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Ligado no Sul
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Urussanga recebe o primeiro médico residente do Programa em Medicina de Família e Comunidade

Por Ligado no Sul06/03/2026 11h00
Assessoria de Comunicação Prefeitura de Urussanga

O município de Urussanga recebeu o primeiro médico residente do Programa de Residência Médica em Medicina de Família e Comunidade, uma iniciativa desenvolvida pela Escola de Saúde Pública de Santa Catarina em parceria com o Governo Municipal. O médico Dr. Rodrigo Miranda Custódio foi recepcionado nesta quinta-feira, dia 5, pela prefeita Stela de Agostin Talamini, a secretária de Saúde Camila Martins, e pelo preceptor da residência, Dr. Kaleb Alexandre Régio Gomes, que também atua como tutor do eixo estratégico do Programa Mais Médicos.

Segundo a prefeita Stela, a chegada do médico residente representa um avanço na qualificação da Atenção Primária à Saúde (APS). “Queremos desejar boas-vindas ao Dr. Rodrigo, que escolheu o nosso município entre as demais opções disponíveis para a residência, e também dizer que este é um momento importante para a Saúde de Urussanga. A qualificação permanente dos profissionais é um dos caminhos para oferecer um atendimento cada vez mais humanizado e resolutivo”, declara.

A secretária de Saúde, Camila Martins, disse que a residência médica também cria um ambiente de aprendizado e qualificação permanente na rede de saúde. “A Medicina de Família e Comunidade tem um papel fundamental na Atenção Primária, e a chegada do Dr. Rodrigo vem para somar nesse processo de qualificação do cuidado”, ressalta. O médico residente, Dr. Rodrigo Miranda Custodio, agradeceu a recepção e disse estar pronto para contribuir com as equipes e os pacientes.

A parceria entre a Prefeitura de Urussanga e a Escola de Saúde Pública de Santa Catarina também visa consolidar o município como espaço de formação em saúde. “A ideia é transformar a nossa região em uma unidade-escola, recebendo residentes que, além de atender a população, criem vínculo com a cidade e contribuam para a qualificação contínua das equipes de saúde”, disse o preceptor Dr. Kaleb Alexandre Régio Gomes.

Formação e qualificação da Atenção Primária

A residência em Medicina de Família e Comunidade é uma pós-graduação lato sensu com treinamento em serviço, forte atuação na Atenção Primária, além de estágios em outros níveis de atenção, atividades teóricas e desenvolvimento de projetos de intervenção no território.

O programa tem como objetivo formar especialistas comprometidos com os princípios do Sistema Único de Saúde (SUS), com atuação centrada na pessoa, na família e na comunidade, fortalecendo a Estratégia Saúde da Família e a Rede de Atenção à Saúde.

Com a implantação da residência, Urussanga passa a integrar o cenário estadual de formação de especialistas em Medicina de Família e Comunidade, e reforça o compromisso de melhoria contínua dos serviços de saúde oferecidos à população.

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Transição energética em SC: governo reúne especialistas, empresas e setor produtivo

Por Ligado no Sul06/03/2026 10h30
Foto/Divulgação

A Secretaria de Estado do Meio Ambiente e da Economia Verde (SEMAE) recebeu, ao longo desta semana, no Sul de Santa Catarina e também na capital, especialistas da Fundação Getúlio Vargas (FGV) para uma série de encontros com stakeholders da cadeia carbonífera da região.

As reuniões fazem parte do processo de elaboração do Plano Estadual de Transição Energética Justa para Santa Catarina (PETEJ-SC) e reuniram representantes de instituições estratégicas do setor energético, como a Celesc, o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), a Secretaria de Estado do Planejamento de Santa Catarina (Seplan) e a SCGás, além de representantes do poder público, concessionárias, setor produtivo, academia e sociedade civil.

Em entrevista ao Jornal da Guarujá na manhã desta sexta-feira (6), o secretário de Estado do Meio Ambiente e da Economia Verde, Cleiton Fossá, explicou que o debate sobre transição energética precisa ser compreendido de forma mais ampla.

“Quando falamos em transição energética justa é importante as pessoas entenderem que nós estamos falando em preparar Santa Catarina para o futuro da energia, ampliando o uso de fontes renováveis e reduzindo emissões. Mas essa mudança precisa acontecer com responsabilidade social e econômica, garantindo que trabalhadores, municípios e empresas tenham oportunidades e perspectivas de desenvolvimento”, afirmou.

Segundo ele, o processo não envolve apenas a substituição de uma fonte de energia por outra, mas também a preocupação com os impactos sociais e econômicos nas regiões onde determinadas atividades têm grande peso na economia.

“Não é simplesmente mudar, substituir uma fonte de energia por outra. É garantir que os trabalhadores, municípios e empresas que fazem parte dessa cadeia tenham segurança, oportunidades e perspectivas de desenvolvimento”, disse.

A discussão ganha maior relevância no Sul catarinense, onde a mineração de carvão ainda representa uma importante atividade econômica. Fossá destacou que a proposta de transição energética justa justamente busca evitar mudanças abruptas.

“Quando as pessoas falam que isso significa que o carvão vai acabar e que os empregos podem desaparecer, essa é justamente a preocupação que orienta o conceito da transição justa. Mudanças desse tamanho não podem acontecer de forma abrupta e sem planejamento”, ressaltou.

O secretário também defendeu que o debate ocorra com diálogo entre os diferentes setores envolvidos.

“Às vezes as pessoas já geram um preconceito sem formar um conceito. Elas geram um embate sem permitir sentar na mesa e dialogar. Nós precisamos substituir essa gritaria polarizada por uma mesa de diálogo, de planejamento”, afirmou.

De acordo com ele, os encontros realizados com especialistas da FGV têm como foco ouvir diferentes atores e compreender melhor os caminhos possíveis para o Estado.

“É de muita escuta, de muito estudo, de entender melhor a situação e compreender quais são os caminhos possíveis. Não é uma ruptura, é planejamento. Não se faz isso sem ouvir quem vive essa realidade”, disse.

Fossá também destacou o potencial ambiental de Santa Catarina como um diferencial estratégico.

“Santa Catarina tem 1% do território nacional e, desse 1%, 40% são de matas nativas. Isso mostra que nosso estado está fazendo o papel de colocar o meio ambiente não como trava, mas como um ativo”, declarou.

Segundo o secretário, a economia verde catarinense já movimenta cerca de R$ 67 bilhões e gera aproximadamente 800 mil empregos. A expectativa é que, com o planejamento da transição energética, novas oportunidades possam surgir.

“Quero tranquilizar a nossa gente do Sul. O plano visa escutar, planejar e encontrar caminhos para que a região continue crescendo, gerando renda e novas oportunidades”, concluiu.

Confira entrevista completa

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Criança de 13 anos presencia prisão da mãe com 41 kg de maconha em Criciúma

Por Ligado no Sul06/03/2026 10h00
Foto/PMSC

A Polícia Militar de Criciúma prendeu uma mulher de 49 anos por tráfico de drogas, corrupção de menor e associação ao tráfico, após a abordagem de um veículo na Via Rápida, na manhã desta quinta-feira, às 7h52.

No carro, um Peugeot 308, foram encontrados 40,990 kg de substância análoga à maconha. Também estava no veículo a filha da condutora, uma adolescente de 13 anos.

A mulher foi presa em flagrante e a menor conduzida à Delegacia especializada. O Conselho Tutelar também foi acionado devido à presença da adolescente no local do crime. Três celulares e o veículo utilizado no transporte da droga foram apreendidos.

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Presença do mosquito da dengue preocupa autoridades de saúde em Orleans

Por Ligado no Sul06/03/2026 09h30
Foto/Banco de imagens freepik.

A Vigilância em Saúde de Orleans divulgou o boletim de zoonoses referente ao mês de fevereiro de 2026, com dados do monitoramento realizado no município no combate ao mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, zika e chikungunya.

De acordo com o relatório, durante o mês foram inspecionadas 393 armadilhas e 10 pontos estratégicos considerados de maior risco para a proliferação do mosquito. Ao todo, 2.079 larvas foram enviadas para análise, sendo 66 identificadas como do mosquito Aedes aegypti. O levantamento também apontou 12 focos do mosquito e cinco denúncias registradas pela Vigilância Sanitária.

Mesmo com as ações de monitoramento e prevenção em andamento, a Secretaria de Saúde alerta que novos focos do mosquito já foram identificados em março. As áreas que exigem maior atenção neste momento são os bairros Centro, Conde D’Eu, Samuel Sandrini e São Gerônimo.

Segundo a Vigilância em Saúde, o combate ao mosquito também depende da participação da população. A orientação é que os moradores reservem alguns minutos da rotina para verificar manter caixas d’água, pátios, calhas, vasos de plantas, garrafas e qualquer outro local que possa acumular água parada. A colaboração de todos é considerada essencial para evitar a proliferação do mosquito e reduzir o risco de casos de dengue no município.

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