Bernadete Weber Schlickmann tem história reconhecida entre as mulheres influentes de São Ludgero
Uma vida marcada pelo cuidado com as pessoas, pelo trabalho voluntário e pela dedicação à comunidade rezume Bernadete Weber Schlickmann. Reconhecida como uma das mulheres mais influentes de São Ludgero na 5ª edição do Agora que São Elas, promovido pela Rádio Guarujá.
Mesmo sem conseguir participar presencialmente da cerimônia, Bernadete recebeu a homenagem com emoção e surpresa. Ela contou que não esperava ser lembrada dessa forma, já que sempre realizou suas ações sem buscar reconhecimento.
“Fiquei surpresa quando recebi o comunicado. Nunca faço as coisas esperando recompensa. Sempre procuro ajudar por amor”, relatou.
Ela também explicou que, em um primeiro momento, pensou em não aceitar a homenagem, mas mudou de ideia ao lembrar das pessoas que a indicaram. Para Bernadete, seria uma forma de valorizar o carinho e a lembrança de quem reconhece sua caminhada.
Além disso, fez questão de destacar a importância da iniciativa da Rádio Guarujá em valorizar mulheres que contribuem com a sociedade. “Nunca imaginei estar entre essas mulheres, mas fico muito agradecida”, afirmou.
Natural de São Ludgero, Bernadete nasceu em 16 de abril de 1952 e construiu no município toda a sua história, sempre ligada ao cuidado com o próximo.
Sua trajetória profissional começou na área da saúde. Formada como técnica de enfermagem, iniciou os trabalhos em 1972, no Hospital Nossa Senhora da Conceição.
Depois, já em São Ludgero, seguiu atuando no sindicato, no posto de saúde e na unidade básica do município, onde trabalhou como servidora pública até a aposentadoria, em 2000.
Mas foi justamente após encerrar essa etapa profissional que ampliou ainda mais sua dedicação ao voluntariado.
Desde a fundação da Rede Feminina de Combate ao Câncer de São Ludgero, participa ativamente da entidade. Também presidiu a instituição por dois mandatos e integrou diferentes diretorias ao longo dos anos.
Bernadete também faz parte do Lions Clube de São Ludgero desde 1979, sempre envolvida em campanhas e ações sociais ao lado do esposo.
Na vida religiosa, encontrou outro espaço de serviço. Desde 1984, participa do Movimento de Irmãos Shalom, colaborando com a paróquia, a diocese e outras iniciativas comunitárias. Também esteve presente no apoio à APAE desde a fundação da entidade no município.

