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Ligado no Sul
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Unidades de Saúde de Morro da Fumaça terão atendimento suspenso no período da tarde na sexta-feira (13)

Por Ligado no Sul11/03/2026 10h00
Foto/Romualdo Costa

A Secretaria de Saúde de Morro da Fumaça informa que todas as Unidades Básicas de Saúde do município estarão temporariamente fechadas nesta sexta-feira (13), das 13h às 17h.

A suspensão do atendimento no período da tarde ocorre em razão da implantação de mudanças no sistema e da capacitação das equipes de saúde, com o objetivo de aprimorar os processos internos e qualificar ainda mais o atendimento prestado à população fumacense.

Durante o período da manhã, as unidades funcionarão normalmente, retomando o atendimento regular na segunda-feira (16). Em casos de urgência ou emergência durante o período de fechamento, a orientação da Secretaria de Saúde é que os moradores procurem atendimento no Hospital de Caridade São Roque.

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Oposição critica votação de reforma administrativa em Orleans e aponta falhas no projeto

Por Ligado no Sul11/03/2026 09h30
Foto/Redação

O Projeto de Lei Complementar nº 0001, de 2 de março de 2026, de autoria do Poder Executivo, que trata da estrutura, organização e funcionamento da Prefeitura de Orleans, foi aprovado em primeira votação na Câmara de Vereadores por 6 votos favoráveis e 5 contrários.

A proposta prevê mudanças na estrutura administrativa do município, permitindo novas contratações e a criação das secretarias de Esporte, Cultura e Turismo. O projeto já havia sido apresentado no ano passado, mas acabou sendo reprovado na época por falta de previsão orçamentária.

Com a aprovação em primeira votação, o projeto ainda deverá retornar à pauta na próxima sessão legislativa para segunda e última votação.

Todos os vereadores da oposição votaram contra a proposta. Sobre o tema, o Jornal da Guarujá conversou na manhã desta quarta-feira (11) com o vereador Dovagner Baschirotto (MDB), líder da oposição na Câmara, que explicou os motivos de manter o voto contrário.

Segundo o parlamentar, a análise da bancada levou em consideração tanto o projeto apresentado no ano passado quanto a nova versão encaminhada pelo Executivo. Ele relembrou que, na discussão anterior, uma das críticas foi o fato de diferentes temas estarem reunidos em um único texto.

“Na votação do ano passado a gente analisou o projeto e lembro que a vereadora Mirele (PSDB) se manifestou com relação ao projeto da Famor, que estava todo ele agregado no mesmo projeto. A gente pediu que, quando voltasse para a Casa, fosse desmembrado para a gente analisar e provavelmente votar a favor”, afirmou.

Baschirotto explicou que, nesta nova versão, houve mudanças como a retirada de pontos ligados à Famor, além da exclusão de alguns cargos e redução no valor de gratificações. Mesmo assim, ele afirma que o impacto financeiro ainda preocupa.

“Dessa vez até veio o impacto financeiro nas contas que fizemos, através da retirada da Famor do projeto e também da retirada de alguns cargos que estavam ali e da redução no valor da gratificação. Houve uma redução no impacto financeiro, mas essa redução não é tudo aquilo que se esperava”, disse.

Outro ponto citado pelo vereador foi a identificação de erros de redação no projeto durante a análise.

“Durante a leitura do projeto foram identificados vários erros de redação, inclusive artigos repetidos. Houve um trecho que chamou a atenção, e até o próprio procurador do município, ficou sem entender como aquela redação acabou sendo incluída no texto”, relatou.

Segundo o vereador, a oposição chegou a solicitar que o projeto fosse retirado da pauta para correções. Ele relatou que, na ocasião, foi pedido ao líder do governo, o vereador Osvaldo Cruzetta (PP) que a proposta fosse retirada e reapresentada posteriormente com uma nova redação, para que pudesse ser analisada novamente pelos parlamentares. No entanto, afirmou que houve imposição para que o texto fosse mantido na pauta e levado à votação, mesmo diante dos apontamentos feitos durante a análise.

O vereador também criticou a possibilidade de ampliação da estrutura administrativa, especialmente com a criação de novas secretarias.

“Com relação à criação dos cargos, as secretarias continuam todas de novo. De seis vai passar para nove secretarias. O que era departamento vai virar secretaria e automaticamente vai onerar a folha. Uma coisa é você ser diretor de departamento, outra é secretário”, argumentou.

Além disso, Baschirotto demonstrou preocupação com o que considera ampliação de poderes do Executivo.

“O projeto dá plenos poderes para o Executivo, inclusive em relação ao valor de cargos comissionados através de decreto. Então quer dizer, a Câmara está dando plenos poderes ao prefeito”, afirmou.

Durante a entrevista, o vereador também comentou a mudança de posicionamento do presidente da Câmara, Murilo Hoffmann (Novo), que no ano passado havia votado contra o projeto e agora se manifestou favoravelmente. Segundo Baschirotto, na legislatura anterior Murilo chegou a apresentar um parecer, por meio de seu partido, apontando diversos pontos do projeto, especialmente relacionados ao impacto financeiro, o que resultou em voto contrário. Neste ano, no entanto, ele afirmou que o presidente votou a favor da proposta e teria mencionado, durante reunião das comissões, que não havia lido o projeto, situação que, na avaliação do vereador, gera questionamentos sobre a mudança de posicionamento.

A votação da proposta foi definida justamente pelo voto de desempate do presidente da Casa. Mesmo assim, Baschirotto acredita que o cenário dificilmente deve mudar na próxima sessão.

“Provavelmente o resultado deve se repetir. Eu até tinha uma viagem marcada para Brasília, mas por enquanto ela está adiada. Vou permanecer no município, manter meu voto contrário e espero que até lá os vereadores analisem melhor o projeto”, concluiu.

Caso seja aprovado também em segunda votação, o projeto seguirá para sanção do prefeito e poderá entrar em vigor nos próximos meses.

Confira entrevista completa

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Debate sobre escala 6×1 gera embate entre deputada Júlia Zanatta e ministro Luiz Marinho na CCJC

Por Ligado no Sul11/03/2026 09h00
Foto/Divulgação

Durante audiência realizada nesta terça-feira (10) na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania da Câmara dos Deputados, a discussão sobre a Proposta de Emenda à Constituição que trata da escala de trabalho 6×1 provocou um intenso embate entre a deputada federal Júlia Zanatta (PL-SC) e o ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho.

A reunião teve como objetivo ouvir o ministro sobre os impactos da proposta que busca alterar a jornada semanal de trabalho no Brasil. Durante a rodada de perguntas aos convidados, Zanatta questionou os fundamentos econômicos da proposta e apresentou dados sobre carga tributária, custo do trabalho e produtividade no país.

Em sua fala, a deputada afirmou que o debate sobre qualidade de vida do trabalhador brasileiro precisa considerar o peso da carga tributária e dos encargos trabalhistas. Segundo ela, o principal problema enfrentado pelos trabalhadores não é apenas a jornada de trabalho, mas o baixo poder de compra do salário.

“Aqueles que defendem aumentar a carga tributária são os mesmos que dizem que vão resolver o problema do trabalhador. Isso é um contrassenso”, afirmou a parlamentar.

Zanatta também citou pesquisas públicas que indicam que o valor do salário e as oportunidades de crescimento profissional aparecem entre as maiores preocupações dos trabalhadores brasileiros. A deputada questionou ainda como o governo pretende aplicar políticas semelhantes às adotadas em países com maior produtividade, sem comprometer a geração de empregos no Brasil.

Entre os questionamentos feitos ao ministro estavam:
– se existem estudos técnicos que demonstrem que a redução da jornada de trabalho não resultará em demissões ou substituição por automação;
– como o governo pretende evitar aumento no custo do trabalho por unidade produzida;
– quais medidas estão sendo adotadas para reduzir encargos e aumentar o dinheiro efetivamente recebido pelos trabalhadores.

Durante a resposta, o ministro Luiz Marinho contestou os dados apresentados pela deputada e afirmou desconhecer estudos que apontem aumento da carga tributária no atual governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

“Eu desconheço qualquer estudo de aumento de tributos nesse país. O que fizemos foi diminuir a carga tributária”, declarou o ministro.

A fala gerou reação entre parlamentares da oposição presentes na comissão.

Após a resposta do ministro, Zanatta tentou retomar a palavra para rebater as afirmações, afirmando que os dados mencionados são públicos e podem ser verificados. No entanto, o presidente da comissão, deputado Leur Lomanto Júnior (União-BA), encerrou a intervenção da parlamentar e cortou seu microfone, alegando necessidade de avançar na lista de inscritos.

O episódio provocou protestos de deputados presentes na sessão, incluindo Bia Kicis (PL-DF) e Mauricio Marcon (Podemos-RS), que criticaram a condução da reunião e a impossibilidade de réplica à deputada.

Mesmo com o microfone desligado, Zanatta protestou contra a decisão e afirmou que havia sido constrangida após ter seus dados questionados sem direito de resposta.

Dados sobre carga tributária

Após a sessão, levantamentos jornalísticos e análises econômicas voltaram a ser citados no debate. Estudos e compilações de dados publicados por veículos de imprensa e institutos independentes apontam que, desde o início do atual mandato presidencial, foram anunciadas diversas medidas de criação ou elevação de tributos no país.

Levantamentos indicam que o governo federal anunciou 30 medidas de criação ou aumento de tributos desde 2023, o que representa uma média aproximada de uma nova medida tributária a cada 37 dias.

Entre as medidas mencionadas nos estudos estão mudanças em impostos sobre combustíveis, operações financeiras, importações, fundos exclusivos, apostas eletrônicas e compras internacionais.

A discussão sobre a proposta deve continuar nas próximas semanas na Câmara dos Deputados.

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Trecho da rua Lauro Müller terá mão única a partir desta quarta-feira em Criciúma

Por Ligado no Sul11/03/2026 08h30
Fotos/Gregori Flauzino

Parte da rua Lauro Müller, na área central de Criciúma, terá trânsito em mão única a partir desta quarta-feira (11). Trata-se de um trecho de 100 metros entre os cruzamentos com a Hercílio Luz e a José Tarquínio Balsini, onde será permitido apenas o fluxo em direção ao bairro Cruzeiro do Sul. A Prefeitura de Criciúma está promovendo a mudança para melhorar o fluxo no cruzamento entre a Lauro Müller e a Hercílio Luz.

O acesso à rua Hercílio Luz para quem vem do bairro Cruzeiro do Sul ainda poderá ser feito pela rua Santo Antônio ou pela travessa Gabriel Benedet.

“A Hercílio Luz e todas as ruas com as quais ela cruza são bem sinalizadas. A segurança depende principalmente da atenção e prudência dos motoristas. Com essa alteração, nossa intenção é melhorar a fluidez no cruzamento”, afirma o superintendente de Trânsito, Edno Carmélio Dutra.

Foto/ Gregori Flauzino

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