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Ligado no Sul
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Levantamento confirma focos do Aedes aegypti em seis municípios da Amrec

Por Ligado no Sul25/02/2026 08h30
Foto/Banco de imagens freepik.

Dados atualizados nesta terça-feira, 24, apontam que municípios da região da Associação dos Municípios da Região Carbonífera já registraram focos do mosquito Aedes aegypti, transmissor de doenças como dengue, zika e chikungunya.

De acordo com o levantamento da situação entomológica, o município de Içara apresenta o maior número de focos confirmados, com 34 registros. Em seguida aparece Criciúma, com 14 focos, e Orleans, com 12.

Outros municípios também registraram a presença do mosquito, como Balneário Rincão e Forquilhinha, com três focos cada, e Morro da Fumaça, com dois focos identificados.

Por outro lado, cidades como Cocal do Sul, Lauro Muller, Nova Veneza, Siderópolis, Treviso e Urussanga não apresentaram registros até o momento.

O Aedes aegypti se reproduz em água parada e pode se desenvolver em recipientes comuns do dia a dia, como pneus, garrafas, vasos de plantas, calhas e caixas d’água destampadas. Por isso, a colaboração da população é considerada essencial no combate ao mosquito.

As vigilâncias sanitárias dos municípios seguem realizando monitoramento e orientam a população a colaborar com ações simples, como manter caixas d’água fechadas, limpar calhas e evitar o acúmulo de água em vasos, pneus e outros objetos.

 

 

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Vídeo: Fortes chuvas provocam alagamentos em cidades do Sul catarinense

Por Ligado no Sul25/02/2026 08h00
Fortes chuvas causam alagamentos no sul catarinense

A chuva intensa registrada no fim da tarde e início da noite desta terça-feira (24) causou pontos de alagamento em diversas cidades do Sul de Santa Catarina. Ruas ficaram cobertas pela água e o trânsito apresentou lentidão em vários trechos. Houve registros em municípios como Tubarão, Laguna, Palhoça e Criciúma.

Em Laguna, a situação chamou atenção na avenida principal do bairro Mar Grosso, trecho considerado crítico e onde frequentemente são registrados alagamentos. Com o acúmulo de água, muitos motoristas precisaram trafegar pela contramão para conseguir desviar dos pontos mais alagados e seguir caminho.

Na BR-101, também foram identificados pontos de alagamentos próximo a Unisul em Tubarão e no trecho que passa por Imbituba.

Em Tubarão, na estação meteorológica próxima ao Farol Shopping, o acumulado chegou a cerca de 60 milímetros. A precipitação ocorreu em pancadas fortes, com duração entre 15 e 30 minutos, volume suficiente para provocar transtornos em diferentes bairros.

Motoristas enfrentaram dificuldades devido ao acúmulo de água nas pistas, e em alguns pontos houve retenções no tráfego. Até o momento, não há confirmação de ocorrências graves relacionadas às chuvas.

Instabilidade continua nesta quarta-feira

A previsão indica que o tempo segue instável em todas as regiões de Santa Catarina nesta quarta-feira (25), por causa do avanço de uma frente fria.

Entre a tarde e a noite, há condições para novos temporais, com possibilidade de raios, rajadas de vento, eventual queda de granizo e chuva intensa. O risco é considerado moderado para ocorrências como alagamentos, queda de galhos e árvores, destelhamentos e danos na rede elétrica, especialmente entre os Planaltos e o Litoral. Nas demais regiões do Estado, o risco é baixo.

As temperaturas máximas devem ficar próximas dos 32°C no Litoral e em áreas próximas, e em torno dos 30°C nas demais regiões. Já nas áreas de serra do Planalto Sul, os termômetros não devem ultrapassar os 24°C.

A recomendação é que a população acompanhe os avisos meteorológicos e redobre a atenção em áreas sujeitas a alagamentos.

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Cocal do Sul realiza simulado estadual de Defesa Civil neste domingo

Por Ligado no Sul24/02/2026 13h51
Foto/Divulgação

Cocal do Sul promove neste domingo (1), a partir das 8h30, na Arena Carlos Osellame, o 2º Simulado Geral de Gestão de Desastres em Santa Catarina.

A atividade será aberta à comunidade e terá como foco a apresentação das ações executadas pelo município durante as fortes chuvas registradas na semana passada.

Inicialmente previsto como exercício prático, o simulado em Cocal do Sul ganhou um novo formato após o evento climático que atingiu o município.

Em vez de uma encenação, o encontro será um momento de diálogo e esclarecimento à população sobre como funcionam os protocolos da Defesa Civil, os procedimentos de atendimento e o processo de solicitação de apoio estadual.

O prefeito Ademir Magagnin afirma que a iniciativa reforça a transparência da gestão pública.

“Passamos por uma situação que exigiu mobilização imediata das equipes. Agora é o momento de apresentar à população como atuamos, quais medidas foram tomadas e como podemos melhorar ainda mais nossa preparação para eventos como esse”, destacou.

O coordenador da Defesa Civil, Luciano Brolesi, explica que a experiência recente servirá como base para o encontro.

“Normalmente o simulado trabalha uma situação hipotética. Mas como tivemos um evento real na semana passada, decidimos fazer uma conversa aberta, explicando todo o processo, desde os primeiros atendimentos até os pedidos de apoio ao Estado”, afirmou.

O simulado é uma iniciativa da Defesa Civil Estadual, aberta à adesão dos 295 municípios catarinenses. A participação não é obrigatória, mas as cidades interessadas realizam inscrição prévia e organizam as ações conforme as diretrizes do Estado.

A proposta é ampliar a cultura de prevenção e fortalecer a preparação das cidades para situações de emergência. Quanto maior o número de municípios envolvidos, mais abrangente é o resultado esperado pela Defesa Civil de Santa Catarina.

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Audiência pública vai discutir possível ampliação do perímetro urbano em Orleans

Por Ligado no Sul24/02/2026 11h30
Foto/PMO

A Prefeitura de Orleans realiza nesta terça-feira (24), às 18h30, no Salão da Igreja da comunidade de Rio Pinheiros Baixo, uma audiência pública para debater a proposta de expansão do perímetro urbano do município. O encontro é aberto à população.

A área em estudo fica em Rio Pinheiros Baixo e faz divisa com a comunidade de Sano do Gelo, que já é considerada urbana. A proposta será apresentada aos moradores, que poderão opinar antes de qualquer decisão.

Em entrevista ao Jornal da Guarujá, o secretário de Administração, Airton Bratti Coan, o Ito, explicou que a intenção é integrar a área à malha urbana, caso haja concordância da comunidade.

“Ali, onde essa parte que a gente pretende passar a ser urbana, faz divisa com São Ludgero, e na parte de São Ludgero ele já é urbano. Então a gente está pretendendo também que, se isso se junte com São Ludgero e possa ali naquela comunidade dar crescimento, até porque ali tem muita demanda de lotes, e a empresa também interessada em lotear algumas glebas de terra ali perto, então vai de encontro ao que a população pretende”, afirmou.

O que muda na prática

Segundo o secretário, transformar a área em urbana significa incorporá-la oficialmente à cidade, permitindo novos investimentos e melhorias.

“É como transformar de rural em urbano. Ela passa a ser uma parte da cidade, onde virá iluminação pública nas vias públicas. Apesar que no interior tem também a iluminação pública, mas aí já tem a rede de esgoto, que a gente possa levar também na expansão urbana. Tem outras benfeitorias que fazem parte da região urbana”, explicou.

A mudança também impacta na tributação, com a cobrança de IPTU conforme o zoneamento.

“Nessa região, onde se for transformado em urbano, passa a ser IPTU. Vai ser classificado dependendo da zona e aí vai ter sua tributação. É uma tributação que também não vai crescer tanto, mas é o início para a região ali ir tomando parte, porque daí, onde passa a ser urbano, o pessoal já começa também a investir mais e começa a valorizar o terreno ao redor”, destacou.

Como surgiu a demanda

Ito relatou que a discussão começou no ano passado, após empresas procurarem o município apontando demanda por terrenos urbanos na região.

“A demanda chegou através de levantamentos de empresas, que nos trouxeram no ano passado já. A gente está conversando, as empresas vieram trazer pra gente informando que teria uma demanda naquela região por terrenos urbanos, pra expansão. E ali também já tem uma via que é pavimentada, e a gente está pavimentando uma outra via que é ali próximo também, pra ligar aqui no outro bairro, então vai se transformar numa via de passagem na frente”, explicou.

Ele ressaltou que o tema passou pelo setor de planejamento e pelo Conselho da cidade antes de chegar à audiência.

“Através desses estudos a gente viu a possibilidade de transformar em urbano. Mas pra transformar em urbano, a população lá na audiência tem que estar de acordo. Tem uns trâmites para fazer isso.”

O secretário reforçou que todos os estudos e o impacto da mudança serão apresentados de forma detalhada.

“Tudo isso não é assim: acordei hoje e vou transformar o Rio Pinheiros em urbano. Não é por esse caminho. Tem os trâmites pra passar, tem os estudos pra passar. O estudo de impacto de vizinhança vai ser apresentado pra toda a comunidade, mostrando a real situação daquela região e por que a prefeitura quer transformar aquela área em urbana.”

Neste momento, a discussão envolve exclusivamente Rio Pinheiros Baixo.

“A participação tem que ter. O município não pode decidir sozinho. A comunidade precisa colocar a sua opinião, o que sente. Se a comunidade decidir junto, é sinal de que o município está no caminho correto e fazendo uma ação que a população pretende e vai abraçar junto”, concluiu.

 

Confira entrevista completa

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