Banners de campanha eleitoral são transformados em caminhas para animais
Até poucos dias atrás, eles estavam nas ruas divulgando uma candidatura. Agora, os mesmos materiais começam a ganhar outra forma e um propósito bem diferente: oferecer conforto a animais que precisam de cuidado. Os wind banners utilizados pelo vereador de Blumenau Bruno Cunha, durante a campanha para deputado estadual, estão sendo transformados em caminhas que serão posteriormente doadas a protetoras.
Conhecido pela atuação na causa animal, Bruno decidiu que, depois das eleições, os materiais não terminariam simplesmente no descarte. A alternativa encontrada foi aproveitar a estrutura dos banners e dar a eles uma segunda utilidade.
“Depois da campanha, temos a responsabilidade de pensar no destino desses materiais. Em vez de simplesmente descartar, podemos transformar e fazer com que eles continuem sendo úteis. Dessa vez, eles vão virar caminhas e ajudar diretamente protetoras e animais que precisam”, destaca Bruno Cunha.
E a ideia não nasceu agora. Em 2024, Bruno já havia reaproveitado materiais de campanha em benefício dos animais. Neste ano, com o encerramento de mais uma disputa eleitoral, a iniciativa voltou a ser colocada em prática.
O que antes carregava mensagens, propostas e imagens de uma campanha passa, aos poucos, por uma transformação. Em vez de se tornar resíduo após as eleições, o material passa a compor caminhas que terão como destino o trabalho desenvolvido pelas protetoras.
A iniciativa aproxima duas questões que fazem parte da proposta: evitar o descarte de materiais que ainda podem ser utilizados e contribuir com a proteção animal. É uma maneira de prolongar a vida útil das peças e fazer com que aquilo que foi produzido para um período específico continue tendo serventia depois que as urnas foram fechadas.
Para Bruno, que mantém a causa animal entre as frentes de sua atuação como vereador em Blumenau, o reaproveitamento também simboliza a continuidade de um trabalho para além do período eleitoral.
“A campanha terminou, mas a causa continua”, resume Bruno Cunha.


