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BLOG

Ana Paula Alves
Moda e Estilo

Autoestima & Imagem Pessoal. Por Ana Paula Alves

Por Ana Paula Alves04/10/2022 21h20

Quantas vezes você já usou a mesma roupa e teve sensações totalmente diferentes?

Autoestima pode ser definida como o quanto você se gosta, se aceita e se respeita. É ela que determina o seu grau de motivação, entusiasmo e energia direcionada à determinada ação. No entanto, a aparência está intimamente ligada com a satisfação ou insatisfação da pessoa. Quando existe a satisfação com a aparência, a pessoa passa a se admirar e a se gostar cada vez mais, tendo orgulho de si na frente do espelho.

A autoestima reflete na interpretação e percepção que você faz da relação entre sua autoimagem. A autoimagem é como um “espelho interno” refletindo o que você pensa, sente e vê sobre si mesmo. Gerando comportamentos que de alguma forma reflete na escolha que você faz no que vestir, e com isso o que comunica (insegurança, segurança, desleixo, autocuidado…) com esta escolha através da sua identidade visual.

O modo que escolhemos nos vestir tem grande influência na forma como nos sentimos e, consequentemente para o que denominamos como boa autoestima. Se você se olha no espelho, e se critica, a sua autoestima aos poucos vai se fragilizando. Essa forma de como se vê influência no modo de como vai se vestir, e que por sua vez afetará na maneira das pessoas analisarem e interpretarem, e também como elas irão se comportar em relação a você, afinal, sua vestimenta reflete uma comunicação não verbal, sendo ela positiva ou negativa de um cuidado consigo mesmo.

Além do mais, a roupa interfere na sua maneira de agir. Quando nos vestimos com trajes mais formais, tendemos a nos comportar mais seriamente. Por outro lado, ao usarmos vestimentas informais, agimos de forma mais descontraída. Para algumas mulheres, por exemplo, o uso do salto alto transmite sensação de poder, afeta postura, o jeito de andar e de se comportar. Só que para outras mulheres tem outros elementos simbólicos que transmitem a sensação de poder e posicionamento forte, e identificar qual seja este elemento que represente a sua identidade visual faz toda diferença na hora de escolher o que vestir, pois as suas escolhas estão sendo de acordo com o que você sente e com relação a sua essência, sua personalidade e não por meio de uma tendencia que não faça sentido para representar você.

O estado psicológico e sensação do usuário tornam-se diferentes quase que automaticamente. Resumindo: a maneira como você se veste pode sim, ajudá-lo a se gostar mais e proporcionar bem-estar. Valorizar-se através da relação com a sua AUTOIMAGEM é construir uma ligação com o que você é, com o que você fala e como você se sente. Tudo deve estar coerente!

Vale lembrar que quanto menos faz por você mesmo, menos quer fazer. Em um futuro próximo isso poderá causar sérios problemas psicológicos e criar uma sensação de autoabandono. A roupa está ligada ao nosso humor, por esse motivo temos que investir naquilo que nos faz bem, com cores que nos favorecem e vestimentas que nos valorizem.

CUIDAR DA IMAGEM PESSOAL está relacionado à BEM-ESTAR, a bom senso, a valores, a escolher roupas que caiam bem com seu tipo físico e estilo. Lembre-se: quando as pessoas não o conhecem, a primeira impressão é baseada em sua aparência. Então, vale a pena cuidar e investir mais na sua imagem, não é mesmo?

Acredito que cada pessoa tem uma essência que a torna única. Com a consultoria, vou te ajudar a encontrar essa essência. Não tem regras, não tem sacrifícios. Quando você está conectada com quem você é, tudo flui, inclusive o momento de se vestir.

Quer saber mais sobre a consultoria? Vamos conversar!

Envie uma foto desta coluna para meu whatsApp (48.99670.9336) que terá uma surpresa especial para você.

Abraços,

Ana Paula Alves.

 

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Consumo Terapia. Por Ana Paula Alves

Por Ana Paula Alves28/09/2022 13h25

Você pratica o consumo terapia?

A felicidade momentânea transforma o consumo em terapia para fugir de uma “FALTA” ou “DOR” que a pessoa está passando.

Costuma ser nesse momento que uma comprinha básica parece ser uma boa para a pessoa se sentir melhor, pois essa euforia momentânea, libera uma substância chamada dopamina, responsável por este bem-estar.

Sendo que, este momento de prazer imediato só vai gerar gastos, compras erradas e um amontoado de peças desperdiçadas no seu closet. Dando origem a uma sensação de culpa, arrependimentos e em alguns casos endividamentos. Todo mundo é vulnerável aos momentos de impulso. Só que algumas pessoas têm essa vulnerabilidade como características de personalidade e precisam consumir cada vez mais para preencher desconfortos emocionais de modo imediato.

O impulso por trás da compulsão não seria a aquisição do objeto em si, mas as propriedades simbólicas da experiência de compra, tais como: receber reconhecimento, aceitação, sensação de liberdade, etc…

A pessoa cria uma dependência de compra como fonte externa de mudança de humor. Portanto, algumas apresentam sintomas depressivos, tentando apagar as mágoas e levantar os ânimos extraindo prazer nas compras, como antídoto num ciclo vicioso.

Resultado de tudo isso, em alguns casos é deixar guardada as novas aquisições ainda nas sacolas das lojas, pelo simples fato de não haver nenhuma necessidade daquela nova aquisição.

Para evitar o consumo como compensação, o primeiro passo é de a pessoa se conhecer bem, prestar mais atenção em si mesma para descobrir o que realmente precisa através de um bom exercício de autoconhecimento.

O serviço de Consultoria de Imagem, por mais contraditório que possa parecer neste contexto, surge para propor este autoconhecimento e autoanálise, tendo como objetivo principal a pessoa aprender a realizar comprar mais assertivas. Pois na hora do desejo de compra, a pessoa terá uma relação de itens que além de serem realmente necessários, irão complementar looks diversos e serão adequados ao seu estilo, biótipo e gosto pessoal. Não sendo mais motivado pelo simples fato de consumir e sim pela compra mais consciente.

Acredito que cada pessoa tem uma essência que a torna única. Com a consultoria, vou te ajudar a encontrar essa essência. Não tem regras, não tem sacrifícios. Quando você está conectada com quem você é, tudo flui, inclusive o momento de se vestir.

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Abraços,

Ana Paula Alves.

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Maternidade & Identidade Mulher, como conciliar? Por Ana Paula Alves

Por Ana Paula Alves23/09/2022 10h34

   A maternidade representa muitos sentimentos a uma mulher, é uma fase de transição, pois após o nascimento do primeiro filho a vida nunca mais será a mesma. São outras prioridades, mais responsabilidades e com a chegada do bebê vêm novas emoções e muitas mudanças, inclusive no estilo e imagem pessoal.

   Tudo isso resulta numa quebra de identidade que passa de uma figura mulher para uma figura mãe, com isso muitas mulheres acabam se perdendo e não conseguindo se encontrar e nem se enxergar como era antes.

   Uma identidade Mulher que vai sendo questionada à medida que se compreende que a vida está sendo gerada em torno do filho, com isso levando mulheres/mães dedicarem a sua vida só aos filhos e se colocarem em segundo plano. Antes de nascer uma criança existia uma figura Mulher, e depois com a maternidade nasce a famosa frase “Hoje adoto o Estilo Mãe!” Estilo Mãe? Talvez fosse o estilo adotado para essa nova fase? Só não entendo por que a fase mãe vai determinar um novo estilo se antes de ser mãe existia uma mulher com outra identidade visual.

   O autoconhecimento é uma das formas de fazer com que você não deixe sua essência se perder. Dentro de cada mulher existe um jeito de ser, e não precisa mudar só porque você se tornou mãe. O segredo é adaptar essa nova fase com seu real estilo para se sentir bem.

   Se fosse para projetar uma imagem de uma mulher e outra imagem de uma mãe, logo se imagina a figura mulher com cabelo arrumado, lavado e soltos, com maquiagem, com roupas alinhas e estruturadas e com sapato preferencialmente de salto. Já as características projetadas para a figura mãe, normalmente vem com cabelos presos, sem maquiagem, leite regurgitado, roupa, larga, muitas vezes tendo como preferencias calças de ginásticas + camisetas ou pijamas confortáveis e no pé tênis, sapatilhas ou rasteiras.

   Acontece que quando foi que ser mãe se tornou algo tão distante daquilo que temos como identidade Mulher? Quando é que uma mãe deixa de SER e SENTIR MULHER só porque se tornou mãe? É aí que muitas vezes a acomodação toma espaço e você não se reconhece mais no seu estilo, não se reconhece mais na mulher que vinha sendo até então, e essa NOVA mulher NÃO CABE mais nos planos que você havia feito antes da maternidade. Refletindo em todos os seus papéis que ocupava como mulher, profissional, esposa, filha, mãe… Essa falta de identidade.

    Maternidade é um momento que ajuda a avaliarmos o que fomos, o que somos, o que não conseguimos e o que ainda queremos ser. É uma transformação de Identidade e pode ser vivida como um grande processo de transformação e empoderamento.

   Fica extremamente difícil cuidar e passar bem-estar para um filho quando não cuidamos primeiro de nós. Como doar amor se você mesma não está se amando? Um descuido que com a rotina do dia a dia leva até mesmo para um desleixo consigo mesma. Gerando normalmente culpa, medo, insegurança, baixa autoestima e até sintomas de depressão. Não conseguimos ser perfeitas o tempo inteiro, mas temos o poder de realizar escolhas e tornar como prioridade o que nos proporciona a sensação de bem-estar.

   Tenho plena consciência que depois que você se torna mãe muitas coisas mudam, muda sua forma de pensar, sua forma de agir, e suas escolhas… No entanto o que preocupa é quando você se sente obrigada a deixar coisas que gostava de lado por causa do seu NOVO STATUS de mãe. Agora, se você é mãe e ama usar brincão, colares, cabelão, salto, decote, roupa curta. Por que vai deixar de usá-los? Pense se ao invés de renunciar às suas vontades por completo não é mais fácil adaptá-las a sua nova fase. Pergunte-se se você está tomando tal atitude porque você decidiu, porque seu bom senso definiu ou porque os outros opinam o que deve ou não fazer.

   SER MÃE muda muita coisa, mas não deveria mudar nossa vaidade e ato de autocuidado, não deveria abalar nossa autoestima e não deveria interferir na nossa identidade visual. O segredo está em equilibrar o que você deseja como mulher com o que a maternidade exige. Acredito que as relações tanto pessoais como profissionais pós- maternidade ficarão muito mais saudáveis quando se está bem consigo mesma, quando se olha no espelho e tem orgulho da imagem refletida. Se CUIDAR e se AMAR provavelmente vai possibilitar que você se sinta mais plena e feliz para acompanhar o desenvolvimento de uma criança. Antes de tudo, VOCÊ É PRIORIDADE!

   Acredito que cada pessoa tem uma essência que a torna única. Com a consultoria, vou te ajudar a encontrar essa essência. Não tem regras, não tem sacrifícios. Quando você está conectada com quem você é, tudo flui, inclusive o momento de se vestir.

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Como sua imagem profissional reflete na sua autoconfiança? Por Ana Paula Alves

Por Ana Paula Alves01/09/2022 11h13

AUTOCONFIANÇA X IMAGEM PROFISSIONAL

Como sua imagem profissional reflete na sua autoconfiança?

A autoconfiança, de forma geral, é o ato de confiar em si mesmo. Sendo assim, uma pessoa autoconfiante é segura de si, dos seus pensamentos, opiniões e de suas habilidades.

Um profissional autoconfiante não é um profissional sem medo. Um profissional autoconfiante é na verdade uma pessoa que acredita em seu potencial e, apesar do medo, é capaz de transmitir esse sentimento.

Quando refletimos sobre esse assunto, é possível perceber claramente através da imagem transmitida que um profissional não é capaz de confiar em si mesmo, no entanto ela é essencial para o desenvolvimento pessoal e profissional. Demonstramos nossa autoconfiança ou falta dela em vários aspectos como: através da nossa postura, na forma como falamos, na forma como nos vestimos, através do nosso comportamento e na maneira como lidamos com os desafios do dia a dia.

Com isso, a nossa imagem transmite uma comunicação não verbal para o outro, e cuidar da forma como nos apresentamos através das vestimentas que escolhemos usar são tão quão importantes quanto a habilidade técnica, pois através dela transmitimos autoconfiança e demostra como nos posicionamos no decorrer da nossa vida.

Ao se olhar no espelho e se ver bem alinhado e com um visual adequado, você automaticamente sente-se mais confiante. Se estiver muito desleixado, com roupas apertadas, desconfortáveis, sem harmonia ou que mostrem demais ou chamem muito atenção, isso vai abalar sua postura, e consequentemente, a forma como os outros te veem.

Pessoas que não se preocupam com o que vestem passam a impressão de desleixo, de terem desistido de si ou de levarem uma vida no tanto faz tanto fez. Quando nos sentimos bem com o que escolhemos vestir inconsistentemente causa uma sensação de bem-estar e acaba produzindo um estado de confiança em si mesmo. No entanto, você vai produzir melhor, se sentir mais leve e passará uma imagem mais consistente. Mas claro, tudo isso se você estiver bem resolvido com relação ao seu estilo, em relação a forma como você se vê (autoimagem) e ao que deseja transmitir através da sua imagem. Então, por que não usar a sua imagem como mais uma ferramenta de sucesso profissional? A famosa frase que “cuidar da sua imagem é coisa fútil” é um pensamento controverso para pessoas bem-sucedidas, pois elas sabem que cuidar da imagem é um ato de autocuidado e zelo pela sua profissão.

Minha experiência como consultora de imagem tem mostrado que pessoas mais alinhadas e com boa aparência tem mais sucesso no trabalho. Só que para ter uma boa aparência você vai precisar de um estilo congruente com sua essência, competências e habilidades técnicas, e que comunique ao mundo seus reais objetivos.

Desenvolver um estilo profissional coerente com seus objetivos implica em desenvolver autoconfiança, e ter confiança é uma habilidade mental de pessoas bem-sucedidas. A autoimagem que temos e criamos de nós mesmos afeta diretamente na imagem que estamos passando para os outros. Cuidar da aparência conta e muito no mundo dos negócios, primeiro o cliente compra você depois compra seu produto ou serviço.

Onde você quer chegar, sua imagem reflete nos seus objetivos?

Vista-se de acordo com o cargo ou posição que almeja!

Imagine você de uma maneira rápida e fácil unir suas habilidades intelectuais com a sua forma de se vestir, e comunicar de uma forma estratégica tudo isso para o seu potencial cliente através da sua imagem profissional. Portanto, a consultoria de imagem ajudará você a fazer este tipo de planejamento.

Quer saber mais sobre a consultoria? Vamos conversar!

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Abraços,

Ana Paula Alves

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