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Secretaria de Cultura e Turismo prorroga inscrições e amplia idade máxima para o concurso da Corte Real de Orleans
Por Ligado no Sul02/07/2026 11h30
Fotos/Divulgação PMO
A Prefeitura de Orleans, por meio da Secretaria Municipal de Cultura e Turismo, informa que as inscrições para o concurso que elegerá o Conde e a Princesa de Orleans foram prorrogadas. A decisão foi tomada após solicitações de representantes das comunidades, que relataram a coincidência de datas com outros eventos locais, dificultando a participação de alguns candidatos.
Além da prorrogação do prazo, o regulamento também recebeu uma importante atualização: a idade máxima para participação foi ampliada para 31 anos, permitindo que mais interessados possam concorrer e representar o município em eventos oficiais e ações de valorização da cultura e do turismo.
Com a alteração, o novo cronograma ficou definido da seguinte forma:
•Inscrições: até 07 de julho;
•Entrega dos vídeos de apresentação: até às 23h59 do dia 08 de julho;
•Publicação das inscrições homologadas: 10 de julho.
As demais etapas previstas no regulamento permanecem inalteradas, incluindo a grande final, que acontecerá no dia 24 de julho, no Centro de Eventos Galiano Zomer.
O secretário municipal de Cultura e Turismo, Gustavo de Melo Souza, destaca que as alterações têm como objetivo ampliar a participação da comunidade no concurso.
“Queremos que todos os interessados tenham a oportunidade de participar. Atendemos aos pedidos das comunidades e também ampliamos a faixa etária para que mais pessoas possam representar Orleans e contribuir com a valorização da nossa cultura, história e turismo.”
O regulamento atualizado e o formulário de inscrição estão disponíveis no site oficial da Secretaria de Cultura e Turismo.
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SENAI e Sinquisul abrem inscrições para curso gratuito de qualificação na indústria química
Por Ligado no Sul02/07/2026 11h00
Foto/SENAI
O SENAI, em parceria com o Sindicato da Indústria Química do Sul Catarinense – Sinquisul, está com inscrições abertas para três novas turmas do curso Princípios Operacionais da Produção Industrial Química. A iniciativa tem como objetivo qualificar profissionais para atuação no setor industrial, contribuindo para o fortalecimento da indústria regional e ampliando as oportunidades de inserção e crescimento no mercado de trabalho.
As aulas serão oferecidas gratuitamente em três municípios do Sul catarinense: Criciúma, Içara e Siderópolis. Cada turma terá carga horária de 40 horas e será realizada no período noturno, possibilitando a participação de trabalhadores e de pessoas que desejam ingressar na indústria química.
Para participar, é necessário ter idade mínima de 18 anos completos até 31 de dezembro de 2026. As inscrições são gratuitas e cada candidato poderá optar por apenas uma das turmas disponíveis.
No SENAI Criciúma e na Farben, em Içara, as aulas terão início em 14 de julho, com encontros às terças e quintas-feiras, das 19h às 22h. Já na Resicolor, em Siderópolis, o curso começa no dia 13 de julho, com aulas às segundas e quartas-feiras, também das 19h às 22h.
“Para o SENAI Criciúma, essa parceria com o SINQUISUL reforça nosso compromisso de levar educação profissional de qualidade cada vez mais perto da comunidade e das indústrias da região. Com a oferta gratuita do curso Princípios Operacionais da Produção Industrial Química, proporcionamos novas oportunidades de qualificação, contribuindo para a formação de profissionais preparados para os desafios do mercado de trabalho e para o fortalecimento da indústria catarinense”, enaltece o supervisor dos Cursos Profissionais do SENAI Criciúma, Mhádson Evangelista.
Saiba mais sobre as oportunidades oferecidas
Curso: Princípios Operacionais da Produção Industrial Química
Turma 1
Local: SENAI Criciúma
Início: 14 de julho de 2026
Horário: Terças e quintas-feiras, das 19h às 22h
Carga horária: 40 horas
Turma 2
Local: Farben – Içara
Início: 14 de julho de 2026
Horário: Terças e quintas-feiras, das 19h às 22h
Carga horária: 40 horas
Turma 3
Local: Resicolor – Siderópolis
Início: 13 de julho de 2026
Horário: Segundas e quartas-feiras, das 19h às 22h
Carga horária: 40 horas
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CDL de Criciúma assume presidência do Forcri para o biênio 2026/2027
Por Ligado no Sul02/07/2026 10h30
Fotos/CDL
A Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) de Criciúma assumiu, nesta terça-feira (30), a presidência do Fórum das Entidades de Criciúma (Forcri). Durante o biênio 2026/2027, o conselheiro fiscal da entidade, Tiago Colonetti Marangoni, estará à frente da coordenação do grupo.
“Assumimos a presidência do Forcri com o compromisso de fortalecer ainda mais a integração entre as entidades e dar continuidade às pautas que contribuem para o desenvolvimento de Criciúma. O diálogo e a construção conjunta continuarão sendo a base desse trabalho”, afirma Marangoni.
O presidente da Associação Empresarial de Criciúma (Acic), Franke Hobold, ressaltou o trabalho desenvolvido por Tito Lívio de Assis Góes durante sua gestão à frente do fórum e desejou sucesso à nova presidência.
“A gestão conduzida por Tito Lívio contribuiu para consolidar a atuação do Forcri e manter as entidades mobilizadas em torno de pautas relevantes para Criciúma. Tenho confiança de que a CDL dará continuidade a esse trabalho, preservando o compromisso com o desenvolvimento do município”, afirma Hobold.
Formado por instituições representativas do município, o Forcri acompanha temas considerados estratégicos para Criciúma, entre eles infraestrutura, mobilidade urbana, segurança pública, educação, gestão pública e ambiente de negócios.
Neste ano, o fórum ampliou sua composição com a entrada da OAB Subseção Criciúma, fortalecendo a representatividade do grupo. “A entrada da OAB Subseção Criciúma no Forcri representa um passo importante no fortalecimento do diálogo entre as instituições que pensam o desenvolvimento de Criciúma. A advocacia tem muito a contribuir com esse espaço, especialmente por meio de uma visão técnica, cidadã e comprometida com o interesse coletivo. Seguiremos participando de forma ativa, colaborativa e responsável das pautas que impactam a cidade, sempre em defesa da justiça, da sociedade e do desenvolvimento regional”, ressalta o presidente da OAB Subseção Criciúma, Moacyr Jardim de Menezes Neto.
Além da CDL Criciúma e da OAB, integram o Forcri a Associação Empresarial de Criciúma (Acic), os Rotary Clubes, os Lions Clubes e a Sociedade Maçônica da Região Sul (Somarsul). A presidência é exercida em sistema de alternância entre as entidades participantes.
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Rio do Rastro Eco Resort: o empreendimento que ajudou a transformar Bom Jardim da Serra em referência do turismo de montanha
Por Ligado no Sul02/07/2026 10h00
Foto/Redação
A história do turismo de Bom Jardim da Serra passa por empreendedores que enxergaram potencial onde muitos ainda viam apenas uma região de clima rigoroso e belas paisagens. Um deles é o engenheiro Ivan Cascaes, fundador do Rio do Rastro Eco Resort, empreendimento inaugurado em 1999 e considerado um dos pioneiros da hotelaria de alto padrão na Serra Catarinense.
Depois de décadas atuando na construção civil em Florianópolis, Cascaes decidiu mudar de rumo. Procurava um projeto que deixasse um legado e encontrou na Serra do Rio do Rastro o lugar ideal para investir.
“Eu queria deixar uma coisa única. Quando me mostraram esse terreno, eu fiquei apaixonado.”
A propriedade ocupa cerca de 100 hectares e começou com um conceito bastante comum para a época: um hotel fazenda formado por chalés que privilegiavam privacidade e contato com a natureza.
Com o amadurecimento do turismo na Serra Catarinense, porém, o empreendimento evoluiu.
“O hotel fazenda já não cabia mais. O turista começou a procurar mais conforto e passou a comparar a estrutura com hotéis de outros destinos. Foi quando entendemos que precisávamos oferecer uma experiência diferenciada.”
A transformação deu origem ao Rio do Rastro Eco Resort como é conhecido hoje. O empreendimento passou a investir em hospedagem de alto padrão, mantendo o contato com a natureza como principal diferencial, mas agregando conforto, exclusividade e práticas sustentáveis.
Entre as iniciativas ambientais adotadas estão o reaproveitamento de resíduos, o uso de um monjolo movido à água para triturar aproximadamente 1.500 garrafas de vidro por mês e a reutilização desse material nas estradas internas da propriedade. As ações renderam ao resort reconhecimento por integrar a Associação Brasileira de Roteiros de Charme, que reúne hotéis independentes comprometidos com sustentabilidade e qualidade.
Para Ivan Cascaes, Bom Jardim da Serra vive uma mudança econômica importante. Se antes a produção de maçã era a principal atividade do município, hoje o turismo ganha cada vez mais espaço.
“O futuro de Bom Jardim da Serra é o turismo. Hoje a maçã ainda é muito importante, mas o turismo já caminha para se tornar a principal atividade econômica.”
Na avaliação do empresário, poucos lugares oferecem uma combinação tão rica de paisagens naturais.
“As nascentes, os cânions, a Serra do Rio do Rastro, a neblina cobrindo a serra… é uma paisagem mágica. Tem dias em que a gente acorda olhando para um mar de nuvens.”
Um dos diferenciais do Rio do Rastro Eco Resort é a variedade de atividades oferecidas aos hóspedes dentro da própria propriedade. Segundo Cascaes, o objetivo sempre foi fazer com que a hospedagem fosse, por si só, uma experiência completa.
“Hoje nós temos mais de 30 experiências diferentes. O hóspede pode ficar praticamente uma semana aqui sem repetir atividade.”
As opções incluem trilhas, cavalgadas, espaços para contemplação da natureza, experiências gastronômicas e atividades que valorizam a paisagem da Serra Catarinense, permitindo que o visitante aproveite o destino sem precisar sair da propriedade.
Mesmo assim, Cascaes faz questão de incentivar que os visitantes conheçam outros atrativos da região.
“Fazemos questão de falar aos nossos hóspedes que conheçam a região. As vinícolas, os cânions e os demais atrativos fortalecem toda a Serra Catarinense.”
Cooperar para crescer
Embora seja proprietário de um dos principais meios de hospedagem da região, Cascaes defende que Bom Jardim da Serra precisa atrair novos empreendimentos.
“É importante que venham mais investidores para cá.”
Na visão dele, o turismo não deve ser encarado como uma disputa entre empresários, mas como uma atividade coletiva.
“Precisamos ampliar a oferta de hospedagem, fortalecer a gastronomia e criar novos atrativos. O turista não vem conhecer apenas um hotel. Ele quer conhecer toda a região.”
Segundo Cascaes, esse espírito de cooperação já faz parte da cultura dos empreendedores locais, que costumam indicar atrações e estabelecimentos uns dos outros para ampliar a permanência dos visitantes e fortalecer toda a cadeia turística.
O turista busca aquilo que não encontra na cidade
O perfil dos visitantes também mudou ao longo dos anos. Hoje, grande parte dos hóspedes vem dos grandes centros urbanos em busca justamente do que lhes falta na rotina.
“O turismo sempre foi a busca pelo especial. Quem mora em cidades como São Paulo quer exatamente o contrário daquilo que vive todos os dias. Eles procuram silêncio, natureza, tranquilidade e privacidade.”
Mesmo sendo voltado ao segmento de alto padrão, o empresário ressalta que a gastronomia do resort recebe visitantes que não estão hospedados, ampliando o acesso à experiência oferecida pelo empreendimento.
O próximo passo para Bom Jardim da Serra
O potencial turístico da região ainda está longe de ser totalmente explorado. Além da chegada de novos empreendedores, Cascaes acredita que investimentos em infraestrutura serão decisivos para consolidar Bom Jardim da Serra entre os grandes destinos turísticos do Brasil.
Entre os projetos aguardados está a revitalização do Mirante da Serra do Rio do Rastro e a conclusão das obras na Serra do Corvo Branco, considerado um dos principais cartões-postais catarinenses.
” Poucos lugares têm um potencial como esse. Agora precisamos transformar esse potencial em realidade.”
Depois de mais de duas décadas à frente do Rio do Rastro Eco Resort, Ivan Cascaes segue convencido de que fez a escolha certa ao trocar os grandes canteiros de obras pela Serra Catarinense. Para ele, o desenvolvimento de Bom Jardim da Serra passa pela união entre empresários, poder público e novos investidores, capazes de transformar um patrimônio natural único em uma economia cada vez mais forte, sustentável e preparada para receber visitantes do Brasil e do mundo.