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Doenças respiratórias já causaram mais de 100 mortes em Santa Catarina em 2026

Proteção por meio da vacina é fundamental para reduzir complicações e óbitos

Por Ligado no Sul01/04/2026 09h00
Foto: Divulgação/SES

Santa Catarina inicia o mês de abril com um cenário preocupante na área da saúde: mais de 1.700 internações por doenças respiratórias já foram registradas em 2026. Os dados são do Centro de Informações Estratégicas para a Gestão do Sistema Único de Saúde (SUS) no Estado e apontam ainda 424 internações em unidades de terapia intensiva (UTI) e 103 mortes no primeiro trimestre do ano.

De acordo com o superintendente de Vigilância em Saúde da Secretaria de Estado da Saúde, o infectologista Dr. Fábio Gaudenzi, as doenças respiratórias continuam sendo um dos principais desafios para a saúde pública.

“Doenças respiratórias, seja causadas por Covid, influenza, vírus sincicial respiratório ou até pneumonia bacteriana, ainda têm um impacto muito grande na saúde da população. A gente tem próximo de mil óbitos por ano em Santa Catarina por síndrome respiratória aguda grave. Então ainda temos muito a avançar na proteção das pessoas”, destacou.

Entre as 11 primeiras semanas epidemiológicas do ano, em oito delas foram registrados mais casos de síndrome respiratória aguda grave em comparação com o mesmo período de 2025, indicando aumento na circulação de vírus respiratórios.

O médico chama atenção para os grupos mais vulneráveis, que exigem maior cuidado. “A gente precisa proteger mais as crianças pequenas, os idosos e também as pessoas com comorbidades, como doenças pulmonares e cardíacas. Esses grupos têm maior risco de evoluir para quadros graves”, explicou.

Entre os principais causadores das doenças respiratórias no estado estão os vírus da gripe e a Covid-19. Diante disso, o superintendente reforça a adoção de medidas preventivas no dia a dia.

“Evitar aglomerações, utilizar álcool em gel, evitar contato com pessoas doentes e, quando estiver com sintomas, usar máscara para não transmitir o vírus. Esses cuidados de etiqueta respiratória ajudam a reduzir a exposição”, orientou.

Além das medidas individuais, a vacinação segue sendo uma das principais estratégias de proteção. “A gente tem vacina para Covid, influenza e também para o vírus sincicial respiratório, inclusive para gestantes. O objetivo da imunização é evitar casos graves, internações e mortes”, ressaltou.

A campanha de vacinação contra a gripe em 2026 já está em andamento e segue ao longo do mês de abril até o final de maio, com foco nos grupos prioritários.

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