21/12/2020  às 15hs54

Economia

Análise da Facisc prevê 2021 com efeito ressaca na economia

Entre os desafios estão endividamento elevado tanto do setor público quanto das empresas.



Em uma live realizada na última semana, a Federação das Associações Empresariais de Santa Catarina (Facisc) fez uma análise sobre a economia em 2020 e as perspectivas para 2021.


O empresário Sérgio Rodrigues Alves, que assumirá a Facisc em janeiro, concedeu entrevista à Rádio Guarujá nesta segunda-feira, dia 21, apontou os setores que cresceram neste ano e os que poderão ser impulsionados no próximo, explicou a respeito do efeito ressaca na economia, fez recomendações aos empreendedores e, por fim, falou das lições que podem ser tiradas nesta crise.


“Sabemos que a solução está na vacina e o prazo está intimamente ligado a ela. A lição que levamos é em relação à solidariedade e em segundo que temos que estar sempre focados e preparados para os imprevistos. Nossa economia tem muito a crescer e o Brasil é um país de grande oportunidades”, encerrou.


O 2º vice-presidente da Facisc, o economista Carlos Fornaza, explica que, para o ano que vem, o efeito previsto pela área de Economia e Estatística é o Efeito Ressaca. “Para 2021, a grande pergunta, será haverá o efeito ressaca. Teremos a continuidade das medidas?”. Entre os fatos está que o Brasil é o país emergente que mais gastou com medidas econômicas na pandemia e que tem uma das maiores dívidas públicas. “Após acabar a pandemia temos que pensar como acordará o mundo após os efeitos anestésicos”, reflete o economista.


Entre os desafios estão endividamento elevado tanto do setor público quanto das empresas. “Muitas empresas tomaram crédito e agora os parcelamentos começam a vencer após a carência”. Além disso, a recuperação indefinida, a instabilidade política e a definição da vacina”.


Confira a entrevista completa neste Link


21/12/2020  às 15hs54