10/07/2020  às 16hs49

Geral

Prefeitura de Orleans esclarece ao setor empresarial sobre protocolo de isolamento



A equipe da Secretaria da Saúde de Orleans promoveu, nesta quinta-feira, dia 9, uma reunião para esclarecer aos representantes do setor empresarial sobre o protocolo de isolamento domiciliar para pessoas com suspeita de infecção por coronavírus e para os demais moradores da mesma residência.


Isso tem gerado preocupação dos proprietários de empresas e de profissionais autônomas, tendo em vista o grande número de pessoas afastadas de suas atividades de trabalho.


Na oportunidade, foram esclarecidos que todos os procedimentos são realizados conforme determina o Ministério da Saúde. Entre os assunto abordados, estavam: os sintomas que fazem com que o paciente atendido seja considerado com suspeita de estar com Covid-19, o período ideal para a realização de teste, e a diferença entre os testes rápidos e o teste realizado pelo Laboratório Central de Saúde Pública (LACEN/SC).


Para falar sobre estes assuntos, o técnico de enfermagem Suandre Machado, que atua no Centro de Triagem do Coronavírus em Orleans, concedeu entrevista à Rádio Guarujá nesta sexta-feira, dia 10. Uma das reivindicações dos empresários era para que fossem realizados testes assim que os pacientes passassem a integrar a lista de pessoas com suspeita de infecção por coronavírus. Entretanto, segundo ele, o problema não está na falta de testes, mas sim no período em que o teste pode ser realizado.


"O teste não é a solução deste problema. A pessoa vai consultar e, conforme os dias em que ela está com sintomas, não se enquadra nos critérios para realizar o teste rápido. O ideal é fazer a partir do sétimo dia de sintoma. O dia mais adequado mesmo, para ser ainda mais confiável, é o décimo dia de sintoma. Então, quando a pessoa vai consultar com dois ou três dias de sintoma, o médico não vai solicitar o teste rápido", explicou, acrescentando que este critério é adotado pelo risco de o teste rápido apontar um falso negativo. "Se fizer muito cedo, sem os critérios adequados, ele pode dar a falsa impressão de que a pessoa não tem o vírus, mesmo ela estando contaminada, e aí é que está o grande problema".


Confira a entrevista completa:


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