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Dengue: Segundo foco do mosquito acende alerta em Morro da Fumaça
Por Ligado no Sul22/01/2026 11h27
Foto/Divulgação
A Secretaria de Saúde de Morro da Fumaça, por meio da Vigilância em Saúde, alerta que confirmou a identificação do segundo foco do mosquito Aedes aegypti no município. O primeiro foco havia sido registrado no fim de 2025 e o mais recente na última semana. Assim que a nova larva foi detectada, as equipes de saúde iniciaram imediatamente as ações de controle, com apoio da Regional de Saúde. Mesmo sem nenhum caso de dengue registrado no município, a secretaria solicita a colaboração dos cidadãos na eliminação dos focos do mosquito, que também transmite zika e chikungunya.
De acordo com a secretária municipal de Saúde, Lucelane de Souza Antunes, após a confirmação do foco, localizado na região central do município, foi realizada uma varredura em um raio de 300 metros ao redor do local. “Assim que tivemos essa confirmação, iniciamos imediatamente o mapeamento da área, conforme o protocolo. Nossas equipes estiveram por dois a três dias visitando as residências, verificando possíveis criadouros, como piscinas, recipientes com água parada e plantas que acumulam água”, destaca.
Durante as visitas, a equipe, coordenada pela agente de combate a endemias Regina Formentin, identificou que os principais problemas estão relacionados às piscinas, inclusive as de plástico mantidas com água parada e também plantas, em específico as bromélias, muito usadas em jardins. “Esse tem sido o nosso principal desafio. Encontramos muitas piscinas com água verde e também plantas com grande quantidade de água e larvas”, explica a secretária. As amostras coletadas durante a ação foram encaminhadas para análise laboratorial.
Sem registrar nenhum caso de pessoa com dengue, município alerta para a importância da prevenção
Apesar da confirmação do foco do mosquito Aedes aegypti, a Secretaria de Saúde reforça que não há, até o momento, nenhum caso confirmado de dengue em Morro da Fumaça. “É importante tranquilizar a população, pois hoje o município não tem nenhum paciente positivado para dengue. No entanto, a presença do mosquito exige atenção constante, principalmente diante dos focos registrados em cidades vizinhas”, ressalta.
A gestora de saúde fumacense também reforça a importância da colaboração da população no combate à dengue. “Pedimos que cada morador faça a sua parte, cuidando do seu quintal, eliminando água parada e permitindo o acesso das equipes de saúde. Esse trabalho conjunto é fundamental para evitar a circulação do vírus no município”.
A Secretaria de Saúde orienta que a população adote medidas simples no dia a dia para eliminar possíveis focos do mosquito da dengue. Entre as principais recomendações estão: manter caixas d’água, cisternas e tonéis sempre bem fechados; esvaziar, lavar e guardar de cabeça para baixo baldes, garrafas e recipientes que possam acumular água; manter piscinas tratadas com cloro e cobertas quando não estiverem em uso; evitar água parada em pratos de plantas, optando por areia até a borda; retirar água acumulada em calhas, ralos, lajes e bandejas de ar-condicionado; além de observar plantas como bromélias, que devem ser higienizadas regularmente para evitar o acúmulo de água. A eliminação desses criadouros é a forma mais eficaz de prevenir a proliferação do mosquito Aedes aegypti.
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Anvisa proíbe venda de canetas emagrecedoras sem registro no país
Por Ligado no Sul22/01/2026 11h00
Foto/Reprodução Internet
Os medicamentos à base de tirzepatida das marcas Synedica e TG, e de retatrutida, de todas as marcas e lotes, tiveram sua comercialização, distribuição, fabricação, importação, divulgação e uso proibidos pela Agência Nacional de Saúde (Anvisa) nesta quarta-feira (21). Esses produtos são popularmente conhecidos como “canetas emagrecedoras do Paraguai”.
Segundo a agência, esses medicamentos são produzidos por empresas desconhecidas e são vendidos – em perfis no Instagram – “sem registro, notificação ou cadastro na Anvisa”.
A Anvisa diz também em seu comunicado que, por serem irregulares e de origem desconhecida, “não há garantia sobre o seu conteúdo ou qualidade”, e que por isso essas canetas emagrecedoras não podem ser usadas “em nenhuma hipótese”.
A resolução sobre a proibição foi publicada no Diário Oficial da União nesta quarta.
*Com informações Agência Brasil
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Governo de SC se reúne com Câmara Setorial para tratar da crise no arroz
Por Ligado no Sul22/01/2026 10h30
Foto/Divulgação
O governador Jorginho Mello recebeu lideranças da Câmara Setorial do Arroz de Santa Catarina para tratar da situação enfrentada pelo setor, especialmente em razão da queda no preço do grão e da proximidade do início da colheita. Durante a reunião, representantes destacaram que Santa Catarina é o segundo maior produtor de arroz do Brasil, mas que os produtores vivem um momento de forte pressão econômica.
De acordo com o setor, o custo médio de produção gira em torno de R$ 75 por saca, enquanto os valores praticados atualmente no mercado estão abaixo desse patamar, o que compromete a rentabilidade e gera preocupação. Parte das demandas apresentadas também deverá ser levada ao governo federal.
Sobre o tema, o Jornal da Guarujá conversou na manhã desta quinta-feira (22) com o secretário de Estado adjunto de Agricultura e Pecuária, Admir Dalla Cort, que explicou que o cenário atual, embora positivo para o consumidor, tem impacto negativo para o produtor rural. “Com a produtividade alta que o agricultor, o produtor catarinense sempre tem, isso gera um pouco de excesso de oferta e a tendência do mercado é regular, e o preço consequentemente baixou. Para quem consome, o preço fica acessível, mas acaba sendo muito prejudicial e muito preocupante para o nosso produtor, porque o preço fica muito abaixo do custo que ele tem”, afirmou.
Questionado sobre o impacto das importações de arroz no cenário atual, o secretário explicou que elas não são o principal fator da crise. “Nós estivemos levantando isso com a Fazenda também. Não é muito grande essa quantidade. Eu diria que o principal é o excesso de oferta. As importações afetam, mas não tanto”, destacou, acrescentando que o arroz enfrenta dificuldades para exportação. “Diferente do frango e do suíno, o arroz tem essa dificuldade de exportar. O mercado interno praticamente tem que absorver tudo”, completou.
Durante a reunião com o governador, foram definidas medidas emergenciais e de médio e longo prazo para apoiar o setor. Entre elas, a criação de linhas de crédito voltadas às cooperativas, indústrias e produtores. “Foi definido duas linhas de crédito: uma para cooperativas e indústrias, agora para março e abril, com juros mais baratos e parte subsidiada pelo governo do Estado, e depois um recurso direto para o produtor, mais subsidiado ainda, para o próximo plantio”, explicou Dalla Cort.
Outra medida anunciada envolve o programa Terra Boa, que irá disponibilizar sementes de arroz aos produtores catarinenses. “Já foi aprovada uma resolução agora em janeiro para destinar 95 mil sacas de sementes de arroz pelo programa Terra Boa, sem juros, para dar uma condição melhor de compra para o produtor”, afirmou o secretário, destacando que a iniciativa pode beneficiar cerca de 2,4 mil produtores.
O secretário também alertou para o risco de desistência de produtores caso a crise se prolongue. “O arroz é uma atividade própria, não tem muita alternativa de rotação de cultura. Então, pode acontecer de alguns produtores desistirem. Essas medidas do Estado são justamente para dar suporte e fazer com que o produtor continue na atividade”, concluiu.
Confira entrevista completa
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CDL Orleans promove palestra sobre planejamento financeiro para 2026
Por Ligado no Sul22/01/2026 09h30
Foto/Instagram
A CDL Orleans promove, no dia 28 de janeiro, uma palestra voltada ao planejamento financeiro para 2026, com o especialista William Baroukh, CFO, fundador e CEO da Account. O evento acontece às 19h, no Auditório da CDL Orleans, e é direcionado especialmente a empresários e gestores de pequenas e médias empresas.
Com mais de 13 anos de experiência, Baroukh abordará temas como as principais métricas do negócio, financeiro estratégico e os impactos da reforma tributária, trazendo uma abordagem prática e atual para auxiliar na organização financeira e na tomada de decisões baseadas em dados. Os participantes também terão direito a um mês de acesso a um software de finanças com inteligência artificial.
O investimento para associados da CDL é de R$ 59,99, enquanto não associados pagam R$ 99,99. As confirmações de presença podem ser feitas pelo WhatsApp (48) 99931-8616. A iniciativa integra as ações da CDL Orleans voltadas ao fortalecimento e ao desenvolvimento dos negócios locais.