14/01/2019  às 09hs33

Geral

Orleans é opção de turismo no verão



Visitar Orleans é transformar o passeio num daqueles dias inesquecíveis. Museus únicos do gênero no Brasil, paredão com escultura em rocha viva, igreja matriz que lembra velhas catedrais góticas europeias, serras, cânions, fauna, flora e paisagens únicas no costão da Serra. 


Essas são algumas das riquezas de Orleans, atraindo cada vez mais pessoas com interesse no turismo cultural.

Estando a 180 quilômetros de Florianópolis, uma característica importante da cidade é que oferece ótimas opções da boa cozinha italiana, e bons hotéis para estadia. 

Destaque para o museu ao ar livre (primeiro desse gênero na América recebendo mais de 20 mil visitantes/ano); a Igreja Matriz Santa Otília; o mirante no Morro da Santinha; as esculturas do Paredão do Zé Diabo, ao lado do monumento ao Conde D’Eu; e a réplica da primeira igreja, que transformam a cidade num destino único no Brasil.

A administração municipal tem reforçado o título de “Capital da Cultura” com investimentos nos museus, esculturas do paredão, e eventos que tragam turistas para a cidade, valorizando a comunidade local. 

O prefeito, Jorge Koch, entende que a cidade, ao longo da história, construiu seu ‘patrimônio cultural invejável’ por “possuir um movimento de intelectuais na escrita com Academia de Letras e lançamento anual de livros com autores locais; corais que destacam o município no Estado; academias de dança com apresentações locais, que são chamadas em grandes apresentações nacionais; museus; monumentos; e lugares que só existem aqui”, justificando o investimento na cultura e convidando os veranistas para visitar a cidade.



Locais para conhecer


Museu ao Ar Livre


O Museu ao Ar Livre Princesa Isabel é o primeiro do Brasil “ao ar livre” com forma de apresentação do acervo num ambiente natural e ecológico, destacando o modo de vida dos colonizadores no início do século XX. Inaugurado em 30 de agosto de 1980, o museu é o primeiro do gênero na América Latina, instalado numa área de vinte mil metros quadrados de terra com as construções, de características tradicionais, abrangendo: capela, engenho de farinha de mandioca, estrebaria, galpão de serviços domésticos, cozinha de chão batido, casa do colono, cantina, meios de transporte, engenho de cana-de-açúcar, serraria pica-pau, oficinas artesanais, marcenaria, atafona, balsa, ferraria, monjolo e centro de vivências. Além destas unidades citadas, também encontramos instalada nas dependências do museu uma casa de pedra, que abriga o Centro de Documentação Histórica Plínio Benício, salas de exposições e laboratório de conservação e restauração.


Centro de Documentação Histórica Plínio Benício


A casa de pedra que funciona ao lado do museu ao ar livre, que guarda o Centro de Documentação, é formada por coleções, entre elas Colônia Grão-Pará (CGP), que contêm documentos relativos a uma das empresas colonizadoras que atuou no Sul do Estado de Santa Catarina. Esta empresa pertenceu ao conde D’Eu e à princesa Isabel, e seu objetivo era vender a imigrantes as terras que a princesa havia ganhado como dote de casamento. São documentos datados dos séculos XIX e XX, que tratam de questões relativas à administração da empresa e do cotidiano da colônia.
Importante: o atendimento aos pesquisadores ocorre mediante agendamento de segunda a sexta, das 8h às 12h e das 13h às 17h.


Esculturas do paredão


As esculturas entalhadas em rocha viva no paredão de passagem da antiga estrada de ferro margeando o Rio Tubarão, no Centro da cidade, recebem mais de 40 mil visitantes ao ano. Foram gravados naquela encosta belíssimos painéis representativos de passagens bíblicas. Trata-se de um conjunto de muita beleza e arte, com visitação permanente de um bom número de viajantes, estudantes e turistas. É tema também de excelentes reportagens nos jornais, revistas e televisões. Trata-se de uma obra única no Brasil, que projeta Orleans no cenário cultural, turístico nacional e Sul-americano.


 


Com informações do site Diário do Sul.


14/01/2019  às 09hs33