Sicredi é eleito a melhor empresa para trabalhar no Brasil pelo terceiro ano consecutivo
Em entrevista ao Jornal da Guarujá, Sabrina Pacheco, gestora de Pessoas e Cultura da Sicredi Sul SC, destacou a valorização dos colaboradores e a importância de um ambiente de trabalho saudável
O Sicredi conquistou, pelo terceiro ano consecutivo, o primeiro lugar no ranking Great Place to Work (GPTW) Brasil 2026, reconhecimento que o coloca entre as empresas mais bem avaliadas para trabalhar no país. A premiação considera a experiência dos colaboradores, o ambiente organizacional e as práticas de gestão de pessoas. O resultado foi tema de entrevista com Sabrina Pacheco, gestora de Pessoas e Cultura da Sicredi Sul SC, na manhã desta terça-feira (20), durante o Jornal da Guarujá.
Para Sabrina, a conquista representa o reconhecimento de um trabalho construído diariamente dentro da instituição e reforça os valores do cooperativismo. Ela destacou que receber a premiação pela terceira vez consecutiva é motivo de orgulho para os profissionais que fazem parte do Sicredi.
“É uma felicidade a gente poder falar um pouquinho sobre essa premiação. Nos enche de orgulho e gratidão por sermos reconhecidos pela terceira vez consecutiva a melhor empresa para trabalhar no Brasil”, afirmou.
Durante a entrevista, a gestora explicou que o Great Place to Work é uma organização internacional que avalia empresas de diferentes países, com foco na experiência dos profissionais e nas práticas adotadas para promover um ambiente de trabalho positivo. No processo de avaliação, as instituições apresentam informações sobre suas ações de gestão de pessoas.
Segundo Sabrina, o resultado está diretamente relacionado à cultura cooperativista, que coloca as pessoas no centro das decisões e busca fortalecer o sentimento de pertencimento entre os colaboradores.
A profissional ressaltou que a qualidade do ambiente interno também influencia o relacionamento com os associados. Para ela, não é possível oferecer um atendimento de excelência sem que os próprios colaboradores tenham uma experiência positiva dentro da instituição.
“A gente trabalha muito internamente aqui na cooperativa que não existe excelência na experiência do associado se o nosso time, os nossos colaboradores, não têm essa experiência”, explicou.
Sabrina destacou que, embora as instituições financeiras ofereçam produtos e serviços semelhantes, a maneira como se relacionam com as pessoas é um diferencial importante. No caso do Sicredi, esse relacionamento está ligado à proposta do cooperativismo e à proximidade com as comunidades onde a instituição atua.
Outro ponto abordado foi a necessidade de conciliar a cobrança por resultados com a valorização dos profissionais. A gestora lembrou que, por trás das metas e responsabilidades de cada colaborador, existe uma pessoa com desafios pessoais e profissionais que precisam ser considerados.
“Atrás de um crachá existe um ser humano que tem suas falhas, que tem suas dificuldades, que tem a sua vida lá fora, que tem o seu cotidiano, mas que também precisa entregar resultado. Então a gente precisa cuidar dessas pessoas e valorizar elas”, destacou.
Para Sabrina, oferecer um ambiente de trabalho saudável não significa abrir mão da competitividade. Pelo contrário, ela acredita que profissionais que recebem apoio, capacitação e oportunidades de crescimento têm melhores condições de alcançar os objetivos da organização.
A gestora também chamou a atenção para a importância da segurança psicológica, da confiança e do reconhecimento no ambiente profissional. Segundo ela, esses fatores contribuem para que os colaboradores desenvolvam suas habilidades e assumam novos desafios sem comprometer a própria saúde.
“Quanto mais a gente puder investir nas pessoas, desenvolver as pessoas para que elas possam crescer, a cooperativa também vai crescer, o nosso associado também vai crescer. Por isso que eu digo: é uma construção coletiva”, afirmou.
Questionada sobre a possibilidade de manter uma empresa competitiva sem prejudicar o bem-estar dos trabalhadores, Sabrina respondeu que o equilíbrio depende principalmente da relação entre líderes e equipes.
“Com certeza é possível. Essa construção entre o líder e o liderado exerce essa confiança. E aí a gente pode fazer com que as pessoas possam performar da melhor maneira possível, sem tirar o sangue das pessoas, sem que as pessoas adoeçam”, explicou.
Ela acrescentou que cabe às lideranças oferecer ferramentas, capacitação e clareza sobre as responsabilidades de cada profissional. O reconhecimento e as oportunidades de desenvolvimento também são considerados fundamentais para fortalecer o comprometimento das equipes.
Ao encerrar a entrevista, Sabrina agradeceu e destacou a satisfação de compartilhar a conquista com a comunidade. A gestora também reforçou a proximidade da cooperativa com os associados da região e lembrou que a agência do Sicredi em Orleans está de portas abertas para receber a população.
Confira entrevista completa
