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Graziela Gislon
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Trabalhador fica ferido após cair de telhado em Jaguaruna

Por Graziela Gislon11/04/2026 09h00
Foto/Arquivo Secom

Um homem de 56 anos ficou ferido após sofrer uma queda de telhado na manhã desta sexta-feira (10), em Jaguaruna.

O acidente aconteceu por volta das 9h51, na Rua Eduardo Bergman, no bairro Balneário Esplanada. Segundo o Corpo de Bombeiros, ele realizava um serviço no telhado quando perdeu o equilíbrio e caiu de uma altura de aproximadamente quatro metros.

Quando os socorristas chegaram, o homem estava consciente, mas com dificuldade para lembrar do que havia acontecido. Ele sentia dores no peito, principalmente do lado direito, e havia suspeita de fratura.

A vítima também apresentava um ferimento na cabeça e escoriações no braço direito.

Após receber os primeiros atendimentos no local, o homem foi levado ao Hospital São Donato, em Içara

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Delegação brasileira busca na Ásia tecnologias para tornar cadeia do carvão mais sustentável

Por Graziela Gislon10/04/2026 11h00
Foto/Divulgação

A busca por novas tecnologias voltadas ao desenvolvimento sustentável da cadeia produtiva do carvão levou uma delegação brasileira à Ásia, com agendas no Japão e na China. O grupo foi composto pelo presidente da Associação Brasileira do Carbono Sustentável (ABCS), Fernando Luiz Zancan, pelo engenheiro químico e pesquisador, Dr. Thiago Aquino, e pelo engenheiro Ariel Brambilla, da Diamante Energia.

Durante a missão, os representantes realizaram visitas técnicas a instituições e empresas estratégicas, com foco em soluções para redução de emissões e avanço de projetos ligados à captura e uso de dióxido de carbono (CO₂).

Em entrevista ao Jornal da Guarujá, Zancan destacou que a agenda teve início no Japão, onde o grupo participou de uma reunião do conselho da Agência Internacional de Energia, além de visitas técnicas a uma planta termoelétrica de grande porte, localizada na baía de Tóquio.

“Para se ter uma ideia, é uma planta do tamanho de toda a capacidade de carvão nacional. Ela tem cerca de 1.300 megawatts e entrou em operação em dezembro de 2023, com tecnologias de alta eficiência e baixíssimas emissões”, explicou.

Segundo ele, a estrutura chama atenção por estar instalada em uma região densamente povoada, o que demonstra a viabilidade de operação de usinas com menor impacto ambiental. “Isso mostra que é possível operar com usinas térmicas dentro de grandes cidades, com controle de emissões”, afirmou.

Na sequência, a comitiva seguiu para a China, onde o foco principal foi o estudo de tecnologias em desenvolvimento para a produção de zeólitas e, principalmente, para captura de carbono. A delegação visitou universidades, centros de pesquisa e empresas de engenharia, além do Instituto Nacional de Energia Limpa e de Baixo Carbono (NICE), em Pequim — referência internacional no desenvolvimento de tecnologias para redução de emissões.

De acordo com Zancan, uma das preocupações da missão foi entender como escalar processos já testados em laboratório. “Estamos fazendo testes em laboratório piloto e a ideia era ver como sair do piloto para o industrial, entender como funciona o escalonamento dessas tecnologias”, relatou.

Outro destaque foi a observação do modelo energético chinês, que combina fontes renováveis e térmicas. “Você vê várias usinas térmicas junto com fazendas solares. O chinês sabe que o sol não gera energia à noite, então ele mantém a térmica como suporte”, pontuou.

Entre as tecnologias analisadas, a captura de CO₂ foi apontada como uma das mais estratégicas para o futuro do setor. Zancan explicou o funcionamento de forma simplificada: “Quando você vê o gás saindo de uma usina, ali tem cerca de 12% de CO₂. A captura consiste em separar esse CO₂ dos outros gases para que ele não seja liberado na atmosfera”.

Ele destaca que já existem diferentes métodos em desenvolvimento, incluindo processos químicos e físicos, sendo este último baseado na chamada adsorção. “É um material sólido que tem afinidade com o CO₂ e consegue capturá-lo do fluxo de gás”, explicou.

A delegação também visitou uma planta de demonstração dessa tecnologia, considerada única no mundo. “Os chineses acreditam que essa pode ser a tecnologia mais barata de captura de carbono. Eles estão em fase de demonstração e pretendem escalar para nível industrial nos próximos anos”, afirmou.

Segundo Zancan, a China lidera atualmente essa corrida tecnológica, com mais de 120 projetos em andamento. “Eles já têm plantas capturando até um milhão e meio de toneladas de CO₂ por ano e querem chegar a três ou quatro milhões de toneladas, que é o tamanho das usinas deles”, disse.

Apesar do avanço internacional, o presidente da ABCS avalia que a implementação em larga escala ainda deve levar alguns anos. “Os americanos falam em 2030, mas acreditamos que pode demorar um pouco mais. Vai depender da velocidade dos chineses, que são muito rápidos”, ponderou.

A expectativa é que, entre 2030 e 2035, essas tecnologias estejam mais consolidadas e possam ser aplicadas em outros países, incluindo o Brasil. “Nós temos um horizonte até 2050, quando o país precisa ser carbono neutro. Até lá, teremos que desenvolver projetos com captura de CO₂ para manter a geração de energia com menor impacto ambiental”, concluiu.

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Autoconhecimento, tecnologia e protagonismo marcam debate sobre preparo para o futuro no Papo Empreendedor

Por Graziela Gislon08/04/2026 16h48
Fotos/Redação

Você está vivendo no automático ou construindo a vida que realmente deseja? Essa provocação guiou o mais recente episódio do Papo Empreendedor, apresentado por Thayni Librelato, que abordou o tema “Você está preparado para o futuro? O que ninguém te contou sobre o crescimento pessoal e profissional”. A conversa reuniu Vânia Hoepers, especialista em desenvolvimento humano, e Gustavo Nazário, empresário e mentor em inteligência artificial aplicada a negócios.

Fundadora da AJNA Consultoria e Treinamentos, Vânia Hoepers é treinadora de pessoas, certificada pela Carnegie University e atua diretamente no fortalecimento da comunicação e da autoconfiança. Sua trajetória no desenvolvimento humano ganhou força a partir de um momento desafiador em sua vida pessoal. “Foi onde parece que abriu um portal e ali, quando eu fiz uma determinada atividade mais holística, olhando realmente para dentro, muitas coisas começaram a acontecer de uma forma diferente”, relembra. Desde então, o autoconhecimento passou a ser uma busca contínua. “É inevitável essa busca ser constante a partir de então”, afirma.

Esse processo também é alimentado pelo hábito da leitura, que, segundo ela, ocorre de forma intuitiva. “Eu digo que os livros me chamam, eu não escolho eles. Eles trazem a mensagem exata para aquele momento”, explica, Vânia também destaca como os conteúdos acessados influenciam diretamente sua forma de pensar e agir.

Na prática profissional, Vânia observa que muitos ainda enfrentam barreiras importantes para evoluir. Um dos principais bloqueios está na mentalidade em relação ao desenvolvimento. “O primeiro bloqueio é a mentalidade de que um treinamento não é um investimento. As pessoas perguntam quanto vão gastar, não qual é o retorno”, pontua. Outro fator recorrente é a resistência à mudança. “É mais fácil reclamar do que tomar uma atitude diferente do que eu faço até então”, acrescenta.

A comunicação, segundo ela, é um dos pilares mais decisivos nesse processo. Mais do que falar, comunicar envolve estratégia e domínio emocional. “Não é o que eu vou falar que vai me dar resultado, é como eu comunico aquilo”, destaca. Ela reforça ainda que se trata de uma habilidade desenvolvível, e não de um talento inato: “Comunicar não é um dom, é uma habilidade”.

Enquanto isso, Gustavo Nazário trouxe para o debate a perspectiva do empreendedorismo e da inovação. Com mais de 10 anos de experiência no setor logístico, ele iniciou sua trajetória ainda adolescente, aos 16 anos, atuando diretamente na operação. “Meu pai falou: tu vai lá carregar caminhão. E ali eu entendi que, para chegar no escritório, eu teria que ralar na base”, relembra. A experiência prática, segundo ele, foi determinante para a construção de sua mentalidade profissional.

Ele compara esse processo ao jiu-jitsu, esporte no qual é faixa preta e a importância de respeitar as etapas de aprendizado. “Você não começa na faixa marrom. Começa na branca. É um processo de resiliência”, afirma.

A vivência no setor logístico também foi o ponto de partida para a criação da GV Plataforma, empresa fundada por Gustavo com o objetivo de resolver um problema recorrente nas indústrias: o tempo gasto com cotações de frete. “Eu comecei a notar que as indústrias perdem muito tempo fazendo cotação. A gente conseguiu reduzir de horas para segundos”, explica. A solução automatiza processos e centraliza informações, tornando as operações mais eficientes. “Eu resolvi um problema que era meu e que consequentemente reflete na indústria”, completa.

Outro tema da conversa foi o uso da inteligência artificial nos negócios. Apesar da popularização, Gustavo avalia que o uso ainda é limitado. “Quem utiliza de fato a inteligência artificial é como se fosse o estado de Minas Gerais no mundo inteiro”, compara. Para ele, o erro mais comum é tentar avançar sem dominar o básico. “A gente precisa aprender o básico, como conversar com a inteligência artificial. Tem empresário que já quer estar na faixa marrom sem entender o começo”, alerta.

Entre as recomendações, ele destaca o uso inicial de ferramentas mais acessíveis e integradas ao dia a dia das empresas Como o Gemini e o ChatGPT, antes de partir para soluções mais complexas. A ideia, segundo ele, é extrair o máximo do que já está disponível antes de buscar novidades.

A conversa também ganhou um tom mais pessoal quando Vânia compartilhou sua experiência na Índia, especialmente na cidade de Rishikesh, conhecida por sua espiritualidade. A vivência foi descrita como transformadora. “Eu entendi que a paz é interna, não é um fator externo. A felicidade é um estado de ser”, relata. Ao chegar ao destino, a sensação foi imediata: “Foi como se eu tivesse chegado em casa”.

Ao mesmo tempo, a experiência trouxe reflexões críticas sobre contrastes culturais. “A vaca é sagrada, mas muitas vezes está largada na rua. Isso me chocou bastante”, observa, ao destacar a dualidade entre valores simbólicos e práticas cotidianas. Outro ponto marcante foi a questão do papel da mulher, que evidenciou diferenças significativas em relação à realidade brasileira.

Entre os aprendizados mais profundos, Vânia destaca a importância da entrega e da confiança no processo. “A gente não precisa se frustrar porque não foi perfeito como queríamos. No final, pode acontecer algo ainda melhor”, afirma.

Conheça um pouco mais sobre cada um dos entrevistados:

Gustavo Nazário

  • Livro que mudou sua vida? 100 Coisas que pessoas de sucesso fazem – Nigel Cumberland
  • Um sonho ainda não realizado? Ir para a Disney
  • Maior conquista que te enche de orgulho? Construir a minha família
  • Medo que te impulsiona a melhorar? Estabilidade
  • Uma decisão que você repensaria? Não ter buscado apoio e algumas fases do meu negócio
  • Qual hábito diário mais impacta positivamente sua vida? Praticar atividade física
  • Filme ou série que te inspira a empreender? Steve Jobs
  • Qual conselho você daria ao seu eu mais jovem? Seja menos orgulhoso e ouça mais
  • Qual marca você quer deixar para o mundo? Que a gente está sempre em processo de evolução
  • Música pop ou rock que te dá energia? Além do horizonte – Jota Quest
  • O que seria seu “luxo” essencial? Estar presente para a minha família
  • Onde você se vê daqui a 5 anos? Viajando o mundo com a minha família

Vânia Hoepers

  • Livro que mudou sua vida? Como fazer amigos e influenciar pessoas – Dale Carnegie
  • Um sonho ainda não realizado? Conhecer Paris
  • Maior conquista que te enche de orgulho? Ter me desenvolvido a ponto de hoje poder impactar a vida das pessoas
  • Medo que te impulsiona a melhorar? O medo de não viver tudo o que eu poderia ter vivido
  • Uma decisão que você repensaria? Ter demorado pra começar o meu processo desenvolvimento pessoal
  • Qual hábito diário mais impacta positivamente sua vida? A gratidão
  • Filme ou série que te inspira a empreender? Joy- O nome do sucesso
  • Qual conselho você daria ao seu eu mais jovem? Peça mais ajuda, não queira carregar o mundo sozinha
  • Qual marca você quer deixar para o mundo? A de que podemos e devemos acreditar nos nossos sonhos
  • Música pop ou rock que te dá energia? Viva a vida – Felipe Duram
  • O que seria seu “luxo” essencial? Presença
  • Onde você se vê daqui a 5 anos? Levando outras mulheres a despertarem a espiritualidade na Índia ou onde for.

Assista aqui o episódio completo

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Vítima sofreu ferimentos na mão e na perna e não soube informar de onde partiu o tiro

Por Graziela Gislon06/04/2026 08h00
Foto/PMSC

Na tarde deste domingo (5), um homem deu entrada em um hospital após ser atingido por disparo de arma de fogo durante uma trilha de motocicleta em uma área de mata, na localidade de Lajeado, em Lauro Müller.

De acordo com a Polícia Militar, a vítima relatou que realizava a trilha quando ouviu um barulho e, em seguida, percebeu que havia sido atingida na mão direita e na perna direita.

O homem afirmou que não avistou o  suspeito ou possível autor do disparo.

Conforme avaliação médica, ele apresentava perfurações na mão e na coxa direita, com características de entrada e saída, sem projétil alojado no corpo.

Testemunhas que estavam com a vítima relataram que ouviram o disparo e perceberam o momento em que o homem foi atingido. Ele foi socorrido e levado ao hospital.

A Polícia Militar realizou buscas no possível local do fato, uma estrada em meio à mata, mas não encontrou suspeitos ou vestígios que indicassem a autoria.

Um morador da região informou não ter ouvido disparos e afirmou não autorizar o uso da área para trilhas.

A ocorrência foi registrada e será apurada.

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