Iniciativa parlamentar propõe revisão do estacionamento rotativo em ruas residenciais de Criciúma
O vereador Nícola Martins (PL) apresentou uma proposta de revisão dos trechos de ruas residenciais abrangidos pelo sistema de estacionamento rotativo em Criciúma. Lançado na última sexta-feira (18), o abaixo-assinado reúne sugestões relacionadas à definição das áreas atendidas e ao funcionamento do sistema.
Entre as vias citadas estão Palamede Milioli, Vitor Meireles, Oswaldo Aranha, Gonçalves Ledo, Agrimensor Cassemiro Milioli, Melvin Jones, Tenente Ari Rauen, Travessa Germano Magrin, Coelho Neto, Humberto de Campos, Ézio Lima, Artur de Souza, Henrique Chenaud e Cecília Daros Casagrande. Nos casos de Humberto de Campos e Ézio Lima, a proposta considera especificamente os trechos de caráter residencial.
Além da revisão dos locais abrangidos pelo sistema, o documento reúne outras sugestões relacionadas ao funcionamento do estacionamento rotativo, como a disponibilização de informações por meio de um Portal da Transparência, a criação de 15 minutos de tolerância e maior flexibilidade para idosos e pessoas com deficiência no uso das vagas.
Segundo o vereador, a discussão está relacionada aos critérios utilizados para definir as áreas atendidas pelo estacionamento rotativo. A avaliação proposta considera as características de cada região, incluindo fluxo de veículos, concentração de estabelecimentos comerciais e de serviços, procura por vagas, circulação de pedestres e perfil urbanístico.
O abaixo-assinado reúne as demandas relacionadas às vias indicadas e os apontamentos podem contribuir para a discussão sobre o funcionamento do sistema junto ao Poder Executivo. A iniciativa está disponível em plataforma digital.
“Precisamos discutir critérios claros para definir onde o estacionamento rotativo deve funcionar. Cada rua tem uma realidade diferente, e fatores como fluxo de veículos, presença de comércio e serviços, procura por vagas e características urbanísticas precisam ser considerados. Esses pontos podem contribuir para uma avaliação mais adequada do sistema”, afirmou Nícola.



