quero.adotar ou WhatsApp (48) 99183-2252
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Câmara aprova PEC que acaba com escala 6×1 e reduz jornada para 40 horas semanais
A Câmara dos Deputados aprovou na noite desta quarta-feira (27), em dois turnos, a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que acaba com a escala de trabalho 6×1 e reduz a jornada semanal de 44 para 40 horas sem redução salarial.
No segundo turno, a proposta recebeu 461 votos favoráveis e 19 contrários. O texto segue agora para votação no Senado Federal.
A PEC estabelece a adoção da escala 5×2, garantindo dois dias de descanso por semana, sendo um deles preferencialmente aos domingos. As mudanças começam a valer 60 dias após a promulgação da proposta.
O texto aprovado foi apresentado pelo relator, deputado Leo Prates (Republicanos-BA), a partir da unificação de duas propostas que já tramitavam na Câmara: a PEC 221/19, do deputado Reginaldo Lopes (PT-MG), e a PEC 8/25, da deputada Erika Hilton (Psol-SP).
A proposta prevê uma transição gradual na redução da jornada. Após 60 dias da promulgação, a carga horária passará de 44 para 42 horas semanais. Depois de 12 meses, a jornada será reduzida para 40 horas semanais, mantendo o limite máximo de oito horas diárias.
Após a aprovação em primeiro turno, o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), afirmou que a votação representa uma mudança histórica para os trabalhadores brasileiros.
“Assumi esta condução com todo o equilíbrio, responsabilidade e, principalmente, compromisso com os brasileiros. Por isso, já no início do debate, tratei três pilares como inegociáveis para esta Casa e para o governo federal: a redução da jornada para 40 horas semanais, dois dias de descanso e a manutenção dos salários dos trabalhadores”, declarou.
Motta também afirmou que a aprovação ficará marcada na história do Congresso Nacional. “Essa aprovação ficará registrada na história desta legislatura e na trajetória de cada parlamentar, que compreendeu que desenvolvimento econômico e dignidade humana precisam caminhar juntos”, completou.
A aprovação da PEC foi comemorada por parlamentares da base governista e criticada por deputados da oposição.
O líder do governo na Câmara, Paulo Pimenta (PT-RS), celebrou a aprovação da proposta. “Vamos fazer história mostrando em que lado nós estamos. Nós estamos do lado do povo mais sofrido, das pessoas que mais precisam”, afirmou.
A deputada Dandara (PT-MG), que já trabalhou em escala 6×1, relembrou a rotina enfrentada pelos trabalhadores.
“Eu conheço o barulho do busão lotado às 5h, o café corrido, o uniforme vestido ainda no escuro. Eu conheço o pé inchado de tanto ficar em pé: oito, 10, 12 horas. Eu conheço porque eu vivi”, disse.
Já a deputada Alice Portugal (PCdoB-BA) afirmou que a proposta representa uma antiga reivindicação das centrais sindicais.
“Essa é uma luta que começou há muito tempo. Mas, no Brasil, essa batalha não evoluiu, a cultura escravocrata, a visão colonialista, a visão racista, prevaleceu, mas nós vamos derrubar a escala seis por um. Hoje, aqui, vamos fazer história”, declarou.
Durante a sessão, parlamentares da oposição criticaram a proposta. O deputado Kim Kataguiri (Missão-SP) afirmou que a PEC não resolverá os problemas enfrentados pelos trabalhadores.
“Eu não vou mentir para o trabalhador dizendo para ele que com a aprovação dessa PEC vai acabar a escala 6×1”, disse.
O deputado Sérgio Turra (PP-RS) também criticou a medida e classificou a proposta como eleitoreira. “Estamos tratando do futuro de um país e da dignidade dos trabalhadores”, afirmou.
*Com informações Agência Brasil
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Prefeito de São Ludgero diz que sindicância já foi instaurada para apurar uso de veículos oficiais
Por Ligado no Sul28/05/2026 10h36
Foto/Arquivo – Redação
Após a movimentação da Câmara de Vereadores de São Ludgero em torno da possível instauração de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para apurar suspeitas de uso indevido de veículos oficiais, a Prefeitura Municipal se manifestou sobre o caso. Na manhã desta quinta-feira, 28, o Jornal da Guarujá conversou com o prefeito Paulinho Lorenzetti (PL), que comentou o assunto e afirmou que a administração municipal já instaurou uma sindicância interna para investigar a situação.
Segundo o prefeito, desde o início a Prefeitura vem colaborando com os pedidos encaminhados pelo Legislativo e também possui interesse em esclarecer os questionamentos relacionados à utilização da frota municipal.
“Em nenhum momento a prestação das informações foi omitida. Isso também é uma ansiedade da administração resolver esses questionamentos. Estamos aí para fazer o correto, fazer o certo. Não vamos nos omitir de passar informação, não estamos ali para proteger ninguém, muito pelo contrário”
Paulinho afirmou que, paralelamente às discussões sobre a possível CPI, o Executivo já abriu uma sindicância administrativa e criou uma comissão formada por servidores efetivos para conduzir as investigações.
“Instauramos uma sindicância dentro da prefeitura, criamos uma comissão com funcionários efetivos da prefeitura municipal. Esperamos que em breve isso se resolva e que a gente consiga saber quem foram as pessoas que fizeram o uso indevido dos veículos”
O prefeito também ressaltou que, caso sejam confirmadas irregularidades, a administração pretende tomar providências contra os responsáveis.
“Vamos tomar as providências para que sirva de exemplo e que não façam mais isso”
Além da sindicância, o Executivo informou que passou a adotar novas medidas de controle da frota municipal. Entre elas, está a implantação de um sistema de identificação individual dos condutores dos veículos oficiais.
De acordo com Paulinho Lorenzetti, o modelo atualmente utilizado permite rastrear os deslocamentos dos veículos, mas não identifica exatamente quem estava conduzindo cada automóvel.
“Hoje a prefeitura tem o sistema de rastreador do carro. Ele diz onde o carro esteve e onde ele parou. Só que ainda não conseguimos identificar quem utilizou o carro. A partir dessa nova licitação, teremos um diário de bordo completo e conseguiremos saber exatamente quem usou o carro, a hora que pegou, a hora que saiu e para onde foi”
Segundo o prefeito, a nova licitação prevê um sistema de liberação por identificação individual, permitindo maior controle sobre a utilização da frota pública.
“O carro será liberado por uma espécie de cartão, um chip, e ali vai estar toda a identificação do condutor”
Durante a entrevista, o prefeito de São Ludgero também rebateu as declarações da vereadora Maria Marlene Schlickmann (MDB), que afirmou ao Jornal da Guarujá haver inconsistências e ausência de informações nos materiais encaminhados pela Prefeitura à Câmara.
“Eu acho que a vereadora está equivocada. Todas as informações que tínhamos, passamos. Relatório dos carros, diárias, enfim, tudo o que tinha que ser passado foi encaminhado para a Câmara de Vereadores. Em momento nenhum a administração se omitiu em entregar informações”
Apesar disso, o prefeito afirmou respeitar a movimentação dos vereadores em torno da CPI, embora considere que a sindicância administrativa poderia ter sido concluída antes da abertura de uma comissão parlamentar.
“A gente recebeu essa notícia meio de surpresa, porque poderiam pelo menos ter esperado a apuração da sindicância. Mas é um direito deles, eu vou respeitar”
Paulinho também garantiu que a relação entre Executivo e Legislativo permanece a mesma e afirmou que o debate sobre a possível CPI não altera o diálogo mantido com os vereadores.
“Foi uma decisão deles, eu respeito. Não fico magoado com ninguém, muito pelo contrário. A gente tem que ter essa parceria com o Poder Legislativo. As portas da prefeitura continuam abertas e sempre atendemos todos eles, independente de sigla”
A sindicância instaurada pela Prefeitura segue em andamento e, até o momento, não há prazo oficial divulgado para a conclusão dos trabalhos.