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Reforço em ações de prevenção garante semana sem mortes por afogamento nas praias de Santa Catarina
Por Ligado no Sul04/02/2026 11h00
Foto: Roberto Zacarias / SECOM
O Corpo de Bombeiros Militar de Santa Catarina (CBMSC) registrou um feito inédito na Operação Verão 2025/2026. O período entre 27 de janeiro e 2 de fevereiro terminou sem nenhum afogamento e sem mortes nas praias, algo que não acontecia desde 2022.
Nos anos anteriores, o mesmo intervalo acumulava casos mais graves. Em 2023, foram quatro afogamentos com recuperação e uma morte. Em 2024, houve um afogamento com recuperação e um óbito. Já em 2025, o período registrou dois afogamentos com recuperação e duas mortes, ambas em praias não guarnecidas por guarda-vidas. Em 2026, o cenário foi diferente: zero ocorrências graves nas áreas monitoradas e nenhuma vítima fatal nas praias.
Segundo o CBMSC, o resultado é reflexo do reforço nas ações preventivas, da ampliação das orientações aos banhistas e da presença constante de guarda-vidas nos pontos de maior movimento, especialmente em dias de mar agitado e grande fluxo de turistas.
Prevenção Recorde
Entre 15 de dezembro de 2025 e o início de fevereiro de 2026, o CBMSC ultrapassou a marca de 10 milhões de intervenções preventivas, incluindo orientações diretas aos banhistas, sinalização de correntes de retorno e alertas sonoros. No mesmo período da temporada anterior, foram 9 milhões de ações, um aumento de 11% na presença ativa de prevenção – reflexo direto na redução de ocorrências graves.
O raio-X da temporada
Mesmo com a semana histórica nas praias, o balanço geral da temporada aponta onde o risco está concentrado:
Temporada 2025/2026 (até 2 de fevereiro)
50 afogamentos com recuperação em praias
5 afogamentos com recuperação em água doce
2.139 salvamentos totais
10 mortes em praias (6 em áreas não guarnecidas)
10 mortes em água doce (100% em locais sem guarda-vidas)
Temporada 2024/2025 (mesmo período)
57 afogamentos com recuperação em praias
9 em água doce
2.848 salvamentos totais
14 mortes em praias (11 sem guarda-vidas)
9 mortes em água doce (todas sem cobertura)
O comparativo mostra queda nas mortes em praias (de 14 para 10) e redução expressiva no número de salvamentos, indicando que a prevenção está impedindo que o banhista entre em situação de risco. Os dados também revelam um padrão claro: a maioria das mortes acontece onde não há guarda-vidas. Nesta temporada, 60% dos óbitos nas praias e 100% das mortes em água doce ocorreram em áreas sem monitoramento.
“A marca que vivemos agora é resultado direto de estratégia e presença, por isso é fundamental que o banhista escolha a área protegida. Respeitar a sinalização e procurar um posto de guarda-vidas reduz drasticamente o risco de uma ocorrência grave”, concluiu o comandante-geral do CBMSC, Fabiano de Souza.
Números da Operação Estação Verão
Na última semana, entre os dias 27 de janeiro e 2 de fevereiro, foram 201 salvamentos e 716 mil ações preventivas das equipes de guarda-vidas civil e militar. Dos salvamentos, apenas a água doce registrou três afogamentos com recuperação. Não houve nenhum caso nas praias. Tampouco houve óbitos no período.
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Polícia Civil conclui investigação sobre morte do Cão Orelha e maus-tratos ao Cão Caramelo e pede internação de adolescente
Por Ligado no Sul04/02/2026 10h30
Imagem/PCSC
A Polícia Civil de Santa Catarina finalizou, nesta terça-feira, 3, a investigação sobre a morte do Cão Orelha e maus-tratos ao Cão Caramelo, em Florianópolis. Para chegar à autoria dos crimes, foi montada uma força-tarefa que envolveu as forças de segurança do Estado. Quatro adolescentes foram representados pelo caso Caramelo e um adolescente teve o pedido de internação no caso Orelha. Além disso, no caso Orelha, foram indiciados três adultos por coação a testemunha. As investigações foram conduzidas pela Delegacia Especializada no Atendimento de Adolescentes em Conflito com a Lei (DEACLE) e pela Delegacia de Proteção Animal (DPA), ambas da Capital.
O Cão Comunitário Orelha foi atacado na madrugada do dia 4 de janeiro, por volta das 5h30 da manhã, na Praia Brava, no Norte da Ilha. De acordo com os laudos da Polícia Científica, ele sofreu uma pancada contundente na cabeça, que pode ter sido por um chute ou algum objeto rígido, como um pedaço de madeira ou uma garrafa. No dia seguinte, Orelha foi resgatado por populares e morreu em uma clínica veterinária por conta dos ferimentos.
Para chegar ao autor do crime, a Polícia Civil analisou mais de 1 mil horas de filmagens na região, em 14 equipamentos que captaram imagens. Foram 24 testemunhas ouvidas, 8 adolescentes suspeitos investigados, além de provas como a roupa utilizada pelo autor do crime, que foi registrada em filmagens. Um software francês obtido pela Polícia também analisou a localização do responsável durante o ataque fatal ao Cão Orelha.
O desenrolar dos fatos começou às 5h25 da manhã, quando o adolescente saiu do condomínio na Praia Brava. Às 5h58 da manhã, ele retornou para o condomínio com uma amiga feminina. Esse foi um dos pontos de contradição em seu depoimento. O adolescente não sabia que a Polícia possuía as imagens dele saindo do local e disse que havia ficado dentro do condomínio, na piscina. Além das imagens, testemunhas e outras provas também comprovaram que ele estava fora do condomínio.
O adolescente viajou para fora do Brasil no mesmo dia em que a Polícia Civil teve conhecimento de quem eram os suspeitos do caso e ficou no Exterior até o dia 29 de janeiro. No retorno, ele foi interceptado pela Polícia ao chegar no aeroporto.
Naquele momento, um familiar tentou esconder um boné rosa que estava em posse do adolescente, além de um moletom, que também foram peças importantes na investigação. Além disso, o familiar do autor tentou justificar a compra do moletom na viagem, mas o próprio adolescente admitiu que já possuía a peça, que foi utilizada no dia do crime.
Durante a investigação, a Polícia Civil teve o desafio de evitar vazamentos sobre o que estava sendo apurado. Como se tratava de um adolescente fora do País, ele poderia empreender fuga ou descartar elementos que comprovaram a autoria, como o celular.
A investigação seguiu o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) e foi concluída após o depoimento do autor, durante esta semana. Diante dos elementos e provas, a Polícia Civil finalizou os procedimentos policiais dos casos Orelha e Caramelo e encaminhou para apreciação do Ministério Público e Judiciário. Por conta da gravidade do caso Orelha, a Polícia pediu a internação do adolescente, que é equivalente a uma prisão de adulto.
Ainda, com a conclusão da extração e análise dos dados dos celulares apreendidos, serão corroborados elementos probatórios já obtidos, bem como levantadas eventuais outras informações sobre o caso.
Imagem/PCSC
Confira informações sobre a investigação no INFOGRÁFICO.
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Prefeitura de Criciúma propõe auxílio de até R$ 300 para incentivar saída do Bolsa Família
Por Ligado no Sul04/02/2026 10h00
Foto/Reprodução
A Prefeitura de Criciúma encaminhou à Câmara de Vereadores um projeto de lei que prevê o pagamento de um auxílio mensal de até R$ 300 para beneficiários do Bolsa Família que ingressem no mercado de trabalho formal e deixem de receber o programa federal. A proposta, de autoria do Executivo, cria um subsídio temporário com o objetivo de incentivar o aumento da renda familiar e a formalização do emprego.
O projeto institui o Promove – Programa Municipal de Renda e Oportunidade para a Ocupação e Valorização do Emprego. Pela proposta, famílias que ingressarem em empregos com carteira assinada e concluírem a transição do Bolsa Família passarão a receber o auxílio municipal por até seis meses.
Em entrevista ao Jornal da Guarujá, o secretário de Desenvolvimento Econômico de Criciúma, Thiago Fabris, explicou que a iniciativa surgiu a partir da análise do cenário do mercado de trabalho no município.
“Nós temos um setor específico, que é a Central de Empregos, e o que a gente percebe é que hoje tem mais vagas ofertadas pelas empresas do que pessoas procurando emprego”, afirmou.
Segundo o secretário, muitas pessoas optam por permanecer na informalidade para não perder o benefício federal.
“O que a gente acabou percebendo é que várias pessoas que procuram emprego acabam trabalhando de forma informal justamente para não perder o auxílio do Bolsa Família”, disse.
Dados apresentados pelo secretário apontam que, em dezembro de 2025, a região da Amrec registrava 10.640 famílias vinculadas ao Bolsa Família. Em Criciúma, esse número chega a cerca de 4.590 famílias, com benefício médio entre R$ 690 e R$ 695.
Fabris detalhou como funciona a transição entre o benefício federal e o auxílio municipal.
“Hoje, quando a família arruma um emprego formal, ela garante durante 12 meses 50% do valor do Bolsa Família. Depois que termina esse período, entra o Promove, que é o programa do município, repassando R$ 300 por mais seis meses”, explicou.
A proposta prevê atendimento inicial de mil famílias por semestre, totalizando duas mil famílias ao longo de um ano, desde que os beneficiários permaneçam empregados e participem de processos de qualificação profissional.
“O grande objetivo do projeto é reduzir essa situação de dependência do Bolsa Família e incentivar a inserção e a permanência dessas pessoas no mercado de trabalho formal”, destacou o secretário.
Além do Promove, o Executivo também encaminhou à Câmara outro projeto voltado a pessoas em situação de vulnerabilidade social, incluindo aquelas que não recebem o Bolsa Família.
“A gente quer dar oportunidade para essas pessoas trabalharem, resgatar a dignidade através do trabalho e, ao mesmo tempo, se qualificarem para depois ingressarem no mercado de trabalho”, afirmou.
O projeto foi protocolado na Câmara de Vereadores na última sexta-feira e já está em tramitação nas comissões permanentes.
“O Promove é um projeto inédito no Brasil. Ele foi muito estudado, envolveu várias secretarias e agora a gente espera que os vereadores aprovem para que possamos colocar ele em prática”, concluiu Fabris.
Confira entrevista completa
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Idosa é vítima de golpe dentro de casa em São Ludgero
Por Ligado no Sul04/02/2026 09h30
Foto/PMSC
Na manhã desta terça-feira (3), uma o moradora idosa de 76 anos, foi vítima de um golpe de estelionato no bairro Rio Pinheiros, em São Ludgero.
De acordo com a PM, a idosa relatou que estava em casa quando, por volta das 8h, um homem entrou no imóvel sem avisar. Ao encontrá-la, o suspeito afirmou que o marido da vítima teria pedido que ela lhe entregasse a quantia de R$ 450,00, valor que seria destinado ao abastecimento de um caminhão.
Ainda conforme o relato, o homem chamou o marido da vítima pelo nome pelo qual é conhecido, o que levou a mulher a acreditar que se tratava de um dos trabalhadores que prestam serviços para a família. Diante disso, ela entregou o dinheiro.
Somente mais tarde, ao conversar com o esposo, a idosa foi informada de que ele não havia autorizado ninguém a ir até a residência para buscar valores em dinheiro. Ao constatar que se tratava de um golpe, a Polícia Militar foi acionada.
Diante dos fatos, foi lavrado o boletim de ocorrência. O autor não foi localizado até o momento.